Objetivos: conscientizar as crianças sobre a fé que todos nós temos e sua importância em nossa vida principalmente nos momentos difíceis.
Atividades iniciais:
- Prece inicial
- Introdução ao tema:
Perguntar:
a) O que você quer ser quando crescer? Você acha que vai chegar lá? Por quê?
Escutar respostas e comentar.
b) O que é fé? (escrever Fé no quadro)
Fé: certeza, crença em algo (dar exemplos: quando torcemos por um time em um jogo, acreditamos que ele vai ganhar; quando acreditamos em Deus e em seus ensinamentos, acreditamos que são o melhor caminho a ser seguido)
c) O que mais conhecemos e falamos: certeza da existência de Deus.
O mais importante da fé é a gente acreditar naquilo que faz sentido por exemplo:
Não dá para acreditar, ter fé, se eu chegar aqui e falar que o Sol é verde.... vcs vão ter fé? Não
Por isso não devemos acreditar em tudo o que ouvimos, temos que procurar saber se é verdade se tem sentido.
No espiritismo falos de fé com raciocínio, pensada por isso. E é para isso que estamos aqui todos os sábados; não é somente para ouvirmos e acreditarmos. Devemos tirar nossas dúvidas, entender tudo o que ouvimos, para depois podermos explicar a quem nos perguntar.
Dinâmica da Vela:
Cada criança irá receber uma folha de sulfite e fazer um leque De dobradura.
Explicar que nossa fé é uma chama, que não podemos deixar apagar assim vamos fazer de conta que esta vela é a nossa fé (Acender uma velinha)
Perguntar: -Como apagamos uma chama? Vento. Então vamos testar essa chama, vamos avaliar a nossa fé? Todos sentados em círculo em volta da vela. Explicar que existem muitas circunstâncias no mundo testando a nossa fé. As dificuldades, as tristezas... assim como agora a vela está com muitos leques a sua volta.
Contar a história e pedir para que nos momentos ruins (nos quais eles sentirem que o personagem sentiu) tristeza, raiva, desespero, angústia, eles abanem, tentando apagar a vela. Quando forem momentos bons, de alegria, amor, paz, eles parem.( Se a vela apagar, o evangelizador acende novamente.)
Ao fim da história, dizer que a chama é como nossa fé. Ela é bonita e brilha dentro de nosso peito. Mas, com as dificuldades da vida, muitas vezes ela quase apaga. Se a tristeza nos domina, esquecemos dela. Por isso devemos estar sempre exercitando-a, estudando o evangelho, pra que não deixemos que ela se apague.
Perguntar se eles perceberam que as vezes que ela apagava, alguém acendia. Explicar que é o papel de nosso mentor: sempre nos amparando quando estamos em dificuldade. Devemos ter fé, porque não estamos sozinhos, Deus nos ampara.
Atividade final:
Fazer uma gincana. Dividir a sala em dois grupos. Fazer perguntas sobre a estória e sobre o tema da fé em papeizinhos. Cada vez um sorteia uma pergunta e responde. Se não souber, o grupo pode ajudar. Fazer um número de perguntas até que todos ganhem em número igual.
Encerramento
História:
“A lição do jabuti” - retirada do livro “O Besouro Casca Dura”
A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama. “Onde estará a mãe deles?” – pensou ela. E, como não vise Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.
_Pare de chorar, disse a agia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
_Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.
Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram-se, perguntando o que houve.
_A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem-me! Por favor, ajudem-me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
Os animais entreolharam-se
_Eu gostaria de ajudá-la, disse o tamanduá. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito
alta!
_ E o senhor Quati?
_Eu?
_ Sim, pode me ajudar?
O Quati sacudiu a cabeça, negativamente.
_Ah, não posso...tenho medo de dona Águia!
Nesse momento, aproximou-se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de “Capacete”, devido à sua casca. E foi logo dizendo:
_Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la.
Os animais deram uma gargalhada.
_Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o tamanduá rindo.
_Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou o quati, achando, também graça.
O jabuti, muito sério, respondeu:
_Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
E começou lentamente a subir a montanha. Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.
_Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
_Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando com dificuldade. Eu é que não estou...deixe-me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
_Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará...ela vai voltar de um momento para o outro!
_Tenha fé em Deus e encontraremos uma solução.
_Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela
chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
_Orar meu amiguinho. A prece remove montanhas! E nós estamos em uma montanha...oremos já!
E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
_Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá-los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis. Vocês devem mergulhar nele.
_Eu sei nadar muito bem. Foi o senhor que me ensinou! Respondeu o jabuti.
_Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho...coragem!
