segunda-feira, 26 de abril de 2010

BRINCADEIRAS E JOGOS PARA A INFANCIA














PIQUE-ESTÁTUA
Objetivos: desenvolver habilidades motoras.
3 ou mais jogadores.
Ao ar livre.
Desenvolvimento:
Uma criança conta até dez, enquanto as outras correm. Assim que terminar a
contagem, todos devem parar, ficar imóvel.
O pegador deve dar três pulos para tentar pegar a criança mais próxima. Se
conseguir pegá-la, essa passa a ser o pegador e inicia nova contagem. Se não pegar
ninguém, inicia a brincadeira novamente.

PIQUE-BOLA
Objetivos: desenvolver habilidades motoras. Percepção visual e auditiva.
3 ou mais jogadores.
Ao ar livre.
Bola.
O pegador de posse da bola deve correr e jogá-la para cima, dizendo o nome de
uma criança participante que deverá apanhá-la antes da bola cair no chão e
arremessá-la contra um dos participantes.
PIQUE-FRUTA
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção auditiva.
3 ou mais jogadores.
Ao ar livre.
O pegador deve correr atrás dos outros e tentar pegá-los. Para o participante não
ser pego ele diz o nome de uma fruta. Não pode repetir o nome das frutas. Quem
repete, sai da brincadeira. Vence o que não for pego.
SOLDADO, NÃO!
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção auditiva.
5 ou mais jogadores.
Sala.
Reúnem-se, 5 crianças que têm os seguintes papéis: soldado, cabo, sargento,
tenente e capitão.
Diz o Capitão:
- Passando a vista em minhas tropas senti falta do sargento.
O sargento tem de responder:
- Do sargento não! Do soldado! (ou outro)
E assim por diante. Todos têm de responder rápido. Quem não responder rápido
é rebaixado: o tenente passa a ser soldado e o soldado passa a ser cabo, sendo os demais
promovidos até o posto do tenente rebaixado.

A DIREITA ESTÁ VAGA
Objetivos: desenvolver habilidades motoras. Percepção auditiva e Direção.
4 ou mais jogadores.
Sala ampla e cadeiras.
As crianças sentadas nas cadeiras formando um círculo. Deixa-se uma cadeira
vazia. Uma criança fica de pé, no centro do círculo. Ela tentará sentar-se na cadeira
que está vaga e as demais se deslocarão para a direita, tentando impedi-la. A
tentativa continuará até a criança do centro conseguir ocupar a cadeira vaga. A que
permitir a ocupação da cadeira vaga, tomará o lugar no centro.
CUIDADO COM AS GARRAFAS
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção auditiva.
4 ou mais jogadores.
Garrafas peti.
Ao ar livre ou sala.
Colocar as garrafas aleatoriamente no chão. Escolher um participante. Dizer-lhe
que ele vai caminhar entre as garrafas, com os olhos vendados, e que os colegas vão
auxiliá-lo oralmente na trajetória para que ele não derrube as garrafas. Permitir que
ele caminhe um pouco entre as garrafas, antes de vendá-lo.
Vendá-lo. Sem que ele ouça, retirar as garrafas. E posicioná-lo, para que ele
inicie a caminhada “entre as garrafas” (lembrando que as garrafas foram retiradas).
Elege-se um dos colegas para conduzi-lo verbalmente: dois passos para a esquerda,
um para frente, vire à direita, cuidado! etc.
Terminada a caminhada, retirar a venda que possa ver que caminhou
aleatoriamente e sem as garrafas.

LÁ VEM O SAPO
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção visual.
3 ou mais jogadores.
Ao ar livre ou em sala.
Uma bola de meia amarrada na ponta de uma cordinha ou barbante.
As crianças ficam em círculo e uma delas permanece no centro, segurando a
corda com o “sapo”. Ao início do jogo, a criança do centro deve aproximar o sapo
junto aos pés dos participantes que devem pular não deixando que o sapo os toque.
A criança que deixar o sapo tocá-la é afastada do círculo. Ganha a criança que
permanecer no círculo.
NÃO ACERTE AS GARRAFAS
Objetivos: desenvolver coordenação psicomotora. Percepção visual.
2 ou mais grupos de jogadores.
Garrafas peti.
Uma bola para cada grupo.
Ao ar livre ou sala ampla.
Colocar as garrafas vazias, uma ao lado da outra, mantendo uma distância, de maneira que a bola passe entre elas sem tocá-las.

