terça-feira, 18 de outubro de 2016
domingo, 16 de outubro de 2016
CONHECE-TE A TI MESMO
Sub-TEMA: Lei de liberdade: livre-arbítrio
MÚSICA INICIAL:
PRECE:
FAZER A MENTALIZAÇÃO DO LAGO – rápido.
Dinâmica: Fazer uma dinâmica do livro, O caminho Oculto
Contar antes a história, parte: – Leonardo – O Sublime encontro – A rogativa.
Dinâmica: - Dá as crianças algumas responsabilidades: Dizer a eles, que de agora em diante, segundo o que ouviram sobre o Leonardo, que eles farão de contas que serão o Leonardo e daremos várias situações e que eles escolherão o que fazer.
Fazer um caminho, onde eles irão passar, colocar no decorrer desse caminho, um brinquedo (ex. uma boneca e ao lado uma atividade que terão que fazer, eles terão que escolher o que querem fazer. Anotar pelo nome as atividades que as crianças escolheram.
1 – A vaca doente – Tinha uma perna quebrada e várias feridas no corpo. Apelava para vc, com o olhar muito triste, como a suplicar-lhe uma gota d’água. O animal tinha sede, muita sede. Essa vaquinha dá leite todos os dias para você. O que você pode fazer?
- Ao lado, colocar um brinquedo.
2 - O VELHO SERVIDOR - O velhinho, de cabelos brancos, seguia dificilmente, suportando pequeno fardo as costas, ele olha pra você e diz: - Meu bom rapaz, ajude-me, por favor! Venho do moinho de seu pai, onde recebi o farelo que devo entregar ao vizinho. . . Creio, porém, que meu velho corpo não está funcionando bem... A cabeça anda-me à roda, tenho as pernas doridas, receio cair a qualquer momento. O que você pode fazer?
3 - A MERENDA - Leonardo, hoje ainda não comi coisa alguma... Tive medo de ficar atrasado nas lições e não quis perder a aula, embora viesse com bastante fome... Torcia as mãos, acanhado por pedir. Prosseguiu, explicando: — “Seu” Januário não me pagou os serviços que fiz em casa dele, na semana passada, e, por isso, como mamãe tem andado doente, não nos foi possível comprar nem mesmo o café... O que vc pode fazer por ele?
4 - A REFEIÇÃO - O pai já havia chegado, preparando-se para o almoço. Viera suado, mas prazenteiro, carregando dois cestos pesados de morangos, cenouras, bananas e abacaxis. A mãe chamou Leonardo para o almoço. Ele queria comer bife, a mãe disse que nesse dia teria ovos. O que vc faria no lugar dele?
Anotar todas as reações de cada criança. Ao final retornarem para o grupo e se reúnam em círculo, para analisar todos juntos o que houve? Como foram as respostas, quem preferiu o brinquedo e porquê. Relembrar a rogativa de Leonardo a Jesus, se for necessário, releia a mesma.
Deixar todos darem suas opiniões e finalizar lendo o texto REENCONTRO. E finalizar com as explicações do mestre.
Ler para eles, os quadros do comportamento do Leonardo, dos 4 casos que abordamos, ao ler cada caso, pedir que façam uma comparação entre a escolha que Leonardo e fez e que eles fizeram na dinâmica.
Finalizar dizendo pra eles que somos responsáveis por nossas escolhas. Tudo o que fazemos de bem ou de mal, sempre haverá retorno para nós mesmos, quando fazemos o bem conquistamos amigos, quando fazemos o mal, conquistamos inimigos, até mesmo dentro da família.
Citar o ensinamento de Jesus.
Mt, 16: 27 - “A cada um segundo as suas obras.”
Finalizar com prece, ensinar a eles pra toda noite ao orar, fazer um exame de tudo o que fizeram durante o dia, e analisar onde erraram e onde podem melhorar.
LIGA-PALAVRA
Ligar as palavras correspondentes.
