sexta-feira, 25 de maio de 2012

A GREVE DOS LÁPIS

Tipo de Atividade:
Dobradura-Pintura
Idade Sugerida:
A partir dos 7 anos

Objetivo:
Imaginação. Exercício de busca de caminhos para solucionar problemas.

Material:

Retângulos de papel dobradura, na proporção 2x1, em cores diversas.
Folhas de papel sulfite e lápis de cor.

Como Aplicar:
Distribua os papéis e ensine a dobradura dos lápis.


Resultado de imagem para pelos caminhos da evangelização  - UMA BELA HISTÓRIA SEM FIM

Explique que estes lápis são os personagens de uma história e conte a história.

A GREVE DOS LÁPIS

No dia em que os lápis de cor resolveram parar, nada foi pintado.
Dos estojos, recusaram-se a sair.
Na escola, todos os desenhos ficaram pretos e brancos.
É que lápis não aguentavam mais tanta rotina.
O lápis amarelo se cansou de pintar o sol. Os vermelhos não queriam saber de telhados.
O lápis verde dizia:
- Chega de ser graminha! Nasci para ser mais do que isto! Quero experimentar coisas novas!
- As tintas sim, são felizes - comentavam os outros lápis. Nas pinturas famosas, Monet fez neve amarela, Van Gogh fez montanhas roxas e Ganguin pintou areia de cor de rosa. Por que não podemos ter este direito?
E so decidiram voltar ao trabalho quando as crianças concordaram em criar desenhos com cores bem diferentes.
E você, também vai ajudar?

Pergunte às crianças:

Como os lápis se sentiam, no inicio da história? Como se chama o sentimento que possuíam? O que os deixava descontentes?

Que solução encontraram para isto?
Poderia haver outros jeitos de solucionar seu problema? Quais?

Como você costuma reagir quando está descontente com alguma coisa em sua vida:
Cala-se e se conforma? Chora e tenta conseguir as coisas pela insistência?
Tenta negociar um acordo? O que será que dá o melhor resultado?


Distribua papéis e lápis de cor. Vamos fazer desenhos e usar cores bem incomuns?...(a dobradura pode ser colada no desenho)

(Rita Foelker)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ORDEM E DISCIPLINA

IDADE - 5 e 6 anos

OBJETIVO:

 Levar a criança a perceber e sentir as suas limitações, respeitando o limite do próximo, direcionando assim seus impulsos com ordem e disciplina.

INCENTIVAÇÃO:

Propor uma dinâmica às crianças com o objetivo de trabalhar com o equilíbrio, ordem e disciplina. As crianças em fila; o evangelizador vai à frente e andam contando em ordem decrescente (10 a 1) batendo os pés e as mãos alternadamente

DESENVOLVIMENTO:

Mostrar as figuras. (separadamente) Anexos 1, 2, 3 . Refletir com as crianças sobre o que está se passando nas figuras. As reflexões devem levar a criança a perceber as escolhas que fazem com relação a hábitos, costumes e atitudes de cada um em casa, na escola e na sociedade em geral. Levar a criança a perceber através dos anexos, que tudo segue uma ordem e disciplina, começando na natureza.
A ordem e a disciplina facilitam nossas tarefas, evitam acidentes, aborrecimentos e fazem parte de nossos deveres.

FIXAÇÃO:

Levar bastante figuras de objetos de cozinha, quarto, escola, higiene, etc. Distribuir folhas de papel e em cada uma a criança deve separar os objetos com a mesma finalidade, colocando assim uma ordem, mostrando que as coisas organizadas em nossa casa facilita o trabalho e não desperdiçamos tempo em procurá-los.










FONTE: Centro Espírita Batuíra

domingo, 20 de maio de 2012

O ILUMINADO

No alto de uma montanha havia um mosteiro onde moravam um Mestre e três monges. No passado, esse mosteiro havia abrigado um grande número de monges e as pessoas dos povoados vizinhos costumavam subir a montanha para pedir-lhes conselhos e levar-lhes oferendas.

Mas, nos últimos tempos, ninguém mais aparecia no mosteiro e os três monges e seu Mestre estavam muito isolados. Não apenas isolados, mas muito desarmoniosos: não se entendiam mais e estavam sempre desconfiados uns dos outros, ironizando e vivendo em desentendimento. Isso deixava o Mestre aborrecido e nada que ele fizesse parecia ajudar a situação.

Uma noite, o Mestre sonhou com um Rabino que vivia num povoado vizinho e que tinha fama de ser sábio. Foi então procurá-lo e contou-lhe o mal estar que estava ocorrendo no mosteiro. O Rabino disse:
-” Muito me admira saber que existe desarmonia no mosteiro já que eu tive uma grande revelação: me foi revelado que um de seus monges atingiu a iluminação. Isso é tudo o que posso dizer”.
O mestre voltou para o mosteiro e contou aos discípulos o que o Rabino havia dito. Ficaram estupefatos. Quem seria, dentre eles, este privilegiado que havia alcançado a plenitude?

