quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

TEATRO - O SOLZINHO BONIFÁCIO


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NARRADOR :Solzinho Bonifácio acabara de nascer num Universo... Estendeu seus raiozinhos até onde pôde
Se espreguiçou...
Se espreguiçou...
Depois, fechou-se todinho.
Estava gostoso e quentinho dentro dele.
E ele não queria ter de dividir com coisa alguma, nem com ninguém mesmo.
Os satélites, os Cometas e os outros Corpos Celestes que o Pai do Céu havia enviado para formar com ele novo sistema solar, ficaram logo tristes!

LUA: Nossa! Que solzinho mais egoísta!

COMETA: E agora? Que haveremos de fazer?

LUA:Vamos marcar uma reunião nas “Pequenas Nuvens BZ12”.

NARRADOR: Mas, o Solzinho não compareceu.
E...A cada dia...,
Acordava menos disposto a colaborar.
Ora...
Cada um que cuidasse de si.
Porque,ainda tão novinho era já obrigado a se doar?
O Universo era tão bonito!...
Queria primeiro conhecê-lo!...
Um, emissário do Senhor depois de ouvir todas as queixas com bastante atenção, falou bem assim:

EMISSÁRIO: “Cada ser vivo, cada corpo celeste, cada criação do Pai do céu, tem de aprender a viver ajudando uns aos outros no Universo!”.
Desde os seres inferiores da criação até o homem e as estrelas!
E mais ainda:
‘Esta é a ordem máxima!
Portanto, matriculem o Solzinho já numa Escola de Sóis!”

NARRADOR: E lá se foi Solzinho Bonifácio a Escola BSO (dos objetos estelares)
De mochila nova e tudo.
Nela, carregava raiozinhos,para aprender, no recreio, a enviá-los com toda a força.
Lá, ele aprendeu estas coisas muito antigas:
Deus existe
É A CAUSA PRIMÁRIA DE TODAS AS COISAS
É A INTELIGÊNCIA SUPREMA TAMBÉM.
E FORA Ele,quem o havia criado com uma destinação.
E então o Solzinho resolveu fazer uma viagem pela sua Galáxia para conhecer os outros Sóis.
Já aprontara as malas até quando uns satélites se aproximaram dele.
E Reidi, o mais novinho satélite do seu sistema solar falou bem assim:

REIDI: “Solzinho Bonifácio, você é uma Estrela e, como todos os demais corpos celestes, atrai outros corpos para junto de si”.

LUA MARILI: “Eu soube que existem buracos negros por aí!...”.
E se todos cairmos num deles?
Vamos De-sa-pa-re-cer?!

NARRADOR: Solzinho Bonifácio tomou um susto!
E agora!
Quando ouviu uma voz bem longe.
Era uma estrelinha chamada Mari-inha, que gritava para ele assim:

MARI-INHA: “Solzinho Bonifácio, eu acho que nunca devemos tomar nenhuma atitude precipitada,só para satisfazer nossos caprichos! Eu também queria brilhar na Via-Láctea! Mas, se Deus me criou aqui é porque tem um plano para mim”.
Não é mesmo?
Tenho mais é que obedecer!..”

NARRADOR: Não demorou muito e duas estrelinhas que acabavam de nascer enviaram suas opiniões.

DUAS ESTRELINHAS: Pense em nós Bonifácio.
Afinal,formamos ou não uma grande família?
Você não pode desarrumar nossa casa, nosso “Céu Quase Azul”, certo?

NARRADOR: Solzinho Bonifácio olhava para um lado meio perdidão.Que decisão tomar? (É muito importante entender os outros,aceitá-los como verdadeiramente são, não é verdade?)
Foi só aí, então,que chegou a vez do cometa Marins,que levou este nome por causa de quem o descobriu, anunciar com sua voz de trovão:

COMETA: “Se você sair de sua órbita, como eu vou aparecer de 100 em 100 anos,Solzinho?”.
Como vai ser minha rota?
Vou ficar perdido,Bonifácio.
Vou ficar perdido neste imenso Universo.”
E começou a chorar...
Chorar...chorar...