O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
_Segure com mais força .Assim!
E ambos se atiraram no lago... tibum! Exatamente quando a águia pousava no ninho.
Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.
O jabuti, humilde, olhava os dois.
_Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muito animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?
_Com a minha fé! Respondeu o jabuti.
E, lentamente, afastou-se, enquanto pensava:
_Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?
Sugestões de perguntas:
- O que é fé?
- O que faz a nossa fé quase se apagar?
- Como ter fé raciocinada?
- O que é fé?
- O que devemos fazer para que a nossa fé não se apague?
- Qual a diferença entre fé cega e fé raciocinada?
- Qual era o apelido do jabuti? Por que?
- Para onde a águia levou o porquinho?
- Por que os animais não queriam ajudar a dona porca a salvar o seu filhinho?
- Quem ajudou a dona porca a resgatar o seu porquinho?
- Por que os animais riram e acharam que o jabuti não ia conseguir salvar o porquinho?
- O que deu coragem ao jabuti para salvar o porquinho?O que o porquinho e o jabuti lembraram depois de
orar o Pai Nosso?
- O que o porquinho e o Jabuti fizeram quando viram a águia voltando?
- Como o porquinho e o jabuti fugiram da águia?
- A águia queria fazer mal ao porquinho?
sábado, 13 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
DEUS
Num dia de muita chuva, Paulinho voltava depressa para casa todo ensopado, pensando alegre: - Como a chuva é friazinha! ... e parou um instante para sentir os pingos leves a lhe baterem no rosto.
Chegando em casa, o menino foi logo gritando para a mamãe: - Mãe estou todo molhado. Ontem o dia estava tão bonito e hoje tem essa chuva toda. Para que serve a chuva? Molha a gente ... molha tudo!
A mamãe tirando depressa o capote molhado e os sapatos de Paulinho sorriu e respondeu: - A chuva serve para tanta coisa querido. Ela ajuda as plantas a crescerem, refresca o ar quando faz calor, aumenta a água dos riachos onde vivem os peixinhos, onde os animais bebem ... a chuva faz tanta coisa boa.
No outro dia já não chovia e o sol surgiu quente e brilhante: Que manhã maravilhosa! À tarde, Paulinho foi passear com sua irmã Lúcia num morro perto de casa. Como estava lindo o lugar. Todo verdinho, coberto de flores... e os passarinhos? Passeavam voando, felizes e com gritinhos, pareciam conversando. Paulinho corria de um lado para outro e, em certo momento levantando a cabeça, disse: - Lucinha, olhe quanto passarinho! Porque eles voam e nós não voamos?
- Ora Paulinho, disse a menina. Porque eles tem asas e nós não. – Pois eu queria voar, disse o menino. E continuou a brincar.
- Lucinha, olha que bichinho preto que pula! o menino tentou pega –lo, mas o grilo pulava cada vez mais, como se tivesse mola nas pernas. E Paulinho corria, corria. Parou encantado junto a uma árvore mais baixa onde havia um ninho de passarinhos. Dois filhotinhos!
Os dois irmãos brincavam bastante. Quanta coisa, ainda Paulinho viu! Um coelhinho assustado correndo, nuvens que formavam desenhos no céu com navios, castelos que logo o vento desmanchava.
Quando Lúcia cansada sentou – se no chão, Paulinho apanhou muitas flores e jogou – as no colo da irmã, dizendo: São para a mamãe!
A tarde já acabava, quando os dois meninos voltavam para casa, conversando. Paulinho vendo uma vaca com seu bezerrinho, perguntou a irmã: - Lucinha porque o bezerrinho não come capim?
- Porque ele é pequenino, é filhote ainda. Só toma leite da vaquinha. Paulinho continuou a andar caladinho... de repente, voltou – se para a irmã, perguntando: - Lucinha, porque existem a vaca e o bezerrinho? Quem fez eles? – mamãe disse que foi DEUS. Disse Lúcia.
Quando Paulinho chegou em casa, correu alegre para a mamãe. Mãezinha eu vi tanta coisa hoje! Flores, passarinhos, a vaquinha...Lucinha disse que foi Deus quem fez a vaquinha... a mãe o abraçou e respondeu:
- Foi ele sim, meu filho. Foi ele quem fez todas as coisas boas e belas que você viu hoje. Ele fez os animais, as frutas gostosas, o sol, o mar, as árvores, e nós também. Por isso é chamado de pai! Nosso pai!