Cada um dos monges foi fazer suas tarefas ruminando um pensamento. Enquanto descascava batatas, João pensava:
-” Mas quem de nós será o iluminado? Será o Joaquim? Mas o Joaquim é tão sério, tão sisudo, tão fechado, tão mal humorado…Será que é ele? Bem, na verdade, apesar de mal humorado, ele é uma pessoa muito confiável e sempre que temos um assunto importante, podemos levá-lo até ele, pois ele sabe encontrar a solução…”

Lá fora, no jardim, o monge Joaquim arrancava o mato e pensava:
-” Quem de nós será esse iluminado? Eu certamente não sou…Será o Júlio? Ah, mas não pode ser…O Júlio é tão brincalhão! Só quer saber de vida mansa e não leva nada a sério. Mas…pensando bem, até que pode ser o Júlio porque quando a gente está triste e o ambiente está pesado, o Júlio sempre vem com uma bobagem qualquer e alegra o nosso coração…”

O monge Júlio estava varrendo a sala de meditação e também não parava de pensar:
-” Quem poderia ser o iluminado? Quem? Será o João? Mas o João é tão exigente, tão duro com todo mundo…será que é ele o iluminado? É , até que pode ser…quantas vezes ele nos ajudou quando estávamos em real necessidade! Ele sabe ser solidário”.

A partir desse dia, aconteceu uma coisa estranha. Os monges foram, aos poucos, parando de implicar uns com os outros e a harmonia voltou no mosteiro

domingo, 13 de maio de 2012

NÃO VIOLÊNCIA



ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Narrar a passagem evangélica que descreve a prisão de Jesus pelos soldados romanos.Um dos apóstolos querendo defender Jesus,pega sua"espada"(provavelmente um facão muito usado pelos pescadores) e investe contra um soldado,cortando-lhe a orelha. Jesus repreendeu-o dizendo-lhe:
"Guarda a sua espada porque todos os que lançarem mão da espada,à espada morrerão".
Observação: A palavra original, na língua em que o Evangelho foi escrito, deveria significar "espada" ou "facão",segundo alguns estudiosos.


ATIVIDADE REFLEXIVA

Dialogar com as crianças sobre a atitude do apóstolo,compreensível do ponto de vista humano, para defender Jesus.Este, entretanto,não aprovou sua atitude porque Ele sempre ensinou e deu o exemplo do amor e do perdão, uma vez que o revide gera mais violência e depois, mais revide, além das energias más que criamos para nós próprios.

Relembrar que violência não é so agressão fisica, mas há muitas outras formas:
- ofensas e xingamentos;
- depredação de bens públicos ou particulares(telefone,ônibus, praças, escolas...);
- diversões (touradas,brigas nas torcidas de futebol, "pegas" de carro, rivalidades de "grupos", como nos bailes "funk");
- autoviolência,isto é contra a própria saúde e vida (gula,vícios,aborto...)

Afirmar que já compreendemos que nós não devemos usar de violência porque nos fará muito mal.Mas como agir quando alguém nos provova?

Ouvir o grupo, fazendo-o refletir sobre cada opinião dada.Ao final,sistematizar a atitude de não-violência diante de uma provocação, seguindo as seguintes etapas para resoluçãode conflitos .

ETAPAS PARA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

1- acalmar-se(e não discutir até que o outro fique calmo).
2- procurar compreender o que o outro sente.
3-dialogar sobre os pontos de vista geradores de conflito.
4- procurar resolver o conflito através de:

a) uma conversa com solução satisfatória para os dois lados;
b) solução dada pela Justiça,nos casos previstos pelas Leis .
Nunca fazer justiça com as próprias mãos!!!

Apresentar situações habituais na vida da criança para resolução de conflitos seguindo essas etapas.

EXEMPLO:

Carlota chegou da escola e encontrou a Tv ligada.Mudou de canal para ver seu programa favorito. Luiza,sua irmã,saiu do quarto aos gritos dizendo que tinha saído por uns instantes mas já estava assistindo a TV e não ia permitir que o canal fosse trocado.As duas irmãs agora estão brigando.
Como poderiam resolver o conflito?
Obs: Ressaltar que a solução deve ser satisfatória para os dois lados.

Propor que em pequenos grupos, as crianças citem situações de conflito, vivenciadas por elas, resolvendo-as seguindo as etapas aprendidas.

CONCLUIR:
Enfatizando as vantagens da não-violência.

Explicando que, se algumas mortes violentas ocorrem como consequência de erros desta existência, outras acontecem por erros cometidos em existências passadas , os quais deixaram "marcas" na consciência, necessitando de reparação.

ATIVIDADE CRIATIVA

Propor ao grupo a criação coletiva de um grande painel com o título:

"Adote a não violência!",seguindo as etapas seguintes:

Dividir a turma em cinco subgrupos,dando para cada um deles um dos subtítulos do painel.

DEPREDAÇÕES


BRIGAS


PALAVRAS

DIVERSÕES


AUTOVIOLÊNCIA

Cada subgrupo elaborará um desenho relativo a forma de violência na modalidade apresentada.Usar giz de cera ou recorte e colagem(sugerir que, nesse caso,utilizem também o giz de cera para fazer o cenário, valorizando o desenho).O grupo também poderá incluir textos pesquisados em jornais e revistas.

Ao final cada subgrupo apresentará o que produziu e será, então, montado o painel,que deverá ser encerrado com uma frase a favor da não-violência.

terça-feira, 8 de maio de 2012

PAZ NO LAR PAZ NO MUNDO





















Aula preparada pela minha companheira de evangelização Ana Cristina - II ENCONTRO DA FAMÍLIA
GRUPO ESPÍRITA JOANA D'ARC.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O SORRISO DA VIDA

Solicitar que o grupo cante a musica e crie uma expressão corporal adequada.

"O Sorriso da Vida", do CD-LFC "Histórias Cantadas" de Sonia da Palma.

Toda criança é da vida o sorriso
É a prova que Deus (REFRÃO)
Confia e nos diz:
"Cuide deste filho meu".

Tão pequenina semente
A se desenvolver
Não fala o que sente
Mas logo vai aprender.
E no seu futuro contará
Histórias que viveu
Compete a nós bem cooperar
P'ra formar este arquivo seu.

(REFRÃO)