domingo, 6 de setembro de 2009

FLUIDO VITAL


O formigueiro

André acordou disposto e alegre; era domingo e ele poderia dormir até mais tarde.
Como não tinha aula, poderia brincar com seus colegas da rua.
Depois de escovar bem seus dentes, lavar o rosto, trocar de roupa e tomar um
bom café da manhã, sentia-se pronto para um dia alegre e divertido.
Avisou seus pais e foi até a praça, onde seus colegas costumavam brincar.
De longe, avistou Pedro e Luiz; eles estavam abaixados, olhando para um
formigueiro perto de uma velha árvore. Pedro o viu e foi logo dizendo:
_ Oi André! Você chegou em boa hora? Do que vamos brincar?
_ Olha para o chão, André. Está vendo estas formigas? Pois bem, nós
pretendemos ligar a mangueira de água lá dentro do formigueiro.
_ Mas assim vocês vão matar as formiguinhas!
_ E daí? Não é gente, é só formiga!
_ Mas Pedro, mesmo assim não está certo!
_ Diga-me uma coisa... Quem você acha que criou o mundo e tudo o que está
nele?
_ Ora, foi Deus, é claro! Mas o que isto tem a ver com as formigas?
_ Se Deus criou a água, as pedras, as flores, os animais, os homens, criou as
formigas também e tudo que foi criado por Deus, deve ser tratado com muito respeito.
_ Tudo na natureza tem sua função, tudo está em harmonia. Quando nós
matamos os animais só por matar, arrancamos as plantas, árvores e flores, estragamos a
grama, jogamos lixo na rua, estamos atrapalhando a harmonia do Universo.
História
_ Nossa! Não tinha pensado nisso!
_ Além de que, esta brincadeira não tem graça! Que graça tem ver as formigas
que estão trabalhando, carregando sua comida, morrerem afogadas?
_ Já pensou se fizessem isso com você?
_ Nem quero imaginar!
_ Viu como isto é ruim?
_ Vamos brincar de outras coisas. Que tal de pega –pega ou futebol?
_ Legal! Destas brincadeiras eu gosto!
_ Mas cuidado, vê se não me machuca, André porque também fui criado por Deus
e mereço respeito!
Fim.
Vocabulário
Anima: dá movimento
Fluido Vital: energia que promove a vida.
Fluido Universal: matéria primitiva.
Instinto: conhecimento sem aprendizagem, inteligência primitiva que garante a
sobrevivência.
Sensação: reage a estímulos externos como luz, calor, água, etc.
Bibliografia do cap.6: Seres Orgânicos e Inorgânicos- Brincando e Aprendendo o
Espiritismo, vol1- Ed.FEESP
Allan Kardec – O Livro dos Espíritos- cap.IV – livro Primeiro
Allan Kardec – A Gênese – cap. X – 1 a 19 e 24 a 25
Gabriel Delanne – a Evolução Anímica – cap.I – A Vida - item A.
Bibliografia: Brincando e Aprendendo o Espiritismo, vol.1- cap. 6- Seres Orgânicos e Inorgânicos -Ed.FEESP 3


Complete as palavras:
1. Os seres Orgânicos têm………………………… .
2. Os seres Inorgânicos não ……………….vida.
3. Conservo o Fluido Vital com vida correta e ................................ .
4. Prejudico o fluido vital com vida........................................ .

Desenhe em baixo das palavras o que se pede:
Seres Orgânicos:
Gato Pato Coelho

Seres Inorgânicos:
Casa Cadeira Lápis

Vamos fazer máscaras de animais: peixe, gato, cachorro, coelho?
Material: cartolina, lápis, tesoura, elástico ou palitos de churrasco.

