sábado, 27 de abril de 2013

O URSINHO PREGUIÇOSO

Atividade Introdutória:

Montar dois jardins zoológicos (QUEBRA-CABEÇA)  um com todas as crianças juntas e outro o evangelizador deve fazer sozinho (deve demorar bastante).

O que se pode concluir?
Quem demorou mais?
 Por que as crianças terminaram primeiro?
 Qual ficou mais bem feito?

Chamar a atenção da criança quanto a importância do trabalho em grupo pois além de terem terminado primeiro, o zoológico ficou bem feito porque todos fizeram com amor e ninguém se cansou pois todos colaboraram. Verificar se todos realmente colaboraram ou se o trabalho poderia ter ficado melhor se alguma das crianças presente tivesse cooperado mais.

Mostrar a gravura dos burros para ilustrar COOPERAÇÃO

Resultado de imagem para pelos caminhos da evangelização -PAI NOSSO
  Coclusão: Devemos realizar todo trabalho da melhor maneira possível cooperando para que ninguém fique sobrecarregado pois quando realizamos tarefas em grupo tudo se torna mais fácil, podemos cooperar também ajudando a pessoas pobres, as crianças de orfanatos, mendigos pela simples vontade de ser útil, esta forma de cooperação chama-se caridade e nos sentimos muito bem quando estamos praticando a caridade.

Narrar a história - O URSINHO PREGUIÇOSO











Fazer perguntas sobre a história procurando esclarecer sobre o comportamento do urso fazendo um paralelo com o cotidiano das crianças que não devem ser como o ursinho era. Na historia o ursinho via muito televisão, perguntar se é bom ver TV muito tempo, fazê-la compreender que a televisão representa um grande progresso para o homem, lembrando como era difícil a comunicação sem ela, contudo não é qualquer tipo de programa que devemos assistir e não devemos aprender e fazer tudo o que ela ensina.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

PODEMOS FAZER A DIFERENÇA


  OBJETIVO: 

Apresentar a caridade como uma antena, que nos coloca em sintonia com as fontes da vida, para a captação da energia Divina.

- Perguntar ao grupo se sabem qual a função de uma antena.
Ouvir as respostas.

-Ler o conto “Fazer a diferença” (ver ANEXO I).

 -As mãos do jovem e do turista funcionaram como antenas?
 O que elas captaram?
Com o que sintonizaram?

-Ler o seguinte trecho do texto escrito por Richard Simonetti -Reformador,junho 2000, FEB (autor espírita de vários livros para jovens, entre eles o Não Pise na Bola):

 “... Quanto aos excluídos socialmente,os dados são controversos.Afirmam os pessimistas que no Brasil somam perto de quarenta milhões.Os otimistas defendem que não passam de quinze milhões.Num ponto estão de acordo – são milhões! Ao olhar desavisado parecerá inútil socorrer este ou aquele, fazer algo em benefício de alguns. ...” 

 - O que tem esta frase de Richard Simonetti em comum com o conto “Fazer a diferença”?

 -Que diferença faz,se há tantos para ajudarmos?(para aquele que atendemos, aquele que ajudamos incutindo-lhe fé na humanidade e esperança no futuro, nossa iniciativa faz muita diferença).

O que tem em comum o conto das estrelas-do-mar e Richard Simonetti com o velho ditado quando pisamos uma flor afetamos uma estrela? (PS: é uma imagem poética que exprime a misteriosa comunhão existente entre todos os seres da criação).

- Conversar com os jovens colocando que:

1-Vivemos numa cadeia, cheia de elos, influenciamos e somos influenciados uns pelos outros.
2-Na medida que tentamos fazer a diferença para aqueles a quem ajudamos,eles fazem a diferença para nós,proporcionado-nos um clima de serenidade e paz.
3-Esta ajuda pode ser para o corpo e/ou para o espírito.
4-É como se nossas mãos,nosso sorriso,nosso olhar,servindo funcionassem por abençoadas antenas,colocando-nos em sintonia com as fontes da vida, para a captação das benções de Deus.
5-Com estas benções nos sentimos mais fortes, mais equilibrados para enfrentar os nossos próprios problemas do nosso dia-a-dia.

