terça-feira, 31 de agosto de 2010
ESPIRITO E MATERIA
Mostrar um balão murcho, com os olhos, nariz e boca desenhada, representando um boneco.
Perguntar se é possível brincar com ele murcho e o que é preciso fazer para que possamos brincar com ele? Encher o balão de ar.
Nós vemos o ar que está no balão?
E nosso corpo físico precisa de que para poder andar, falar, pular e etc...? Do Espírito.
Há dois elementos Gerais do universo: matéria e espírito, e acima de tudo está Deus, o criador de todas as coisas, ou seja, Deus é o princípio de tudo o que existe no Universo.
Eu sou um Espírito imortal, filho de Deus que é Eterno.
Deus me deu um corpo, para que eu possa aprender enquanto estiver na Terra.
Eu (Espírito) preciso de um corpo para viver na Terra.
E é através do corpo que o Espírito age sobre a matéria.
Existe matéria e Espírito; eu sou um Espírito e o meu corpo é matéria.
Pedir para eles, pularem,correr, etc.
Matéria podemos sentir e pegar : lápis, cadeira, parede, corpo humano, etc.
Dar alguns objetos para eles pegarem.
Coisas imateriais que não podemos ver e pegar: sentimentos, pensamentos, idéias e o Espírito.
Por uma musica para eles ouvirem.
Podemos observar como a matéria ajuda o Espírito, é seu instrumento de evolução.
Terminar dando um balão murcho para cada criança encher e fazer o seu desenho( com os olhos, nariz e boca desenhada, representando um boneco).
Foi muito bom, ficou bem claro que a bexiga representava o corpo(matéria) e o ar o Espírito.
Prece final.
Criança de 04 a 08 anos
EU E MEU CORPO
Iniciar pedindo para todos imitarem o gesto do evangelizador.
Pedir para que todos falem:
Eu sou Espírito, filho de Deus e tenho um corpo.
Com meu corpo eu posso:
Andar(andar em circulo)
Correr... Saltar... Parar... Sentar...
Estender as mãos... Tocar em alguém...
Olhar para cima... Para os lados...
Soprar...Posso falar... blá,blá,blá...
Posso ouvir(todos em silêncio... ouvindo...)
Mas acima de tudo, posso pensar ( perguntar o que cada esta pensando)
E posso amar(abraçar os colegas)
Posso cheirar... (Dar um bis, pedir para cada um, sentir o cheiro)
Sentir o paladar( pode comer o bis)
Depois conversar com eles que nós somos Espíritos.
Recebemos de Deus um corpo como instrumento de progresso, enquanto estamos na terra.
Devemos cuidar do nosso corpo físico através de bons hábitos de alimentação, higiene, saúde.
Eles mesmo falaram como devemos cuidar do corpo.
Dar uma folha de papel sulfite, escrito: “Meu corpo um presente de Deus”
Pedir para cada um desenhar o seu corpo.
Prece final
Pedir para que todos falem:
Eu sou Espírito, filho de Deus e tenho um corpo.
Com meu corpo eu posso:
Andar(andar em circulo)
Correr... Saltar... Parar... Sentar...
Estender as mãos... Tocar em alguém...
Olhar para cima... Para os lados...
Soprar...Posso falar... blá,blá,blá...
Posso ouvir(todos em silêncio... ouvindo...)
Mas acima de tudo, posso pensar ( perguntar o que cada esta pensando)
E posso amar(abraçar os colegas)
Posso cheirar... (Dar um bis, pedir para cada um, sentir o cheiro)
Sentir o paladar( pode comer o bis)
Depois conversar com eles que nós somos Espíritos.
Recebemos de Deus um corpo como instrumento de progresso, enquanto estamos na terra.
Devemos cuidar do nosso corpo físico através de bons hábitos de alimentação, higiene, saúde.
Eles mesmo falaram como devemos cuidar do corpo.
Dar uma folha de papel sulfite, escrito: “Meu corpo um presente de Deus”
Pedir para cada um desenhar o seu corpo.
Prece final
sábado, 28 de agosto de 2010
OBRIGADO DR. BEZERRA PELA SUA PROTEÇÃO
OBJETIVO: Apresentar as diversas etapas da nossa vida, e que é importante que saibamos aproveitar bem cada uma delas, procurando realizar bem as nossas tarefas.