SE EU SEMEAR … COLHEREI …
ROSEIRAS
ESPINHEIROS
AMOR
VENTOS
ÁRVORES FRUTÍFERAS
FRUTOS
AMIZADE
TEMPESTADE
ROSAS
ESPINHOS
Evangelizadora - Luiza Helena Neiva
domingo, 2 de outubro de 2016
TAMARA
Tamara é uma curta-metragem de animação, criada por House Boat Animation Studio, sobre uma menina surda e o seu sonho de ser bailarina.
A musica pára, mas isso não detém Tamara, que segue a sua dança... uma bonita história que nos mostra que, apesar das dificuldades, devemos perseguir os nossos sonhos.
A musica pára, mas isso não detém Tamara, que segue a sua dança... uma bonita história que nos mostra que, apesar das dificuldades, devemos perseguir os nossos sonhos.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
A CASA ESPÍRITA

Base Doutrinária: Evangelho Segundo o Espiritismo Cap.V, item 27;
Garimpeiros do Além ( Bezerra de Menezes)
Objetivos:
- Conscientizar as crianças da
importância dos trabalhos assistências como maneira de praticarmos os
conhecimentos recebidos dentro da evangelização.
- Despertar na criança o interesse da
educação espírita para agir de acordo com os ensinos de Jesus diante das
situações de nossas vidas. Entender as 4 maneiras de reconhecer o Centro
Espírita: Escola, Lar, Hospital e Oficina, como recurso para buscarmos
sempre que necessário a nossa paz e evolução espiritual.
Atividades iniciais:
- Canto
- Prece inicial
- Introdução ao tema: Iniciar uma
conversação / diálogo com as crianças sobre o cego.
- Sua vida é fácil?
- Ele sofre preconceito?
- Pode estudar ? Onde?
- Qual o método que se usa para que uma
pessoa cega aprenda a ler e escrever?
- Como ele se locomove?
- Pode levar uma vida normal?
- Desenvolvimento do tema. Comparar
nossa vida espiritual à vida de um cego
Apesar de enxergarmos com os “olhos”, às
vezes somos considerados cegos, pois não entendemos o que vemos à nossa volta (
sofrimento, separação, faltas materiais, violência, etc).
Às vezes sofremos preconceitos de pessoas
mais evoluídas intelectualmente.
Mas nós podemos deixar de sermos cegos. È
só querermos. Por isso há a Casa Espírita, ou Centro Espírita;
A casa Espírita é uma escola (palestra e grupo de estudo, entre eles, a Evangelização para encarnados e desencarnados), um lar, pois nos dá amor e carinho , nos oferece alimento e agasalho espiritual, um hospital de almas (passe, desobesessão, atendimento fraterno) e uma oficina (um local de trabalho voluntário a favor dos outros e de si mesmo). A Doutrina Espírita tem o objetivo de esclarecer e consolar, com base na Doutrina codificada por Allan Kardec..
A casa Espírita é uma escola (palestra e grupo de estudo, entre eles, a Evangelização para encarnados e desencarnados), um lar, pois nos dá amor e carinho , nos oferece alimento e agasalho espiritual, um hospital de almas (passe, desobesessão, atendimento fraterno) e uma oficina (um local de trabalho voluntário a favor dos outros e de si mesmo). A Doutrina Espírita tem o objetivo de esclarecer e consolar, com base na Doutrina codificada por Allan Kardec..
· Resumindo:
casa Espírita é um grupo de pessoas, que estudam e
acreditam na Doutrina Espírita, que se reúnem para trabalhar, para aprender e
divulgar o Espiritismo e os ensinamentos do Mestre Jesus
·Quem trabalha no Grupo Espírita? Trabalhadores
voluntários que estudam a Doutrina Espírita. Não é um trabalho remunerado,
ninguém ganha dinheiro ou salário para ser Presidente, Diretor ou Trabalhador.
Também não se ganha dinheiro para dar aula de Evangelização. As crianças e os
jovens podem e devem participar como trabalhadores voluntários do Centro
Espírita, desde que autorizados por seus pais ou responsáveis.
