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sábado, 13 de janeiro de 2018

RESPEITO À VIDA DOS SEMELHANTES

 A “VOLTINHA” DE RENATO

 Um dia, Renato foi dar uma “voltinha”.

Antes de sair, porém, passou pela cozinha e ao ver um prato de bananas, exclamou:
- Oba!... Está para mim!...
E, guloso como era, pegou duas bananas e saiu. Então, começou a saborear uma delas.
- Como está gostosa!.. . A sorte é que peguei duas.. .
E os olhos luzindo de prazer, ia dando sua “voltinha”.
A manhã estava linda!.. . Os céus bem azuis, salpicados de nuvenzinhas brancas que passavam de um lado
para outro.
- Parecem carneirinhos pastando – pensou Renato enquanto caminhava.
Andou, andou.. .Depois de comer as duas bananas, ficou todo atrapalhado.
- E agora, que vou fazer com estas coisas?... Atirar no chão não devo... No bolso não dá... Minhas calças
estão limpinhas... Ficar com elas na mão... Também não dá...
E Renato olhava para as cascas de banana, sem saber o que fazer com elas.
Nisto, ao passar por um jardim, um cão saltou nas grades, latindo.
- Oi Rajá!... Tudo bom?...
E largou na calçada as desagradáveis cascas, para melhor acariciar seu amigo cão.
Durante algum tempo, Renato ali esteve. Depois,  continuou a dar sua “voltinha”, completamente esquecido
de tudo.
Foi então que encontrou seu amigo Pepe.
- Oi!... Vamos brincar um pouco?
- Não posso, Nato! Meu pai está esperando a marmita. Ele almoça lá no emprego.
Renato sabia que Pepe era um bom menino, levava sempre a marmita para o pai, com muito cuidado. Por
isso, sem insistir, prosseguiu sua “voltinha”.
Mas, mal tinha dado alguns passos, ouviu um grito – Ui!...- e um barulho forte – ploc tt...
Renato voltou- se. Lá estava Pepe estendido no chão! A seu lado, a marmita virada e toda a  omida
derramada! Rajá latia, como a pedir socorro.
Renato correu para o amigo.
- Que foi?... Está machucado ?...
- Ui! – Gemia Pepe, esfregando a perna – Que escorregão!... Também, cascas de banana!...
Renato ficou vermelho!... O coração bateu forte, forte....
- Você quebrou a perna? – Perguntou, aflito.
- Não sei... Acho que não!...
E Pepe, ajudado por Renato, pôs- se de pé. Depois, forçou um sorriso e disse:
- Estou bem... A perna não quebrou...
E meio manco, deu alguns passos. Foi quando viu a comida esparramada na calçada. Então, começou a
chorar.
Coitado do papai! Vai ficar sem almoço!...
Renato ficou nervoso. E enquanto pegava as cascas de banana, dizia:
- Não chore!... Seu pai terá outro almoço...
Mas Pepe, segurando a marmita vazia, explicou: a mãe trabalhava fora e já tinha saído.
Renato ficou mais aflito. Correu para casa e, chorando, contou tudo à sua mãe.
- Eu sou o culpado!... A culpa é minha...
Dona Vera ficou muito aborrecida, mas logo falou:
- Vá buscar Pepe. Vamos dar um jeito...
Renato saiu com um tufão. Em dois segundos estava de volta com o amigo. E os dois choravam juntos.
Dona Vera examinou Pepe. Tinha o tornozelo inchado, mas não havia fratura.
- Não chore mais!... Seu pai não ficará sem almoço...
E assim dizendo, ia abrindo as panelas e acomodando a comida na marmita.
Um largo sorriso apareceu no rosto de Pepe. E muito agradecido, disse:
- Muito obrigado!... A senhora é muito boa!... Renato também...
- Meu filho é muito descuidado! – comentou dona Vera.
E como Renato baixasse a cabeça muito triste, ela acrescentou:
- Mas garanto, também, que ele vai se corrigir...
Os olhos de Renato brilharam.
- Sim, mãe, garanto! Não me esquecerei nunca do dia de hoje!...
E enquanto ele acompanhava Pepe, contou- lhe, muito envergonhado, o que havia acontecido quando parara para brincar com Rajá.
-
IDADE SUGERIDA: 05 – 06 ANOS
FONTE: LIVRO: CONTE MAIS – VOLUME 1 – FERGS
TEMA: RESPEITO A VIDA DOS SEMELHANTES