NARRADOR: E quanto mais chorava,mais aumentava a claridade de sua enorme cauda gasosa de luz.
Iluminou,intensamente,cada cantinho da galáxia, “Céu quase azul”.
Foi só aí que o Solzinho Bonifácio se olhou
E se enxergou como se estivesse frente a um grande espelho
Também... Com aquela estranha luminosidade.

SOL: Nossa!
Não é que sou uma enorme fornalha?
O maior astro do meu sistema solar.
Giro em torno de mim mesmo,ao mesmo tempo em que caminho pelo espaço.
Estavam certos.Eu nasci para dar vida e aquecer.
É mesmo, tudo está interligado na obra do Pai.
Só uma inteligência infinita poderia ter criado tudo tão perfeito.
Sim, Deus existe.

NARRADOR: Ele comprovara em si mesmo.
E aí foi dar sua primeira voltinha. Esquentou, o mais que pôde,a sua fornalha interna e anunciou em voz bem alta na “Galáxia Céu Quase Azul”.

SOL: OM!OM!
“Todos atentos!”.
Vou começar a girar, da direita para a esquerda, em volta de mim mesmo,
E caminhar toda a minha rota...
Sigam-me Planetinhas e Planetóides
Aqueçam-se de vez!
Quero VIDA, MUITA VIDA em todos vocês!
Vamos decolar agora!
Afinal...
Esta é a nossa primeira voltinha!
E ainda teremos muitas, muitas voltinhas pela frente...
Por muitas e muitas eras...
Para atravessar nossa órbita deste imenso Universo de Deus.

MÚSICA

TELESCÓPIO
Tia Vilma
Depois que o homem
Inventou o telescópio
Até parece que o Universo cresceu
E onde pensava, não haver mais nada
Milhões de sóis
E outras galáxias percebeu
São,são as muitas moradas
As muitas moradas da casa do Pai
Por muitos destes mundos
O espírito passa
E evoluindo ele vai, vai...

Adaptação do Livro-Solzinho Bonifácio de Cléo de Albuquerque Mello

O JARDIM DA AMIZADE


Personagens: Giraflor, o Girassol; Vagarosa, a lagartinha; Abelia, a abelhinha; Sol, Lua, Estrelas, Chuva, Arco-íris.
(Inicia-se com o cenário de uma noite)

Estrelinha 1: (bocejando) – Ah! Que sono! Acho que já está na hora do dia amanhecer...
Estrelinha 2: (bocejando) – Também acho... estou com muito sono também!... Gosto tanto de brincar... mas dormir também é bom... Dona Lua, já é hora de irmos dormir?
Lua: - Sim, crianças, vamos todos dormir... O Sol já vem aí e nós temos que descansar um pouco... Vamos, vamos...
(saem a Lua e as Estrelas. Entra o Sol.)
Sol: - Puxa! Que dia feliz! Tenho mais um dia para trabalhar, para servir, dar luz e calor! Que bom! (vê uma plantinha) Oh! Que bonita! Nasceu mais uma plantinha.... que florzinha será esta? Ah!... é um girassol... que bonito! Agora este jardim ficará ainda mais perfumado e bonito!
Giraflor: - Bom dia, Sol! Sou Giraflor e acabo de nascer! Acho o mundo tão bonito, tão brilhante... Estou muito contente de Ter nascido... Mas estou sentindo-me um pouco só aqui... Será que você poderia fazer-me o favor de arranjar uns amigos para mim?
Sol: - Isto, Giraflor, eu não posso fazer, porque amigos ninguém pode arranjar para ninguém. Amigos, a gente conquista.
Giraflor: Como assim?
Sol: - Um amigo, é o maior tesouro que se pode Ter. A pessoa só é rica quando tem bons amigos! E amigos a gente tem que merecê-los...
Giraflor: - E como vou fazer para conquistar amigos?
Sol: - Giraflor, com o tempo você verá. Por enquanto, sou candidato a ser seu amigo... Até logo.
Giraflor: - Você já vai? Fique comigo...
Sol: - Giraflor... Esta é a primeira lição... Se eu ficar todo o tempo com você, como cuidarei e minhas obrigações? Além disso, eu queimaria as suas pétalas com o meu calor... Nunca exija que seus amigos fiquem sempre com você, senão você será exigente, cansativa... Deixe que eles venham quando quiserem, quando puderem e quando desejarem a sua presença...
Giraflor: - Está bem... Volte quando puder, sim?
Sol: - Eu voltarei, não se preocupe.
(o Sol sai de cena, e entra a lagartinha)
Giraflor: - Bom dia, lagartinha Vagarosa.
Vagarosa: - Bom dia! Quem é você.
Giraflor: - Sou um Girassol que acaba de nascer!... Você quer ser minha amiga?
Vagarosa: - Claro que sim. Posso comer um pouquinho de suas folhas?
Giraflor: (horrorizada) – Comer minha folha ? Claro que não, sua gulosa. É assim que você quer ser minha amiga, me destruindo?... Vá-se embora daqui, sua feiosa! Não deixo não!
Vagarosa: (desapontada) – Mas eu não ia comer tudo... só um pouquinho, porque estou com muita fome... Como você quer amigos se não está disposta a dar nada?... Até logo... (sai andando devagar).