·
Dentre os trabalhos desenvolvidos num Centro Espírita,
destaca-se a Evangelização e dentre da Evangelização, temos a Evangelização
Infantil.. O Mestre sempre demonstrou que o conhecimento religioso deve ser
usado nas nossas ações diárias, ou seja, na prática da nossa vida. Por isso ,
damos tanta importância ao estudo que começa na idade infantil. Essa
oportunidade de estudo é a ajuda mais importante que os centros Espíritas
oferecem a todos.O centro espírita é uma escola de iluminação espiritual. Uma
escola diferente das outras que conhecemos. Nela,
as
crianças estudam o Espiritismo e as lições de Jesus nos ensinou. Para isso,
temos um programa, desenvolvido em reuniões semanais.Nas escolas convencionais,
estuda-se ciência, matemática, geografia e outras matérias mais, Nela, temos
férias, mas na Escola de Evangelização não há necessidade porque estamos
tratando de uma atividade religiosa e religião é prática constante. E Escola de
Evangelização nos leva à compreensão da própria vida, orientando-nos como viver
em paz conosco, com nosso próximo e com a própria vida. É uma escola de
aperfeiçoamento moral e mesmo quem ensina, está aprendendo.
·A pessoa que teve a felicidade de conhecer o Evangelho de Jesus,
explicado à luz da Doutrina Espírita,
desde criança, é uma pessoa que caminha segura no mundo, pois aprendeu os
valores da fé, do bem e da paz. E além disso aprendemos que podemos contar com
as bênçãos de Deus e de Jesus, através da presença de benfeitores espirituais
que nos amparam sempre, desde é claro, que queiramos.
- Atividades
finais:
Fixação:
Complete de acordo com
o que você entendeu:
a)
Uma Casa Espírita é
...............................................................................................
b) O nome de nossa Casa é
.............................................................................................
c) Não se recebe .............................
para se fazer um trabalho voluntário.
d) Na Evangelização infantil as crianças estuda
..............................................................
e) Não há .................... na Escola de
Evangelização, porque
........................ é prática
Entregar
às crianças um grande coração, para que eles desenhem o Centro Espírita e as
pessoas que dele participam. Na parte da frente do coração poderá ter uma
frase, exemplo: "O Centro Espírita é uma escola, um local de amor".
OBS:
Durante a conversa, passar o conceito de
hospital e dizer que o passe ajuda tanto na cura espiritual como na cura do
corpo físico.
* Explicar cada trabalho realizado no CE. Enfatizar que a Evangelização infantil, é um comprometimento tanto das evangelizadoras quanto das crianças.
* Falar do centro como um templo onde buscamos a paz espiritual.
* Relatar alguns dos trabalhos mais importantes que acontecem dentro do centro.
* Explicar cada trabalho realizado no CE. Enfatizar que a Evangelização infantil, é um comprometimento tanto das evangelizadoras quanto das crianças.
* Falar do centro como um templo onde buscamos a paz espiritual.
* Relatar alguns dos trabalhos mais importantes que acontecem dentro do centro.
HUMILDADE
“Bem- aventurados
os humildes de espírito, porque deles é
o reino dos céus” Mateus,
5:3
Objetivo: Conscientizá-los da importância que a humildade tem na
elevação da criatura humana e do fato de que todos têm sua relevância no
universo. Ajudá-los a ver que não existe superioridade verdadeira de um sobre o
outro, só por causa da função exercida, do dinheiro, da posição ou das aparências.
Incentivação:
O
FARISEU E O PUBLICANO
Certo dia duas pessoas foram ao templo para orar.
Os dois entraram no templo e cada qual fez sua oração. O primeiro chegou diante
do altar, ergueu suas mãos para o alto (era costume da época) e orou:
Oh! Senhor eu te agradeço porque não sou uma
daquelas pessoas que não dão coletas, que vivem de negócios desonestos como,
por exemplo este homem que se encontra ali no fundo do templo. Eu não sou ruim,
duas vezes por semana eu me purifico e não como. Dou a décima parte de tudo que
ganho para a igreja.
Assim continuou a apresentar a Deus tudo de bom que
ele fez.
O segundo agiu de forma bem diferente do anterior.
Não teve nem coragem de erguer as suas mãos. Nem sequer ergueu a cabeça. Ele
estava certo que era pecador e que não tinha nada para se gabar diante de Deus.