Bibliografia: Brincando e Aprendendo o Espiritismo, vol.1- cap. 6- Seres Orgânicos e Inorgânicos -Ed.FEESP 1


PARABOLA DA DRACMA PERDIDA

Aula preparada para turma de 09-10 anos
Tema:
Jesus ensinava através de parábolas: Parábola da Drácma Perdida.
Objetivo:
Levar os evangelizando a perceberem que mesmo que estejamos trilhando caminhos menos felizes continuamos filhos queridos e amados por Deus, podendo contar sempre com sua bondade, bem como dos amigos espirituais, e também com a atenção e carinho dos pais terrenos.
Incentivação inicial:
Manter um diálogo com as crianças através das perguntas:
a) - quem gosta de ouvir histórias? b) - vocês acham que dá para aprender alguma coisa com as histórias? c) - quem já ouviu falar em parábolas? d) - vocês já ouviram falar que Jesus contava histórias? e) - por que será que Ele fazia isso?

Desenvolvimento:

Parábolas são pequena histórias simbólicas com muitos ensinamentos, assim, as pessoas daquela época que já estavam despertas para entenderem as simbologias comparavam esses símbolos com as situações reais da vida. Uma dessas parábolas que Jesus contou chama-se A Drácma Perdida. Vocês sabem o que significa drácma? ( moeda, dinheiro que circulava na época). Quando se perde uma moeda ou certa importância em dinheiro, o que nós fazemos? (vamos procurar até encontrar e usamos de todos os meios possíveis para tal: acendemos as luzes, abrimos as janelas, varremos o local, retiramos os móveis do lugar e outras coisas mais.Quando encontramos aquilo que perdemos, qual a nossa reação? (alegria, felicidade).(contar a parábola).Com o quê , em nossa vida, podemos relacionar a simbologia usada por Jesus nessa parábola?(relacionar a drácma perdida com os filhos de Deus, nós). Jesus lembrou a felicidade de Deus Pai Criador, e dos Amigos da Espiritualidade maior, quando um dos desviados, ou perdidos nas ilusões do mundo, recobra a consciência, pede ajuda e volta à casa do Pai, pois é assim que ele volta a perceber o amor que sempre desfrutou , e que não se dava conta, por achar-se envolvido nas fantasias passageiras da vida terrena, sem lembrar de praticar os bens morais e espirituais.Concluir, após todas as explicações e comentários necessários, que o Deus que Jesus sempre nos mostrou, e que Ele próprio vivenciou seus Ensinamentos na plenitude, é um Deus sábio e benevolente, amoroso e criativo, que está sempre a nos inspirar através dos amigos espirituais a encontrarmos os caminhos do bem, os quais nos levarão à nossa elevação espiritual.
Fixação e avaliação:
Distribuir folhas e lápis coloridos às crianças, colocar uma música calma de fundo, Pedir que elas deixem o seu pensamento bem solto, livre e passem a usar essa folha transportando para ela o que lhe vai no coração.( com esse trabalho podemos avaliar os estágios emocionais, sentimentais e morais desses Espíritos, que nos servirão de base para a continuidade do nosso trabalho).

Bibliografia:
Cairbar Schutel - Parábolas e Ensinos de Jesus, pág. 92 e 93, 12ª edição

Beatriz de Almeida RezendeNovembro / 2006





quinta-feira, 3 de setembro de 2009

LEI DE LIBERDADE

RECURSOS DIDÁTICOS

GRAVURAS – Pássaro Livre e Pássaro na Gaiola

INTRODUÇÃO – Perguntar: VOCÊ É LIVRE PARA FAZER TUDO O QUE QUER?

DESENVOLVIMENTO:

Respeito à Natureza, respeito á liberdade que os pássaros têm, pois DEUS OS FEZ LIVRES. Respeito ao nosso vizinho, pois ele não é obrigado a ouvir a música que nós gostamos.
A nossa educação, o nosso respeito esta em regular o volume do som para não incomodar a ninguém, e satisfazer a nos mesmos.
Respeitar as filas e saber esperar a nossa vez.
Saber esperar para falar, quando o outro estiver falando.
Respeitar a maneira de pensar das outras pessoas.

FIXAÇÃO:

Aprendemos com a Doutrina Espírita que temos livre arbítrio e que somos responsáveis por nossos atos.
Os animais não têm livre arbítrio, pois não tem inteligência, só instinto.
Nosso direito termina onde começa o direito do nosso próximo.
Se não tivéssemos livre arbítrio não teríamos responsabilidade pelos nossos atos.