Um participante de cada grupo, alternadamente, vai arremessar a bola, fazendo-a deslizar na direção do espaço existente entre duas garrafas.
Vence o grupo que derrubar o menor número de garrafas.

PASSEIO DE ÔNIBUS
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção auditiva.
5 ou mais jogadores.
Cadeiras.
Ao ar livre ou sala ampla.
Colocar as cadeiras dispostas em duas fileiras, uma de frente para a outra e uma cadeira a menos que o número de participantes.
Cada participante senta-se em uma cadeira, e um permanece em pé, no meio das duas fileiras.

O passageiro que ficou de pé estabelece uma conversa com os outros passageirose no meio da conversa, quando ele disser a palavra “ônibus”, todos os passageiros sentados trocam de lugar, mudando de uma fileira para outra. O passageiro que estiver de pé procura sentar-se numa das cadeiras.



O MENSAGEIRO
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção auditiva. Discriminação
visual.
5 ou mais jogadores.
Cadeiras.
Ao ar livre ou sala ampla.
Um participante é sorteado para iniciar a brincadeira. Ele deve pensar em uma mensagem que gostaria de mandar para um colega do grupo.
Depois, ele escolhe um colega do grupo que será o “mensageiro” e lhe diz baixinho, a mensagem a ser transmitida.


Em seguida, em voz alta, ele descreve para o grupo, a pessoa para quem o
“mensageiro” deverá transmitir o recado. A partir da descrição, o “mensageiro” tenta
descobrir para quem a mensagem se destina, vai ao seu encontro, e repete a mensagem
baixinho. Se o mensageiro passar o recado para a pessoa certa, ele terá direito de
mandar uma mensagem e escolher o próximo “mensageiro”. Se ele errar, outro
participante será escolhido para concluir a tarefa.
EU GOSTO DE...
Objetivos: desenvolver habilidades psicomotoras. Percepção auditiva. Discriminação
visual.
3 ou mais jogadores.
Ao ar livre.
Participantes sentados nas cadeiras dispostas em círculo. Um participantepermanece de pé, no centro e diz: EU GOSTO DE...(EX: BLUSA BRANCA).
Todos os que estiverem usando blusa branca, trocam de lugar e o participanteque estava de pé, tentará sentar-se. O que ficar de pé continua a brincadeira citando outros objetos.

DINAMICAS PARA A FIXAÇÃO DE CONTEUDO















Estas dinâmicas de grupo têm como objetivo fixar conteúdo trabalhado utilizando-se de atividades lúdicas, assim como estimular a socialização, exercitar a criatividade, a solidariedade, o respeito e a honestidade.