Depois do café, Paulinho de vez em quando recordava o que a mãe tinha dito. E a noite, antes de dormir, ele foi ao quarto de Lucinha, parar dar –lhe boa noite. A irmãzinha estava sentada na cama olhando o céu pela janela. Que noite linda! Estrelas, uma lua cheia, tudo muito claro. O menino parou também, para olhar e, de repente, voltou – se para a irmã. – Lucinha foi deus quem fez também o céu, a lua e as estrelas? – sim ela respondeu. Deus fez tudo. E Paulinho voltando a janela muito feliz, exclamou: - Obrigado Deus porque você fez tanta coisa boa e bonita. Muito obrigado, DEUS.
Perguntas
1. O que a mamãe falou com Paulinho sobre a chuva?
2. O que Paulinho levou do passeio para mamãe?
3. O que Paulinho perguntou a mãe quando chegou do passeio?
4. O que Paulinho disse quando foi dormir?
Em seguida passar a música DEUS
Chegando em casa, o menino foi logo gritando para a mamãe: - Mãe estou todo molhado. Ontem o dia estava tão bonito e hoje tem essa chuva toda. Para que serve a chuva? Molha a gente ... molha tudo!
A mamãe tirando depressa o capote molhado e os sapatos de Paulinho sorriu e respondeu: - A chuva serve para tanta coisa querido. Ela ajuda as plantas a crescerem, refresca o ar quando faz calor, aumenta a água dos riachos onde vivem os peixinhos, onde os animais bebem ... a chuva faz tanta coisa boa.
No outro dia já não chovia e o sol surgiu quente e brilhante: Que manhã maravilhosa! À tarde, Paulinho foi passear com sua irmã Lúcia num morro perto de casa. Como estava lindo o lugar. Todo verdinho, coberto de flores... e os passarinhos? Passeavam voando, felizes e com gritinhos, pareciam conversando. Paulinho corria de um lado para outro e, em certo momento levantando a cabeça, disse: - Lucinha, olhe quanto passarinho! Porque eles voam e nós não voamos?
- Ora Paulinho, disse a menina. Porque eles tem asas e nós não. – Pois eu queria voar, disse o menino. E continuou a brincar.
- Lucinha, olha que bichinho preto que pula! o menino tentou pega –lo, mas o grilo pulava cada vez mais, como se tivesse mola nas pernas. E Paulinho corria, corria. Parou encantado junto a uma árvore mais baixa onde havia um ninho de passarinhos. Dois filhotinhos!
Os dois irmãos brincavam bastante. Quanta coisa, ainda Paulinho viu! Um coelhinho assustado correndo, nuvens que formavam desenhos no céu com navios, castelos que logo o vento desmanchava.
Quando Lúcia cansada sentou – se no chão, Paulinho apanhou muitas flores e jogou – as no colo da irmã, dizendo: São para a mamãe!
A tarde já acabava, quando os dois meninos voltavam para casa, conversando. Paulinho vendo uma vaca com seu bezerrinho, perguntou a irmã: - Lucinha porque o bezerrinho não come capim?
- Porque ele é pequenino, é filhote ainda. Só toma leite da vaquinha. Paulinho continuou a andar caladinho... de repente, voltou – se para a irmã, perguntando: - Lucinha, porque existem a vaca e o bezerrinho? Quem fez eles? – mamãe disse que foi DEUS. Disse Lúcia.
Quando Paulinho chegou em casa, correu alegre para a mamãe. Mãezinha eu vi tanta coisa hoje! Flores, passarinhos, a vaquinha...Lucinha disse que foi Deus quem fez a vaquinha... a mãe o abraçou e respondeu:
- Foi ele sim, meu filho. Foi ele quem fez todas as coisas boas e belas que você viu hoje. Ele fez os animais, as frutas gostosas, o sol, o mar, as árvores, e nós também. Por isso é chamado de pai! Nosso pai!
Depois do café, Paulinho de vez em quando recordava o que a mãe tinha dito. E a noite, antes de dormir, ele foi ao quarto de Lucinha, parar dar –lhe boa noite. A irmãzinha estava sentada na cama olhando o céu pela janela. Que noite linda! Estrelas, uma lua cheia, tudo muito claro. O menino parou também, para olhar e, de repente, voltou – se para a irmã. – Lucinha foi deus quem fez também o céu, a lua e as estrelas? – sim ela respondeu. Deus fez tudo. E Paulinho voltando a janela muito feliz, exclamou: - Obrigado Deus porque você fez tanta coisa boa e bonita. Muito obrigado, DEUS.