- mostrar as figuras pessoas em várias etapas do crescimento), o evangelizador deverá perguntar para as crianças:
Com qual das figuras você mais se parece?
Antes de ser assim, com qual das figuras você mais se parecia?
O que você fazia quando era assim?
E agora faz as mesmas coisas?
E daqui a alguns anos, com qual figura você se parecerá?
O que você estará fazendo nesta ocasião?
- A cada fase da vida da criança, relacionar as responsabilidades de cada fase da vida.
- Deixar que falem a vontade sobre o que imaginam sobre o seu futuro. Por exemplo, na fase jovem, deixar falarem sobre ir ao shopping com os colegas, etc. Na fase adulta deixar falarem sobre formar família, terem as profissões que gostariam, etc.
- Dizer que vai contar a história de um médico que sempre fez as coisas certas em todas as fases de sua vida (BEZERRA DE MENEZES).

BEZERRA DE MENEZES
Um bebê sadio e de lindos olhos azuis nasceu numa cidadezinha do Ceará, trazendo grande alegria para sua mamãe e seu papai. Recebeu o nome de Adolfo.
Adolfo cresceu, brincando e estudando, como devem fazer todos os bons meninos. Era muito querido por ser obediente, gentil e bondoso. Adolfo era um rapazinho quando resolveu ser médico. Mas seus pais não teriam como pagar seus estudos. Mesmo sabendo que passaria por algumas dificuldades, Adolfo não desistiu de estudar.
Ele não podia compra livros caros, mas estudava na biblioteca pública, onde todos podem ler os livros. Assim, tornou-se um grande médico: o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes.
Dr. Bezerra, como era chamado, cuidava com muito carinho e atenção de todos os seus clientes. Gostava de tratar das crianças, mesmo que seus pais não pudessem pagar a consulta. E muitas vezes, ainda dava os remédios, comprando-os com seu próprio dinheiro.
Dr. Bezerra sabia também consolar as pessoas tristes e falava do amor de Jesus por todos nós. Dr. Bezerra foi um perfeito homem de bem! Como toda gente, um dia Dr. Bezerra morreu, ou melhor, deixou o corpo.
Agora ele vive em espírito continua a ouvir nossos pedidos. Continua a ajudar- nos quando estamos doentes ou aflitos. Cuida, principalmente, das criancinhas, a quem muito ama. Dr. Bezerra é um grande amigo de todos as pessoas.
Falar que sempre poderão contar com a ajuda do Bezerra de Menezes, que trabalha na equipe de Jesus.
- Dinâmica: Fazer relaxamento, se imaginando crescendo, se tornando um adolescente, adulto e idoso, em todas as fases esta sempre sorrindo, feliz por viver no bem!
- mostrar as figuras pessoas em várias etapas do crescimento), o evangelizador deverá perguntar para as crianças:
Com qual das figuras você mais se parece?
Antes de ser assim, com qual das figuras você mais se parecia?
O que você fazia quando era assim?
E agora faz as mesmas coisas?
E daqui a alguns anos, com qual figura você se parecerá?
O que você estará fazendo nesta ocasião?
- A cada fase da vida da criança, relacionar as responsabilidades de cada fase da vida.
- Deixar que falem a vontade sobre o que imaginam sobre o seu futuro. Por exemplo, na fase jovem, deixar falarem sobre ir ao shopping com os colegas, etc. Na fase adulta deixar falarem sobre formar família, terem as profissões que gostariam, etc.
- Dizer que vai contar a história de um médico que sempre fez as coisas certas em todas as fases de sua vida (BEZERRA DE MENEZES).
BEZERRA DE MENEZES
Um bebê sadio e de lindos olhos azuis nasceu numa cidadezinha do Ceará, trazendo grande alegria para sua mamãe e seu papai. Recebeu o nome de Adolfo.
Adolfo cresceu, brincando e estudando, como devem fazer todos os bons meninos. Era muito querido por ser obediente, gentil e bondoso. Adolfo era um rapazinho quando resolveu ser médico. Mas seus pais não teriam como pagar seus estudos. Mesmo sabendo que passaria por algumas dificuldades, Adolfo não desistiu de estudar.