(Abelia entra voando, cantando:
Zum... zum...zum...
Sou Abelita e sei voar...
Zum...zum...zum...
Mel, melito faço assim...assim...assim...
Assim, com muito néctar.
Assim com muito amor... )

Abelia: - Mas que linda florzinha! Bom dia! Como se chama?
Girassol: - Bom dia! Eu me chamo Giraflor e acabo de nascer. Você quer ser minha amiga?
Abelia: - Claro que sim! Sou amiga de todas as flores! Todas me recebem com alegria e me dão o seu mel... Posso tirar um pouquinho do seu néctar para fazer o mel.
Giraflor: - Você também quer me roubar? Tirar o meu néctar! Vagarosa queria as minhas folhas e você o meu pólen. Com que eu ficarei?
Abelia: - Nunca perdemos o que damos. O néctar que você me desse iria multiplicar-se em alimento para muitos e você fabricaria mais... Pode deixar... Vou procurar outra flor que tenha mais boa vontade. Até logo! (ssi)
(Volta o Sol)
Sol: - Olá, minha amiguinha! Por que está tão triste?
Giraflor: - Ah! Sol! Aqui todo mundo é engraçado! Cada um quer tirar uma parte da gente! Com que ficarei?
Sol: - Mas esta é uma das maneiras de seu amigo: dar de nós mesmo em benefícios de todos. Nunca ninguém perdeu nada por ser generoso. Como você quer amigos se não está disposta a sacrificar-se?
Giraflor: - Mas ser amigo é muito difícil...
Sol: - só no princípio. Depois você se acostuma e vê que a alegria de Ter amigos, compensa qualquer sacrifício... Lá vem Dona Chuva e eu preciso me esconder...
(o Sol sai e entra a Chuva)
Chuva: - Olá! Como vai você?
Giraflor: - Vou bem. Obrigada pelo banho... Eu estava com calor...
Chuva: - De nada, ora, esta é a minha missão: molhar, molhar, molhar, deixar a terra muito úmida para a vida poder nascer...
Giraflor: - E este trabalho não é cansativo?
Chuva: - Um pouco, mas vale à pena, porque neste trabalho faço muitos amigos pelo caminho...
Giraflor: - Eu também estou querendo amigos, mas não sei como agir... Só estou fazendo coisas erradas, magoando meus amigos... Dona Chuva, por favor, o que é ser amigo de verdade?
Chuva: - Bem... Ser amigo... Ser amigo é... Vamos ver... É... Bom... Acho melhor lhe dizer assim:
Ser amigo é amar
É saber compreender
É plantar uma flor
Para vê-la crescer... Crescer...
E ser feliz...
Um amigo assim
Eu sempre procurei
Em meio a tanta gente,
Agora encontrei por que
Achei você...
(Enquanto a Chuva declama, todos se aproximam. Por último o Sol com o Arco-Íris. Girassol fica encantado com o Arco-Íris )
Girassol: - Que lindo! Quem é você?
Arco-Íris: Sou o Arco-Íris. Apareço todas as vezes em que o Sol e a Chuva aparecem juntos, de manhã ou à tarde, de preferência... Sou fruto de uma amizade rara...
Giraflor: - Sou ainda pequeno, mas já aprendi muito sobre a amizade. Querem ver? Em um dia aprendi que:
Um amigo não exige nada
Mas está pronto a dar de si
Se for preciso
Um amigo não esconde nada
E sabe fazer para seus amigos
Um paraíso!

