domingo, 31 de julho de 2011

A PARABOLA DO BOM SAMARITANO




Objetivo:
A criança deverá ser levada a sensibilizar-se para o estudo do tema a partir de situações do seu dia a dia, referente ao tema abordado.


Estudar o item do ESE (cap. XV: 1 a 3) a fim de conhecer e compreender o ensinamento da Doutrina Espírita sobre: A Parábola do Bom Samaritano.


Refletir acerca dessas ideias para avaliar sua importância e valorizar os benefícios para praticar o ensinamento de Jesus sobre o amor ao próximo, fazendo aos outros o que gostaria que os outros lhe fizessem.


Aplicar esses conceitos ao seu dia a dia, identificando suas dificuldades para isso, tais como: egoísmo, orgulho, vaidade (dificultando a prática do amor ao próximo)


Concluir pela necessidade de mudar esses hábitos, atitudes e comportamentos, substituindo-os por outros que facilitem a vivência dos ensinamentos, tais como: fraternidade, solidariedade, cooperação, caridade, etc.


DESENVOLVIMENTO:
Apresentar as gravuras que representem fraternidade, auxílio ao próximo, abraço, etc., e pedir que falem sobre o que representa cada ação.
Perguntar às crianças: Essas pessoas estão demonstrando um sentimento que deveria existir entre todas as pessoas. Como se chama esse sentimento: R: Amor ao próximo
- O que é Amor ao próximo?
- Abraçar com sincera ternura um amigo que está triste é um ato de amor ao próximo? É preciso ter dinheiro para ajudar ao próximo?
- De que precisamos para fazer a caridade ensinada por Jesus?
- Quem lembra algum ensinamento de Jesus que fala do Amor ao Próximo?
- Quem conhece a parábola do Bom Samaritano? (Deixar que as crianças contem a história)

A Parábola do Bom Samaritano


Evangelizador: Jesus claramente nos mostrou um caminho a seguir para nossa felicidade. Quem sabe que caminho é esse? (ouvir a resposta das crianças)
A caridade sem interesse, aquela que é praticada com amor, sem sabermos a quem estamos ajudando. A caridade é a maior das virtudes. Sem essa virtude, não conseguiremos evoluir, jamais seremos Espíritos de Luz. Ela reúne todas as outras, como a humildade, o perdão. Jesus nos contou uma história que explica como conseguiremos alcançar a verdadeira felicidade.
A Parábola do Bom Samaritano
Um dia, representante da lei quis testar Jesus e perguntou-lhe:
- Jesus, o que deverei fazer para merecer entrar no reino dos céus?
- Amar a Deus de todo coração e de pensamento e ao próximo como a ti mesmo.
O homem voltou a perguntar:
- Mas quem é meu próximo?

Jesus contou-lhes uma história que os ensinou quem é seu próximo.


Vamos agora ouvir também uma história que vai nos ajudar a entender esse ensinamento de Jesus.


Jorge era um menino muito trabalhador, ajudava a sua mãe sempre que podia. Naquele dia ela pediu que ele fosse ao supermercado comprar algumas coisas que estavam precisando.


Depois das recomendações de sua mãe para que tomasse cuidado durante o trajeto, Jorge seguiu em direção ao supermercado. Quase chegando ao supermercado, Jorge foi cercado por alguns meninos para roubarem o seu dinheiro, lhe deram uma surra e o deixaram desmaiado no chão.


Passou por ali um menino que seguia apressado, olhou Jorge caído no chão ficou com medo e foi embora sem ajudar.


Logo depois, outro menino passou pelo mesmo local, ao avistar o menino caído no chão reconheceu-o, mas com medo de que alguém pensasse mal dele saiu correndo sem ajudar o amigo.


Nesse momento, um menino que era novo no bairro, ainda não tinha intimidade com ninguém, viu Jorge estendido no chão e correu a ajudá-lo.


Esse menino deu água ao Jorge, e o auxiliou a chegar em casa.


A mãe de Jorge agradeceu ao menino e pediu que ele fosse ate a farmácia comprar remédios para Jorge.


No dia seguinte o menino veio visitar Jorge e conversaram animadamente, começando assim uma bonita amizade.


Qual dos três meninos cuidou de Jorge?
Quem teve piedade, demonstrando amor ao próximo? (Ouvir as crianças)
Agora vocês devem fazer o mesmo: Ajudar a quem precisa.
O próximo é aquele que está mais perto de nós. Vamos agora fazer o bem ao nosso próximo? Todos deverão dar um abraço no amigo que está do seu lado direito. (O evangelizador deverá ficar atento para que nenhuma criança fique sem ser abraçada.) Vamos agora dar um grande abraço coletivo (Fazer um círculo e dar um grande abraço de todos juntos)


Atividade:

Construir um acróstico com a palavra CARIDADE, utilizando nomes de pessoas que fizeram caridade.


DESCONHEÇO A AUTORIA

sábado, 30 de julho de 2011

ALLAN KARDEC E O LIVRO DOS MEDIUNS




OBJETIVOS:
Perceber a diferença entre Espiritismo Experimental e Espiritismo Filosófico (Ciência e Religião); Identificar o Livro dos Médiuns como sendo um guia para os médiuns e evocadores; Reconhecer que a prática do Espiritismo pode apresentar dificuldades e tropeços, e que no Livro dos Médiuns há as explicações necessárias para que o médium se esclareça.


INTRODUÇÃO:
Trazer vários livrinhos de história espírita e apresentar às crianças.
Perguntar: Quem aqui gosta de ouvir histórias?
Converse com as crianças, pois esse ano elas irão estudar “coisas” novas sobre o Espiritismo, e que essas “coisas” novas estão no “O Livro dos Médiuns”. Mostre a elas o livro.
Lembre nesse momento a importância de Allan Kardec, que ao realizar bem o seu trabalho, nos proporcionou conhecer através do Livro dos Médiuns, como se dá essa comunicação com o mundo espiritual.

Convide-as a ouvir a história “O Filme”, mostrando as figuras.


HISTÓRIA: O FILME

Juca e João terminaram de assistir a um filme que falava de um menino chamado Fabinho, que havia desencarnado e estava no Plano Espiritual querendo mandar um recado para a sua mãe, mas não sabia como poderia fazer isso. Ele descobriu que lá no Plano Espiritual não havia correio para levar cartas.
Mas, na escolinha onde ele estudava, a sua professora disse que ele poderia falar com sua mãe. Ele gostou tanto da novidade que pediu para a sua professora lhe ensinar como poderia fazer aquilo, e a professora lhe explicou que lá no Plano Espiritual, para falar com sua mãe ele iria precisar de um médium na Terra.
— Médium? Que é isso? – perguntou Fabinho.
— É uma pessoa na Terra, que pode ouvir, sentir e até ver as pessoas que já desencarnaram e moram aqui no Plano Espiritual – respondeu a sua professora.
Fabinho tentou se comunicar com sua mãe através de um médium, mas não conseguiu.
Então, ele perguntou à sua professora, por que não tinha conseguido falar com a sua mãe. Sua professora respondeu que para ele se comunicar com a mãe, ele também deveria estudar o Livro dos Médiuns, que é o livro que explica como as comunicações acontecem.


Conversar com as crianças sobre a história
- Permita que elas observem bem as gravuras;
- Explore bastante as gravuras que deverão estar bem pintadas;
- Faça perguntinhas sobre as a história e vá respondendo, pois suas crianças são pequeninas;
- Faça o seu comentário de acordo com o que você estudou no Livro dos Médiuns, e na material de apoio.

Permita que as crianças participem. Use linguagem simples para as explicações.
Ilustre a aula citando alguns exemplos (tenha sempre em mente os objetivos propostos).


CONCLUSÃO:
Concluir que a alma é imortal e que temos a possibilidade de nos comunicar com aqueles que regressaram ao plano espiritual. Que a mediunidade é a capacidade que temos de receber a influência dos espíritos desencarnados, que todos segundo Allan Kardec somos mais ou menos médiuns, pois isso é uma faculdade que todo ser humano traz em si.
Allan Kardec foi o nosso grande professor para nos trazer todas essas informações, publicando o Livro dos Médiuns que é o resultado do trabalho de muitos médiuns, orientados sempre pelos amigos espirituais.
Com isso aprendemos que a Doutrina é dos Espíritos.

ATIVIDADE:
- Pintura com giz de cera da gravura sobre a história, onde aparece o menino pensando como irá se comunicar.

- Permita que cada um apresente seu trabalhinho à frente da turma;
- Pergunte o que representa a gravura que eles estão pintando (ouça as respostas).





DESCONHEÇO A AUTORIA

HÁ ESPÍRITOS?




 Idade - 5-7 anos

OBJETIVOS:
Compreender que a crença na existência dos Espíritos, baseia-se na existência de um princípio inteligente fora da matéria; Entender que há vários lugares para onde vão os Espíritos, e que essa divisão depende da elevação moral de cada um deles; Identificar a diferença entre alma e espírito.


DESENVOLVIMENTO:
Levar para a sala três folhas de amendoeira: uma bem nova e verde, outra já amarelando e outra mais envelhecida. Pedir às crianças que observem e indiquem as diferenças. Conversar sobre as transformações que ocorrem durante a vida dos vegetais. Na Natureza todos os seres vivos envelhecem e morrem. Quando o nosso corpo morre continuamos a viver na forma de espíritos livres. Então o que é o espírito? Ouvir as crianças.