 ANEXO I

 FAZER A DIFERENÇA

O turista andava pela praia quando viu um jovem que recolhia estrelas-do-mar na areia, trazidas pela maré,e as jogava de volta ao oceano. Curioso, perguntou-lhe a razão de sua iniciativa. -o sol está muito quente.Se ficarem na areia vão secar e morrer... o turista admirou-se: -meu jovem,existem vários quilômetros de praia nesta região e milhares de estrelas-do-mar espalhadas na areia.Você joga umas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai morrer.Que diferença faz? O moço pegou mais uma, atirou-a no oceano, e respondeu: -para essa eu fiz a diferença. Naquela noite,o turista revirou-se no leito,sem conseguir conciliar o sono, impressionado com a iniciativa do jovem.Na manhã seguinte juntou-se a ele.Juntos jogavam os indefesos animais de volta ao oceano.Em algum tempo,imitando o seu exemplo, ao longo das praias, dezenas de pessoas faziam a diferença para milhares de estrelas-do-mar que salvavam das areias escaldantes.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

O HOMEM: CORPO E ESPÍRITO





   DOENTES E DOENÇAS

Certa vez, alguns espíritos trabalhadores chegaram a um grande hospital, a fim de atender a quatro doentes ali internados.
Aproximaram-se de uma arejada enfermaria, chegando ao leito do primeiro enfermo. Este gemia dolorosamente, com grande falta de ar: - Valei-me Senhor! ... Ai Jesus! Curai-me e serei para sempre vosso servidor.
O segundo implorava, contorcendo-se com dores na barriga: - Ó meu Deus, meu Deus! ... Tende misericórdia de mim! Daí-me a saúde e farei somente a vossa vontade...
O grupo chegou ao terceiro doente que, suando em bicas, não aguentava forte cólica renal:
- Piedade, Jesus! ... Salvai-me! ... Tenho mulher e quatro filhos... Salvai-me e prometo ser fiel até a morte!
Por fim, clamava o de número quatro, com severa crise de reumatismo: - Jesus! Jesus! ... Ó Divino Médico! ... Amparai-me!Dai-me a saúde e vos darei a vida!
Os espíritos estavam penalizados. Comoviam-se ao ouvir tão carinhosas referências a Deus e a Jesus. Logo começaram a atuar, dando passes, aliviando rapidamente a situação dos doentes. Entretanto, logo que melhoraram os quatros nem se lembravam do nome de Jesus.
Dizia o primeiro, referindo-se a alguém que deixara de visitá-lo: - Aquele malandro pagará! ... Como me deve dinheiro, não veio aqui e naturalmente ficará satisfeito, pensando que morri!
O segundo esbracejava:
- Ora essa! ... Por que me vieram perguntar se eu queria orações? Já estou farto de rezar! Quero alta hoje!
O terceiro reclamava: - Quem falou aqui em religião? Não quero saber disso... Chamem o médico!
O doente número quatro gritava com a jovem enfermeira que trazia o café matinal:
- Saia da minha frente com seu café requentado, antes que eu lhe dê com este bule na cara!
Espantados com tão inesperada reação, os espíritos trabalhadores recorreram ao supervisor espiritual da instituição espiritual. Após ouvir a exposição do sucedido, o mentor esclareceu bem-humorado:
- Sim, vocês cometeram pequeno engano. Avaliaram mal as condições dos nossos quatro irmãos. Eles ainda não podem retornar à saúde, pois precisam do corpo enfermo para melhorar os espíritos. Todos são constituídos de corpo e Espírito e a saúde do primeiro só deve acontecer, quando o segundo estiver bem. E, sem demora, o superior desfez o que havia sido feito pelos irmãos de boa vontade, já que os quatro não estavam preparados para a saúde.

Irmão X - psicografia de Francisco Cândido Xavier Livro: “Ideias e Ilustrações” (adaptação).



Introdução:

Mostrar um boneco ao grupo, questionando:

Embora este boneco tenha tudo o que nós temos (cabeça, corpo, pernas e braços) por que ele não é capaz de fazer tudo o que fazemos?

O que lhe falta? Ouvi-los, ajudando na conclusão:

Vida.

Continuar com o questionamento:

O que dá vida ao homem e falta ao boneco?

Arrematar, caso não o façam: alma ou espírito.

Dizer que vai narrar uma história que mostra a necessidade do equilíbrio entre a saúde do corpo e a saúde do espírito.

Desenvolvimento: 

Narrar a história:

“Doentes e Doenças”. 