Enquanto o evangelizador narra a história ele poderá apresentar os personagens da história em desenho. Conforme as figuras abaixo.
Sugestão: Recorte as figuras e cole em um palito de churrasco e faça um teatrinho. E depois, peça para os evangelizandos pintarem o Renato e o Pepe.
Sugerir que as crianças façam desenho livre com o objetivo de estimular a criatividade. 








terça-feira, 11 de abril de 2017

VERDADE + MENTIRA


Objetivos: estimular as crianças a sempre falar a verdade e permitir que elas mesmas concluam as conseqüências de uma mentira

Materiais necessários: caixa de papelão, microfone (desligado), roteiro com perguntas para respostas verdade ou mentira, ficha para grupo de cças responderem às questões, folhas de sulfite com frases sobre verdade/mentira escritas em giz branco, algodão, tinta guache.

Descrição:
  • Prece inicial
  • Introdução ao tema
  • Dinâmica entrevista: faça uma entrevista usando uma televisão imaginária (uma caixa de papelão)
O evangelizador deve contar fatos (ou ser entrevistado por uma das cças) de sua vida qdo criança e as crianças (divididas em grupos) deverão anotar num papel V ou F para cada situação. Todas as afirmações serão verdadeiras. Verificar qual grupo acertou mais. Se houver interesse as cças poderão revezar na entrevistas. FECHAR : SE ALGUÉM MENTIU, POR QUE FEZ ISSO NA BRINCADEIRA, ETC ETC

Depois conversar sobre a importância de se falar a verdade. O que eles acham? È certo mentir?Perguntar se eles sabem de alguma história de mentira que acabou mal? Você conhece alguém que não diz a verdade?
É importante dizer a verdade para que o nosso relacionamento se baseia na confiança. Quando há verdade no relacionamento, nós nos sentimos seguros e amados. Mas às vezes é preciso ter coragem para contar a verdade, quando, por exemplo, alguma coisa dá errado ou quando fizemos algo que nós deveríamos ter feito.


  • Contar a história “Vermelha de Vergonha”
  • Abordar aspectos da história: mentir, ganância, trabalho honesto.
  • Distribui as folhas que aparentemente estão em branco: fazer pintura surpresa umedecendo algodão em tinta guache bem diluída e passar sobre a folha deixando-a secar. Fazer associação com a verdade: Ela sempre aparece!!!

HISTÓRIA VERMELHA DE VERGONHA - Maria Coivo Villela - Editora Àrvore da vida

Ainda estou vermelha de vergonha,
Sinto o rosto queimar,
Meu coração parece que apanha,
Preciso me acalmar,
Mas, se alguém me acompanha,
Vou minha história contar.

Tudo começou quando ganhei de presente
Uma carteira diferente.
Fiquei empolgada
Queria enche-la de trocados.

Enquanto papai o carro lavava, eu o ajudava;
Assim umas moedas sempre ganhava.
E minha carteira estufava

De repente virou mania:
Quando mais tinha, mais eu queria.
Por mais dinheiro querer
Acabei por feio fazer

Um dia, com o Lucas fui brincar
Brinquedos havia no quarto inteiro;
Mas senti sede, e água fui tomar
E vi na mesa muitas notas de dinheiro

Pensei:
Se uma dessas eu levar
Minha carteira mais cheia vai ficar
Puxei uma e no bolso escondi
E pra casa logo corri

Ao chegar, fui logo mostrando:
__Veja o que a mãe do Lucas me deu!!!
Mamãe olhou com espanto
E minha trama percebeu
Por que será que a mãe da gente
Sempre sabe quando criança mente?

___Mentira tem perna curta
E tudo o que furta
Será logo descoberto
E deixará o esperto boquiaberto

Com a mãe do Lucas, mamãe foi conversar
E num instante da verdade ficou a par;
Da mentira se certificou
E seu coração quão triste ficou!!!

Mamãe me chamou
E bem séria disse assim:
___Filha, o que não era seu você pegou
E ainda mentiu para mim

Quando papai chegou
Veio falar comigo;
Mas bravo não ficou, foi conversa de amigo:
___Filha nós não podemos mentir nem pegar as coisas dos outros. Jesus ensinou a falar a verdade sempre e assim devemos fazer.
Agora pegue este  dinheiro e vá devolver

Eu tinha de ir
Não havia saída;
A mentira eu ia admitir
E uma bronca seria merecida

Toquei a campanhia da casa do Lucas,
Devolvi o dinheiro e pedi mil desculpas,
Mas nem bem terminei de falar,
Saí correndo para não chorar

Aprendi a lição
Ainda estou vermelha de vergonha,
Sinto o rosto queimar;
Meu coração parece que apanha
Mas já posso me acalmar