Narração do caso – Nina acredita em assombração?

Naquela tarde, ao chegar da escola, Nina não entrou correndo pela porta da sala para abraçar mamãe e fazer festinhas em seu gatinho Bóris. Ela estava meio “jururu”, e, pelos seus olhinhos, parecia ter chorado. Que teria acontecido?
Mamãe esperou quando Nina foi lanchar e falou carinhosa:
- Então, filhinha, não quer me contar o que aconteceu? (FIG. 1)
- Não aconteceu nada...
- E desde quando "nada" faz a gente chorar?
- Está bem, mãe, vou lhe contar... Foi o Beto, aquele bobalhão lá da escola...
- O filho da d. Adelaide? Que foi que ele lhe fez?
- A d. Carolina, da secretaria, foi até nossa sala para preencher uns dados que faltavam nas fichas de matrícula. Quando ela perguntou qual era minha religião, eu disse: sou espírita.
- Muito bem. E daí?
- E daí que na hora do recreio o Beto se juntou com outros meninos e começaram a rir de mim, dizendo: - A Nina é espírita... Ela acredita em alma do outro mundo, ela acredita em assombração... (FIG. 2)
- E você se aborreceu com isto?
- No princípio não, mas depois eles me “encheram” tanto que tive vontade de dar um soco neles...
- Por que, ao invés de pensar em dar um soco neles, você não pensou em lhes explicar que não acredita em assombração, mas sim em Espíritos?
- Mas como eu poderia explicar o que é um Espírito?
Pegando Nina pela mão, mamãe a levou até seu quarto. Abrindo o armário, de lá tirou um álbum de retratos. E mostrou à garota duas fotografias, perguntando:
Sabe quem é esta, Nina? (FIG. 3)
- A do lado direito eu sei; é a vovó Marita, que já desencarnou.
- Pois esta do lado esquerdo também é a vovó; só que bem mais nova.
- Puxa, como a vovó era bonita...
- E você sabe, Nina, onde está vovó Marita agora, depois que desencarnou?
- Eu sei; ela está no Mundo Espiritual. Perdeu seu corpo de carne, mas continua a ser a vovó Marita em Espírito.
- E se pudéssemos tirar um retrato da vovó, no Mundo Espiritual, como acha que ela apareceria na fotografia? Como um fantasma, aquela figura que parece vestir um lençol branco?
- Claro que não, mamãe. Ela apareceria em um retrato não muito diferente do que era quando encarnada.
- Pois é, minha querida. O Espírito é assim. Alguém que desencarnou, mas guarda as qualidades que possuía. E, geralmente, a aparência da última reencarnação.
Gostei desta explicação, mãe. Acho até que vou levar os retratos da vovó Marita para o Beto ver. E vou perguntar pra ele se a avó dele, que também já desencarnou, virou fantasma. Aposto que ele vai achar muito melhor e mais certo dizer que ela é um Espírito desencarnado, alguém do jeitinho que ele conheceu ...
Mamãe sorriu da ideia de Nina e a achou interessante.
E vocês, o que acharam da ideia? Será que Beto ia entender o que é um Espírito?

Conversar com as crianças:

O espírito não é um “fantasminha”, é uma energia maravilhosa que não se destrói, que pode viver com o corpo ou sem ele.
Os espíritos que já viveram na Terra e que, por serem bons e nos terem dedicado afeição, têm permissão para amparar-nos, principalmente nos momentos difíceis de nossa vida.

Concluir que não devemos, assim, sentir medo das pessoas que deixaram a Terra. Elas abandonam o corpo, a sua roupagem para a vida na Terra, mas continuam a viver, a pensar, a sentir, tal como ocorre na Terra. Os espíritos somos todos nós, encarnados ou desencarnados e para explicar melhor essa diferença usamos a palavra alma para falar daqueles que estão encarnados e usamos a palavra Espírito para falar daqueles que desencarnaram

ATIVIDADE:
 Distribuir massinha e pedir que cada um modele o que tem no plano espiritual (Fique atento a cada criação e oriente quando necessário).



HÁ ESPÍRITOS?




MATERNAL: 0 A 4 ANOS

OBJETIVOS:
Compreender que a crença na existência dos Espíritos, baseia-se na existência de um princípio inteligente fora da matéria; Entender que há vários lugares para onde vão os Espíritos, e que essa divisão depende da elevação moral de cada um deles; Identificar a diferença entre alma e espírito.

DESENVOLVIMENTO:
 Mostrar às crianças um pequeno vidro transparente contendo água da torneira, pedindo que o observem. Depois perguntar: – O que existe dentro desse vidro? Provavelmente a resposta será apenas: água. Esclarecer que, naquela porção de água, existem também muitas vidas - são os pequenos seres chamados micróbios que não podemos ver só com os olhos. Lembrar o ar que respiramos, que também não vemos, mas sabemos que ele existe. Vamos ouvir uma história para descobrir mais sobre o que não vemos, mas existe.
Convide-as a ouvirem a história “A Escada”, mostrando as figuras.
- Permita que elas observem bem as gravuras;
- Explore bastante as gravuras;
- Faça perguntinhas sobre a história e vá respondendo, pois suas crianças são pequeninas;
- Faça o seu comentário de acordo com o que você estudou no Livro dos Médiuns.

HISTÓRIA:

A ESCADA

 À noite quando Juca foi dormir, quis saber de sua mãe, que é espírita, se lá no Plano Espiritual tinha escola, se tinha casa, se as crianças podiam ficar brincando, se tinha que tomar banho e se as crianças e as pessoas más ficavam todas no mesmo lugar?
Eram tantas perguntas que Dona Clara o colocou no colo e contou para ele como é que tudo acontecia lá no Plano Espiritual:
— Juca, imagine que exista uma escada bem grande que vai da Terra até o Plano Espiritual. E que cada vez que nós fazemos uma coisa boa, nós subimos um degrau dessa escada.
— Em todos os degraus têm gente? – perguntou Juca.
— Tem, e para você chegar no Plano Espiritual e ficar em um lugar bom, você precisa ser uma pessoa de bem, fazer coisas boas e querer o bem das outras pessoas, porque só depende de você conseguir um degrau.
Então, Juca deitou-se na cama e disse para a mamãe:
— Vou procurar ser um bom menino para poder sempre subir um degrau dessa escada, e chegar no Plano Espiritual em um lugar bonito.
Mamãe lembrou nesse momento da importância de frequentar as aulinhas da evangelização, pois aprendemos que todos somos espíritos imortais, que a morte não existe.


CONCLUSÃO:
 Os espíritos são as almas dos homens que já voltaram ao plano espiritual. Que o corpo que hoje utilizamos é um instrumento que nos auxilia a crescer como espíritos, e assim nos dá condição de vivermos alegres e felizes no mundo espiritual.

ATIVIDADE:
- Pintura com giz de cera da gravura sobre a história;
- Enquanto você ajuda suas crianças a realizarem a tarefa, continue o comentário sobre a aula.






DESCONHEÇO A AUTORIA

sexta-feira, 29 de julho de 2011

COLABORAÇÃO




Objetivo: Fazer a criança entender a importância da colaboração, ressaltando que nunca devemos perder a oportunidade de ser útil a qualquer pessoa que precise do nosso auxílio, mas especialmente em relação aos familiares e amigos.
Motivação Inicial: Contar a história “Formação para a vida”.
Conversar sobre a importância do trabalho em nossas vidas.(20 min)

Desenvolvimento:



Após contar a história do príncipe, esclarecer sobre a importância do trabalho em nossas vidas.

Vocês sabiam que Jesus colaborava com seus pais desde que era criança? Ele aprendeu o ofício da carpintaria, ajudando o seu pai em pequenas tarefas enquanto ele trabalhava.
De que forma nós podemos colaborar, ser úteis? Pedir para as crianças contarem as tarefas que elas realizam em casa ou gostariam de realizar.

Exemplos: arrumar brinquedos, guardar o material da escola, lavar o copo que usou, deixar o quarto sempre organizado, manter as roupas arrumadas dentro do armário, arrumar a cama, limpar as sandálias depois que chegar da praia, recolher o lixo, molhar as plantas, colaborar no evangelho no lar, dar comida aos animais, ser educado e bem-humorado).

Perguntar quem os realiza?

Passar filme Bug´s Life (Construção do pássaro)
A Lei do trabalho é uma lei de Deus. O que vocês acham que aconteceria se não existisse essa Lei? Como nós seríamos? Teríamos evoluído?

Para quê o homem trabalha? Nós precisamos conservar o corpo físico, mas também desenvolver a inteligência.

E se a pessoa for rica? Será que ela precisará trabalhar? Será que não? Quem acha que não? Na verdade, ela não precisará trabalhar para sustentar seu corpo físico, mas terá a obrigação de ser uma pessoa útil. E sua obrigação de ser útil às pessoas é até maior, porque ela terá mais tempo para ajudar o seu semelhante.