Só tinha condições de bater no peito e dizer:
Senhor, eu sou um pecador, minha vida está cheia de erros, tenho prejudicado o meu próximo, não sou merecedor de nada, mas tenha pena de mim e dá-me o teu perdão.
Com qual das orações Deus se alegrou?
Senhor, eu sou um pecador, minha vida está cheia de erros, tenho prejudicado o meu próximo, não sou merecedor de nada, mas tenha pena de mim e dá-me o teu perdão.
Com qual das orações Deus se alegrou?
O primeiro chegou diante do Senhor falando de sua
vida e de como ele era bom e de quantas boas obras tinha feito. O segundo veio,
com mãos vazias, confessou sua vida cheia de erros. Ele não tinha nada para
apresentar. Somente uma coisa ele queria: perdão pelos seus pecados, e,
salvação que só Deus pode dar.
Jesus disse que o segundo fez certo e orou
corretamente. Ela demonstrou humildade e confiança total. Sua vida, cheia de
faltas e enganos, não está certa. Mas a sua humildade e confiança de dizer isto
ao Senhor e a certeza e confiança de que o Senhor pode dar ente perdão fez com
Jesus concluísse dizendo: “Uma coisa é certa! Quem voltou para casa perdoado
foi o publicano. Aquele que realmente veio para ser perdoado”.
Diálogo:
§
Alertar que quando ficamos contando vantagem
sobre alguma virtude, freqüentemente queremos convencer a nós mesmos de que a
temos. Quem é de verdade não precisa dizer: os outros simplesmente vêem.
§
Assim, quem é inteligente de fato não precisa
dizer que é, porque qualquer um pode perceber isso; quem é honesto, responsável
ou bondoso não necessita gritar isso, ou tentar convencer os outros de que é,
muito menos desmerecer os méritos alheios para elevar os seus. Se as virtudes
forem verdadeiras, elas se imporão por si.
§
Observar que, muitas vezes, aquele que faz
propaganda de uma virtude tem pouco mais do que ela de que se orgulhar.
Pedir
que dêem exemplos de atitudes humildes
Após ouvi-los, dar alguns
exemplos:
§
Reconhecer que nós também erramos. Há muitas
pessoas que pensam que os outros erram, mas que elas estão sempre certas. Em
uma discussão, raramente conseguem perceber que o outro pode ter alguma razão.
§
Em várias situações na vida, acham que a culpa
pelos problemas é sempre de outras pessoas ou de Deus. Pedir desculpas, mesmo
que não estiver totalmente convencido de que errou. Às vezes, erramos sem
querer e não notamos, mas outras pessoas nos mostram nosso equívoco e é nosso
dever moral pelo menos nos desculpar.
§
Tratar com respeito aqueles que, teoricamente,
são inferiores a nós. Se, em uma matéria, somos muito melhores que um nosso
colega, não é certo que fiquemos "jogando isso na cara dele". Não
ficar falando para os outros que somos isso e aquilo de bom. Tratar os que têm
menos que a gente com o mesmo respeito que gostaríamos de ser tratados pelos
que têm mais.
§
Aceitar ajuda - ninguém consegue fazer tudo
sozinho. Reconhecer que não sabemos alguma coisa. Ouvir o que os outros
estiverem falando. Mesmo que, na nossa opinião, eles estiverem falando
besteira, pode ser que algo de proveitoso tenham a expor.
Pedir que citem atitudes orgulhosas.
§
Todas as contrárias às que citamos no item
acima, além de outras, tais como olhar com desprezo para uma pessoa mal
vestida, não aceitar fazer um trabalho tido como inferior, como lavar vasos
sanitários ou louças, não admitir críticas, não admitir nossa própria inferioridade
§
Não acreditar em Deus é um ato de extremo
orgulho, porque faz com que a pessoa se julgue superior, sem ninguém acima
dela. Querer que todos tenham a nossa opinião. Achar que nossa palavra não pode
ser contestada, que os outros devem fazer tudo como nós fazemos ou mandamos.
Tratar as pessoas como se não precisássemos delas. Achar que os outros não
merecem ter coisas boas que nós temos.