LEITURA










AMOR E CARIDADE PARA COM O PROXIMO

Amor e caridade para com o próximo: Dinâmicas e Atividades

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA/ MOTIVADORA
O que é o Amor?
1) Dividir a turma em dois grandes grupos.
2) Colocar os dois grupos frente a frente, enfileirados.
3) Eleger um líder em cada grupo, que deve posicionar- se no primeiro lugar da fila.
4) Escrever em dois papéis a palavra AMOR e coloca- los em um envelope de carta, dobrado, de modo que não possa ser lido de fora para dentro.
5) Pedir que os líderes leiam em silêncio a palavra, que coloquem o envelope no c hão e que tentem expressar o significado da palavra amor em gestos, olhares, etc ., sem abrir a boca.
6) Ambos os grupos tentam adivinhar...
7) Tudo em silêncio absoluto.
8) Quando algum evangelizando achar que já descobriu, ir até a Evangelizadora e cochichar em seu ouvido.
9) Confirmando que houve a certo, o evangelizando que acertou deve ficar a lado do líder e tentar, junto com ele expressar o conteúdo da palavra.
10) Continuar até que três crianças fiquem em frente a cada grupo (ou até que o tempo esteja esgotado).
11) Ao final, combinar que todos os que estão na frente digam, em alto e bom som, a palavra AMOR!

SUGESTÃO DE ATIVIDADE  - O Amor em Colagem
Objetivo:
Permitir a pesquisa e colagem de fotografias ou imagens que expressem o Amor em suas várias expressões.
Procedimentos:
a) Dividir a turma em 3 ou 4 grupos.
b) Distribuir cartolinas, revistas, tesouras e colas com os grupos.
c) Pedir que cada grupo escolha fotografias ou imagens que expressem o Amor em suas várias expressões.
d) Em grande grupo, abrir espaço para que os grupos apresentem o resultado de seu trabalho.
Obs: Cuidado com o tipo de revistas ou materiais que serão levados para a sala. Não utilizar materiais que possam ter cenas inadequadas, como cenas de violência.
Sugestões:
. Colocar em uma caixa vários objetos: boneca, colher, óculos, urso de pelúcia, foto de uma família, caderno, uma planta, etc . Cada aluno tira um objeto e fala sobre caridade e amor, relacionando o tema ao objeto.
Boneca: irmão menor, os colegas;
Caderno:como ser caridoso em sala de aula;
Planta: amor à natureza;
. Desenhar em uma folha de papel, em tamanho pequeno, alguém com quem devemos ser caridosos. Dobrar ao meio o desenho, e depois várias vezes o papel, como uma sanfona; recortar contornando o desenho. Ao desdobrar surgem várias pessoas de mãos dadas. Pintar as várias pessoas com quem devemos manifestar amor e caridade.
(fonte: GRUPO ESPÍRITA SEARA DO MESTRE - http://www.searadomestre.com.br)

Jogo: Fichinhas do amor
Dividir a sala em equipes e fazer perguntas sobre a aula. Quem acertar ganha uma fichinha.
A fichinha é um envelopinho com uma letra da frase: “Amai- vos uns aos outros”.
Fazer o número de jogos de envelopinhos equivalente ao número de grupos que pretende formar. Se dividir a sala em 03 grupos fazer 03 jogos de frases de modo que cada grupo possua uma frase completa (identificar os envelopinhos com cores e números). O vencedor é a equipe que primeiro conseguir todos os envelopes e montar a frase.


AVALIAÇÃO/FIXAÇÃO:
No centro da sala, um vaso com flores de cartolina. Em cada uma, uma balinha colada e uma
Pergunta/ tarefa/ surpresa. Cada um deve apanhar uma e oferecer a um amiguinho.
Perguntas:
- Qual o tema da aula?
- A quem devemos amar?
- Recite um poema
- Você deu sorte! Sem perguntas!
- Quando ajudamos alguém devemos contar pra todo mundo?
- Faça uma mímica sobre amor.
- Como podemos ajudar um idoso?
- É difícil ajudar quem nos fez algum mal?
- Alguém já viu alguém necessitando de ajuda e o ajudou? Conte como foi.
- Quem foi o maior exemplo de amor ao próximo que conhecemos?
- Devemos amar os inimigos que nos magoam?