Formação para a vida

Reinaldo era um jovem príncipe, herdeiro de um grande reino. Toda manhã, ao despertar, recebia uma lista de tarefas que devia cumprir.
Tarefas que o deixavam muito zangado, porque iam desde limpar os seus sapatos e vestes reais, organizar brinquedos e jogos, até lavar e escovar seu cavalo e organizar o seu quarto.
Embora não gostasse, em respeito a seu pai, o rei, ele obedecia. Mas não deixava de ficar olhando as terras e os campos infindáveis que pertenciam à sua família. Também os rebanhos, palácios e os súditos.
No palácio, onde vivia, existiam muitos criados prontos para executar todas as tarefas. Por isso mesmo é que o príncipe não entendia porque ele mesmo tinha que limpar os seus sapatos.
Certo dia, ele foi convidado a visitar um pequeno reino para conhecer um príncipe de sua idade, com o intuito de estreitar amizade.
O contato com o herdeiro daquele reino fez Reinaldo pensar ainda mais em como ele era injustiçado. É que aquele príncipe tinha a seu serviço três servos. Até o banho era preparado por um deles.
Nada de tarefas a cumprir. Era só dar ordens.
Quando regressou para sua casa, Reinaldo foi logo falar com seu pai:
“Não entendo”, disse ele, “porque o senhor faz isso comigo. Sou seu único filho e herdeiro. Por que devo cumprir tarefas? Devo ser motivo de risos entre todo o povo.”
Vi hoje, no reino vizinho, o que um verdadeiro herdeiro deve fazer: somente dar ordens.”
O rei, paciente, perguntou ao filho: “como era o reino que você visitou? Era grande como o nosso?”
“É claro que não, pai. É muito menor que o nosso, mais pobre, tem menos súditos e o castelo real é dez vezes menor que o nosso.”
“Veja bem, pai: se num reino pobre, o príncipe pode ter três criados para servi-lo, porque eu, num reino tão rico, devo fazer trabalho de criado?”
“Pois é, meu filho. Saiba que há anos atrás, o reino vizinho era vinte vezes maior do que o nosso. Nós crescemos, fomos ampliando e o reinado vizinho foi perdendo território.”
“Seu avô sempre me dizia: ‘se você não pode sequer limpar os próprios sapatos, como poderá cuidar de todo um reino? Se você não é capaz de organizar seu próprio quarto, como irá governar todo um povo?”
As tarefas simples, Reinaldo, nos educam, nos preparam para executar as maiores. Para comandar é preciso saber fazer. Até mesmo para exigir qualidade.
Se você nunca lavou as próprias vestes, como saberá se o outro as lavou bem? Apenas aceitará o que lhe entregam, da forma que vier.
Os seus antepassados foram comprando as terras do reino vizinho, que as perdeu por não saber administrar. Talvez falte ensinar aos príncipes herdeiros lições de humildade, da importância do trabalho simples, diário.
O que me diz, filho amado?”
O menino pensou um pouco, e declarou: “digo que tenho uma lista de tarefas para executar agora, e começarei limpando os sapatos que se sujaram de lama pelo caminho.” *** Não permita que seu filho se torne um incapaz, em razão do descaso em sua educação.

CONCLUSÃO:

O lar se torna mais tranqüilo e feliz quando todos se ajudam. No lar qualquer colaboração é importante. Toda tarefa realizada com amor resulta em benefício para todos os membros da família. Ajudar em pequenas tarefas no lar e obedecer aos pais é tarefa de cada criança. É a oportunidade que Deus nos dá de sermos úteis e nunca devemos desperdiçá-la.


Atividade Final:

Jogo dos balões. Cada evangelizando ganha 2 balões de cor diferente dos demais. Todos deverão manter os balões de todo mundo no ar, não importando a cor. Explicar que os balcões representam nossa vida, nosso problemas e que a todo momento precisamos de outras pessoas para nos colocar para cima e “segurar a nossa onda”. Se queremos ser ajudados, precisamos também ajudar a outras pessoas.

SOCIEDADE PRAIANA DE ESTUDOS ESPÍRITAS
EVANGELIZAÇÃO INFANTIL – Iº CICLO
1º SEMESTRE / 2009

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O CORPO: DÁDIVA DIVINA - MOVIMENTOS



AULA MATERNAL(3 a 4 anos)


Introduzir a aula reunindo as crianças em rodinha para a "Hora das novidades".

Desenvolver uma conversa informal perguntando:


Que partes do corpo vocês conhecem?

Ouvir as respostas, dizendo-lhes que agora iremos realizar uma brincadeira muito boa, em que algumas partes do corpo serão movimentadas.


ATIVIDADE DE LINHA

1 TEMPO: Colocar as crianças sentadas sobre uma linha,riscada em giz no chão,e desenvolver a seguinte atividade:

Nós vamos fazer, juntos,alguns movimentos.Tudo o que eu fizer vocês imitarão.Por ex: se eu levantar minhas mãos, vocês levantarão as suas, se eu falar palavra "mãos" vocês também dirão a palavra "mãos".

2 TEMPO: Nós temos uma cabeça(mostra a cabeça com as mãos e as crianças imitam, repetindo a palavra cabeça). Um rosto, dois braços, duas pernas(o evangelizador deve sempre mostrar o lugar indicado e repetir as palavras relativas às partes do corpo que estão mostrando, no que deve ser imitado pelas crianças). No rosto temos dois olhinhos, um nariz e uma boquinha.

3 ETAPA: Agora vamos mandar nosso corpo levantar, ficando em pé em cima da linha. Vamos andar devagar, colocando um pé em frente do outro(tudo com a maior atenção possível). Se alguém quiser rir, ou não conseguir se equilibrar, o evangelizador deve procurar manter a ordem do grupo, sem repreensões. E, sem interrupção, continuar.

4 ETAPA: Agora vamos andar na linha bem devagarzinho, na ponta dos pés, fazendo muito silêncio. Faz-de-conta que estamos no quarto de nossa irmãzinha ou irmãozinho e não queremos acordá-los(fazê-los avançar devagarinho). Podemos também marchar com as mãos na cabeça, batendo palmas, movendo a cabeça, perna para um lado e perna para outro, com as mãos na cintura,etc...

5 ETAPA:Vamos mandar, outra vez, o nosso corpo sentar na linha, de pernas cruazadas, finalizando assim a atividade.

ATENÇÃO: Esta atividade permite que a criança desenvolva sua coordenação, concentração e localização no espaço.

Ao término perguntar-lhes:

Vocês viram quantas coisas nós podemos fazer, com o corpo?

Que podem fazer as pernas, os braços e as mãos?

Nós podemos mandar nas mãos?

Pois bem, vou mandar minhas mãos contar-lhes uma história.

Narrar a história "Os Coelhinhos", com auxílio das mãos.'

Braços estendidos,mãos fechadas, flexionando o pulso,imitando movimento de comer, durante um minuto mais ou menos.

Era uma vez dois coelhinhos comendo cenoura.
De repende, um olhando para o outro(flexão dos braços defrontando as mãos fechadas), começam a conversar:

- Aí! eu já estou com a barriga cheia.
- Você não devia comer tanto! Quem come demais fica doente(em outro tom de voz).
- Vamos embora?
- Vamos sim.
Levantaram as duas orelhinhas(mãos para a frente erguendo os dedos indicadores e médios) e foram correndo para casa.(as mãos imitam saltos).

MATERIAL- As duas mãos do evangelizador nas quais ele pinta, com antecedência, dois coelhinhos.

Terminada a história perguntar:

-Quem gostaria de imitar os coelhinhos?

Pintar coelhinhos nas mãos das crianças e deixá-los reproduzir a história enquanto houver interesse.

A seguir convidá-las para uma outra brincadeira.

CORRIDA DOS ARCOS

Material: três arcos colocados no chão.

DESENVOLVIMENTO:As crianças andam ou correm seguindo o evangelizador que deverá entrar nos arcos e deles sair, fazer evoluções ao redor deles e várias outras brincadeiras,de acordo com o espaço que tiver para realizar este tipo de atividade.

Ao termino da brincadeira, retornar com as crianças à posição inicial,perguntando-lhe:

- Nessa brincadeira quais as partes do corpo que foram movimentadas?

- O que mais o corpo pode fazer?

Ouvir as respostas e dizer que Deus nos deu o corpo.O corpo é um presente de Deus a nós.


APOSTILA DA FEB

DINÂMICA - VAMOS ANIMAR ESSE ENCONTRO?


ABRAÇO

De mãos dadas.Olha a roda! Uma pessoa vai orientando a brincadeira e participando também. Quando essa pessoa disser:"Abraço de três".Todos começam a se abraçar em grupos de três. Depois da confusão, é bom prestar atenção: ficou alguma pessoa de fora ou deu para dividir toda a turma em grupos de três?
Então vamos desfazer os grupinhos e voltar para a grande roda.
E aquela pessoa anuncia:
-Abraço de cinco!
E as pessoas começam a formar grupos de cinco...
-Abraço de um!
Aqui todos devem ficar no mesmo lugar.Cada um abraça a si mesmo
- Abraço de todo mundo!
Todos se abraçam numa grande roda. Abraço, firme e forte.
- Abraço de dez!
E a brincadeira continua...

PUXA PROSA
O abraço é um sinal de amizade. Vamos descobrir outros gestos que são sinais de amizade?
Como você se sente participando deste grupo?
Qual o nome das pessoas que ficaram com vc no grupo de três? E no grupo de cinco?