Perguntas
1. O que a mamãe falou com Paulinho sobre a chuva?
2. O que Paulinho levou do passeio para mamãe?
3. O que Paulinho perguntou a mãe quando chegou do passeio?
4. O que Paulinho disse quando foi dormir?
Em seguida passar a música DEUS
DEUS
a) Incentivação Inicial: Várias figuras deverão ser colocadas dentro de uma caixa de sapato encapada com um papel colorido bem bonito.
Figuras como: Um sol, lua e estrelas, filhotes no ninho e a mamãe passarinha os alimentando, árvores, um rio ou uma lagoa, flores de várias espécies, animais (cachorrinho, coelhinho, vaquinha, sapinho) e insetos(abelhinha e borboletas coloridas), crianças e adultos em alguma atividade útil e se divertindo também...
Se pergunta às crianças..."O que será que temos aqui dentro dessa caixa?"
Deixe que eles respondam e vá passando a caixa de um em um...para que cada aluno pegue uma figura e comente um pouco sobre cada uma delas, falando de sua beleza e utilidade, logo em seguida, fixe-a em um Mural ou mesmo na parede( usando uma cartolina ou papel pardo se preferirem...)
Depois de coladas as gravuras...pergunte para os pequenos...Quem Criou Todas Essas Coisas...Todas essas Maravilhas?!
Com certeza, responderam em coro: DEUS!!!
Sim...foi Deus, Nosso Pai que criou todas essas Maravilhas para nós!!
Criou o sol para nos aquecer e a chuva p/ nos refrescar e matar a sede das árvores, plantas e animalzinhos. Criou a Lua e as estrelas para nos iluminar na noite escura....As árvores nos dão seus frutos e as flores o seu perfume.
O Rio também nos refresca e em muitas florestas nos dá sua água fresquinha para beber.
Os animais, Deus nos deu para que cuidássemos deles com muito carinho e amor...Alguns, nos servem de alimentos, outros, como o cãozinho, o gatinho...são nossos amiguinhos, e muitas vezes nos salvam do perigo!
Existem muitos bichinhos que Deus criou para embelezar a terra e servir de alimento para outros animais....o coelhinho por exemplo e os passarinhos por exemplo!
As borboletas, as abelhinhas também foram um lindo presente do Papai do Céu...As borboletas além de serem lindas de se ver...ajudam a preservar as flores e as abelhinhas que além de fazer quase o mesmo trabalho da borboletinha, também nos dá seu gostoso mel para saborearmos.
Enfim, Deus fez todas essas Maravilhas e nos fez também para que unidos como irmãos, ajudando-nos uns aos outros, pudéssemos cuidar com Amor de todas as coisas belas que ele criou!!!
A Atividade de Fixação poderá ser um desenho previamente feito e xerocado para que os pequenos possam colorir. Nesse desenho...o sol, as flores e borboletas...e uma árvore um pouco maior que as outras figuras para que possa ser contornada com bolinhas de papel crepom...verde e vermelho, representando assim...as bolinhas vermelhas, os frutos da árvore.
Existe também, a idéia de desfiar um copinho de café...e colando-o(aberto) no papel sulfite como se fosse uma flor...Faça o miolinho, os caules ,as folhas e o gramado de papel laminado( amarelo e verde, respectivamente)
É uma atividade simples, mas que fica muito bonitinha!!!:o)
E vocês podem também fazer florzinhas de cartolina para entregar no final da aula (com ou sem uma balinha), com os seguintes dizeres: DEUS ESTÁ EM TODAS AS COISAS QUE ELE CRIOU...ESTÁ EM MIM...E ESTÁ EM VOCÊ CRIANÇA!!! BEIJINHOS...TIA...
Observações :
A observação vem desta idéia "Deus fez" (Deus - deu as condições necessárias para tais acontecimentos, o "empurrãosinho") para que as crianças não entendam Deus como uma pessoa e assimilem este pensamento, me sugeriram falar o que Deus nos deu de presente (com o que eles nos presenteou) para que em estudos posteriores não haja contradições.
Nesta aula, 02 à 04 anos, usamos uma caixa de sapato enfeitada como se fosse o presente, nela havia um buraco (discreto, como se fosse colocar um cartão) no lado, para que as figuras que separamos pudessem serem colocadas uma de cada vez.
Iniciamos a aula com a caixa vazia, as crianças em roda e falamos dos presentes que Deus nos deu (Pai bondoso com os seus filhos). Pedimos para as crianças fecharem os olhos para pensar "O que será que Deus nos deu de presente?" enquanto colocávamos a primeira figura e assim sucessivamente, usamos este recurso para chamar a atenção das crianças que pareciam estar vendo mágica, com fotos aparecendo estando a caixa fechada, pois quando fechávamos os olhos todos deixavam suas mãos em cima da tampa da caixa enquanto a foto era introduzida.