Caixa de correio:
Uma caixa de correio: as crianças poderiam escrever cartas anônimas, perguntando, tirando dúvidas, ou contando alguma vez que deixaram de ter amor ao próximo.
Explicar que seria sigiloso, apenas o caso analisado e não a criança;
(enviado por Adriana – participante sala evangelize CVDEE)

Brincadeira: NÃO DESEJE AO SEU PRÓXIMO O QUE VOCÊ NÃO DESEJA PARA VOCÊ"
01) Distribua pedaços de papel para todos e peça para que cada um escolha um colega e escreva o nome dele e o que gostaria de ver ele fazendo , por exemplo: imitando um animal, pedindo esmola, beijando a/o evangelizador, etc . (dar sugestões, mas deixar as crianças também colocar seus próprios desejos no papel)
02) Assim que todos entregarem seus papéis , o evangelizador deverá dizer : - Ah! Eu não falei o nome desta brincadeira , não é? Ela se chama Não deseje ao seu próximo o que você não deseja para você!
03) Começa a brincadeira: Quem desejou , irá fazer, na frente de todos os colegas, aquilo que havia desejado para o colega.
04) Após todas as apresentações, conversar com as crianças sobre a necessidade de ajudarmos, de sermos solidários, de sermos amigos; uma vez que não estamos livres daquela situação que hoje pode estar acontecendo com o outro, mas amanhã poderemos ser nós próprios quem vivenciaremos tal situação.

DINÂMICA:
OBJETIVO: Mostrar a importância de procurarmos ajudar o nosso próximo.
TEMPO DE DURAÇÃO: 10 minutos
MATERIAL NECESSÁRIO: Balões
DESENVOLVIMENTO: Organizar os jovens formando um grande círculo na sala e entregar um balão para cada um. Em seguida, o educador pedirá que os jovens encham os balões e que joguem para o ar durante 1 minuto. Nenhum balão pode cair no chão. Os jovens deverão perceber que devem cuidar do balão dos outros também. Ao final, perguntar se foi necessário ajudar o outro com o seu balão e se alguém ajudou a cuidar do seu. Perguntar se seria possível não deixar os balões caírem se não fosse pela ajuda de todos.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