RECRIAR

Vamos transformar essa brincadeira?

Por exemplo....

Agora vamos abraçar e... conversar. Atenção!
Conversa de um! Conversa de dois!
Agora vamos abraçar e... cantar...
Atenção! Cantoria de cinco! Cantoria de dez!
Todo mundo cantando!

(Livro-Carretel de idéias-Francisco Marques

PACIÊNCIA


OBJETIVO: identificar na paciência uma característica do homem de Bem.
- Espalhar sobre a mesa uma pequena porção de lentilha, ou arroz, ou milho. Pedir a uma criança para colocar os grãos num vidro, pegando-os um a um, com a ponta dos dedos ou com o auxílio de uma pinça (no caso da criança já ter coordenação motora para manejá-la). Quando a criança acabar a tarefa, parabenizá-la.
- Perguntar ao grupo:
– Se (fulano) não tivesse paciência, teria conseguido colocar os grãos no vidro? – O que é ter paciência?
- Ouvir as crianças, concluindo que ter paciência é fazer com calma e boa vontade o que precisa ser feito.
- Perguntar às crianças se desejam contar um caso de alguém que teve paciência.
- Propor ao grupo um trabalho “para ver quem é paciente”; portanto, deve ser feito com calma e boa vontade.
Exemplos: Fazer um desenho grande de um vestido (usar a técnica do molde vazado) cobrindo-o com pequenos retalhos quadrados. Colar bandeirinhas feitas de papel de revista num barbante ou em um desenho. Preencher a figura de uma caixa com bolinhas desenhadas com lápis de cores diferentes. Fazer um desenho grande de uma casa e colar palitos de fósforo, previamente coloridos de vermelho, no telhado.
- Explicar às crianças que os passarinhos constroem seus ninhos com muito trabalho, mas com muita paciência. Quando encontram palhinhas ou gravetos, carregam-nos, um a um, e juntando-os, vão fazendo seu ninho. Ali a mamãe-passarinho vai colocar os ovinhos, de onde depois saem os filhotes. Se possível, mostrar um ninho de passarinho (real).
- Sentados com os olhos fechados visualizar um passarinho que voa trazendo uma palhinha no seu bico... colocá-la no seu ninho para que ele fique fofinho... voa novamente... traz mais palhinhas... Papai-passarinho trabalhou com paciência... o ninho agora está pronto.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

QUAL É A MUSICA?




OBJETIVOS:

- Desenvolver o pensamento lógico.

- Exercitar a habilidade de participar de brincadeiras, com tranquilidade.

- Estimular o respeito pelo colega.

MATERIAL:

Fichas de cartolina, contendo cada uma um verso ou frase de uma música.

POSIÇÃO:

Crianças livres pela sala.

DESENVOLVIMENTO:

1- O evangelizador escolherá as músicas mais conhecidas dos alunos, e escreverá um verso ou frase, em fichas de cartolina.

2- Distribuir as fichas entre os evangelizandos.

3- Ao sinal, os alunos deverão cantar o verso recebido e, à medida que forem identificando a melodia , deverão agrupar-se de modo a completar a música.

4- Após completada a música, isto é, todos houverem se agrupados, os grupos farão um rápido ensaio e em seguida se apresentarão.

OBSERVAÇÃO: Para diminuir a dificuldade, colocar cada canção em cartolinas de cores diferentes, ou mesmo numerar cada música com números diferentes, para que os grupos se encontrem com mais facilidade e rapidez.

(100 jogos recreativos - FEB)

LAZER

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Iniciar a atividade explicando que lazer é uma atividade prazerosa realizada em momentos de parada do trabalho cotidiano para renovação das energias.Muitas vezes essa renovação é conseguida apenas com uma mudança de atividade.

Dividir participantes em subgrupos. Distribuir papel e lápis para os subgrupos solicitando que desenhem um único boneco, dando-lhe identificação(nome,idade,etc...) e o que faz nos momentos de lazer.

Pedir que um representante de cada subgrupo apresente o boneco para o grupo.

Orientar que amassem, o máximo que puderem, a folha onde está desenhado o boneco.Solicitar em seguida, que "voltem" as folhas ao que eram antes, desamassando-as.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Dialogar com o grupo:
- Foi possível tirar todas as marcas do papel?
- E podemos tirar as "marcas" das ações que praticarmos em nossas vidas?

Ouvir as contribuições e refletir com o grupo:

- Muitas vezes, como aconteceu com os bonecos, vivemos experiências que podem marcar as nossas vidas ou de outras pessoas de forma favorável ou não.
- Nos momentos de lazer, como em qualquer outro de nossa vida, acontece o mesmo.Pode-se tornar uma experiência cuja consequência seja feliz ou não, para nós ou para as pessoas ao nosso redor:

EXEMPLO:

No jogo de futebol: Pode ser um momento de descontração, com o respeito entre as torcidas adversárias(anexo 1) ou de briga entre elas(anexo 2), trazendo tristes consequências para os torcedores e seus familiares.



Em uma festa: Posso fazer dessa festa um momento de confraternização sadia entre amigos e familiares(anexo 3) ou uma desculpa para cometer excessos desnecessários(anexo 4)






Pedir, caso queiram, que exponham para o grupo um momento de lazer que tenha trazido consequências felizes, interferindo através de questionamentos tais como:

- Como você se sentia antes desse instante de lazer?
- Essa experiência trouxe bem-estar para você? E para os outros?

Concluir dizendo:
- O lazer é um momento necessário, que pode contribuir para a saúde e o bem-estar.

- Quando no momento de lazer prejudicamos o corpo ou o sentimento, nosso ou de outras pessoas, responderemos pelas consequências físicas ou espirituais.

ATIVIDADE CRIATIVA

Com o grupo em círculo, apresentar a seguinte situação:

"Seu" João é um bom trabalhador de segunda a sexta-feira. Pontual,cumpridor de todos os seus deveres no lar e no trabalho.Tem os finais de semana livres e quer usar bem esse tempo. O que ele pode fazer?

Pedir aos participantes que sugiram tudo que lembrarem (técnica de explosão de idéias),ajudando Seu João a usar bem seus momentos de lazer. O grupo contestará as sugestões apresentadas caso tragam prejuizos físicos ou morais.

PRESERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS

UNIDADE- A NATUREZA


4 A 7 ANOS

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA


MOSTRAR ÀS CRIANÇAS UM BRINQUEDO NOVO OU OUTRO OBJETO QUE SEJA IMPORTANTE PARA ELAS.FALAR SOBRE OS CUIDADOS QUE TÊM COM ELE PARA QUE DURE BASTANTE.PERGUNTAR COMO SE SENTIRIAM SE ESSE OBJETO FOSSE DESTRUÍDO PELA FALTA DE CUIDADO DE ALGUÉM.EXPLICAR QUE NA NATUREZA TUDO É IMPORTANTE PARA NÓS: A ÁGUA, AS ÁRVORES, OS ANIMAIS...QUE ACONTECERÁ SE NÃO TIVERMOS CUIDADO COM A NATUREZA?

ATIVIDADE REFLEXIVA

HISTÓRIA: O INCÊNDIO

AVALIAR A COMPREENSÃO DA NARRATIVA. EM SEGUIDA DIALOGAR COM AS CRIANÇAS DE MODO QUE POSSAM COMPREENDER ALGUNS PREJUIZOS DE UM INCÊNDIO:

- EM UM HOSPITAL OU NUMA ESCOLA, PARA O POVO;

- EM UMA RESIDENCIA PARA A FAMÍLIA QUE PERDE TUDO;

- EM UM BOSQUE OU NUMA FLORESTA, PARA TODA A NATUREZA DAQUELE LUGAR;

- A PERDA DA MADEIRA DO TRONCO DAS ÁRVORES, QUE SERVE PARA FABRICAR MOVEIS

- OS PÁSSAROS E OUTROS ANIMAIS QUE VIVEM NAS ÁRVORES DESAPARECEM;

- NÃO TENDO PÁSSAROS PARA COMER OS MOSQUITOS, ESTES AUMENTAM;

- NÃO TENDO MAIS ÁRVORES, O AR QUE NÓS RESPIRAMOS JÁ NÃO É TÃO BOM PARA A SAÚDE;

- A TERRA(SOLO), DEPOIS DO FOGO, JÁ NÃO É TÃO BOA PARA AS PLANTAS

LEVAR AS CRIANÇAS A REFLETIREM:

VALE A PENA DIVERTIR-SE COM ALGUMA COISA QUE POSSA TER PERIGO?

VALE A PENA SOLTAR BALÃO E PODER CAUSAR TANTO PREJUÍZO À NATUREZA?

LEMBRAR ÁS CRIANÇAS OS CUIDADOS PRINCIPALMENTE NA RESIDÊNCIA, PARA EVITAR INCÊNDIOS. RESSALTAR QUE CRIANÇAS NÃO DEVEM LIDAR COM FOGO.

EXPLICAR QUE EM ALGUNS LUGARES DO MUNDO A NATUREZA É DIFERENTE:

-HÁ FALTA DE ÁGUA ATÉ PARA BEBER;

-FALTAM ÁRVORES E MADEIRA;

- FALTAM ALIMENTOS PORQUE A TERRA É MUITO SECA;

- FALTA LUZ ELÉTRICA...