Ele não podia compra livros caros, mas estudava na biblioteca pública, onde todos podem ler os livros. Assim, tornou-se um grande médico: o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes.
Dr. Bezerra, como era chamado, cuidava com muito carinho e atenção de todos os seus clientes. Gostava de tratar das crianças, mesmo que seus pais não pudessem pagar a consulta. E muitas vezes, ainda dava os remédios, comprando-os com seu próprio dinheiro.
Dr. Bezerra sabia também consolar as pessoas tristes e falava do amor de Jesus por todos nós. Dr. Bezerra foi um perfeito homem de bem! Como toda gente, um dia Dr. Bezerra morreu, ou melhor, deixou o corpo.
Agora ele vive em espírito continua a ouvir nossos pedidos. Continua a ajudar- nos quando estamos doentes ou aflitos. Cuida, principalmente, das criancinhas, a quem muito ama. Dr. Bezerra é um grande amigo de todos as pessoas.
Falar que sempre poderão contar com a ajuda do Bezerra de Menezes, que trabalha na equipe de Jesus.
- Dinâmica: Fazer relaxamento, se imaginando crescendo, se tornando um adolescente, adulto e idoso, em todas as fases esta sempre sorrindo, feliz por viver no bem!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
AMIZADE
GRUPO ESPIRITA FRANCISCO DE ASSIS
PLANO DE AULA
Material: Folhas em branco para escreverem, lápis canetas e borrachas e cópia do texto e da música para cada um. Se possível CD e aparelho para tocar a musica.
Motivação Inicial: Entregar para eles lápis e papel e pedir que escrevam sobre os melhores momentos que aconteceram na vida deles, desde quando podem se lembrar. (tempo estimado: no máximo, 10 minutos). Em seguida, pedir que os que desejarem leia o que escreveram, mas sinalizando que seria muito interessante que todos lessem. Roteiro para orientar o que vão escrever: Quando? Onde? Com quem? O que?
*ouvir leituras*.
Ao terminar, perguntar se eles perceberam alguma semelhança entre os "melhores momentos" de todos. Provavelmente, eles não perceberão de imediato, mas o fato é que, na maior parte dos acontecimentos que mais nos marcaram, existe a presença, direta ou indireta, de um amigo.
Caso eles não tenham percebido, induzi-los a perceber e, em seguida, falar que este é o tema da aula e começar a conversar sobre o assunto.
Afinal, o que é amizade? Qual a importância dos amigos na nossa vida? Paralelo a isso, o que é "ser amigo"? Estimular respostas para cada uma destas perguntas.
Desenvolvimento:
De onde surge a amizade? Após ouvir as respostas, comentar que, muitas vezes, aproximamo-nos de uma pessoa com quem já temos laços de outras existências. O sentimento profundo de carinho vai se desenvolvendo com o tempo. A afinidade de gostos também dá origem a muitas amizades promissoras, mas só ela não garante a manutenção da união entre os amigos.
As pessoas muito amigas normalmente são parecidas? Provavelmente, a resposta será positiva. Perguntar se eles tem algum exemplo de semelhanças entre eles e seus mais chegados amigos. Certamente haverá exemplos. Em seguida, perguntar: mas vocês são iguais em tudo aos seus amigos? Ouvir e comentar respostas.
Levá-los a concluir que, embora deva existir um certo nível de afinidade para que a amizade floresça e se intensifique, não é necessário, nem saudável, que as pessoas sejam iguais ou que se tornem iguais, por serem amigas. Cada um precisa ter a oportunidade de ter suas próprias características, inclusive as negativas, e não ser "modelado a força" por causa do amigo.
Claro que, ao longo da vida, nós mudamos, também com influência das nossas amizades; entretanto, isso não quer dizer que devamos impor aos outros, direta ou indiretamente, que sejam iguaizinhos a nós, para partilharem de nossa amizade.