HISTÓRIA: A TARTARUGA

TEMA - LIBERDADE PERANTE A SOCIEDADE

RECURSOS DIDÁTICOS: GRAVURAS

Pessoas presas e pessoas livres.

INTRODUÇÃO – Perguntas

Porque existem cadeias?
Porque existem grades e cadeados nas casas?

DESENVOLVIMENTO - Nos dias de hoje existem pessoas que se comprazem em escravizar o seu próximo.
Falar da liberdade que temos em nosso país. Aqui não existem guerras.
Falar dos outros países que têm regime político diferente do nosso, limitam a liberdade das criaturas que ali vivem.
Falar dos escravos, do dinheiro, do orgulho, da vaidade e dos vícios.

FIXAÇÃO – HISTÓRIA – “O Menino que Fumava”.

Fatos reais que o evangelizador conheça.
Fatos que as crianças conheçam.

TEMA – LIVRE ARBÍTRIO

RECURSO DIDÁTICO – Desenhar na lousa

Duas estradas – uma do mal e outra do bem

Introdução – Com auxílio das crianças escrever dentro de cada estrada respectivamente – atitudes más: matar, roubar, preguiça, não trabalhar, avareza, mentir,etc.
- atitudes boas: trabalhar, servir, amar, amparar, doar, etc.

DESENVOLVIMENTO -
Falar de maneira que as crianças entendam que o livre arbítrio é a nossa livre escolha dessas duas estradas, a do bem e a do mal.
A do bem – para evoluir mais rápido
A do Mal – para evoluir demoradamente e sofrer mais.

Enfatizar – Somos os únicos responsáveis pelo nosso futuro espiritual. O uso indevido do nosso livre arbítrio nos faz sofrer.

FIXAÇÃO – Cada criança emite o seu conceito de liberdade. Desenhar as estradas numa folha e escrever outras atitudes sem serem as já citadas.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A FAMILIA - RESPEITO E AMOR





























APRESENTAÇÃO DE NATAL




FALA 1- “Uma viagem... acompanhando de perto um homem, uma mulher e um burrinho em seu caminho até Belém.”

Música – “Naquela noite em Belém, mais uma estrela brilhou,
E aos pastores do campo, a Boa Nova chegou.”
FALA 2 – “Nada demais a princípio
E, no entanto... Quem há
De contestar a realidade?”
Música – “Os pastores se foram,
Seguindo aquela luz, e em pobre estrebaria, encontraram
E adoraram o menino Jesus.
Glória a Deus nas alturas e paz aos homens de boa vontade!
Glória a Deus nas alturas e paz aos homens de boa vontade!
Muito longe dali, lá no Oriente distante,
Também os Magos viram a estrela anunciante.
Natal! Natal! Todos clamam! Natal nasceu Jesus!
E ainda se ouve o canto dos mensageiros de luz.”

FALA 3 – Um homem, uma mulher e um burrinho...
E o futuro da humanidade!
E foi assim que tudo aconteceu...”

Música – “Glória a Deus nas alturas e paz aos homens de boa vontade!” (bis)


As três Árvores

Quando o Menino Jesus nasceu todas as pessoas e animais e
até as árvores sentiram uma imensa alegria.

Do lado de fora do estábulo onde o Menino dormia, estavam três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pequeno pinheirinho.

Todos os dias as pessoas passavam e deixavam presentes ao Menino.

- Nós também devíamos dar um presente! - disseram as árvores.

- Eu vou dar-lhe a minha folha mais larga - disse a palmeira - quando vier o tempo do calor ele pode abanar-se com ela e sentir-se mais fresco.

Então disse a oliveira: - E eu vou dar-lhe óleo, perfumados
óleos poderão ser feitos a partir do meu sangue.

- Mas que eu poderei dar?- Perguntou ansioso o pequeno pinheiro.

- Tu? Os teus ramos são agudos e picam - disseram as outras duas árvores.