BERLINDA
Objetivo: Ressaltar as características dos evangelizandos.
Os evangelizandos sentam-se em círculo. Um deles se retira do local. Em seguida, todos
atribuem uma qualidade ou uma característica do evangelizando que saiu. O Evangelizador
convida o evangelizando ausente para entrar e transmite todas as qualidades ou característica
apresentadas pelos colegas sem apontar seus autores. Das qualidades ou características
atribuídas o evangelizando escolherá uma, sendo então substituído na berlinda pelo autor.
CAÇA AO TESOURO
Objetivo: Encontrar o tesouro que está escondido.
Vamos precisar de:
Cartolina.
Papel sulfite.
Um animador por grupo.
Uma caneta para cada grupo.
Uma lanterna para cada grupo e uma para o coordenador.
Perguntas.
O Evangelizador-monitor prepara e enumera as pistas. Um pedaço da cartolina é dobrado ao
meio: na frente consta o número da pista e dentro, a pista a ser decifrada. A pista de número UM é
dada em mãos para os grupos. Assim que resolverem vão à procura da segunda pista, a qual estará
escondida no local apontado na primeira pista decifrada por eles, e assim, sucessivamente.
Cada pista deverá conter uma pergunta a ser respondida. Somente após a resposta correta é que
poderá ir ao encontro da próxima pista.
Vence o grupo que encontrar primeiro o tesouro.
CRUZADA GIGANTE
Objetivo: preencher a cruzada encontrando a palavra principal que se forma no meio dela.
Vamos precisar de:
Cartolina ou papel cartão.
Pincel atômico de duas cores(um para cada grupo).
Apito.
Perguntas.
A cruzada deve ser desenhada na cartolina e conter os espaços das respostas para as perguntas
selecionadas. O número de respostas deve ter uma quantidade ímpar de letras.
O Evangelizador-monitor sorteia o grupo que iniciará o jogo. Lê a pergunta relativa ao número
da cruzada. Se o grupo acertar, escreve a resposta na cruzada. Se errar, passa a vez para que o outro
grupo possa responder.
Ganha o grupo que responder mais perguntas.
VARIAÇÃO – PODEM-SE FAZER DUAS CRUZADAS DIFERENTES. UMA PARA CADA GRUPO.
JOGO-DA-VELHA GIGANTE
Objetivo: os grupos vão responder às perguntas para que possam preencher o jogo-da-velha.
Vamos precisar de:
Cartolina.
Pincel atômico (2 cores diferentes).
Perguntas.
O Evangelizador-monitor deve montar o jogo-da-velha na cartolina, utilizando-se um de
pincel atômico.
Para que possa colocar seu símbolo em um dos quadrados do painel, o grupo deve acertar a
pergunta.
Vence o grupo que acertar o maior número de letras ou preencher o jogo primeiro.
TORTA PARA O GRUPO
Objetivo: responder as perguntas e não receber nenhuma torta para o grupo.
Vamos precisar de:
Desenhos de tortas(10 cm de diâmetro).
Apito.
Perguntas.
Dois objetos iguais.
Os grupos dispostos em 2 filas. A cada rodada de perguntas, um participante diferente tem que
responder a pergunta. Um participante de cada grupo será colocado diante de uma mesa que conterá
os dois objetos idênticos, um na frente de cada concorrente.
O Evangelizador-monitor faz a pergunta e os evangelizandos-participantes, com as mãos para
trás, devem aguardar o apito do evangelizador-monitor para pegar o objeto. Quem souber a resposta
e pegar o objeto primeiro, responde a pergunta. Se acertar, ponto para sua equipe e torta para o
outro grupo. Se errar, ponto para o outro grupo e torta para a sua equipe.
Ganha o grupo que não receber tortas ou que tiver recebido menos tortas.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
Objetivo: responder as perguntas conseguindo a maior pontuação.
Vamos precisar de:
Perguntas.
Três cadeiras.
Os evangelizandos-participantes são divididos em grupos de no mínimo 4 elementos. A seguir,
o evangelizador-monitor coloca três cadeiras na frente dos grupos e convida um primeiro
evangelizando-participante a sentar-se em uma delas. O evangelizador-monitor pede para que
ele diga um número que corresponderá à pergunta que deverá ser respondida. Se o
evangelizando-participante acertar a resposta, passará para a segunda cadeira e chamará outro
participante de seu grupo para se sentar na primeira cadeira. Caso, o colega da primeira cadeira,
erre a resposta, o grupo perde a vez para outro grupo. Se acertar, os dois mudam de cadeira e a
primeira será preenchida por um terceiro participante do mesmo grupo. Se esse acertar a
resposta, o grupo marca ponto e todos se sentam; se errar a pergunta, o grupo volta para seu
lugar. O grupo não pode auxiliar o colega na resposta.
DESAFIOS
Objetivo: responder desafios curtos e rápidos, em grupos ou individualmente.
Vamos precisar de:
Cartolina ou folha de flip chart.
Canetas ou lápis.
Papel em branco.
Urna.
Mesa.
Apoio para a cartolina ou o flip chart.
O monitor deverá montar os seguintes painéis:
1. painel sobre personalidades espíritas.
2. painel sobre obras espíritas.
3. painel com perguntas sobre temas estudados.
Colocar os painéis próximos a mesa, sobre a qual conste caneta, lápis, papel cortado para as
respostas e uma urna. O monitor vai apresentando cada painel fazendo as perguntas para serem
respondidas (escritas em pedaços de papel) pelos grupos e depositadas na urna. Terminada a
apresentação de todos os painéis, abrir a urna e conferir as respostas. Vence o grupo que acertar
mais.
PERSONALIDADES
Objetivo: descobrir o nome de personalidades.
Vamos precisar de:
Papel.
Caneta.
O monitor como animador.
O monitor divide a turma em grupos. O monitor inicia a dinâmica descrevendo a personalidade:
físico, psicológico, obras realizadas, dados pessoais (data e local de nascimento) etc. Cada grupo
tem direito a fazer 2 perguntas sobre a personalidade. Vence o grupo que acertar mais
personalidade.
(FEB)