HUMILDADE



Objetivo: Conscientizá-los da importância que a humildade tem na elevação da criatura humana e do fato de que todos têm sua relevância no universo. Ajudá-los a ver que não existe superioridade verdadeira de um sobre o outro, só por causa da função exercida, do dinheiro, da posição ou das aparências.
1. Prece;
2. Colocar para eles a historinha "O burro de carga", faixa cinco do CD "Momento espírita para crianças", volume I.
* Verificar o entendimento da história. Em seguida, perguntar o que acharam da atitude do cavalo árabe, do inglês, do alemão, do jumento espanhol, do burro de carga e do rei.
2.1. Que sentimento levava os outros animais a tratarem mal o burrinho de carga? E este, por que não reagia?
* Ajudá-los a perceber que eles se sentiam muito superiores a ele. Esse sentimento tem o nome de orgulho. Já o burro que era humilhado era humilde, tinha consciência das suas fraquezas e não desprezava ninguém.
Ele não era simplesmente um fraco, como pensavam. Não reagia porque sabia serem falsas ou exageradas as acusações e passageira a glória dos outros.
2.2. Trazendo para nossa vida essa história, quem o rei e o burrinho representam?
* Ouvir e comentar respostas. Auxiliá-los a ver que o rei pode ser entendido como Deus e o burrinho como aquela pessoa humilde e trabalhadora, disposta à tarefa do bem a qualquer tempo.
2.3. Perguntar-lhes: na opinião de vocês, por que os outros animais contavam tanta vantagem a respeito de si mesmos?
* Após as respostas das crianças, comentar que provavelmente eles mesmos não estavam muito certos de terem as virtudes que alardeavam. Quando ficamos contando vantagem sobre alguma virtude, freqüentemente queremos convencer a nós mesmos de que a temos. Quem é de verdade não precisa dizer: os outros simplesmente vêem. Assim, quem é inteligente de fato não precisa dizer que é, porque qualquer um pode perceber isso; quem é honesto, responsável ou bondoso não necessita gritar isso, ou tentar convencer os outros de que é, muito menos desmerecer os méritos alheios para elevar os seus. Se as virtudes forem verdadeiras, elas se imporão por si. Observar que, muitas vezes, aquele que faz propaganda de uma virtude tem pouco mais do que ela de que se orgulhar.
3. Pedir que dêem exemplos de atitudes humildes.
* Após ouvi-los, dar alguns exemplos: reconhecer que nós também erramos.
Há muitas pessoas que pensam que os outros erram, mas que elas estão sempre certas. Em uma discussão, raramente conseguem perceber que o outro pode ter alguma razão. Em várias situações na vida, acham que a culpa pelos problemas é sempre de outras pessoas ou de Deus. Pedir desculpas, mesmo que não estiver totalmente convencido de que errou. Às vezes, erramos sem querer e não notamos, mas outras pessoas nos mostram nosso equívoco e é nosso dever moral pelo menos nos desculpar. Tratar com respeito aqueles que, teoricamente, são inferiores a nós. Se, em uma matéria, somos muito melhores que um nosso colega, não é certo que fiquemos "jogando isso na cara dele". Não ficar falando para os outros que somos isso e aquilo de bom. Tratar os que têm menos que a gente com o mesmo respeito que gostaríamos de ser tratados pelos que têm mais.
Aceitar ajuda - ninguém consegue fazer tudo sozinho. Reconhecer que não sabemos alguma coisa. Ouvir o que os outros estiverem falando. Mesmo que, na nossa opinião, eles estiverem falando besteira, pode ser que algo de proveitoso tenham a expor.
3.1. Pedir que citem atitudes orgulhosas.
* Todas as contrárias às que citamos no item acima, além de outras, tais como olhar com desprezo para uma pessoa mal vestida, não aceitar fazer um trabalho tido como inferior, como lavar vasos sanitários ou louças, não admitir críticas, não admitir nossa própria inferioridade. Não acreditar em Deus é um ato de extremo orgulho, porque faz com que a pessoa se julgue superior, sem ninguém acima dela. Querer que todos
tenham a nossa opinião. Achar que nossa palavra não pode ser contestada, que os outros devem fazer tudo como nós fazemos ou mandamos. Tratar as pessoas como se não precisássemos delas. Achar que os outros não merecem ter coisas boas que nós temos.
4. Existe vantagem em ser humilde? Qual?
* A pessoa humilde evolui mais depressa, porque reconhece seus defeitos e isso é o primeiro passo para os eliminar. A humildade leva a pessoa a cultivar outras virtudes, como o respeito, a paciência, a tolerância e a compreensão dos erros dos outros, esta porque sabemos sermos nós mesmos cheios de falhas. O humilde aceita com mais facilidade a vontade de Deus, o que faz com que seja mais tranqüilo para ele cumprir sua missão aqui na Terra.
Por outro lado, o orgulhoso mente para si mesmo, porque se acredita muito melhor do que verdadeiramente é. Ele pode ofender muitas pessoas no caminho, porque seu orgulho não lhe permite ver que elas não são seres inferiores, que merecem ser tratados como tal. Aquele que alimenta o orgulho tem dificuldades na convivência com os outros, além de preparar para si mesmo momentos de sofrimentos, sendo vários deles ligados à percepção de quem realmente são, que muitas vezes vem de forma amarga.
Quem é humilde sabe servir ao próximo. Isso contribui não só para a evolução daquele que serve, mas também para a melhoria do planeta, para a paz na Terra.
5. Pedir que citem o nome de alguma pessoa muito humilde que conheçam ou de quem já tenham ouvido falar.
* Conduzi-los à percepção de que Jesus, além de ensinar a humildade através das palavras, exemplificou-a o tempo todo. Ele, o maior homem que já passou pela Terra, não humilhou ninguém com seu poder, com sua superioridade. Poderia, certamente, ter escolhido nascer rico, em meio a ouro e roupas bonitas. Teria todas as possibilidades de assumir o poder, de mandar nas pessoas da época, se assim quisesse. Se fosse orgulhoso, não quereria andar no meio de pobres, prostitutas, cegos e estropiados.
Não trataria a todos como seus iguais. Não chamaria a todos de irmãos, nem se curvaria diante do que percebia ser a vontade do Pai.
O Mestre nos disse que "Bem-aventurados são os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus". Quis dizer com isso que a felicidade é para os humildes, aqueles que não procuram rebaixar os outros, que sabem se colocar na sua posição exata diante de Deus, de si e dos homens.
Jesus, ao pregar a humildade, sabia que ela é a mãe de outras virtudes muito importantes para o nosso crescimento.
Ele disse também que "Os exaltados serão humilhados e os humilhados serão exaltados". Isso significa que aqueles que buscam se elevar acima dos homens acabam se tornando os mais baixos diante de Deus, enquanto aqueles que fazem a vontade deste e aceitam servir ao semelhante elevam-se diante do criador.
* Contar-lhes a cena da Santa Ceia, em que Jesus lava os pés e as mãos dos doze apóstolos, que estavam com ele. Na época, essa tarefa era feita por escravos e, antes da chegada do nazareno, os seus companheiros discutiam à cerca de quem faria tão subalterna atividade. Após lavar-lhes os pés e as mãos, Jesus falou-lhes:
"Aquele que quiser ser o maior dentre vós, seja o menor", deixando claro que a verdadeira virtude está na humildade.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

HUMILDADE


“Bem- aventurados os  humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”                                                                                                Mateus, 5:3

Objetivo: Conscientizá-los da importância que a humildade tem na elevação da criatura humana e do fato de que todos têm sua relevância no universo. Ajudá-los a ver que não existe superioridade verdadeira de um sobre o outro, só por causa da função exercida, do dinheiro, da posição ou das aparências.