-Tu não tens nada para lhe dar!

O pequeno pinheiro estava triste.

Pensou muito, muito, em qualquer coisa que pudesse oferecer ao Menino que dormia qualquer coisa de que o Menino pudesse gostar, mas não tinha nada para lhe dar.
E ficou ainda mais triste...

Então um anjo, que tinha ouvido a conversa toda, sentiu pena da arvorezinha que não tinha nada para dar ao Menino.

As estrelas estavam a brilhar no céu, então o anjo, muito de mansinho, trouxe-as uma a uma cá para baixo, desde a mais pequenina a mais brilhante e
colocou-as nos ramos pontiagudos do pinheiro.

Dentro do estábulo, o Menino acordou.

E olhou para as três árvores do lago de lá da gruta, contra a escuridão do céu.

De repente as folhas escuras do pinheiro brilharam, resplandecentes, porque nelas as estrelas descansavam como se fossem elas.

Que lindo estava o pequeno pinheiro que não tinha nada a oferecer ao Menino...

E o Menino Jesus levantou as mãozinhas, tal como fazem os bebês, e sorriu para as estrelas e para aquela árvore que lhe iluminara a escuridão da noite.

E desde então o pinheiro tornou-se, para todo o sempre, a Árvore de Natal.

(História tradicional inglesa)

DINÂMICAS

Resultado de imagem para DINAMICAS


FLOR-SURPRESA

Material: flores em papel glacê, de preferência, uma para cada participante.
Pedir que cada um ao receber sua flor escreva na parte central(ou pense) num sentimento que deseja transmitir para alguém. Dobrar as pétalas, uma a uma e na sequência. No momento combinado todas as flores serão colocadas dentro de uma vasilha com água e em poucos segundos todas as flores se abrem.
(Fonte: Educação do Espírito- Atividades Dinâmicas)

O BARCO

Material: Recipiente grande, água, barquinho plástico ou de papel resistente, papel e caneta.
Idade:a partir de 10 anos
Número de participantes: de 8 a 20

Cada membro do grupo recebe um papelzinho onde deverá escrever o tipo de "carga" que gostaria de despachar no barquinho. Ex: amor, carinho, amizade, etc
O barquinho estará dentro do recipiente plástico no meio do grupo.
Cada membro do grupo "despacha" seu barco pela água, pondo nele o papelzinho onde está escrito o tipo de "carga" que será transportada.
Ao partir o barquinho, seu emitente dirá:"Lá vai um barquinho carregado de...amor...solidariedade..." dizendo a carga que colocou no barquinho.
Então, os outros participantes, um a um, dirão em que empregariam aquela "carga". Ex. amor... ao próximo; amizade...pelos marginalizados; solidariedade...para com os necessitados; orações...pelos doentes etc.

AVALIAÇÃO:
É importante destacar que nós somos este barquinho e que devemos estar sempre repletos de cargas boas para todos.
Das cargas qual é a mais difícil de transportar? Por quê?
Quais os pré-requisitos necessários para ser barquinho?
Algumas dessas cargas você mandaria para alguém em especial? Por quê?
Fale um pouco do exercício, o que achou? Quais as dificuldades? Que mensagem tiramos dele?

Para evitar repetições, seria feita uma junção: todos que escreveram palavras iguais colocariam a "carga" juntos no mesmo barquinho e, ao mesmo tempo, diriam juntos:"Lá vai um barquinho carregado de ...amor...orações...". E o grupo todo diz o que faria com a carga-o resto segue igual.
(Fonte:Vivendo e Aprendendo-Dinâmicas de grupo-Edições Paulinas)

QUEM É QUEM NA SALA DE AULA?

OBJETIVO: Conhecer os novos alunos da turma e realizar a integração entre os alunos novos e os alunos antigos, ou entre todos os alunos caso ninguém se conheça.

IDADE: 11 a 13 anos

MATERIAL: Uma folha em branco e lápis para cada aluno.