As fotos: Natureza (água, sol...), Animais, Vida (nossa e de familiares), Terra (Moradia) a medida que víamos as fotos uma de cada vez falávamos ou as crianças falavam de suas devidas importância ( em tom de conversa) pode também pedir fotos das famílias das crianças ou delas, as crianças não ficaram cansadas apesar de parecer longa a atividade pela curiosidade de saber o que será que vai aparecer agora.
Colamos as fotos em um painel (cartolina) em formato de presente (um desenho de uma grande caixa de presente, mas só o contorno), as fotos estavam dentro. No final agradecemos ao nosso Pai a todos os presentes.
Fazemos sempre uma rodinha antes de começar a aula para que elas se acostumem com cada momento da aula (disciplina) saber a hora de brincar de aprender, na rodinha falamos as novidades e ficamos sabendo às vezes algo de alegre ou triste que esteja acontecendo para poder ser trabalhado, depois passamos o conteúdo, pois as crianças já estão preparadas (estão saindo da roda sem muita agitação e euforia já que estão sentadas em rodas, para depois brincarmos e ao final realizarmos a prece. Isso faz com que se acostumem com uma semi-rotina.
O Peixinho Azul
Era uma vez um lindo peixinho azul que morava num grande lago de águas azuladas. Ele tinha companheiros: o Peixinho Vermelho, o Pintadinho, o Escamas Prateadas, Barrigudinho e vários outros, também bonitos e interessantes.
Quando o Peixinho Azul e seus amiguinhos saíam a passear, os velhos moradores do lago azul ficavam contentes e tudo parecia estar em festa. É que os peixinhos eram muito divertidos! Nadavam de um lado para o outro iam e vinham agitando as barbatanas ruidosas e esquisitas, davam cambalhotas, saltos enormes e corriam um atrás do outro num engraçado brinquedo de pega-pega. E o fundo do lago tornava-se movimentado e colorido, cheio de cores vivas e brilhantes.
Certa vez, porém, um grande silêncio se fez no fundo do grande lago. As lindas águas azuladas estavam tranqüilas, tão tranqüilas que pareciam paradas. É que os moradores do lago tinham ido descansar, dormir um pouco. O silêncio permaneceu por algum tempo. Nisto, as águas começaram a movimentar-se e apareceu o Peixinho Azul... Era mesmo de esperar que fosse ele, pois gostava de nadar. E lá estava no meio do lago, nadando para cá e para lá, com suas bonitas barbatanas de cor azulada. De repente, o Peixinho Azul ficou curioso.
"Que haverá lá em cima?" pensou. "Será tão bonito como aqui?... Vou subir um pouco para dar uma espiadinha". E, assim pensando, começou a elevar-se nas mansas e azuladas águas. A princípio meio assustado, depois mais corajoso, peixinho foi subindo, até que pôs a cabeça fora d’água.
“Ui! Que susto!“- gritou todo trêmulo e mergulhando de novo. “Que terrível clarão!... Quase fico cego!“
Mas peixinho não desistiu de ver o que havia fora d’água. Várias vezes voltou à tona, até que seus olhos se acostumaram com a forte luz que se derramava sobre as águas. Olhou, então, atentamente, para tudo o que cercava o grande lago. “- Que maravilha! exclamou entusiasmado. Nunca vi coisa igual! “
É que o Peixinho Azul via o lindo Céu azul onde o Sol, como uma grande bola de fogo, esparramava seus raios por toda parte, iluminando e aquecendo tudo. O Peixinho Azul olhou depois para a praia. Viu a copa das árvores agasalhando passarinhos de penas coloridas e vistosas que saltavam de galho em galho em alegres gorjeios; viu engraçados macaquinhos fazerem as mais incríveis proezas; viu madurinhos frutos e lindas e variadas flores; viu crianças brincarem com pequeninos barcos à beira do lago; e viu um assustado coelhinho perseguido por lanudo cão, enquanto belas borboletas, voando de flor em flor, cortavam os ares com suas cores brilhantes e vivas.
“- Que lindeza! Que pena meus amiguinhos não estarem aqui!”, exclamou, de repente. E assim dizendo, agitou com rapidez as bonitas barbatanas azuladas e nadou para o fundo em busca dos amiguinhos. Os peixinhos ficaram encantados e faziam perguntas e mais perguntas, tudo querendo saber. O Peixinho Azul respondia sempre, todo importante, achando-se mesmo muito instruído.