Incentivação: 

O FARISEU E O PUBLICANO


Certo dia duas pessoas foram ao templo para orar. Os dois entraram no templo e cada qual fez sua oração. O primeiro chegou diante do altar, ergueu suas mãos para o alto (era costume da época) e orou:
Oh! Senhor eu te agradeço porque não sou uma daquelas pessoas que não dão coletas, que vivem de negócios desonestos como, por exemplo este homem que se encontra ali no fundo do templo. Eu não sou ruim, duas vezes por semana eu me purifico e não como. Dou a décima parte de tudo que ganho para a igreja.
Assim continuou a apresentar a Deus tudo de bom que ele fez.
O segundo agiu de forma bem diferente do anterior. Não teve nem coragem de erguer as suas mãos. Nem sequer ergueu a cabeça. Ele estava certo que era pecador e que não tinha nada para se gabar diante de Deus. Só tinha condições de bater no peito e dizer:
Senhor, eu sou um pecador, minha vida está cheia de erros, tenho prejudicado o meu próximo, não sou merecedor de nada, mas tenha pena de mim e dá-me o teu perdão.
Com qual das orações Deus se alegrou?
O primeiro chegou diante do Senhor falando de sua vida e de como ele era bom e de quantas boas obras tinha feito. O segundo veio, com mãos vazias, confessou sua vida cheia de erros. Ele não tinha nada para apresentar. Somente uma coisa ele queria: perdão pelos seus pecados, e, salvação que só Deus pode dar.
Jesus disse que o segundo fez certo e orou corretamente. Ela demonstrou humildade e confiança total. Sua vida, cheia de faltas e enganos, não está certa. Mas a sua humildade e confiança de dizer isto ao Senhor e a certeza e confiança de que o Senhor pode dar ente perdão fez com Jesus concluísse dizendo: “Uma coisa é certa! Quem voltou para casa perdoado foi o publicano. Aquele que realmente veio para ser perdoado”.

Diálogo:

§  Alertar que quando ficamos contando vantagem sobre alguma virtude, freqüentemente queremos convencer a nós mesmos de que a temos. Quem é de verdade não precisa dizer: os outros simplesmente vêem.
§  Assim, quem é inteligente de fato não precisa dizer que é, porque qualquer um pode perceber isso; quem é honesto, responsável ou bondoso não necessita gritar isso, ou tentar convencer os outros de que é, muito menos desmerecer os méritos alheios para elevar os seus. Se as virtudes forem verdadeiras, elas se imporão por si.
§  Observar que, muitas vezes, aquele que faz propaganda de uma virtude tem pouco mais do que ela de que se orgulhar.

 Pedir que dêem exemplos de atitudes humildes
Após ouvi-los, dar alguns exemplos:
§  Reconhecer que nós também erramos. Há muitas pessoas que pensam que os outros erram, mas que elas estão sempre certas. Em uma discussão, raramente conseguem perceber que o outro pode ter alguma razão.
§  Em várias situações na vida, acham que a culpa pelos problemas é sempre de outras pessoas ou de Deus. Pedir desculpas, mesmo que não estiver totalmente convencido de que errou. Às vezes, erramos sem querer e não notamos, mas outras pessoas nos mostram nosso equívoco e é nosso dever moral pelo menos nos desculpar.
§  Tratar com respeito aqueles que, teoricamente, são inferiores a nós. Se, em uma matéria, somos muito melhores que um nosso colega, não é certo que fiquemos "jogando isso na cara dele". Não ficar falando para os outros que somos isso e aquilo de bom. Tratar os que têm menos que a gente com o mesmo respeito que gostaríamos de ser tratados pelos que têm mais.
§  Aceitar ajuda - ninguém consegue fazer tudo sozinho. Reconhecer que não sabemos alguma coisa. Ouvir o que os outros estiverem falando. Mesmo que, na nossa opinião, eles estiverem falando besteira, pode ser que algo de proveitoso tenham a expor.