Querer forçar os outros a serem como desejamos não é ser amigo: é ser tirano e egoísta. Procurar moldar sua conduta de acordo com o que o amigo quer, sem refletir sobre o que verdadeiramente nós queremos, leva-nos a uma postura de "maria-vai-com-as-outras", que é extremamente danosa, porque nos atrapalha na busca do auto-conhecimento, faz com que nos anulemos e nos tornemos um joguete nas nãos de pessoas que, na verdade, tudo o que querem é dominar.
Lembremos do ensinamento do Cristo: "Seja o seu falar sim sim e não não". Algo não é bom só porque um amigo diz que é. Precisamos ter nossos próprios pensamentos, nossas próprias atitudes e a coragem de assumi-los. Situações e pessoas não devem mexer com nossas convicções mais importantes.
Perguntar, simplesmente: mas, afinal, qual é o "melhor tipo de amigo"? É aquele que tenta fazer a gente igualzinho a ele? Por exemplo, a pessoa que gosta de estudar e que impõe que todos os seus amigos sejam exatamente como ela nesse quesito? *ouvir respostas*
Ou seria, por acaso, aquele amigo que não tenta impor isso, mas que, na verdade, só se aproxima de pessoas o mais parecidas possível com ele?
*Ouvir respostas*. Provavelmente, haverá quem ache que esse não é o melhor "tipo de amizade". Poder-se-á argumentar, a título de reflexão, que, quanto mais igual, menos se briga. (Em seguida, claro, mostrar porque não é verdade).
Ao sabor das interações, colocar para eles que quem apenas estima isso ou aquilo nos amigos não estima a pessoa, mas os detalhes. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, a gente espera que a pessoa seja o mais parecida conosco possível, para que dela sejamos amigos. Claro que procurar semelhanças e desejar encontrar pessoas com afinidades conosco é um impulso normal; entretanto, embora às vezes pareça, isto não é o mais importante... Porque uma pessoa não é apenas um gosto, uma preferência, uma idéia sobre um tema... É um todo. Uma série de fatores parecidos ou discrepantes daquilo que nós próprios temos... E isso, na verdade, é bom.
O que é preciso para ser amigo? Não é preciso ser igual para ser amigo; é preciso, isso sim, respeitar e ser companheiro; ter sinceridade e desejar fazer todo o bem possível àquela pessoa; querer estar junto, inclusive nas dificuldades mais sérias, da mesma forma que desejamos estar próximos nos momentos muito alegres. Não precisamos procurar no outro uma réplica de nós ou desejar fazer dele uma réplica do que achamos que somos, mas aprender a perceber que a individualidade é tão preciosa quanto o sentimento de amizade em si mesmo e que sentir afeto é dar ao outro o direito de ser o que é (amor ao próximo), sem impor a nós sermos o que o outro é (amor a si mesmo).
Para concluir, vamos conversar um pouco sobre o que esperar de uma amizade.
OUvir-lhes os comentários.
Devemos esperar que uma amizade seja produtiva. Isto não quer dizer que o certo é que procuremos obter lucros materiais com ela; significa que amigos devem se ajudar na busca de serem pessoas melhores. Uma amizade que não ensina nada e não eleva moralmente a criatura não é positiva. É justo que esperemos de um amigo respeito e fidelidade, sentimentos que não podem faltar em qualquer relacionamento humano. Não
devemos buscar nem aceitar na amizade a dominação ou o afrouxamento de convicções morais. Isto q uer dizer que não devemos aceitar algo que não queremos ou que achamos negativo, só porque um amigo quer que aceitemos. Para sermos amigos, não precisamos compactuar com o que não achamos correto.
Espera-se de uma amizade sincera os testemunhos. O afeto se prova nos momentos de dificuldade. Amigos de ocasião, na verdade, não são amigos, mas simplesmente colegas.
Atividade de Fixação I: Usar um rolo de barbante. A dinâmica funcionaria da seguinte maneira:
- Um aluno joga o barbante para outro e segura a ponta (ou dobra, dependendo da posição). Ao jogar o barbante, eles dizem traços da personalidade deles... no caso do enfoque da aula, o ideal seria que dissessem o maior defeito e maior qualidade que ajudam ou atrapalham em uma amizade.