PORTANTO, NÓS, QUE AINDA TEMOS, DEVEMOS GASTAR TODAS ESSAS COISAS SEM DESPERDÍCIO, PARA QUE NÃO VENHAM A FALTAR PARA TODOS.EM SEGUIDA, DIALOGAR PROCURANDO SENSIBILIZAR AS CRIANÇAS PARA AÇÕES QUE ECONOMIZEM ESSES RECURSOS DA NATUREZA E TAMBÉM EVITEM A POLUIÇÃO DO AMBIENTE EM QUE SE VIVEM ... POR EXEMPLO:

-APROVEITAR TODA SOBRA DE PAPEL

-NÃO DEMORAR MUITO TEMPO NO BANHO DE CHUVEIRO OU COM A TORNEIRA DA PIA ABERTA PARA LAVAR LOUÇA OU ROUPA;

-DESLIGAR A LUZ QUANDO SAIR DE UM CÔMODO POR ALGUM TEMPO;

-SO COLOCAR NO PRATO O QUE FOR COMER SEM DEIXAR SOBRAS;

-NÃO JOGAR GARRAFAS, LATAS,PLÁSTICOS NOS RIOS OU NO MAR.

O INCÊNDIO

FIG.1-  NO DIA SEGUINTE IA ACONTECER A ANIMADA FESTA DA ESCOLA.
A ESCOLA FICAVA NUMA PRAÇA, BEM NO MEIO DO BOSQUE VERDE, UM LUGAR MUITO GRANDE, CHEIO DE LINDAS ÁRVORES, ONDE OS PÁSSAROS CANTAVAM PELA MANHÃ E À TARDINHA.
A ESCOLA JÁ ESTAVA TODA ENFEITADA DE BANDEIRINHAS COLORIDAS E LANTERNAS DE PAPEL.
AS CRIANÇAS ENSAIAVAM SUAS DANÇAS.
NA COZINHA ESTAVAM SENDO FEITAS COCADAS, BOLO DE MILHO E OUTROS DOCES.
TUDO PRONTO, TODOS FORAM PARA CASA DESCANSAR.
NO SILENCIO DA NOITE AS PESSOAS FORAM ACORDADAS COM UM GRITO:

- O BOSQUE E A ESCOLA ESTÃO PEGANDO FOGO!





FIG.2- MUITOS CORRERAM PARA O BOSQUE VERDE. ERA VERDADE!
O FOGO COMEÇOU NO BOSQUE E RAPIDAMENTE ALCANÇOU A ESCOLA.
LOGO CHEGOU O CARRO DE BOMBEIROS.DEPOIS DE MUITO TRABALHO AQUELES VALENTES HOMENS CONSEGUIRAM APAGAR O FOGO, MAS TODO O BOSQUE E PARTE DA ESCOLA ESTAVAM DESTRUÍDOS.
- COMO ACONTECEU? - PERGUNTARAM TODOS.EXAMINA AQUI, EXAMINA ALI E...
OS BOMBEIROS ACHARAM O QUE SOBROU DA ARMAÇÃO DE ARAME DE UM BALÃO.
QUE TRISTEZA! O INCÊNDIO TINHA SIDO CAUSADO PELA BUCHA DO BALÃO!
POR CAUSA DE UM BALÃO AS CRIANÇAS ESTAVAM, AGORA, SEM FESTA, SEM ESCOLA E SEM O BOSQUE VERDE!
MAS...ALGUÉM TEVE UMA IDÉIA! CONTOU PARA OUTRO, QUE PASSOU PARA OUTRO E...




FIG.3- NO DIA SEGUINTE FIZERAM A FESTA JUNINA NUMA DAS RUAS, COM BARRAQUINHAS E TUDO MAIS.
APARECERAM MAIS E MAIS DOCES E SALGADOS. TUDO FOI VENDIDO.
COM ESSE DINHEIRO, OS PAIS COMPRARAM QUASE TODO O MATERIAL E COMEÇARAM A RECONSTRUIR PARTE DA ESCOLA DESTRUÍDA PELO FOGO.



FIG.4- DEPOIS DE ALGUM TEMPO A ESCOLA JÁ PODIA RECEBER DE NOVO OS ALUNOS. E ESTAVA LINDA!



FIG.5- E O BOSQUE VERDE? ESSE TEVE DE ESPERAR ALGUNS ANOS PARA AS NOVAS ÁRVORES CRESCEREM... E OS PÁSSAROS VOLTAREM... E FAZEREM SEUS NINHOS..E CANTAREM SUAS LINDAS CANÇÕES.




EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL

ESTUDO INTRUMENTO DE PROGRESSO

4 A 7 ANOS

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA:

Apresentar um livro com história conhecida das crianças com gravuras e perguntar ás crianças se através delas, descobrem a história.

Ouvir as crianças. Mostrar em seguida um livro sem gravuras e indagar:
 E agora vocês podem me dizer do que trata esse livro?

ATIVIDADE REFLEXIVA:

Dizer que para saber o que está escrito no livro é necessário um conhecimento importante: saber ler.

Explicar que ler nos ajuda a muitas coisas como por exemplo: ler um aviso de perigo, um bilhete de um amigo, histórias maravilhosas, etc.

NARRAR: "NA HORA DE DORMIR"

Avaliar a compreensão da história através de perguntas:

Por que Ana Maria gostava tanto da hora de dormir?
Como Ana Maria se sentiu na noite em que a mamãe não leu para ela?
O que fez ela depois?
Foi fácil para Ana Maria aprender a ler?
Valeu o esforço da menina? por quê?

CONCLUIR:

Quando nos esforçamos em estudar, aprendemos muitas coisas que trazem alegrias e vão sempre ajudar-nos.

ATIVIDADE CRIATIVA:

Distribuir papel e colocar á disposição de todos os lápis de cor

Solicitar que as crianças desenhem um momento da história de que mais gostaram. O educador deverá escrever abaixo do desenho, a cena que a criança representou.
Juntar os desenhos conforme a narrativa e formar um livro, colocando uma capa e título.

NA HORA DE DORMIR

-Ana Maria está na hora de dormir!
Vocês pensam que a menina se queixava? Que nada!
Fig 1
Isso porque D.Diná mãe de Ana Maria contava lindas histórias para ela antes de dormir.
Era uma vez, um princípe...
Era uma vez a formiguinha Marivalda... .
Eram tantas aventuras!
Uma noite aconteceu uma coisa diferente...
D.Diná chamou a filha para dormir, como sempre, mas não trouxe nenhum daqueles livros maravilhosos. ..
Por quê?!!!!
A mamãe explicou que os óculos quebrados e não podia ler sem eles.





Fig 2
Ana Maria sentiu muita falta da história naquela noite...
No dia seguinte,a menina pegou um dos livros de história e abriu. Reconheceu as figuras. E as letrinhas? Ela não entendia nada! Não sabia ler!
A mãe vendo o interesse da filha, matriculou a menina na escola.
No ínicio não foi fácil! Ana Maria se esforçava e estudava com alegria!
Ás vezes aconteciam coisas para atrapalhar.



Fig 3
O gatinho provocava o cãozinho da casa ao lado. Era a maior confusão!
Nessas horas Ana Maria falava com o gatinho com muito carinho.

Meu gatinho bem levado
Meu gatinho do coração
Fique agora bem quietinho
Não pertube a lição.

Meu gatinho bem levado
Se agora nada aprender
Que farei com as histórias
Que eu tanto quero ler?



Fig 4
E o gatinho se acalmava e Ana Maria voltava a estudar.
O tempo passou...passou. ..
Ana Maria foi aprendendo cada vez mais.
Até que, em uma noite...
-Ana Maria está na hora de dormir!
A história começou:
- Era uma vez, um jardim Encantado onde morava uma flor que falava de verdade...
Vocês sabem quem leu a história naquela noite?



Fig 5

Foi a....

PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA

ENSINOS DE JESUS

FAIXA ETÁRIA: 4 A 7 ANOS

OBJETIVO: Identificar que o Evangelho,reunindo os ensinos e exemplos de Jesus, indica-nos o caminho para a paz e verdadeira felicidade.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Levar grãos de mostarda e outros tipos de sementes tais como: abacate, laranja e outras, para que as crianças possam observar as diferenças de tamanho em relação ao grão de mostarda.

Observação: O educador poderá levar uma lupa para que as crianças possam observar melhor os grãos de mostarda.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Explorar o fato do grão de mostarda ser muito pequeno e dizer que, apesar do tamanho diminuto,ao crescer se transformará em uma árvore.(anexo 1)




Dizer que Jesus comparou o grão de mostarda que cresce... cresce... até ficar uma folhagem bonita, com os sentimentos bons que temos no nosso coração,como o amor e a fé. Ter fé é ter confiança no Pai do Céu e nas coisas boas que estão dentro de nós.

NARRAR: O Grão de Mostarda

Avaliar a compreensão da história através de perguntas tais como:

- Como o grão de mostarda se sentiu diante da zombaria das outras sementes?

- E como o grãozinho ficou depois de ouvir a história que Jesus contou?

- O que Jesus ensinava para as pessoas?

- Quando a sementinha de luz brilha muito no coração das pessoas?

Conversar com as crianças a respeito da sementinha de luz que temos no nosso coração, estimulando-as para que falem de ações que a façam brilhar (ser amigo,ajudar a mamãe..)