Todos: “Somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai.”

TEATRO - A UNIÃO FAZ A FORÇA




CENÁRIO: FLORESTA

NARRADOR: Era uma vez um elefante chamado Tonho (Entra o Tonho). Ele era grande e tinha uma tromba que servia e canudinho para beber água e de chuveiro para tomar banho. Que feliz era o Tonho com uma tromba tão útil... Que elefante gordo! Ouçam só o barulho que ele faz quando anda: Tronc... Tronc... Tronc...

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TONHO: Uaaa... Hoje levantei mais cedo do que nunca. Estou morrendo de fome. Vou comer bastante e depois dar a minha voltinha de sempre... Hum... Que folhinha gostosa... Eis, aquele matinho lá adiante parece estar delicioso... Vou até lá pegá-lo... (atravessa o cenário) Tronc... Tronc... Tronc... Nhoc... Que lindo dia (prende o pé na corrente) Aaaaaiiii Que houve, estou até tonto... Prendi meu delicado pezinho nessa horrível corrente. Como vou fazer? O jeito é gritar... Socorro, socorro! Quem vem me ajudar? Estou preso na corrente, não posso andar... (entra o coelho cantando, dá uma volta no cenário, e para diante do Tonho).

COELHO: O que foi seu elefante comeu demais? Por acaso está com dor de barriga?

TONHO: Eu não estou com dor de barriga. Não tive tempo nem para comer!

COELHO: Então por que tanta gritaria? Por que você está tão triste?

TONHO: Prendi o pé na corrente. Você me ajuda?

COELHO: Claro, Tonho! Em matéria de força, falou comigo mesmo... Vou puxar com toda a força... 1... 2... (puxa com força) Uff... 1...2...3... (puxa) Uff... Nossa, Tonho, como esta corrente é forte! Puxei com toda a força! Não consegui arrebentá-la. O que vamos fazer?

TONHO: O jeito é gritar... Socorro, socorro. Quem vem me ajudar. Estou preso na corrente e não posso andar!

NARRADOR: Puxa que gritaria! Mas se não for assim, como o Tonho vai sair daí? Hei criançada, tenho uma idéia. Vamos ajudar o Tonho pedir ajuda?...(tempo para a resposta) Então vamos lá... Socorro, socorro, quem vem me ajudar. Estou preso na corrente e não posso andar (entra afobado o boi)

BOI: Um... Um... Que aconteceu, Tonho? Por que está aí parado, gritando e chorando?

TONHO: Eu estava passando, mas prendi o pé na corrente. Você tem os dentes afiados, seu boi, veja se consegue arrebentar a corrente para me soltar...

BOI: Ora, não tem problema. É pra já. Vou dar umas mordidas bem fortes e pronto. Você está livre num momento. (o boi puxa e morde a corrente na boca várias vezes). Um... Um... Asssiiiii...

TONHO: Socorro, socorro, quem vem nos ajudar? O boizinho se machucou tentando me soltar!

COELHO: O que aconteceu, seu boi?

BOI: Aí... Aí... Ih! Compadre quebrei um dente e não consegui.

COELHO: Ih, ou ter que fazer um bom curativo. Vamos até minha casa. Tonho voltamos já. Vá tentando se soltar. (saem o boi e o coelho).

GATO: Qual é o problema. Será que essa gritaria vai continuar muito tempo?

TONHO: É essa corrente, seu gato. Que é que eu faço? (gritando). Socorro, socorro, quem vem me ajudar.