- Depois disso, a pessoa que recebeu o rolo joga-o para outro aluno e segura uma dobra, perguntando-o qual seu maior defeito e qualidade em uma amizade. Assim, sucessivamente... Desta forma, ao final, eles formarão uma rede (isso é pra mostrar que eles estão interligados a partir daquele momento).
Atividade de Fixação II: Entregar cópias do texto “Uma História Sobre a Amizade” ” para ler e discutir em grupo. Podem ser elaborados cartazes a respeito do tema.
Atividade de Fixação III: A TROCA DE UM SEGREDO
Idade Sugerida: Acima de 10/11 anos
Material: pedaços de papel e lápis.
Objetivos: Proporcionar um momento de exposição de problemas e compartilhar idéias para possíveis soluções.
Temas que podem ser abordados: Resolução de problemas e criar laços de amizade.
Desenvolvimento: Os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente;
A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo.
Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa "eu" e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado. Compartilhar a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo.
“UMA HISTÓRIA SOBRE A AMIZADE”
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.
A caminhada era muito longa, morro acima; o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água.
Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
--Bom dia, ele disse.
* Bom dia, respondeu o homem.
--Que lugar e este, tão lindo? Ele perguntou.
* Isto aqui e o céu, foi a resposta.
--Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse.
* O senhor pode entrar e beber água a vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
--Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
* Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com arvores dos dois lados que lhe faziam sombra. A sombra de uma das arvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
--Bom dia, disse o caminhante.
* Bom dia, disse o homem.
--Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
* Ha. uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram ate a fonte e mataram a sede.
--Muito obrigado, ele disse ao sair.
* Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
--A propósito, disse o caminhante, qual e o nome deste lugar?
* Céu, respondeu o homem.
--Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
* Aquilo não e o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo. --Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
* De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...
Idade Sugerida: Acima de 10/11 anos
Material: pedaços de papel e lápis.
Objetivos: Proporcionar um momento de exposição de problemas e compartilhar idéias para possíveis soluções.
Temas que podem ser abordados: Resolução de problemas e criar laços de amizade.
Desenvolvimento: Os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente;
A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo.
Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa "eu" e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado. Compartilhar a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo.
“UMA HISTÓRIA SOBRE A AMIZADE”
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.
A caminhada era muito longa, morro acima; o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água.
Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
--Bom dia, ele disse.
* Bom dia, respondeu o homem.
--Que lugar e este, tão lindo? Ele perguntou.
* Isto aqui e o céu, foi a resposta.
--Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse.
* O senhor pode entrar e beber água a vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
--Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
* Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com arvores dos dois lados que lhe faziam sombra. A sombra de uma das arvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
--Bom dia, disse o caminhante.
* Bom dia, disse o homem.
--Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
* Ha. uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram ate a fonte e mataram a sede.
--Muito obrigado, ele disse ao sair.
* Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
--A propósito, disse o caminhante, qual e o nome deste lugar?
* Céu, respondeu o homem.
--Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
* Aquilo não e o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo. --Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
* De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...
DINÂMICA - MENTOR ESPIRITUAL
Relaxamento e visualização criativa
Colocar uma música suave de fundo e se puder, baixar um pouco a luz e explicar que será feito um relaxamento e uma visualização, que ambos ajudam a tranqüilizar a mente e o corpo e com isso a pessoa tem mais saúde e se fortalece (diminui o stress). Além disso, a visualização é muito importante, pois tudo que existe foi construído primeiro na imaginação. Peça que sentem com braços e pernas descruzados, coluna ereta, respiração normal e suave, as mãos descansadas nas pernas.
Vamos fazer um passeio mental pelo nosso corpo, começando pelos nossos pés, vamos sentindo que eles estão bem firmes no chão e vamos soltando, liberando as tensões de cada parte de nosso corpo: pés, pernas, coxas, quadril, abdômen, órgãos internos, caixa torácica, ombros, braços, mãos, pescoço, mandíbula, a testa, o couro cabeludo.
Agora, imagine uma tela branca na sua frente, como a tela de um cinema. Na tela, há uma porta, nós entramos por ela e saímos em uma estrada de terra.
É uma estrada bonita, há pedras, mas elas não machucam os nossos pés. Nos lados da estrada, há árvores verdes, frondosas, bonitas. Podemos sentir o perfume que delas emana, podemos ouvir o barulho do vento soprando as folhas, podemos ouvir o chilreio dos pássaros.