Existe vantagem em ser humilde? Qual?
§
A pessoa humilde evolui mais depressa, porque
reconhece seus defeitos e isso é o primeiro passo para os eliminar.
§
. A humildade leva a pessoa a cultivar outras
virtudes, como o respeito, a paciência, a tolerância e a compreensão dos erros
dos outros, esta porque sabemos sermos nós mesmos cheios de falhas.
§
O humilde aceita com mais facilidade a vontade
de Deus, o que faz com que seja mais tranqüilo para ele cumprir sua missão aqui
na Terra.
§
Por outro lado, o orgulhoso mente para si mesmo,
porque se acredita muito melhor do que verdadeiramente é. Ele pode ofender
muitas pessoas no caminho, porque seu orgulho não lhe permite ver que elas não
são seres inferiores, que merecem ser tratados como tal. Aquele que alimenta o
orgulho tem dificuldades na convivência com os outros, além de preparar para si
mesmo momentos de sofrimentos, sendo vários deles ligados à percepção de quem
realmente são, que muitas vezes vem de forma amarga.
§
Quem é humilde sabe servir ao próximo. Isso
contribui não só para a evolução daquele que serve, mas também para a melhoria
do planeta, para a paz na Terra.
Pedir que citem o nome de
alguma pessoa muito humilde que conheçam ou de quem já tenham ouvido falar
§Conduzi-los à percepção de que Jesus, além de
ensinar a humildade através das palavras, exemplificou-a o tempo todo. Ele, o
maior espírito que já passou pela Terra, não humilhou ninguém com seu poder,
com sua superioridade. Poderia, certamente, ter escolhido nascer rico, em meio
a ouro e roupas bonitas. Teria todas as possibilidades de assumir o poder, de
mandar nas pessoas da época, se assim quisesse. Se fosse orgulhoso, não
quereria andar no meio de pobres, prostitutas, cegos e estropiados.
§
Não trataria a todos como seus iguais. Não
chamaria a todos de irmãos, nem se curvaria diante do que percebia ser a
vontade do Pai.
§
O Mestre nos disse que "Bem-aventurados são
os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus". Quis dizer com
isso que a felicidade é para os humildes, aqueles que não procuram rebaixar os
outros, que sabem se colocar na sua posição exata diante de Deus, de si e dos
homens.
§
Jesus, ao pregar a humildade, sabia que ela é a
mãe de outras virtudes muito importantes para o nosso crescimento.
§
Ele disse também que "Os exaltados serão
humilhados e os humilhados serão exaltados". Isso significa que aqueles
que buscam se elevar acima dos homens acabam se tornando os mais baixos diante
de Deus, enquanto aqueles que fazem a vontade deste e aceitam servir ao
semelhante elevam-se diante do criador.Contar-lhes a cena da Santa Ceia, em que Jesus lava os pés e
as mãos dos doze apóstolos, que estavam com ele. Na época, essa tarefa era
feita por escravos e, antes da chegada do nazareno, os seus companheiros
discutiam à cerca de quem faria tão subalterna atividade. Após lavar-lhes os
pés e as mãos, Jesus falou-lhes: "Aquele que quiser ser o maior dentre
vós, seja o menor", deixando claro que a verdadeira virtude está
na humildade.
Contar a historia de Francisco
de Assis.
FRANCISCO DE ASSIS
No dia 26 de setembro de 1182, em Assis,
na Itália, nascia o filho de Pedro Bernardone, rico comerciante de tecidos, e
dona Joana Bourlemont.
Como Pedro Bernardone estivesse viajando
na época do nascimento do filho, dona Joana, alma sensível e mansa, de profunda
religiosidade, levou o pequenino para o batismo e lhe deu o nome de João. Ao
voltar da viagem, Bernardone ficou furioso ao saber do nome do filho e disse:
- Com autoridade de quem você batizou meu
filho? Quem batiza sou eu! E ele se chamará Francisco.
Joana teve a intuição certa ao fazer
batizar seu filho com o nome de João, pois ele era, na realidade, a
reencarnação do apóstolo João Evangelista, que Jesus fizera renascer no seio da
Igreja Católica a fim de restaurar a pureza do Evangelho.