GATO: Espere aí Tonho. Deixa comigo. Tenho unhas afiadas. Vou unhar até a corrente ficar fininha, bem fininha, aí então será fácil de quebrar. Rap... Rap... Rap... É ela é bem dura, não, Tonho?

TONHO (murmurando) Já estou vendo tudo... Não me solto mais. Socorro, socorro...

GATO: Espere aí, vou tentar novamente. Rap... Rap... Rap... É Tonho, não dá mesmo. Gastei todas as minhas unhas e não consegui. Terei que ir até a manicure para cuidar delas... Tonho, que corrente forte está prendendo você!

TONHO: Socorro, socorro, quem vem me ajudar estou preso na corrente e começo a me preocupar.

PATO: - Quem, quem, quem.

TONHO: Hei, é o patinho... O patinho feio.

PATO: Eu sou o patinho sim, mas não sou o patinho feio!

TONHO: E você sabe puxar forte?

PATO: Claro, quem não sabe? Se o problema é esta corrente, vou puxar até arrebentar... (puxa, puxa, puxa)

TONHO: Não arrebentou. Socorro, socorro, quem vem me ajudar, estou preso na corrente e não posso andar!...

RATO: Ah! Ah! Ah! (rindo)

TONHO: Quem está rindo?!

RATO: Sou eu mesmo, o ratinho. Assim você não consegue nada, Tonho. Eu sei um jeito de arrebentar a corrente.

GATO E PATO: Sabe?

RATO: Claro que sei, sou muito inteligente.

PATO: Pois eu quero ver!

RATO: É só pegar essa pedra que é muito dura e bater com força em cima da corrente. Vejam... Toc... Toc... Toc... Chiii. A pedra rachou... Preciso correr senão todas as pedrinhas vão machucar o Tonho (sai correndo)...

TONHO (chorando) Socorro, socorro, quem vem me ajudar. Estou preso na corrente e não posso andar!

RATO: (entra em cena novamente) Que é isto? Não precisa chorar Tonho...

TONHO: Eu prendi o meu pezinho nesta corrente, ninguém consegue me soltar. E você, ratinho, também não pode ajudar, porque é muito pequeno...

RATO: Tamanho não quer dizer nada. O negócio é usar a inteligência. É claro que eu vou conseguir. Sozinho é que eu não poderia conseguir.

TONHO: Então, como?



RATO: Vamos fazer o seguinte. Chamem todos os bichos. Precisamos deles.


GATO: Um minuto. Vou chamar o boi, o coelho, o pato. Não conta nada. Não quero perder... (entram os bichinhos).

Os bichos juntos: O que está acontecendo?

RATO; Acontece que esquecemos: A união faz a força. Eu vou contar até 3. Quando eu falar 3, nós todos puxamos a corrente juntos.(todos se colocam em fila). Atenção vai lá. É um... É dois... E lá vão três! (puxam e a corrente se solta)

Oba, oba, arrebentamos.... (o gato)

COELHO: Oba, oba, o Tonho nós soltamos.

Tonho: Muito obrigado, amigos, muito obrigado.

RATO: Já que vimos que juntos somos fortes, convido a todos para fazermos uma grande festa. Minha casa está às ordens. Vamos lá. Só que não tem cadeira pra você, Tonho.

TONHO: Não tem importância. Festa é festa. Vamos lá. (saem cantando)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

NATAL DE AMOR


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É Natal!

Tempo de reflexão.

Tempo de paz.

Tempo de festas.

Tempo de tirar as diferenças.

Tempo de estender a mão ao seu próximo.

Não esqueça
que sempre haverá alguém
a espera de uma palavra de carinho,
de conforto e de paz para o seu coração.

Também não se esqueça que existe muita gente na completa solidão,
e sem natal.
Lembre-se do amigo que se encontra distante,
daquele parente só e abandonado.

Lembre-se das crianças que padecem
carentes nos orfanatos,
e dos velhinhos que,
à margem da sociedade,
renegados pelos próprios familiares,
anseiam por uma palavra de carinho,
por um gesto de tolerância.