Foi então que Barrigudinho indagou, intrigado: “- Mas afinal, quem fez tanta beleza? “
O Peixinho Azul encabulou-se. Na realidade, não sabia. Porém, como tinha o bom hábito de dizer a verdade, respondeu logo: “- Não sei... Também gostaria de saber quem fez aquelas maravilhas. “
“E por que não perguntamos ao nosso rei?”, falou Peixinho Vermelho. “Ele sabe tanto! “
“É mesmo!”, gritaram os outros. “Vamos procurá-lo”.
E os peixinhos, curiosos e barulhentos, dirigiram-se ao palácio real, uma linda gruta cheias de conchinhas de todos os tipos. O rei dos peixes apareceu logo e ouviu tudo com muita atenção. Depois falou muito sério: “- Em minhas viagens a outras águas, tenho visto e aprendido muito. Hoje sei que há seres diferentes de nós e ouvi os homens dizerem que tudo o que existe é obra de Deus, o único Criador de todas as coisas. “
“- Deus?!” exclamaram os peixinhos a uma só voz.
“- Sim, Deus!”, tornou a falar o sábio rei. “Deus é que fez as belezas que o Peixinho Azul viu, isto é, o Céu, as árvores, as flores, os frutos, os animais, as pessoas...”
“E Deus fez o nosso lago!”, exclamou o barrigudinho, todo exibido.
“Ora esta! Então Deus nos fez também!” - descobriu o Peixinho Vermelho.
“Bravos! Bravos!”, gritaram os peixinhos, entusiasmados e encantados com a nova descoberta.
E o Peixinho Azul, adiantando-se, muito compenetrado, agradeceu ao rei, em nome de todos, os bonitos ensinamentos recebidos. Depois, em graciosos movimentos, os peixinhos desfilaram ante a gruta de conchinhas e voltaram a brincar nas águas azuladas do grande lago.
Figuras como: Um sol, lua e estrelas, filhotes no ninho e a mamãe passarinha os alimentando, árvores, um rio ou uma lagoa, flores de várias espécies, animais (cachorrinho, coelhinho, vaquinha, sapinho) e insetos(abelhinha e borboletas coloridas), crianças e adultos em alguma atividade útil e se divertindo também...
Se pergunta às crianças..."O que será que temos aqui dentro dessa caixa?"
Deixe que eles respondam e vá passando a caixa de um em um...para que cada aluno pegue uma figura e comente um pouco sobre cada uma delas, falando de sua beleza e utilidade, logo em seguida, fixe-a em um Mural ou mesmo na parede( usando uma cartolina ou papel pardo se preferirem...)
Depois de coladas as gravuras...pergunte para os pequenos...Quem Criou Todas Essas Coisas...Todas essas Maravilhas?!
Com certeza, responderam em coro: DEUS!!!
Sim...foi Deus, Nosso Pai que criou todas essas Maravilhas para nós!!
Criou o sol para nos aquecer e a chuva p/ nos refrescar e matar a sede das árvores, plantas e animalzinhos. Criou a Lua e as estrelas para nos iluminar na noite escura....As árvores nos dão seus frutos e as flores o seu perfume.
O Rio também nos refresca e em muitas florestas nos dá sua água fresquinha para beber.
Os animais, Deus nos deu para que cuidássemos deles com muito carinho e amor...Alguns, nos servem de alimentos, outros, como o cãozinho, o gatinho...são nossos amiguinhos, e muitas vezes nos salvam do perigo!
Existem muitos bichinhos que Deus criou para embelezar a terra e servir de alimento para outros animais....o coelhinho por exemplo e os passarinhos por exemplo!
As borboletas, as abelhinhas também foram um lindo presente do Papai do Céu...As borboletas além de serem lindas de se ver...ajudam a preservar as flores e as abelhinhas que além de fazer quase o mesmo trabalho da borboletinha, também nos dá seu gostoso mel para saborearmos.
Enfim, Deus fez todas essas Maravilhas e nos fez também para que unidos como irmãos, ajudando-nos uns aos outros, pudéssemos cuidar com Amor de todas as coisas belas que ele criou!!!
A Atividade de Fixação poderá ser um desenho previamente feito e xerocado para que os pequenos possam colorir. Nesse desenho...o sol, as flores e borboletas...e uma árvore um pouco maior que as outras figuras para que possa ser contornada com bolinhas de papel crepom...verde e vermelho, representando assim...as bolinhas vermelhas, os frutos da árvore.