Concluir dizendo a importância de fazer coisas boas que Jesus ensinou,explicando que,assim, fazemos as pessoas felizes e fazemos com que luzinhas brilhem em nossos corações.

ATIVIDADE CRIATIVA

Dividir as crianças em subgrupos, colocando à disposição cola,papel e sementinhas(grãode milho ou semente de girassol) e, caso queiram,areia brilhante, para as crianças fazerem colagem.

Observação: Para fazer areia brilhante, basta misturar a areia da praia com purpurina.

HARMONIZAÇÃO FINAL/ PRECE

Distribuir uma sementina para cada criança pedindo que as plantem em um vaso com terra.Explicar que as sementinhas, para desenvolverem-se melhor, necessitam de água, de terra fofinha. Quando também enviamos amor, que faz a luzinha brilhar no coração,a plantinha cresce mais depressa.

PRECE

O Grão de Mostarda

Nossa história aconteceu há muito tempo atrás,na época que Jesus esteve entre nós contando histórias.

Fig 1-Joaquim comprou um saco com muitas sementes para plantar muitas árvores frutíferas.



Fig 2- Entre as sementes estava um pequeno grão de mostarda,que veio por engano entre as outras.Por ser muito pequenina,não foi percebida pelo homem.
As outras sementes,quando viram aquela coisinha miúda, começaram rir e a zombar.
-Olha a nanica!- gritou uma semente de laranja.
-É uma semente ou uma formiga? - perguntou a semente de pêssego, só de gozação.
A zombaria continuou dentro do saco e o grão de mostarda foi ficando cada vez mais tristinho...
Foi então que todos ouviram uma voz muito bonita.




Fig. 3- Olharam para fora e viram um belo moço que falava para muitas pessoas:

"O Reino dos Céus* é como um grão de mostarda que um homen plantou na terra.
Apesar de ser a menor de todas as sementes,a plantinha vai crescendo...
Depois, torna-se uma grande planta com muitos ramos e as avezinhas do céu vêm morar neles"

-Quem está contando essa história? - perguntou feliz o grãozinho de mostarda encolhido num cantinho.
-É Jesus! Ele é uma pessoa muito especial!- respondeu uma das sementes.
E logo todas pararam de rir.
O grão de mostarda soube, então, que Jesus ensinava muitas coisas importantes como o amor, o respeito aos pais, o bem...
As histórias de Jesus eram como se fossem sementinhas de luz no coração de todos que ouviam. A sementinha de luz brilhava muito forte sempre que as pessoas faziam coisas boas.
O tempo passou. A sementinha de mostarda cresceu... cresceu....botou muitos ramos...




Fig 4-... virou uma árvore. E fez tudo aquilo que Jesus contou na história:os passarinhos e pequenos animais se abrigavam debaixo da sua sombra.
Em gratidão à bondade do pé de mostarda, eles contavam para ele as histórias que ouviam de Jesus.




*Explicar para a criança que é o reino do bem,onde todos vivem felizes.

EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL

MÚSICA:


PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA


Adaptação e musica:Clecy Petrilo



Esse é o grão do meu coração, esse é o grão do meu coração

Esse é o grão do meu coração,esse é o grão do meu coração.

Jesus um dia contou

Que um homem veio e pegou

Um grãozinho de mostarda

E em seu campo semeou.

E esse grãozinho nasceu

Tão vigoroso e forte ele cresceu

Que abrigou os passarinhos

Pois ficou bem maior que eu

E assim é o amor

Que mora no coração

Nasce bem pequenininho


http://www.4shared.com/get/D4-u5rwece/evangelize_cantando.html

A LENDA DO PEIXINHO VERMELHO




Ante as portas livres de acesso ao trabalho Cristão e ao conhecimento salutar que André Luiz vai desvelando, recordemos prazerosamente a antiga lenda egípcia do peixinho vermelho.
No centro de formoso jardim, havia grande lago adornado de ladrilhos azul turquesa. Alimentado por diminuto canal de pedra que escoava suas águas, do outro lado através de grade muito estreita.
Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os cargos de Rei, e ali viviam despreocupados entre a gula e a preguiça. Junto deles porém, havia um peixinho vermelho menosprezado de todos. Não conseguia pescar a mais leve larva nem refugiar-se nos nichos barrentos. Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso. O peixinho vermelho que nadasse e sofresse. Por isso mesmo era visto, em correria constante, perseguido pela canícula ou atormentado de fome. Não encontrando no vastíssimo domicilio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar com bastante interesse, fez o inventário de todos os ladrilhos que enfeitavam as bordas do poço, arrolou todos os buracos nele existentes e sabia com precisão, onde se reunia a maior massa de água por ocasião dos aguaceiros. Depois de muito tempo, encontrou a grade do escoadouro.
A frente de imprevista oportunidade de aventura benéfica, refletiu consigo. Não será melhor pesquisar a vida e conhecer outros rumos?
Optou pela mudança.
Apesar de macérrimo pela abstenção completa de qualquer conforto, perdeu várias escamas, com grande sofrimento, a fim de atravessar a passagem estreitíssima. Pronunciando votos renovadores, avançou otimista, pelo rego d’ água encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu embriagado de esperanças... Em breve alcançou grande rio e fez inúmeros conhecimentos.
Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha, e descortinando-lhe mais fácil roteiro. Embevecido, contemplou nas margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios, veículos, cabanas e arvoredos. Habituado com o pouco, vivia com extrema simplicidade, jamais perdendo a leveza e a agilidade naturais.
Conseguiu, desse modo atingir o oceano, ébrio de novidade e sedento de estudo. De inicio porém, fascinado pela paixão de observar, aproximou-se de uma baleia para quem toda água do lago em que vivera não seria mais que diminuta ração. Impressionado com o espetáculo, abeirou-se dela mais que devia e foi tragado para lhe constituir a primeira refeição diária. Em apuros o peixinho orou ao Deus dos Peixes, rogando proteção no bojo do monstro e não obstante, as trevas em que pedia salvamento, sua prece foi ouvida porque o valente cetáceo começou a soluçar e vomitou, restituindo-o às correntes marinhas. O pequeno viajante, agradecido e feliz, procurou companhias mais simpáticas e aprendeu a evitar perigos e tentações.
Plenamente transformado em suas concepções do mundo, passou a reparar as infinitas riquezas da vida. Encontrou plantas luminosas, animais estranhos, estrelas móveis e flores diferentes no seio das águas. Sobretudo, descobriu a existência de muitos peixinhos, estudiosos e delgados tanto quanto ele, junto dos quais se sentia maravilhosamente feliz. Vivia agora sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera com centenas de amigos para a residência ditosa, quando ao se referir ao seu começo laborioso veio a saber que somente no mar as criaturas aquáticas dispunham de mais sólida garantia, de vez que, quando o estio se fizesse mais arrasador, as águas de outras altitudes continuariam a correr para o oceano.
O peixinho pensou, pensou... E sentindo imensa compaixão daqueles com quem convivera na infância, deliberou consagrar-se à obra do progresso e salvação deles.
Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade? Não seria nobre ampará-los prestando-lhes a tempo valiosas informações?
Não hesitou. Fortalecido pela generosidade de irmãos benfeitores que com eles viviam no Palácio de Coral, empreendeu comprida viagem de volta. Tornou ao rio, do rio dirigiu-se aos regatos e dos regatos se encaminhou para os canaizinhos que o conduziram ao primitivo lar. Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida de estudo e serviço a que se devotara, varou a grade e procurou ansiosamente, os velhos companheiros.
Estimulado pela proeza de amor que efetuava, supôs que o seu regresso causasse surpresa e entusiasmo gerais. Certo, a coletividade inteira lhe celebraria o feito, mas depressa verificou que ninguém se mexia. Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, nos mesmos nichos cheios de lama, protegidos por flores de ilusões, de onde saiam apenas para disputar larvas, moscas ou minhocas desprezíveis. Gritou que voltara a casa, mas não houve quem lhe prestasse atenção, porquanto ninguém, ali, havia dado pela ausência dele. Ridicularizado, procurou então, o rei dos peixes que possuía guelras enormes e comunicou-lhe a reveladoura aventura.
O soberano, algo entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse. O benfeitor desprezado, valendo-se do ensejo, esclareceu com ênfase, que havia outro mundo líquido, glorioso e sem fim. Aquele poço era uma insignificância que podia desaparecer de momento para outro. Além do escoadouro próximo desdobrava-se outra vida e outra experiência. Lá fora, corriam regatos ornados de flores, rios caudalosos repletos de seres diferentes e, por fim, o mar surpreendente de vida. Descreveu o serviço de tainhas e salmões, de trutas e esqualos. Deu notícias do peixe lua, do peixe coelho e do galo do mar. Contou que vira o Céu repleto de astros sublimes e vira cidades praieiras com barcos imensos monstros terríveis, jardins submersos, estrelas do oceano e ofereceu-se para conduzi-los ao Palácio de Coral, onde viveriam todos, prósperos e tranqüilos, Finalmente os informou de que semelhante felicidade, porém, tinha igualmente o seu preço. Deveriam todos emagrecer, abstendo-se de devorar tantas larvas e tantos vermes, nas locas escuras e aprendendo a trabalhar e estudar tanto quanto era necessário à venturosa jornada. Assim que terminou, gargalhadas estridentes coroaram-lhe a preleção. Ninguém acreditou nele. Alguns oradores tomaram a palavra e afirmaram solenes, que o peixinho vermelho delirava, que outra vida além do poço era francamente impossível, que aquela história de riachos, rios e oceanos era mera fantasia de cérebro demente e alguns chegaram a declarar que falavam em nome do Deus dos Peixes, que trazia os olhos voltados para eles unicamente. O soberano da comunidade, para melhor ironizar o peixinho, dirigiu-se em companhia dele até a grade do escoadouro e, exclamou borbulhante: Não vês que não cabe aqui nem uma só de minhas barbatanas? Grande tolo! Vai-te! Vai-te daqui depressa. Não nos perturbe o bem estar... Nosso lago é o centro do Universo... Ninguém possui vida igual a nossa! Expulso a golpes de sarcasmo, o peixinho realizou a viagem de retorno e instalou-se em definitivo no Palácio de Coral, aguardando o tempo. Depois de alguns anos, apareceu pavorosa e devastadora seca.
As águas desceram de nível, e o poço onde viviam os peixes pachorrentos e vaidosos esvaziou-se compelindo a comunidade inteira a perecer atolada na lama...