O céu está profundamente azul e o sol brilha e nos aquece sem nos queimar. Sentimos um calor no corpo, principalmente em nosso peito que está profundamente relaxado e nosso coração bate tranqüilo e feliz.
Continuamos caminhando e chegamos a um campo verde, com um gramado verde escuro. Nós pisamos neste gramado e sentimos a grama fria e macia debaixo de nossos pés. Nós nos sentamos, estamos descansados e em paz.
Vemos que alguém se aproxima de nós e ficamos imensamente felizes de vê-lo, nos sentimos contentes, satisfeitos e profundamente calmos. Ele se aproxima de nós. Ele nos abraça com muito carinho e se senta perto de nós. Nós nos sentimos muito bem. Sentimos que nossas feridas se curam, que perdoamos a todos que precisam ser perdoados, inclusive a nós mesmos.
O tempo passa e já é hora de nos despedirmos. Se há algo que você gostaria de agradecer, de desabafar ou de pedir, aproveite este momento e converse com ele, pergunte-lhe o nome e o que mais desejar. Ele está falando com você, preste atenção ao que ele lhe diz. Enquanto isso, vamos ficar em silêncio por alguns segundos.
Agora, agradeça a ele e se despeça.
E assim, profundamente gratos a Deus, nós retornamos pela estrada de terra, passamos pela porta da tela e nos encontramos aqui novamente.
Vamos prestando atenção em nossa respiração, voltando nossa atenção para nossas pálpebras e abrindo os olhos lentamente.
Perguntar se estão todos bem e pedir para cada um descrever o passeio mental e como se sentiu. Se houver tempo, cada um desenha a sua visualização, pois isso ajuda a fixar o passeio e o sentimento, e depois todos comentam o desenho.
A técnica do relaxamento pode ser usada:
para abrir um encontro
para encerrar um encontro
para tranqüilizar e ou sensibilizar a turma
para fixar um tema
para preparar para uma viagem ou passeio
na educação mediúnica.
Obs.: Com a vivência continuada de relaxamento o corpo torna-se sensível, aberto às percepções mais sutis ampliando assim seu nível de consciência e atingindo gradativamente o equilíbrio fisiopsíquico.
Colocar uma música suave de fundo e se puder, baixar um pouco a luz e explicar que será feito um relaxamento e uma visualização, que ambos ajudam a tranqüilizar a mente e o corpo e com isso a pessoa tem mais saúde e se fortalece (diminui o stress). Além disso, a visualização é muito importante, pois tudo que existe foi construído primeiro na imaginação. Peça que sentem com braços e pernas descruzados, coluna ereta, respiração normal e suave, as mãos descansadas nas pernas.
Vamos fazer um passeio mental pelo nosso corpo, começando pelos nossos pés, vamos sentindo que eles estão bem firmes no chão e vamos soltando, liberando as tensões de cada parte de nosso corpo: pés, pernas, coxas, quadril, abdômen, órgãos internos, caixa torácica, ombros, braços, mãos, pescoço, mandíbula, a testa, o couro cabeludo.
Agora, imagine uma tela branca na sua frente, como a tela de um cinema. Na tela, há uma porta, nós entramos por ela e saímos em uma estrada de terra.
É uma estrada bonita, há pedras, mas elas não machucam os nossos pés. Nos lados da estrada, há árvores verdes, frondosas, bonitas. Podemos sentir o perfume que delas emana, podemos ouvir o barulho do vento soprando as folhas, podemos ouvir o chilreio dos pássaros.
O céu está profundamente azul e o sol brilha e nos aquece sem nos queimar. Sentimos um calor no corpo, principalmente em nosso peito que está profundamente relaxado e nosso coração bate tranqüilo e feliz.
Continuamos caminhando e chegamos a um campo verde, com um gramado verde escuro. Nós pisamos neste gramado e sentimos a grama fria e macia debaixo de nossos pés. Nós nos sentamos, estamos descansados e em paz.