Existe também, a idéia de desfiar um copinho de café...e colando-o(aberto) no papel sulfite como se fosse uma flor...Faça o miolinho, os caules ,as folhas e o gramado de papel laminado( amarelo e verde, respectivamente)
É uma atividade simples, mas que fica muito bonitinha!!!:o)
E vocês podem também fazer florzinhas de cartolina para entregar no final da aula (com ou sem uma balinha), com os seguintes dizeres: DEUS ESTÁ EM TODAS AS COISAS QUE ELE CRIOU...ESTÁ EM MIM...E ESTÁ EM VOCÊ CRIANÇA!!! BEIJINHOS...TIA...
Observações :
A observação vem desta idéia "Deus fez" (Deus - deu as condições necessárias para tais acontecimentos, o "empurrãosinho") para que as crianças não entendam Deus como uma pessoa e assimilem este pensamento, me sugeriram falar o que Deus nos deu de presente (com o que eles nos presenteou) para que em estudos posteriores não haja contradições.
Nesta aula, 02 à 04 anos, usamos uma caixa de sapato enfeitada como se fosse o presente, nela havia um buraco (discreto, como se fosse colocar um cartão) no lado, para que as figuras que separamos pudessem serem colocadas uma de cada vez.
Iniciamos a aula com a caixa vazia, as crianças em roda e falamos dos presentes que Deus nos deu (Pai bondoso com os seus filhos). Pedimos para as crianças fecharem os olhos para pensar "O que será que Deus nos deu de presente?" enquanto colocávamos a primeira figura e assim sucessivamente, usamos este recurso para chamar a atenção das crianças que pareciam estar vendo mágica, com fotos aparecendo estando a caixa fechada, pois quando fechávamos os olhos todos deixavam suas mãos em cima da tampa da caixa enquanto a foto era introduzida.
As fotos: Natureza (água, sol...), Animais, Vida (nossa e de familiares), Terra (Moradia) a medida que víamos as fotos uma de cada vez falávamos ou as crianças falavam de suas devidas importância ( em tom de conversa) pode também pedir fotos das famílias das crianças ou delas, as crianças não ficaram cansadas apesar de parecer longa a atividade pela curiosidade de saber o que será que vai aparecer agora.
Colamos as fotos em um painel (cartolina) em formato de presente (um desenho de uma grande caixa de presente, mas só o contorno), as fotos estavam dentro. No final agradecemos ao nosso Pai a todos os presentes.
Fazemos sempre uma rodinha antes de começar a aula para que elas se acostumem com cada momento da aula (disciplina) saber a hora de brincar de aprender, na rodinha falamos as novidades e ficamos sabendo às vezes algo de alegre ou triste que esteja acontecendo para poder ser trabalhado, depois passamos o conteúdo, pois as crianças já estão preparadas (estão saindo da roda sem muita agitação e euforia já que estão sentadas em rodas, para depois brincarmos e ao final realizarmos a prece. Isso faz com que se acostumem com uma semi-rotina.
O Peixinho Azul
Era uma vez um lindo peixinho azul que morava num grande lago de águas azuladas. Ele tinha companheiros: o Peixinho Vermelho, o Pintadinho, o Escamas Prateadas, Barrigudinho e vários outros, também bonitos e interessantes.
Quando o Peixinho Azul e seus amiguinhos saíam a passear, os velhos moradores do lago azul ficavam contentes e tudo parecia estar em festa. É que os peixinhos eram muito divertidos! Nadavam de um lado para o outro iam e vinham agitando as barbatanas ruidosas e esquisitas, davam cambalhotas, saltos enormes e corriam um atrás do outro num engraçado brinquedo de pega-pega. E o fundo do lago tornava-se movimentado e colorido, cheio de cores vivas e brilhantes.
Certa vez, porém, um grande silêncio se fez no fundo do grande lago. As lindas águas azuladas estavam tranqüilas, tão tranqüilas que pareciam paradas. É que os moradores do lago tinham ido descansar, dormir um pouco. O silêncio permaneceu por algum tempo. Nisto, as águas começaram a movimentar-se e apareceu o Peixinho Azul... Era mesmo de esperar que fosse ele, pois gostava de nadar. E lá estava no meio do lago, nadando para cá e para lá, com suas bonitas barbatanas de cor azulada. De repente, o Peixinho Azul ficou curioso.
"Que haverá lá em cima?" pensou. "Será tão bonito como aqui?... Vou subir um pouco para dar uma espiadinha". E, assim pensando, começou a elevar-se nas mansas e azuladas águas. A princípio meio assustado, depois mais corajoso, peixinho foi subindo, até que pôs a cabeça fora d’água.
