sexta-feira, 29 de julho de 2011

COLABORAÇÃO




Objetivo: Fazer a criança entender a importância da colaboração, ressaltando que nunca devemos perder a oportunidade de ser útil a qualquer pessoa que precise do nosso auxílio, mas especialmente em relação aos familiares e amigos.
Motivação Inicial: Contar a história “Formação para a vida”.
Conversar sobre a importância do trabalho em nossas vidas.(20 min)

Desenvolvimento:



Após contar a história do príncipe, esclarecer sobre a importância do trabalho em nossas vidas.

Vocês sabiam que Jesus colaborava com seus pais desde que era criança? Ele aprendeu o ofício da carpintaria, ajudando o seu pai em pequenas tarefas enquanto ele trabalhava.
De que forma nós podemos colaborar, ser úteis? Pedir para as crianças contarem as tarefas que elas realizam em casa ou gostariam de realizar.

Exemplos: arrumar brinquedos, guardar o material da escola, lavar o copo que usou, deixar o quarto sempre organizado, manter as roupas arrumadas dentro do armário, arrumar a cama, limpar as sandálias depois que chegar da praia, recolher o lixo, molhar as plantas, colaborar no evangelho no lar, dar comida aos animais, ser educado e bem-humorado).

Perguntar quem os realiza?

Passar filme Bug´s Life (Construção do pássaro)
A Lei do trabalho é uma lei de Deus. O que vocês acham que aconteceria se não existisse essa Lei? Como nós seríamos? Teríamos evoluído?

Para quê o homem trabalha? Nós precisamos conservar o corpo físico, mas também desenvolver a inteligência.

E se a pessoa for rica? Será que ela precisará trabalhar? Será que não? Quem acha que não? Na verdade, ela não precisará trabalhar para sustentar seu corpo físico, mas terá a obrigação de ser uma pessoa útil. E sua obrigação de ser útil às pessoas é até maior, porque ela terá mais tempo para ajudar o seu semelhante.

Formação para a vida

Reinaldo era um jovem príncipe, herdeiro de um grande reino. Toda manhã, ao despertar, recebia uma lista de tarefas que devia cumprir.
Tarefas que o deixavam muito zangado, porque iam desde limpar os seus sapatos e vestes reais, organizar brinquedos e jogos, até lavar e escovar seu cavalo e organizar o seu quarto.
Embora não gostasse, em respeito a seu pai, o rei, ele obedecia. Mas não deixava de ficar olhando as terras e os campos infindáveis que pertenciam à sua família. Também os rebanhos, palácios e os súditos.
No palácio, onde vivia, existiam muitos criados prontos para executar todas as tarefas. Por isso mesmo é que o príncipe não entendia porque ele mesmo tinha que limpar os seus sapatos.
Certo dia, ele foi convidado a visitar um pequeno reino para conhecer um príncipe de sua idade, com o intuito de estreitar amizade.
O contato com o herdeiro daquele reino fez Reinaldo pensar ainda mais em como ele era injustiçado. É que aquele príncipe tinha a seu serviço três servos. Até o banho era preparado por um deles.
Nada de tarefas a cumprir. Era só dar ordens.
Quando regressou para sua casa, Reinaldo foi logo falar com seu pai:
“Não entendo”, disse ele, “porque o senhor faz isso comigo. Sou seu único filho e herdeiro. Por que devo cumprir tarefas? Devo ser motivo de risos entre todo o povo.”
Vi hoje, no reino vizinho, o que um verdadeiro herdeiro deve fazer: somente dar ordens.”
O rei, paciente, perguntou ao filho: “como era o reino que você visitou? Era grande como o nosso?”
“É claro que não, pai. É muito menor que o nosso, mais pobre, tem menos súditos e o castelo real é dez vezes menor que o nosso.”
“Veja bem, pai: se num reino pobre, o príncipe pode ter três criados para servi-lo, porque eu, num reino tão rico, devo fazer trabalho de criado?”
“Pois é, meu filho. Saiba que há anos atrás, o reino vizinho era vinte vezes maior do que o nosso. Nós crescemos, fomos ampliando e o reinado vizinho foi perdendo território.”
“Seu avô sempre me dizia: ‘se você não pode sequer limpar os próprios sapatos, como poderá cuidar de todo um reino? Se você não é capaz de organizar seu próprio quarto, como irá governar todo um povo?”
As tarefas simples, Reinaldo, nos educam, nos preparam para executar as maiores. Para comandar é preciso saber fazer. Até mesmo para exigir qualidade.
Se você nunca lavou as próprias vestes, como saberá se o outro as lavou bem? Apenas aceitará o que lhe entregam, da forma que vier.
Os seus antepassados foram comprando as terras do reino vizinho, que as perdeu por não saber administrar. Talvez falte ensinar aos príncipes herdeiros lições de humildade, da importância do trabalho simples, diário.
O que me diz, filho amado?”
O menino pensou um pouco, e declarou: “digo que tenho uma lista de tarefas para executar agora, e começarei limpando os sapatos que se sujaram de lama pelo caminho.” *** Não permita que seu filho se torne um incapaz, em razão do descaso em sua educação.

CONCLUSÃO:

O lar se torna mais tranqüilo e feliz quando todos se ajudam. No lar qualquer colaboração é importante. Toda tarefa realizada com amor resulta em benefício para todos os membros da família. Ajudar em pequenas tarefas no lar e obedecer aos pais é tarefa de cada criança. É a oportunidade que Deus nos dá de sermos úteis e nunca devemos desperdiçá-la.


Atividade Final:

Jogo dos balões. Cada evangelizando ganha 2 balões de cor diferente dos demais. Todos deverão manter os balões de todo mundo no ar, não importando a cor. Explicar que os balcões representam nossa vida, nosso problemas e que a todo momento precisamos de outras pessoas para nos colocar para cima e “segurar a nossa onda”. Se queremos ser ajudados, precisamos também ajudar a outras pessoas.

SOCIEDADE PRAIANA DE ESTUDOS ESPÍRITAS
EVANGELIZAÇÃO INFANTIL – Iº CICLO
1º SEMESTRE / 2009

Um comentário:

  1. EXCELENTE MATERIAL. ESTOU ENCANTADA. SOU EVANGELIZADORA DO "SEMENTES DE AMOR" EM AÇU, RN.

    ResponderExcluir