O esforço de André Luiz, buscando acender luz nas trevas, é semelhante à missão do peixinho vermelho. Encantado com as descobertas do caminho infinito, realizadas depois de muitos conflitos e sofrimentos, volve aos recôncavos da Crosta Terrestre, anunciando aos antigos companheiros que além dos cubículos em que se movimentam resplandece outra vida, mais intensa e mais bela, exigindo, porém, acurado aprimoramento individual para a travessia da estreita passagem de acesso às claridades da sublimação.
Fala, Informa, Prepara e Esclarece...
Há, contudo, muitos peixes humanos que sorriem e passam, entre a mordacidade e a indiferença, procurando locas passageiras ou pleiteando larvas temporárias. Esperam um paraíso gratuito com milagrosos deslumbramentos após a morte do corpo.
Mas, sem André Luiz e sem nós, humildes servidores de boa vontade, para todos os caminheiros da vida humana pronunciou o Pastor Divino as indeléveis palavras:  “A cada um, segundo as suas obras" Disse Jesus.
Pedro Leopoldo, 22 de fevereiro de 1949.

(Prefácio de Emmanuel do livro “Libertação” – André Luiz / Chico Xavier – Ante as Portas Livres)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O SER: CORPO E ESPÍRITO

OBJETIVOS:

- Identificar-se como espírito imortal que possui temporariamente um corpo físico, que lhe serve de instrumente para seu progresso.

- Identificar as condições que favorecem a harmonia espiritual, fazendo brilhar a luz interior.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Passar entre os participantes um pequeno vidro transparente contendo água da torneira, pedindo que o observem. Depois perguntar: – O que existe dentro desse vidro?

Provavelmente a resposta será apenas: água. Esclarecer que, naquela porção de água, existem também muitas vidas - são os pequenos seres chamados micróbios que não podemos ver só com os olhos.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Fazer uma exposição dialogada sobre as seguintes idéias:
Costumamos acreditar somente no que podemos ver, segurar, ouvir, enfim, no que podemos perceber com os sentidos. Será que tudo que existe pode ser visto, ou ouvido ou tocado? Quem já não teve gripe e febre? O que causou a febre e a gripe? Um micróbio! Mas ninguém viu, nem ouviu, nem tocou no micróbio. Ele é um ser tão pequeno que não podemos vê-lo. Mas o micróbio existe e causa a doença.

Nós também respiramos. Se eu prender minha respiração muito tempo, eu agüento? Não! Falta-me o ar. Não vemos o ar e ele existe.

O espírito (ou a alma), que não vemos, também existe. Ele é a nossa verdadeira essência, que jamais morrerá. Eu sou o espírito, de onde vem minhas qualidades boas ou más. E tenho um corpo que um dia morrerá. Quando eu sinto amor ou ódio, é a alma quem sente. Quando não resisto a uma tentação, é o espírito que tem fraca a vontade. Quando o espírito é frágil, não educado, não vivemos de forma equilibrada e, conseqüentemente, sofremos. Pensemos numa pessoa diabética que come dez bombons de uma só vez. O que vai acontecer? (Ouvir o grupo e sugerir outros exemplos).

Apresentar a figura 1, comentando:
– Este jovem não sabe cavalgar, não aprendeu a dominar o cavalo. Em conseqüência, é o cavalo que o leva, que o conduz, até para lugares perigosos, para onde o cavaleiro não desejaria ir. Por não saber conduzir o cavalo, ele está sujeito a acidentes.



Apresentar a figura 2, comentando:
– Este outro cavaleiro sabe conduzir bem seu cavalo, é senhor dele, impondo-lhe o rumo. O cavalo obedece-o docilmente e presta-lhe grandes serviços.

Perguntar:
Alguém vê alguma semelhança entre o cavaleiro e o cavalo e o espírito e o corpo?
Nessa comparação, o que representa a figura 1? E a figura 2?
Ouvir os participantes e, se ainda necessário, esclarecer que:
O espírito corresponde ao cavaleiro; o cavalo corresponde ao corpo; o espírito deve ser o dono, o condutor do corpo, para que nossas ações sejam conduzidas pela razão e não pelos impulsos. (corresponde à fig. 2).
Quando, ao contrário, o espírito não sabe dirigir sua vida, fica na condição daquele primeiro cavaleiro, sem rumo certo, praticando atos que muitas vezes prejudicam o espírito e o corpo, e até os outros.
Propor a questão:
Se é o espírito que deve governar a vida, podemos considerar o corpo pouco importante?
Ouvir as opiniões. Apresentar a figura 3 e perguntar:
Se um violinista que toca muito bem tivesse de usar um violão com a madeira rachada e as cordas rebentadas, ele conseguiria executar uma bela canção? Por quê?
– Se a alma não contar com um corpo, em condições razoáveis, vai conseguir realizar o seu projeto de vida? Por quê?


Ouvir os participantes esclarecendo, se necessário.

Apresentar a figura 4. Dizer que uma flor representa a consciência; a outra, as ações, levando a observar que as flores são iguais. Esclarecer que:
Assim deve ser a nossa vida: as nossas ações devem ser iguais ao que diz a consciência.
Se o que eu faço (ações) não estiver de acordo com o que a consciência diz que devo fazer, criarei um conflito.
Os conflitos da consciência causam a maior parte das doenças do corpo ou da mente.


ATIVIDADE CRIATIVA

Separar os participantes em três grupos. Dizer que vai narrar um caso real (extraído de “Lindos Casos de Chico Xavier”, de Ramiro Gama).

D.Cidália fez uma horta em seu quintal para, com a venda dos legumes e verduras, pudesse comprar livros para seus filhos estudarem. Passado algum tempo, percebeu que os legumes e verduras sumiam da horta, sempre quando se ausentava. D.Cidália desconfiou de sua vizinha.

A consciência de D.Cidália orientava que ela não devia nem prejudicar o estudo dos filhos, nem ofender ou ser injusta com a vizinha.

Como resolver o problema para que a solução esteja de acordo com o que lhe diz a consciência?


Solicitar que cada grupo pense na melhor solução.

Ouvir o relato dos grupos. Em seguida, comparar com a solução encontrada por D. Cidália.

D.Cidália narrou o que vinha acontecendo à vizinha e pediu que, quando saísse, ela ficasse com a chave do portão da casa e tomasse conta de sua horta. A vizinha, sentindo-se responsável, nunca mais furtou a horta.

HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE

EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL - LFC

O SER: CORPO E ESPÍRITO

OBJETIVO:

Identificar-se como espírito imortal que possui temporariamente um corpo físico, que lhe serve de instrumento para seu progresso.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Apresentar o anexo 1 e perguntar se identificam as aves (pato, periquito, galinha, beija-flor, tucano e águia). Dialogar sobre as diferenças de bicos, que estão perfeitamente adaptados ao tipo de alimentação da ave; de pés, conforme o meio onde vive.


Perguntar o que sabem sobre a vida das águias:
onde vivem (alto das montanhas)
como é a visão (vêem a grandes distâncias)
onde voam (voam a grandes alturas)

Dizer que contará uma história de uma águia que não sabia quem era.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Narrar: A Águia que não sabia quem era (adaptação do conto de James Aggrey).

Desafiar o grupo dizendo que irá fazer algumas perguntas para ver se conhecem a si próprios ou se vivem enganados como a águia. Pedir que o grupo escolha três colegas a fim de formarem um júri para avaliação das respostas que serão dadas, devendo completá-las ou corrigi-las, conforme a necessidade. (Lembrar a atitude de respeito em relação às opiniões).

Exemplos de perguntas:

– Quem é você?
– Você é apenas este corpo?
– A alma (ou espírito) morre?
– Você é um espírito que tem um corpo?
– Para que você nasceu neste mundo?
– Para que todos nós nascemos?
– Existe alguém que nasceu para ser mau?
– Você é filho de Deus?
– Deus ama você?