“Ui! Que susto!“- gritou todo trêmulo e mergulhando de novo. “Que terrível clarão!... Quase fico cego!“
Mas peixinho não desistiu de ver o que havia fora d’água. Várias vezes voltou à tona, até que seus olhos se acostumaram com a forte luz que se derramava sobre as águas. Olhou, então, atentamente, para tudo o que cercava o grande lago. “- Que maravilha! exclamou entusiasmado. Nunca vi coisa igual! “
É que o Peixinho Azul via o lindo Céu azul onde o Sol, como uma grande bola de fogo, esparramava seus raios por toda parte, iluminando e aquecendo tudo. O Peixinho Azul olhou depois para a praia. Viu a copa das árvores agasalhando passarinhos de penas coloridas e vistosas que saltavam de galho em galho em alegres gorjeios; viu engraçados macaquinhos fazerem as mais incríveis proezas; viu madurinhos frutos e lindas e variadas flores; viu crianças brincarem com pequeninos barcos à beira do lago; e viu um assustado coelhinho perseguido por lanudo cão, enquanto belas borboletas, voando de flor em flor, cortavam os ares com suas cores brilhantes e vivas.
“- Que lindeza! Que pena meus amiguinhos não estarem aqui!”, exclamou, de repente. E assim dizendo, agitou com rapidez as bonitas barbatanas azuladas e nadou para o fundo em busca dos amiguinhos. Os peixinhos ficaram encantados e faziam perguntas e mais perguntas, tudo querendo saber. O Peixinho Azul respondia sempre, todo importante, achando-se mesmo muito instruído.
Foi então que Barrigudinho indagou, intrigado: “- Mas afinal, quem fez tanta beleza? “
O Peixinho Azul encabulou-se. Na realidade, não sabia. Porém, como tinha o bom hábito de dizer a verdade, respondeu logo: “- Não sei... Também gostaria de saber quem fez aquelas maravilhas. “
“E por que não perguntamos ao nosso rei?”, falou Peixinho Vermelho. “Ele sabe tanto! “
“É mesmo!”, gritaram os outros. “Vamos procurá-lo”.
E os peixinhos, curiosos e barulhentos, dirigiram-se ao palácio real, uma linda gruta cheias de conchinhas de todos os tipos. O rei dos peixes apareceu logo e ouviu tudo com muita atenção. Depois falou muito sério: “- Em minhas viagens a outras águas, tenho visto e aprendido muito. Hoje sei que há seres diferentes de nós e ouvi os homens dizerem que tudo o que existe é obra de Deus, o único Criador de todas as coisas. “
“- Deus?!” exclamaram os peixinhos a uma só voz.
“- Sim, Deus!”, tornou a falar o sábio rei. “Deus é que fez as belezas que o Peixinho Azul viu, isto é, o Céu, as árvores, as flores, os frutos, os animais, as pessoas...”
“E Deus fez o nosso lago!”, exclamou o barrigudinho, todo exibido.
“Ora esta! Então Deus nos fez também!” - descobriu o Peixinho Vermelho.
“Bravos! Bravos!”, gritaram os peixinhos, entusiasmados e encantados com a nova descoberta.
E o Peixinho Azul, adiantando-se, muito compenetrado, agradeceu ao rei, em nome de todos, os bonitos ensinamentos recebidos. Depois, em graciosos movimentos, os peixinhos desfilaram ante a gruta de conchinhas e voltaram a brincar nas águas azuladas do grande lago.
terça-feira, 2 de março de 2010
DINÂMICA
Sugestão de dinâmica :
Levar uma Caixa de chocolate ou balas e um Evangelho 2º. O Espiritismo embrulhado em papel de presentes iguais. Esconde na sala de evangelização ou em outras partes da Casa Espírita. Dizer pra eles procurarem dois Tesouros que estão escondidos. Depois de encontrados os tesouros, conversar sobre os mesmos questionando. ..
1. Qual dos dois tesouros vocês mais gostaram? E por quê?
2º. Passo: Mostrar a diferença entre os dois tesouros?
Depois distribuir entre eles as balas e chocolates
Levar uma Caixa de chocolate ou balas e um Evangelho 2º. O Espiritismo embrulhado em papel de presentes iguais. Esconde na sala de evangelização ou em outras partes da Casa Espírita. Dizer pra eles procurarem dois Tesouros que estão escondidos. Depois de encontrados os tesouros, conversar sobre os mesmos questionando. ..
1. Qual dos dois tesouros vocês mais gostaram? E por quê?
2º. Passo: Mostrar a diferença entre os dois tesouros?
Depois distribuir entre eles as balas e chocolates
segunda-feira, 1 de março de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)