Conversar com as crianças, em torno da narrativa:

 Quem nos ajuda, quando estamos doentes?
 Por que os doentes da história não mereciam ser curados?
O que precisamos fazer para termos saúde?

sábado, 6 de abril de 2013

LEVANDO OS CACHORROS PARA PASSEAR


Resultado de imagem para pelos caminhos da evangelização -   sábado, 6 de abril de 2013 LEVANDO OS CACHORROS PARA PASSEAR

 Otávio estava muito triste. Seu cachorro Pitoco havia morrido. Pitoco era seu melhor amigo. Seus pais lhe deram quando ele ainda estava aprendendo a andar, e os dois cresceram juntos. Eram inseparáveis! Quanta aventura tinham feito um ao lado do outro! Sempre corriam pela praia, faziam trilha na mata perto de sua casa, nadavam juntos no rio e, de noite, Pitoco dormia num tapete aos pés da cama de Otávio. E agora, Pitoco estava morto. Nunca mais poderiam fazer essas aventuras. Otávio não parava de chorar. Seus pais, seus avós, seus amigos… Todo mundo tentava consolá-lo, mas em vão. Sua tristeza era tão grande que acabou ficando doente. Não queria comer, não queria ir à escola, nem sair com seus amigos para brincar. Ficava o dia inteiro na cama pensando no seu amigo Pitoco. Seus pais ficaram bem preocupados com ele, então tiveram uma ótima ideia que com certeza iria acabar com aquela tristeza. Eles sabiam que, quando fazemos alguma coisa boa para os outros, nos esquecemos dos nossos problemas e nos sentimos alegres, fazendo a tristeza ir embora! Então puseram um plano em ação. O papai disse: - Filho, dona Margarida está com a perna machucada e não pode passear com seu cãozinho Pimpo. Tadinho, ele está sem passear há vários dias e está triste igual você. Que tal levantar da cama e levá-lo para dar uma volta no parque? - Ah, pai, eu não estou com disposição! Se eu fizer isto vou me lembrar do Pitoco e ficar ainda mais triste. - Acho que você vai sim se lembrar do Pitoco, mas vai se sentir bem por estar ajudando outro cachorrinho e sua dona também. Otávio concordou meio a contra gosto e se levantou, vestiu uma roupa confortável, colocou um tênis e foi passear com o Pimpo. Quando Pimpo percebeu que ia passear, começou a pular e abanar o rabinho todo serelepe e feliz. Estava com tanta energia que saiu puxando Otávio pela corrente! Parecia mais que era ele quem estava levando Otávio para passear. Logo Otávio estava correndo e rindo com as sapequices de Pimpo. Voltou para casa todo suado e com um sorriso enorme nos lábios. Seus pais ficaram bem contentes com o que viram. - Papai, posso me oferecer para passear com mais cachorros da vizinhança? Tem bastante gente por aqui que não tem tempo para passear com seus cachorrinhos. - Esta é uma ótima ideia! Vamos fazer alguns cartazes e espalhar pelo bairro. E assim, Otávio e seus pais fizeram vários cartazes e espalharam pelo bairro onde moravam. O telefone não parava mais de tocar. Todo mundo queria que Otávio levasse seu cachorrinho para dar uma volta pelo parque. Sua agenda ficou bem lotada e quase não tinha mais tempo livre. As pessoas ficavam tão felizes que até pagavam para ele fazer esse trabalho. Logo Otávio tinha tantos amiguinhos cachorros que não tinha tempo para ficar triste pensando no Pitoco. Ele encheu seu quarto com fotos dos seus novos amigos caninos. Tinha a foto do Baruk, do Fred, da Hanna, da Suzi, da Laica, da Pitucha, da Nina, do Totó, do Fifo, do Hulk… Não cabiam mais fotos na sua parede! Mas, dentre todos aqueles cachorros, o que Otávio mais gostava era um cachorrinho chamado Bimbo. Bimbo era deficiente e só andava usando uma cadeirinha de rodas própria para cachorros. Esse era seu cachorrinho predileto. Como ele se sentia feliz em ver Bimbo correndo e latindo pelo gramado! Parecia que o mundo era perfeito naquela hora! Todos os dias, Otávio saía com Bimbo e um ajudava o outro a ser mais feliz e a esquecer as tristezas da vida! E assim, Otávio aprendeu que o segredo da felicidade era fazer o bem aos outros.
Nunca mais deixou que a tristeza morasse em seu coração!





segunda-feira, 25 de março de 2013

JOGO DAS ESCOLHAS



Colocar, em papéis recortados, expressões/palavras que traduzam ações. Formar dois grupos e orientá-los para que sorteiem entre si a opção pelo BEM ou pelo MAL (esclarecer que se trata de um jogo apenas)ou deixar ao acaso.

Entregar a cada grupo as expressões condizentes com a escolha feita / ou sortear fichas misturadas, aleatoriamente. Separar os grupos em duas filas, dispostas frente a frente.

Para cada “escolha” apresentada por cada participante (um por vez, os grupos alternando-se), deverão os participantes do grupo contrário mencionar, rapidamente, uma ou mais conseqüências da opção mencionada.