Concluir o interrogatório afirmando que muitas pessoas vivem no mundo tal como a águia que pensava ser galinha:
• São espíritos, mas pensam que são apenas o corpo;
• São filhos muito amados de Deus, mas pensam que são esquecidos por Ele;
• Nasceram para tornarem-se bons, mas fazem os outros sofrer;
• Nasceram para fazer brilhar, cada vez mais, o “eu-luz”, mas preferem viver com o “eu-sombra”.

ATIVIDADE CRIATIVA

Propor que o grupo dramatize a história. Nessas primeiras reuniões o grupo ainda pode estar inibido e, nesse caso, o educador deve auxiliar a dramatização no papel de narrador. O importante é que as crianças vivenciem as ações.

HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE

A ÁGUIA QUE NÃO SABIA QUEM ERA

Fig. 1- Certa vez, não se sabe como, uma águia bem pequena foi parar num galinheiro. Ali foi crescendo e aprendendo o jeito de viver das galinhas: os vôos rasteiros, o ciscar a terra, comer milho, dormir em poleiros, suportar o calor do sol. Enfim, fazia tudo que as galinhas que viviam ao seu redor também faziam.

Assim, foi esquecendo, aos poucos, lembranças do seu passado, das reais possibilidades dos seres da sua espécie. Nem os altos e elegantes vôos, nem o frio das regiões elevadas, nem a visão dos horizontes sem fim...

Certo dia apareceu no galinheiro um homem que morava nas montanhas e conhecia o modo de viver das águias. E perguntou à águia com os hábitos de galinha:
– O que você faz aqui? Você não é galinha! É uma águia!
E ela respondeu:
– De jeito nenhum. Águia voa alto e eu mal sei voar... e nem quero aprender. A altura me dá tontura. É mais seguro andar aqui embaixo, comer o milho e dormir no poleiro.
Não houve explicação que convencesse a águia a explorar suas grandes possibilidades. Estava mesmo certa de que era apenas uma galinha.
Um dia o homem resolveu mostrar-lhe sua verdadeira origem. Agarrou a águia, levou-a para o alto de uma montanha e soltou-a no abismo. A pobre águia cacarejava de pavor. Naquela aflição, vieram-lhe à lembrança suas características de águia e tentou o vôo, a princípio ainda receosa.


Fig. 2- À medida que conseguia vencer as alturas, sentia a alegria da liberdade e, ganhando confiança, reconheceu que era verdadeiramente uma águia.



EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O BOLO


Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.


Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.


Colocando uma faca ao lado do bolo, disse:


— Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.




Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.


Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.


E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.


E comemos, alegremente, as porções idênticas.



Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir - pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas -, tudo era sempre dividido conscienciosamente em partes iguais.


Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.



FONTE: "E, para o resto da vida..." de Wallace Leal V. Rodrigues


Segundo a Lei de Igualdade, houve justiça na divisão das partes do bolo entre irmãos? Por quê?
_________________________________________________________________
_________________________________________________________________

Você tem o costume de dividir ou compartilhar com seus irmãos e colegas o seu alimento, seu brinquedo ou objetos pessoais, quando necessário? Por quê?

____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________

domingo, 17 de julho de 2011

EXISTÊNCIA DE DEUS




O ATEU E O PROFESSOR

Um professor, astrônomo de grande sabedoria, era muito amigo de um jovem médico que não tinha religião, pois não acreditava na existência de DEUS.
Desejando ajudar o amigo a crer em Deus, o professor construiu uma peça mecânica que reproduzia o nosso Sistema Solar, com seus movimentos e órbitas. Quando esse sistema era ligado, o Sol brilhava e os planetas passavam a girar ao seu redor, ao mesmo tempo, que, os pequeninos satélites movimentavam-se também em torno dos respectivos planetas.
Na próxima visita do amigo, após as saudações, ficaram ambos em agradável conversação, os professores então perguntou:
- Mas afinal, quais são as suas crenças? De que forma você admira Deus e suas obras?
- Ora falou o médico. – Eu não acredito em Deus, isso é coisa dos mais antigos, coisa do passado. Tudo que existe no mundo, a Natureza, o Universo é obra do acaso. Continuo acreditando que Deus é uma ilusão .Eu não creio em Deus...
- O professor não deu nenhuma resposta ao médico, desviou a conversa, falaram de outras coisas. Depois como que nada quer convidou o médico para visitar o seu laboratório. Assim que o mecanismo foi ligado, os novos planetas passaram a girar em torno do Sol, em suas órbitas perfeitas. O médico ateu admirado fez grandes elogios ao sistema, perguntando em seguida:
- Quem é o autor desse engenhoso instrumento?
- O professor , sorrindo, respondeu:
- Não houve autor algum. Ninguém fez esse sistema.
- Como assim? Replicou o ateu surpreendido.
- É muito simples e natural é obra do acaso.
- Isso é impossível. – falou o ateu, um objeto, feito com tanta arte e inteligência tem que ter um criador, um inventor.
- Ah! Você reconhece que este mecanismo não pode ser obra do acaso e que deve ter um autor. No entanto ele é apenas uma cópia, muito imperfeita de uma grandiosa e muito mais difícil. Depois o professor conduziu o médico até a varanda e apontando para o céu estrelado, disse:
- Esse mecanismo dá somente uma simples demonstração de como funciona o nosso sistema solar. E o Universo todo com suas infinitas maravilhas? Pela primeira vez o médico passou a meditar seriamente na grandeza do Universo e toda a sua criação, e estendendo sua mão ao médico disse: muito obrigado pela lição. O professou abraçou o amigo comovido, sabia ter ele, lançado naquele coração, uma pequenina semente, que um dia daria bons frutos.

Responda de acordo com a História do Ateu e do Professor.

01- Quais os personagens principais dessa história?_______________________

02- Qual a especialidade do professor?__________________________________

03- O professor acreditava na existência de Deus?_________________________

04- È o Médico_____________________________________________________

05- Que dizia o médico sobre a Criação do Universo e da Natureza?___________

___________________________________________________________________

06- É o professor disse alguma coisa ou ficou calado?_______________________

07- Que fez o professor para ajudar o seu amigo médico a acreditar em Deus?___

___________________________________________________________________

08-Depois que o professor mostrou ao médico o mecanismo que representava o nosso Sistema Solar, que disse o médico? ___________________________________________________________________

___________________________________________________________________

09-Que respondeu o professor?__________________________________________

___________________________________________________________________

10- Qual foi à resposta do médico para o professor?_________________________

___________________________________________________________________

11- Levando o médico até a sua varanda , o professor mostrou o quê?


___________________________________________________________________



12-Depois disso o médico disse o que para o seu amigo professor?______________

___________________________________________________________________



Nomes dos participantes:_______________________________________________

sábado, 16 de julho de 2011

PAI NOSSO




Nos exercícios abaixo vamos conhecer um pouco mais sobre a oração que Jesus nos ensinou: o “Pai Nosso”. Vamos ler com atenção e buscar refletir se temos vivido esta oração no nosso dia a dia. BOA REFLEXÃO.

“Pai nosso que estais no céu”
Quando Jesus disse isso ele quis dizer que:

a) Deus é o pai e criador dos homens
b) Deus é o criador do universo e do nosso planeta
c) Somos todos irmãos espirituais
d) Não quis dizer nada

“Santificado seja o vosso nome”
Santificamos o nome de Deus quando:
a) fazemos maldades
b) fazemos fofoca
c) brigamos com as pessoas
d) fazemos o bem

“Venha a nós o vosso reino”
O reino de Deus, que é de amor e de paz, virá até nós:
a) sozinho
b) quando nos esforçamos para sermos melhores alunos, filhos, amigos, pessoas
c) quando ajudamos as pessoas
d) quando repartimos o que temos

“Seja feita a vossa vontade assim na Terra como no céu”
Deixamos que a vontade de Deus seja feita quando:
a) aceitamos as dificuldades como forma de aprender algo
b) nos revoltamos e brigamos com todo mundo
c) desistimos de estudar e de trabalhar porque temos problemas
d) mantemos a fé em Deus, na vida e em nós (na nossa capacidade de lutar e de vencer)

“O pão nosso de cada dia dá-nos hoje”
O pão nosso a que Jesus se refere é:
a) o pão que comemos no café da manhã e no lanche
b) as idéias boas, os sentimentos bons, a palavra e a ação boas e a força espiritual
c) a saúde do nosso corpo, do nosso espírito, da nossa família e da sociedade em que vivemos
d) os ensinamentos de Jesus

“Perdoai as nossas dívidas assim como perdoamos os nosso devedores”
Perdoar e ser perdoado significa:
a) desculpar e ser desculpado
b) tolerar e ser tolerado
c) brigar
d) se vingar

“Não nos deixe cair em tentação”
Não caimos em tentação quando:
a) buscamos más companhias
b) buscamos boas companhias
c) resistimos à vontade de brigar, de gritar, de falar dos outros, de pegar coisas dos outros
d) buscamos nos aprimorar através dos estudos, das boas leituras e boas conversas

“Livrai-nos do mal porque vosso é reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja”
Ajudamos a Deus a nos livrar do mal quando:
a) seguimos as leis e as regras
b) vivemos sem ter regra nenhuma e sem seguir as leis
c) buscamos conhecer e respeitar as regras de nossa família, da nossa escola
d) buscamos conhecer e respeitar as leis da sociedade e as leis espirituais para viver melhor