Francisco foi crescendo e seu pai, homem
de caráter forte e autoritário, desejava que o filho chegasse a ser um rico
comerciante como ele. Não poupou esforços quando Francisco, ainda jovenzinho,
pediu para ser cavaleiro. Sem relutância o rapaz alistou-se para defender sua
gente numa guerra entre Assis e a Perúsia. Não houve o sucesso que se esperava
e o vibrante soldado foi preso pelos inimigos. Privou-se da liberdade,mas foi
nesse cárcere que pôde meditar profundamente sobre a complexidade da vida
humana.
Começava para ele uma grande revolução
interior, o homem velho dava lugar ao novo. Agora Francisco percebia o
verdadeiro sentido do seu destino. Não havia nascido por acaso. E seu coração
estava preparado para realizar a vontade do Senhor.
Na época havia muitas igrejas e conventos
em ruínas, então Francisco ligou-se de imediato com o aspecto da igrejinha de
São Damião, que estava a ponto de ruir. Ouviu uma voz que dizia:
-Minha casa está caindo. Quero que você a
reforme.
Não pensou de pronto, que a casa a que se
referia a voz era o corpo da Doutrina, o Evangelho de Jesus. Na possibilidade de
oferecer algo de si, sua meta inicial foi reconstruir igrejas. Chegou mesmo a
gastar algum dinheiro do pai nessas reformas, o que provocou frontal e
escandaloso desentendimento. Seu pai ficou inconformado com o prejuízo material
e com a opção de Francisco em ajudar a pobreza, indo contra todos os sonhos de
vê-lo um cavaleiro e rico sucessor de seus bens.
Francisco de Assis deixou a casa paterna,
entregando ao pai tudo o que tinha, até mesmo as roupas que estava usando. Era
abril de 1207, o rapaz tinha 25 anos. Nascia, então, Francisco de Assis, o
“Profeta da pobreza”.
Francisco de Assis dedicou-se
integralmente a seu semelhante, aos doentes, pobres, órfãos e amou a todos,
inclusive os animais e a natureza. Restaurou o Evangelho na sua pureza primitiva.
Na figura do “Poverello”, relembrou aos homens, principalmente àqueles que
estavam na direção da Igreja e que haviam adulterado os ensinamentos do Mestre,
que o Evangelho deveria ser aplicado aos simples e necessitados.
A todos chamava carinhosamente de “irmão”:
irmão Sol, irmã Lua, irmão fogo, irmã Terra. Exemplificou assim a humildade
diante da Criação de Deus.
No dia 3 de outubro de 1226, em Santa Maria da
Porciúncula, terminou a caminhada terrena deste homem cheio de misericórdia,
sempre pronto a se compadecer e a perdoar.
Aquele que viveu como Jesus e amou todas
as criaturas pequenas e grandes, vivas ou inanimadas. No dia seguinte, 4 de
outubro, foi sepultado em Assis, data em que passou a ser comemorado o Dia
Universal da Natureza.
Francisco de Assis é considerado o
protetor dos animais e patrono dos “lobinhos”, ramificação do Escotismo que
atende crianças de 7 a
10 anos, pelo amor que demonstrou à natureza.
Musica vagalume
| Sou o vagalume Que vive a piscar A minha luzinha É pequenininha, Mas dá p’ra iluminar Não me comparo ao sol Lindo a brilhar Nem me comparo à lua Que no céu está |
Mas lá na floresta Quando está escuro A minha luzinha É pequenininha Mas dá p’ra iluminar |
Promover a reflexão para a
formação dos conceitos:
§
O vagalume se achava tão brilhante quanto o sol?
§
Ele se achava tão brilhante quanto a lua?
§
Quando o vagalume piscava? Para quê?
§
Ele sabia que a sua luz era pequenina?
§
Ele sabia que sua luz só podia ajudar um
pouquinho?
§
O vagalume gostava de ajudar?
§
Ele era humilde ou orgulhoso? Por quê?
§
Se eu
precisasse de uma luz forte e só tivesse vagalume para iluminar o que eles
poderiam fazer?