Ex. 1: “Eu escolho... ser invejoso.” Conseqüências possíveis (a serem mencionadas pelo grupo adversário): “Viver infeliz, sem se contentar com o que tem”, “Ser criticado pelos outros”, “Não ter nada nunca na vida, porque só se preocupa com o que os outros têm”, etc. Prejudicar aos outros... 

Ex. 2: “Eu escolho... Ser carinhoso e delicado”. Conseqüências: “Ter muitos amigos”, “Ser muito amado e querido”, “Receber muito carinho dos outros”.

Para cada acerto dos grupos, marcar em um papel um ponto. Caso o grupo adversário não consiga apontar uma ou mais conseqüência, o próprio grupo pode fazê-lo e ganhar o ponto. No final, somar os pontos e ver quem ganhou a competição. Se, por acaso, o grupo do “mal” ganhar, explicar que só ganhou porque apontou as conseqüências do Bem.

EU ESCOLHO...




Amar.




EU ESCOLHO...




Ajudar aos outros.




EU ESCOLHO...



Compreender os outros.





EU ESCOLHO...



Crescer e evoluir.





EU ESCOLHO...



Sorrir.





EU ESCOLHO...



Perdoar e esquecer as ofensas.





EU ESCOLHO...



Ouvir os outros.





EU ESCOLHO...



Me doar aos outros.





EU ESCOLHO...



Ser honesto e verdadeiro.





EU ESCOLHO...



Ser amigo e leal.






EU ESCOLHO...




Ser carinhoso e delicado.




EU ESCOLHO...




Ser bondoso e caridoso.




EU ESCOLHO...



Preservar a Natureza.





EU ESCOLHO...



Ser simples e humilde.





EU ESCOLHO...



Ser cuidadoso.





EU ESCOLHO...



Ser responsável.





EU ESCOLHO...



Ser vaidoso.





EU ESCOLHO...



Ser egoísta.





EU ESCOLHO...



Ser ciumento e possessivo.





EU ESCOLHO...



Ser imprudente e irresponsável.






EU ESCOLHO...




Ser preguiçoso.




EU ESCOLHO...




Roubar.




EU ESCOLHO...



Matar.





EU ESCOLHO...



Agredir e brigar – ser violento.





EU ESCOLHO...



Ser invejoso.





EU ESCOLHO...



Humilhar e desprezar os outros.





EU ESCOLHO...



Guardar ódio e rancor.





EU ESCOLHO...



Me vingar.





EU ESCOLHO...



Fofocar sobre a vida alheia.





EU ESCOLHO...



Ser irônico e amargo.






EU ESCOLHO...




Ser mal educado e grosso.




EU ESCOLHO...




Ofender os outros.




EU ESCOLHO...



Ser mentiroso e falso.





EU ESCOLHO...



Poluir.





EU ESCOLHO...



Ser orgulhoso.





EU ESCOLHO...



Prejudicar/lesar os outros.





EU ESCOLHO...



Criticar os outros, destrutivamente.





EU ESCOLHO...



Ser indiferente.





EU ESCOLHO...



Acreditar em Deus e ter Fé.





EU ESCOLHO...



Não crer em Deus, não ter Fé.







domingo, 17 de março de 2013

GINCANA PARA CRIANÇAS


Gincana – de 1 a 3 anos 

1. Pescaria

Uma bacia com água, peixes de plástico e varinhas de pescar. Uma pessoa de cada equipe terá 30 segundos para tentar pescar. Quem conseguir mais peixes será o vencedor.

2. Corrida das Frutas

Cada equipe terá uma árvore e suas frutas. Uma criança de cada equipe terá que correr e colar as frutas em sua árvore. O objetivo é ver quem consegue colar todas as frutas primeiro sendo assim o vencedor.

3. Derruba latas (uma pilha de latinhas de alumínio).

Será escolhida uma criança por equipe. O objetivo é ver que equipe consegue derrubar mais latinhas com uma bolinha.

4. Corrida do bambolê

Será escolhido duas crianças de cada equipe uma ficará parada para receber o bambolê e a outra correrá para levar o bambolê (a criança que ficar parada terá que ficar dentro do bambolê . O objetivo é ver quem consegue terminar todos os bambolês primeiro.

5. Corrida das garrafas

Cada equipe terá no mínimo três garrafas, uma criança da equipe terá que levar uma garrafa por vez até o outro lado rolando a garrafa. Quem conseguir levar todas as garrafas primeiro será o vencedor.
6. Competição da bolinha. Será colocada duas caixas por equipe. Uma com bolinhas e a outra vazia. Dada a largada uma criança de cada equipe terá que correr para levar as bolinhas para a caixa vazia. Quem conseguir levar mais bolinhas em 30 segundos será o vencedor.