Pedir que citem atitudes orgulhosas.
§  Todas as contrárias às que citamos no item acima, além de outras, tais como olhar com desprezo para uma pessoa mal vestida, não aceitar fazer um trabalho tido como inferior, como lavar vasos sanitários ou louças, não admitir críticas, não admitir nossa própria inferioridade
§  Não acreditar em Deus é um ato de extremo orgulho, porque faz com que a pessoa se julgue superior, sem ninguém acima dela. Querer que todos tenham a nossa opinião. Achar que nossa palavra não pode ser contestada, que os outros devem fazer tudo como nós fazemos ou mandamos. Tratar as pessoas como se não precisássemos delas. Achar que os outros não merecem ter coisas boas que nós temos.

Existe vantagem em ser humilde? Qual?

§  A pessoa humilde evolui mais depressa, porque reconhece seus defeitos e isso é o primeiro passo para os eliminar.
§  . A humildade leva a pessoa a cultivar outras virtudes, como o respeito, a paciência, a tolerância e a compreensão dos erros dos outros, esta porque sabemos sermos nós mesmos cheios de falhas.
§  O humilde aceita com mais facilidade a vontade de Deus, o que faz com que seja mais tranqüilo para ele cumprir sua missão aqui na Terra.
§  Por outro lado, o orgulhoso mente para si mesmo, porque se acredita muito melhor do que verdadeiramente é. Ele pode ofender muitas pessoas no caminho, porque seu orgulho não lhe permite ver que elas não são seres inferiores, que merecem ser tratados como tal. Aquele que alimenta o orgulho tem dificuldades na convivência com os outros, além de preparar para si mesmo momentos de sofrimentos, sendo vários deles ligados à percepção de quem realmente são, que muitas vezes vem de forma amarga.
§  Quem é humilde sabe servir ao próximo. Isso contribui não só para a evolução daquele que serve, mas também para a melhoria do planeta, para a paz na Terra.

 Pedir que citem o nome de alguma pessoa muito humilde que conheçam ou de quem já tenham ouvido falar

§Conduzi-los à percepção de que Jesus, além de ensinar a humildade através das palavras, exemplificou-a o tempo todo. Ele, o maior espírito que já passou pela Terra, não humilhou ninguém com seu poder, com sua superioridade. Poderia, certamente, ter escolhido nascer rico, em meio a ouro e roupas bonitas. Teria todas as possibilidades de assumir o poder, de mandar nas pessoas da época, se assim quisesse. Se fosse orgulhoso, não quereria andar no meio de pobres, prostitutas, cegos e estropiados.
§  Não trataria a todos como seus iguais. Não chamaria a todos de irmãos, nem se curvaria diante do que percebia ser a vontade do Pai.
§  O Mestre nos disse que "Bem-aventurados são os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus". Quis dizer com isso que a felicidade é para os humildes, aqueles que não procuram rebaixar os outros, que sabem se colocar na sua posição exata diante de Deus, de si e dos homens.
§  Jesus, ao pregar a humildade, sabia que ela é a mãe de outras virtudes muito importantes para o nosso crescimento.
§  Ele disse também que "Os exaltados serão humilhados e os humilhados serão exaltados". Isso significa que aqueles que buscam se elevar acima dos homens acabam se tornando os mais baixos diante de Deus, enquanto aqueles que fazem a vontade deste e aceitam servir ao semelhante elevam-se diante do criador.Contar-lhes a cena da Santa Ceia, em que Jesus lava os pés e as mãos dos doze apóstolos, que estavam com ele. Na época, essa tarefa era feita por escravos e, antes da chegada do nazareno, os seus companheiros discutiam à cerca de quem faria tão subalterna atividade. Após lavar-lhes os pés e as mãos, Jesus falou-lhes: "Aquele que quiser ser o maior dentre vós, seja o menor", deixando claro que a verdadeira virtude está na humildade.
Contar a historia de Francisco de Assis.