domingo, 25 de abril de 2010

MALEDICÊNCIA

















Livro Evangelização Infanto-Juvenil – Editora Aliança.


R E F L E X Ã O

“O mal, em suas variadas formas ocupa o pensamento humano quase em tempo integral através da maledicência, da inveja, do orgulho, do desprezo, e,assim, transformamos em veneno aquilo que poderia ser nosso maior bálsamo.”
Vladimir Ávila, Diferenças não separam, pág.63


Tema/ Maledicência
Refletir sobre o comportamento de ressaltar, divulgar e ampliar as fraquezas dos outros.


Motivação Inicial Juntar as sílabas

Distribuir em cartões, as sílabas da palavra “maledicência”. Pedir que as crianças juntem as silabas, descobrindo o tema da aula.

Desenvolvimento da aula Maledicência



Na escola, os amigos Mary, Fátima, Leon, Fábio e Vinícius adoravam ficar sentados nos bancos do pátio na hora do intervalo, reparando em todos que lá passavam e então comentavam:
- Olha! Lá vem a exibida da Petrô, rebolando pra chamar atenção dos meninos. Fiquei sabendo que ela tirou zero na prova de Português! – exclamava Fátima.
- Isso não é nada! Olha o Nelson, aquele dentuço. Ele nem sabe fazer contas, a única coisa que aprendeu foi chutar latinhas de refrigerante – dizia Leon.
- Vejam o Balofo do Magrão. Que engraçado esse apelido! Ele está mais para Baleia Assassina do que para Magrão. Até parece que ele é magro! Come merenda todo dia e deve pesar uns duzentos quilos!Ah! Ah! Ah! – ria Fábio.
- Ah! Vocês não sabem da última Estão vendo a Patrícia? Me disseram que ela está namorando o Ayrton. Vocês já imaginaram se a mãe dela fica sabendo? Não quero nem imaginar a surra que ela vai levar! – comentou Mary.
E assim eram os comentários maldosos até terminar o intervalo.