Concluir que:
§
As crianças são como o vagalume: podem também
ajudar, mesmo que a ajuda seja pequena.
Toda ajuda dada com amor, mesmo pequena, traz luz e felicidade ao coração. Todas as crianças juntas poderão dar uma grande ajuda, tal como os vagalumes fizeram uma grande luz. E Jesus espera isso de nós.
Toda ajuda dada com amor, mesmo pequena, traz luz e felicidade ao coração. Todas as crianças juntas poderão dar uma grande ajuda, tal como os vagalumes fizeram uma grande luz. E Jesus espera isso de nós.
FÉ
Religiosidade (fé raciocinada)
Objetivo: Levar à compreensão e ao raciocínio
das crianças que a fé espírita é raciocinada, por se apoiar nos fatos e na
lógica, por isso, nenhuma dúvida deixa. “A criança crê porque tem certeza e
ninguém tem certeza senão porque compreendeu.” Allan Kardec.
Incentivação inicial: Colar no quadro a folha com a
seguinte frase:
“Fé inabalável só é a
que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da humanidade.” Allan Kardec.
Mostrar
aos evangelizandos em todas as épocas que esta fé raciocinada, sempre traz
força e esperança a nossa vida.
- Época de Jesus: A
mulher que tinha um fluxo de sangue
E,
passando Jesus outra vez num barco para a outra margem do lago de Genezaré,
ajuntou-se a Ele uma grande multidão que o apertava. Na multidão, estava uma
certa mulher que havia doze anos sofria de uma hemorragia. E que havia padecido
muito com muitos médicos, e gasto tanto quanto tinha, nada lhe aproveitando os
tratamentos. Ouvindo falar de Jesus, juntou-se no meio da multidão, por trás
dele e tocou em seu vestido, porque, dizia ela para si mesma, se tão somente
tocar nas suas vestes, ficarei sã. E Jesus, conhecendo que uma virtude de si
mesmo saíra, voltou-se para a multidão e disse: - Quem me tocou? Que tocou em
minhas vestes? – E seus discípulos disseram-lhe: vês que a multidão te aperta e
dizes que te tocou? Então a mulher, que sabia o que tinha acontecido,
aproximou-se e prostrou-se diante Dele e disse-lhe toda a verdade. E Ele lhe
disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada deste mal.
- Vídeo do Chico com a
história da Valéria.
- História do barco. Um barco estava em uma enorme tempestade
correndo o risco de naufrágio. No meio do corre corre um homem viu um menino na
cabine de controle brincando tranquilamente de carrinho como se nada estivesse
acontecendo. Então, intrigado com o fato ele perguntou se o menino não estava
com medo do barco afundar. O menino respondeu: - Você sabe quem é o meu pai? –
Não, respondeu o homem. – É o capitão deste navio.
-
História do menino que quer comprar uma boneca para a irmã que morreu.
Comentários:
“A
fé sincera e verdadeira é sempre calma” diz Kardec, mostrando que “a calma na luta é sempre
um sinal de força e de confiança” e que a violência apenas denota a
fraqueza e insegurança daquele que assim procede para resolver seus problemas.
É
lícito se indague sobre a origem da fé raciocinada. Teria ela nascido com o
Espiritismo? Não, a fé raciocinada nos vem de Jesus, dos ensinamentos do seu
Evangelho. O Mestre mudou completamente o próprio conceito de religião,
introduzindo no campo até então puramente emocional da fé, o componente razão,
entendimento. Ninguém, até Jesus, fez tantos apelos ao raciocínio no âmbito
religioso. Kardec, conhecedor profundo da atuação de Jesus, o conhecia, não
como um místico, mas como um educador de almas que, ao tempo em que tocava o
sentimento daqueles que o ouviam, sabia também levá-los ao entendimento das
lições.. Por isso, tem a Doutrina Espírita essa característica de
racionalidade. E não podia ser de outra forma, de vez que ao Espiritismo coube
o papel de reviver o Cristianismo na sua pureza, simplicidade e pujança
originais.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
AMAR O PRÓXIMO
OBJETIVO: Formar na criança o impulso ao amor, a
aplicar o amor em suas atitudes para com o próximo. Que devemos fazer ao
próximo somente aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. A importância do
amor na sociedade, na família, em toda parte.