Você não pode consertar as injustiças do mundo,
mas cada um de nós poderá contribuir
com o que tem de mais sagrado:
O AMOR.

Experimente fazer um Natal diferente!
Doe um pouquinho de si!
Realize algo novo!
Deixe a sua marca de carinho!
Você dará ao seu Natal um significado mais abrangente:
alguém ficará feliz com o seu gesto!
E você verá que o seu Natal será completo.

Ana Amélia Donádio

sábado, 11 de dezembro de 2010

DINÂMICA - MEU AMIGO JESUS


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OBJETIVOS - Desenvolver a atenção, a habilidade verbal, a rapidez de reação e fixação de conhecimentos.

MATERIAL - Humano e cartões coloridos

FORMAÇÃO - O evangelizador distribuirá os cartões entre as crianças que formarão pequenos grupos de acordo com as cores.

DESENVOLVIMENTO - O evangelizador anuncia o seu amigo e a letra que escolheu para iniciar as respostas das perguntas. Só serão aceitas respostas que iniciarem com a letra escolhida, e responderá o grupo que primeiro pedir a palavra.

Exemplo: Letra J

Perguntas.

Em que província Ele nasceu? - Judá

Quem era seu pai? - José

Ele era descendente de que povo? - Judeu

As margens de que rio foi simbolicamente batizado? - Jordão
Quem o batizou simbolicamente? - João Batista

Para que cidade se dirigia o homem que foi atendido pelo Bom Samaritano? - Jericó

Qual o apóstolo que se destacou por sua afinidade com Jesus? - João Evangelista

Qual o profeta que como Jesus também falou a respeito dos falsos profestas? - Jeremias

Como se chamava o pai do apóstolo Pedro? - Jonas

Qual o apóstolo que traiu Jesus? - Judas Iscariotes


(Mamy )

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NATAL - NASCIMENTO DE JESUS - MATERNAL



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As dúvidas que envolvem o natalício do Senhor,
longe de tirarem o brilho e a beleza do Evangelho,
apenas demonstram que não devemos nos deter em detalhes dispensáveis.
Richard Simonetti, Paz na Terra, pág. 51.
Natal / Nascimento de Jesus
Transmitir a alegria do momento do nascimento de Jesus.

Motivação inicial
Figura de Jesus na manjedoura
Mostrar a figura para as crianças e perguntar se sabem quem é.

Verificação/Fixação
Presépio
Levaras figuras de José, Maria e Jesus já recortadas para montar o presépio. Se houver um número pequeno de crianças, auxiliá-las a pintar as figuras. Caso contrário, já levar as figuras coloridas para que as crianças somente as colem.



História: NASCIMENTO DE JESUS
Este bebé é Jesus. Ele nasceu em Belém, um lugar muito longe daqui. Jesus nasceu num estábulo, onde os animais dormiam. O seu berço foi a manjedoura, onde era colocado o alimento dos animais.
Para permanecer quentinho, ficou com seus pais, José e Maria, que O embrulharam em panos limpos. Também os animais, como as vacas, os carneiros e os burrinhos, ajudaram a aquecê-Lo, pois era inverno e fazia muito frio.
Uma estrela muito brilhante mostrava aos reis de vários
pov
os o lugar em que Ele nasceu. Esses reis vieram de longe para trazer-Lhe presentes.Avaliação da Aula:





domingo, 5 de dezembro de 2010

O NASCIMENTO DE JESUS





1) Leia com atenção:



Como Jesus nasceu

Maria era a noiva do carpinteiro José.
Deus enviou o anjo Gabriel para dizer à Maria que ela era a escolhida para ser a mãe de Jesus.
O imperador César Augusto ordenou a contagem de todas as pessoas do Império.
Maria e José partiram para a terra de José: Belém para fazer o recenseamento.
Jesus nasceu em Belém, numa estrebaria, pois a cidade estava repleta de pessoas.

2) Responda:

a) Quem foi a escolhida para ser a mãe de Jesus?

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b) O que o imperador César Augusto ordenou?

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c) Onde Jesus nasceu?

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d) Por que Jesus nasceu numa estrebaria?

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