7. Rola colchão

Dois colchões e duas bexigas por equipe. Uma criança de cada equipe terá que rolar no colchão e depois estourar a bexiga. Quem conseguir estourar a bexiga primeiro será o vencedor.

 Gincana – de 4 a 6 anos

1. Dança da laranja

Um casal por equipe. Cada casal terá que dançar com uma laranja entre a testa dos dois com as mãos para trás. A equipe que derrubar a laranja sai da dança. O objetivo é ver que equipe consegue ficar mais tempo com a laranja na testa sem deixar cair.

2. Corrida da bolinha

Dois participantes por equipe, uma caixa com bolinhas e um blusão por equipe. Um participante veste o blusão que deverá ser amarrada embaixo para que as bolinhas não escapem, o outro buscara as bolinhas e entregará nas mãos do que esta com o blusão que assim deve arrumar a bolinha dentro. No final será contado quantas bolinhas cada equipe conseguiu esconder no blusão, quem tiver mais é o vencedor.

3. Corrida da bolinha na colher

Um participante por equipe. A equipe que conseguir chegar até o ponto de chegada primeiro equilibrando a colher com a bolinha na boca sem utilizar as mãos e sem deixar a bolinha cair será o vencedor. (caso a bolinha caia terá que voltar para o ponto de partida e começar novamente).

4. Corrida para encher a Garrafa

Um participante por equipe. Cada equipe tentará encher uma garrafa PET levando a água do balde até a garrafa correndo com um copinho descartável de café que estará furado no fundo. Quem conseguir em um minuto encher mais a garrafa será o vencedor.

5.Varal dos biscoitos

Um participante por equipe. O participante tentará comer o biscoito que estará amarrado em um varal sem poder utilizar as mãos. Quem conseguir comer todo o biscoito primeiro será o vencedor.

6. Corrida do Sapato

Cinco participantes por equipe. Todos terão que tirar os sapatos e encostar de cara para uma parede, os sapatos serão embaralhados e dada à largada cada participante terá que vestir seu sapato. A equipe que conseguir vestir primeiro será o vencedor.

7. Lança argolas

Cada equipe escolherá um participante que seja bom de arremesso. Esse participante tentará acertar a argola no bico da garrafa. Quem conseguir acertar mais argolas ganha.

8. Dinâmica da bexiga no Pé

Cinco participantes por equipe. Cada participante terá uma bexiga amarrada em seu pé direito e com o pé esquerdo tentará estourar a bexiga da equipe adversária sem deixar que estourem a que está amarrada ao seu pé. Quem estiver a bexiga estourada sai da brincadeira. A equipe que ficar com mais bexigas cheias será o vencedor.

sábado, 16 de março de 2013

BRASIL, PÁTRIA DO EVANGELHO

Trabalhar com as cores da nossa bandeira.

Brasil verde - o que é verde no Brasil?

Brasil Verde - A natureza -  até quando?

Importância da natureza como expressão de Deus, os cuidados que devemos ter com o planeta, com o meio ambiente. Ser evangelizado é também ter consciência ecológica. "Olhai os  lírios do campo", disse Jesus, mas o homem tem interferido na obra divina a tal ponto que os lírios, embora não precisem tecer nem fiar porque o Pai os veste, têm a sua vida ameaçada, bem como toda a Terra.
 
                        A esperança - sempre

Ressaltar a necessidade de se redescobrir o Brasil, através do bem que não dá manchete e é próprio do povo que trabalha, que exercita a solidariedade e tenta construir um futuro melhor.

Brasil Amarelo -O que é amarelo no Brasil?

 A riqueza que vale ouro. A riqueza dos corações.

Ter cidadania responsável e consciência política é também um dever do espírita (ver no ESE - Missão do homem inteligente, cap. 13). Estar no mundo é um compromisso. "Dai a César o que é de César". O que podemos fazer para melhorar a qualidade de vida do brasileiro? Ressaltar a importância da prática da caridade verdadeira, sem assistencialismo de segundas intenções

Brasil Azul- O que é azul no Brasil?

O céu e o mar? Lembrar as simbologias nas parábolas de Jesus. Usar o mar para representar o mar  brasileiro, oceano de raças e diversidades, mas que muitas vezes é difícil de se navegar. Para onde vai o nosso barco?

Brasil Branco- O que é branco no Brasil?

O ideal de paz, que não pode se perder diante da guerra cotidiana dos grandes centros, da violência que tem se tornado uma constante em nossa sociedade. É preciso trabalhar pela paz. Como?

Essas atividades podem ser concretizadas através de qualquer atividade artesanal, de teatro ou de música.