Vemos que alguém se aproxima de nós e ficamos imensamente felizes de vê-lo, nos sentimos contentes, satisfeitos e profundamente calmos. Ele se aproxima de nós. Ele nos abraça com muito carinho e se senta perto de nós. Nós nos sentimos muito bem. Sentimos que nossas feridas se curam, que perdoamos a todos que precisam ser perdoados, inclusive a nós mesmos.
O tempo passa e já é hora de nos despedirmos. Se há algo que você gostaria de agradecer, de desabafar ou de pedir, aproveite este momento e converse com ele, pergunte-lhe o nome e o que mais desejar. Ele está falando com você, preste atenção ao que ele lhe diz. Enquanto isso, vamos ficar em silêncio por alguns segundos.
Agora, agradeça a ele e se despeça.
E assim, profundamente gratos a Deus, nós retornamos pela estrada de terra, passamos pela porta da tela e nos encontramos aqui novamente.
Vamos prestando atenção em nossa respiração, voltando nossa atenção para nossas pálpebras e abrindo os olhos lentamente.
Perguntar se estão todos bem e pedir para cada um descrever o passeio mental e como se sentiu. Se houver tempo, cada um desenha a sua visualização, pois isso ajuda a fixar o passeio e o sentimento, e depois todos comentam o desenho.
A técnica do relaxamento pode ser usada:
para abrir um encontro
para encerrar um encontro
para tranqüilizar e ou sensibilizar a turma
para fixar um tema
para preparar para uma viagem ou passeio
na educação mediúnica.
Obs.: Com a vivência continuada de relaxamento o corpo torna-se sensível, aberto às percepções mais sutis ampliando assim seu nível de consciência e atingindo gradativamente o equilíbrio fisiopsíquico.
domingo, 22 de agosto de 2010
DINÂMICA - A CARRUAGEM

Objetivo: Chamar a atenção para o trabalho em grupo e para a busca da Causa, e evitar o individualismo.
Duração: Aproximadamente 10 minutos
Material: Folha com a descrição do jogo e papéis com personagens para distribuir para o grupo. Cada participante deve receber um personagem que pode se repetir, conforme a necessidade.
Procedimento: Personagens: Cocheiro
Roda
Passageiro Magro
Passageira
Menininho Chorão
Banco
Porta
Molas
Cavalo
Carruagem (todos)
Facilitador: “Vou contar uma história. Quando eu citar o seu personagem, você deve levantar-se e bater uma palma e logo se sentar. Quando eu disser CARRUAGEM, todos devem levantar e bater 2 palmas e logo sentar.”
Em seguida narrar a história abaixo. Repetir 2 ou 3 vezes caso seja necessário, até que o grupo consiga desempenhar a tarefa.
A viagem estava atrasada porque o cocheiro estava consertando a roda dianteira da carruagem. O atraso o deixava cada vez mais irritado, e o passageiro magro andava de um lado para o outro enquanto a passageira acalmava o menininho chorão.
Quando a carruagem ficou pronta, o velho cocheiro apressou-se em fechar a porta e tirar o capim do cavalo, para iniciar a viagem da carruagem.
O passageiro magro acalmou-se e até sorriu para o menininho chorão que, agora todo feliz, fazia ranger com seus pulos as molas do banco da carruagem.
A carruagem iniciou a viagem puxada pelo cavalo enquanto a passageira sorria para o passageiro magro. Mas, de repente, o cavalo tropeçou, o banco inclinou, a porta se abriu e o cavalo se assustou, obrigando a carruagem a parar para consertar a mola do assento e a roda que havia se soltado novamente da carruagem.
Desfecho: Questionar o grupo se a tarefa foi fácil ou difícil. Em seguida pedir que narrem a história completa. Provavelmente eles não saberão narrar a história com todos os detalhes. Abrir uma discussão no sentido de mostrar que enquanto cada um estiver prestando atenção somente em suas próprias atribuições o trabalho com um todo está passando despercebido.
- Envolver assuntos do tipo trabalho em grupo, o trabalho pela causa o comprometimento, a ajuda mutua, etc.
- Concluir por fim que a “Evangelização é para todos”, mas também é de “Responsabilidade de Todos” – O ANDAR DA CARRUAGEM DEPENDE DE TODOS NÓS
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