FRANCISCO DE ASSIS

     No dia 26 de setembro de 1182, em Assis, na Itália, nascia o filho de Pedro Bernardone, rico comerciante de tecidos, e dona Joana Bourlemont.
     Como Pedro Bernardone estivesse viajando na época do nascimento do filho, dona Joana, alma sensível e mansa, de profunda religiosidade, levou o pequenino para o batismo e lhe deu o nome de João. Ao voltar da viagem, Bernardone ficou furioso ao saber do nome do filho e disse:
     - Com autoridade de quem você batizou meu filho? Quem batiza sou eu! E ele se chamará Francisco.
     Joana teve a intuição certa ao fazer batizar seu filho com o nome de João, pois ele era, na realidade, a reencarnação do apóstolo João Evangelista, que Jesus fizera renascer no seio da Igreja Católica a fim de restaurar a pureza do Evangelho.
     Francisco foi crescendo e seu pai, homem de caráter forte e autoritário, desejava que o filho chegasse a ser um rico comerciante como ele. Não poupou esforços quando Francisco, ainda jovenzinho, pediu para ser cavaleiro. Sem relutância o rapaz alistou-se para defender sua gente numa guerra entre Assis e a Perúsia. Não houve o sucesso que se esperava e o vibrante soldado foi preso pelos inimigos. Privou-se da liberdade,mas foi nesse cárcere que pôde meditar profundamente sobre a complexidade da vida humana.
     Começava para ele uma grande revolução interior, o homem velho dava lugar ao novo. Agora Francisco percebia o verdadeiro sentido do seu destino. Não havia nascido por acaso. E seu coração estava preparado para realizar a vontade do Senhor.
     Na época havia muitas igrejas e conventos em ruínas, então Francisco ligou-se de imediato com o aspecto da igrejinha de São Damião, que estava a ponto de ruir. Ouviu uma voz que dizia:
     -Minha casa está caindo. Quero que você a reforme.
     Não pensou de pronto, que a casa a que se referia a voz era o corpo da Doutrina, o Evangelho de Jesus. Na possibilidade de oferecer algo de si, sua meta inicial foi reconstruir igrejas. Chegou mesmo a gastar algum dinheiro do pai nessas reformas, o que provocou frontal e escandaloso desentendimento. Seu pai ficou inconformado com o prejuízo material e com a opção de Francisco em ajudar a pobreza, indo contra todos os sonhos de vê-lo um cavaleiro e rico sucessor de seus bens.
     Francisco de Assis deixou a casa paterna, entregando ao pai tudo o que tinha, até mesmo as roupas que estava usando. Era abril de 1207, o rapaz tinha 25 anos. Nascia, então, Francisco de Assis, o “Profeta da pobreza”.
     Francisco de Assis dedicou-se integralmente a seu semelhante, aos doentes, pobres, órfãos e amou a todos, inclusive os animais e a natureza. Restaurou o Evangelho na sua pureza primitiva. Na figura do “Poverello”, relembrou aos homens, principalmente àqueles que estavam na direção da Igreja e que haviam adulterado os ensinamentos do Mestre, que o Evangelho deveria ser aplicado aos simples e necessitados.
     A todos chamava carinhosamente de “irmão”: irmão Sol, irmã Lua, irmão fogo, irmã Terra. Exemplificou assim a humildade diante da Criação de Deus.
     No dia 3 de outubro de 1226, em Santa Maria da Porciúncula, terminou a caminhada terrena deste homem cheio de misericórdia, sempre pronto a se compadecer e a perdoar.
     Aquele que viveu como Jesus e amou todas as criaturas pequenas e grandes, vivas ou inanimadas. No dia seguinte, 4 de outubro, foi sepultado em Assis, data em que passou a ser comemorado o Dia Universal da Natureza.
     Francisco de Assis é considerado o protetor dos animais e patrono dos “lobinhos”, ramificação do Escotismo que atende crianças de 7 a 10 anos, pelo amor que demonstrou à natureza.

Musica vagalume

Sou o vagalume
Que vive a piscar
A minha luzinha
É pequenininha,
Mas dá p’ra iluminar
Não me comparo ao sol
Lindo a brilhar
Nem me comparo à lua
Que no céu está

Mas lá na floresta
Quando está escuro
A minha luzinha
É pequenininha
Mas dá p’ra iluminar
Promover a reflexão para a formação dos conceitos:
§  O vagalume se achava tão brilhante quanto o sol?
§  Ele se achava tão brilhante quanto a lua?
§  Quando o vagalume piscava? Para quê?
§  Ele sabia que a sua luz era pequenina?
§  Ele sabia que sua luz só podia ajudar um pouquinho?
§  O vagalume gostava de ajudar?
§  Ele era humilde ou orgulhoso? Por quê?
§   Se eu precisasse de uma luz forte e só tivesse vagalume para iluminar o que eles poderiam fazer?

Concluir  que:
§  As crianças são como o vagalume: podem também ajudar, mesmo que a ajuda seja pequena.
Toda ajuda dada com amor, mesmo pequena, traz luz e felicidade ao coração. Todas as crianças juntas poderão dar uma grande ajuda, tal como os vagalumes fizeram uma grande luz. E Jesus espera isso de nós.