JUSTIFICATIVA:
No grupo da Rocinha em que trabalho as turmas são divididas de acordo com a idade das crianças. O meu grupo é de crianças de 11 a 13 anos mais ou menos. Todo ano eu escolho algumas, mais velhas e mais preparadas, para “pular” para a turma seguinte e recebo algumas da turma dos mais novos (9-11).
Acaba que a turma fica separada em dois grupos que já se conheciam e por esse motivo fazemos as primeiras aulas do ano de integração entre as crianças. Essa é uma delas.
Essa aula também serve para turmas completamente novas com alunos que não se conhecem.

DINÂMICA:
Faça uma roda na sala e coloque as crianças sentadas de forma que cada uma não conheça o amigo do lado. Eu no caso, intercalo entre alunos novos e alunos antigos.
Cada aluno recebe um papel e um lápis. Cada participante deverá anotar o nome do amigo da sua esquerda. Escolha um para começar e peça que ele fale o nome em voz alta.
Agora cada um deverá tentar adivinhar:
O que o amigo mais gosta de fazer
Qual música que o amigo mais gosta
Uma característica de personalidade (extrovertido/falado, tímido/quieto, hiper-ativo/agitado, tranquilo/calmo)
Eles não podem conversar entre si, a sala tem que estar toda em silêncio.
Depois de 10 minutos peça para que um comece dizendo o que anotou e para o amigo confirmar se é verdade ou não. Quem acertar as três coisas sobre o amigo é o vencedor!
Com esta dinâmica você também irá conhecer melhor as crianças e saberá o que elas gostam de fazer, suas músicas preferidas e suas características, vá preparado.


TÉCNICA DO ABRAÇO
Participantes: Indeterminado (todos os que estiverem participando)

 Frase: "Quanta coisa cabe em um abraço.

"Objetivos:• criar uma certa intimidade e aproximação com os colegas;• avaliar o sentimento de exclusão de quem está com o balão;• sentir que precisa da colaboração do outro para não ser "atingido" pelo balão.

Observação: ABRAÇO (do dicionário): demonstração de carinho, de amizade, acolhimento, ligação, fusão, união. ABRAÇAR: apertar com os braços, entrelaçar-se, ligar-se, unindo-se. (Deixar claro a importância de um abraço a quem precisa e entre o próprio grupo = UNIÃO).OBS 2: levar bexigas e CD.Descrição: Abraçar o colega encostando o peito e contando até três para trocar de "par".Um participante fica de fora com um balão que deverá encostar no peito de alguém"disponível" que assumirá o seu lugar ficando com o balão.Para que não seja encostado o balão, o abraço deverá ser forte e bem próximo e a troca de pares deverá ser rápida.

Dinâmica: EMPRESTANDO O LÁPIS

Objetivo: Mostrar a importância da partilha e a união entre as crianças.Participantes: Todos os presentes no encontro.

Material: Lápis de cor e desenho impresso. - Pedir para que as crianças tragam para o próximo encontro um lápis de cor.

Importante: Cada criança deve trazer apenas UM lápis. Se a professora vir que a criança trouxe a caixa com mais cores, pedir para que a criança escolha a cor que mais gosta.
- A professora deve trazer impresso em papel um desenho para as crianças colorirem. O ideal é uma folha para cada criança. Na folha deverá ter o mesmo desenho duas vezes.

Descrição: Distribui-se uma folha para cada criança, pedindo que elas pintem apenas um desenho e com o lápis que trouxe. O desenho vai ficar com uma tonalidade apenas.

Quando as crianças terminarem o primeiro desenho, pede-se que inicie o segundo, mas agora elas não irão pintar somente com as cores que elas trouxeram e sim que emprestem o lápis do outro amigo para colorir o desenho, assim cada criança irá emprestar o lápis de um amigo para colorir e no final todos terão um trabalho colorido.

Conclusão: O primeiro desenho ficou com uma cor uniforme, com isso acabou ficando feio esquisito. Mas quando eles emprestaram o lápis do amiguinho, o desenho ficou mais bonito, colorido. Com isso deve-se mostrar a criança que elas precisam se unir e se ajudarem mutuamente.