DESENVOLVIMENTO:
DESENVOLVIMENTO:
1º MOMENTO: Incentivação inicial: Narrar a história do livro: “A galinha afetuosa”.
2º MOMENTO:. Desenvolvimento no tema:
Devemos amar o próximo e a nós mesmos. O que é se amar?* É fazer sempre o melhor para si, sem prejudicar os outros; * É ter respeito consigo mesmo, não prejudicar seu corpo e seu espírito.
Devemos amar o próximo e a nós mesmos. O que é se amar?* É fazer sempre o melhor para si, sem prejudicar os outros; * É ter respeito consigo mesmo, não prejudicar seu corpo e seu espírito.
O que é amar o
próximo?* É procurar sempre fazer o melhor para ele, mesmo que ele não perceba
nossas intenções; * É respeitá-lo, não tentando obrigá-lo a ser como a gente
gostaria que ele fosse;* É esclarecê-lo em todos os assuntos que pudermos;* É
também praticar a caridade moral e material, que são a expressão prática do
amor;* É, em síntese, seguir o ensinamento do Cristo: Fazer aos outros
exatamente o que gostaríamos que nos fizessem e não fazer aos outros o que não
gostaríamos que nos fizessem.
A quem devemos amar,
ou seja, quem é o nosso próximo? Todos, encarnados e desencarnados são nossos
próximos e devemos amar e ajudar sempre que pudermos, sem olhar a quem.
Como gostar de uma pessoa muito diferente de nós e cheia de
defeitos?* Percebendo que ela é filha de Deus como nós, portanto merece amor;*
Refletindo que nós também somos cheios de defeitos e queremos que os outros
gostem de nós;* Sabendo que os defeitos das pessoas não vão durar para sempre e
que podemos, inclusive, ajudá-las a superá-los.
Por que e para que
devemos amar as pessoas?* Porque o amor é a manifestação de Deus em nossas
vidas, é a prova de que ele existe; * Porque ele é o meio mais fácil e rápido
para evoluirmos, já que evita que pratiquemos o mal; * Para termos uma vida
mais alegre e fazermos felizes aqueles que recebem o nosso amor.
O amor é só um, mas o
sentimos e manifestamos de várias formas:* Amor maternal, paternal, filial,
fraternal, romântico...
3º MOMENTO:
ATIVIDADE DINÂMICA
Eu fiz para Você …
MATERIAL: lápis colorido ou canetas, cartolinas ou papel ofício recortados em formato de corações.
COMO APLICAR: Explicar ao grupo que a missão de cada um é escrever nos corações nomes de pessoas queridas, pessoas que eles deixariam morar em seus. Cada um poderá criar um slogan, um desenho, uma palavra que reflita o que aquela pessoa representa. Depois que cada criança apresentar quem ele convidaria a morar em seu coração, propor que guardemos os corações em uma caixinha e no final faremos uma prece aos amigos. O evangelizador depois de ouvir as crianças, entregará mais alguns corações e escrever nomes de pessoas que estão em hospitais, presídios, etc.
Este é um exercício de amor ao próximo através de nossas atitudes e do cuidado com o outro. Após a entrega, observar:
- como foi feito a tarefa? Com capricho ou com má vontade?
- a mensagem ou slogan é positivo??
3º MOMENTO:
Pintura de gravuras sobre o tema
da aula. (Levarei as gravuras)
4° MOMENTO:
Entregar massinha de modelar e pedir que as
crianças façam algo referente à história contada no inicio da aula, ou algo que
represente o amor, como corações, flores bonecos...; Depois de pronto pedir que
eles ofereçam ao amigo do lado.
Obs.: No inicio da dinâmica deixar
a criança livre para pegar a quantidade de massinha, as que ficarem sem
massinha o evangelizador, deverá propor exercitarmos o amor ao próximo e
dividirmos a massinha, caso seja necessário recolher e redistribuir até que
todos tenham um pouco para fazer a atividade.
PRECE FINAL
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