Um dia a professora Leonor entrou na classe e propôs:
- Bom-dia! Espero que todos estejam bem, porque na aula de hoje vamos contar ma história. Para isso, preciso de três voluntários.
- Eu! Eu! Eu! Eu! Eu!
Muitas crianças levantaram a mão, as a professora escolheu Leon, Fábio e Mary, propositalmente. Primeiro chamou Leon no corredor, fora da sala de aula e contou-lhe o seguinte:
_ A água é o elemento mais importante para a vida na Terra e este é o único planeta conhecido onde se encontra água no estado líquido. No Brasil existe a maior reserva de água doce do mundo e é, por isso, que devemos cuidar bem dos nossos rios, lagos, represas e nascentes.
- Que legal, professora! E o que eu devo fazer?
- Agora vamos chamar o Fábio e você irá contar esse mesmo fato para ele.
- Mas isso é muito fácil!Deixa comigo! Fábio, você sabia que o Brasil está cheio de água? É tanta água que até escorre pela Terra e quando ela fica encharcada, dá até enchentes! Por isso que não tem vida em outro planeta! Dá um trabalho cuidar dos rios e lagos!
- Muito bem! Leon, pode voltar para a sala de aula e, por favor, chame a Mary. Agora, Fábio, é a sua vez. Conte aquilo que aprendeu para a Mary.
- Mary, no Brasil tem tanta água, que transborda e dá enchente. Tem gente até vindo de outro planeta para cuidar dos rios!
- Ótimo! Agora vamos voltar para sala e Mary vai contar o que aprendeu.
- Queridos amigos, tenho notícias de outro mundo! Para acabar com as enchentes do Brasil, os rios serão levados por gente de outro planeta. Não é demais? – contou Mary.
- Professora! – perguntou Charlie, o aluno mais inteligente da sala - Não posso acreditar nessa mentira. O que está havendo?
- Nada mais grave do que está acontecendo nesta Escola. Apenas disse que a água é o elemento mais importante para a vai da na Terra e este é o único planeta conhecido onde se encontra água no estado líquido, No Brasil existe a maior reserva de água doce do mundo e é por isso que devemos cuidar bem de nossos rios, lagos e represas e nascentes.
- Mas o que a Mary nos disse não tem nada a ver com isso – respondeu Charlie.
-Isso mesmo! Apenas fiz essa brincadeira para alertá-los e que não devemos ficar falando da vida dos outros, como se tem feito durante o intervalo, Isso é muito feio e além do mais, ninguém gostaria que ficassem olhando para si e comentassem sobre seus defeitos ou sobre sua vida, porque as pessoas acabam julgando e modificando os fatos que ouviram.Por isso que eu procuro analisar cada um de vocês valorizando o que cada um tem de melhor,para que possamos todos, aprender e crescer juntos.
Mary, Vinícius, Leon, Fátima e Fábio coraram, sentindo-se envergonhados pelas atitudes que tiveram.




Verificação/Fixação Quem conta um conto...

Escolher três crianças para se retirarem da sala,a fim de não escutarem o seguinte texto que será lido para a classe.

Disse o gerente geral para o gerente de divisão: Na sexta-feira, às 17horas aproximadamente, o cometa Halley estará visível nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 76 anos. Assim, por favor, reúna os funcionários no pátio da fábrica, todos usando capacete de segurança, e explicarei a eles o fenômeno, Se estiver chovendo, não poderemos ver nada. Neste caso, reúna os funcionários no refeitório mostrarei a eles um filme sobre o cometa.
Incumbir uma das crianças para passar a mensagem, diante das demais, à primeira das que forem retiradas. Chamar as crianças uma a uma de volta para a sala. A primeira transmite a mensagem que entendeu para a segunda, que, por sua vez, deverá transmiti-la à terceira. A última conta para a turma o que entendeu.

Dar oportunidade para que as crianças comentem a possível distorção da mensagem
Original. Havendo tempo e interesse, ler as mensagens subseqüentes.

Disse o gerente de divisão para o, gerente de fábrica: Por ordem do gerente geral, na sexta feira, às 17horas, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor, reúna os funcionários, todos usando capacete de segurança, e os encaminhe ao refeitório onde o raro fenômeno terá lugar o que acontece a cada 76 anos.

Disse o gerente da fábrica para o gerente de pessoal: Por ordem do gerente geral, às 17 horas de sexta-feira, o fenomenal cometa Halley vai aparecer no refeitório, usando capacete de segurança. Se chover, o gerente geral dará ordem, o que ocorre a cada 76 anos.

Disse o gerente de pessoal para o supervisor: Na sexta-feira, às 17 horas, o gerente geral vai aparecer no refeitório com o cometa Halley, o que acontece a cada 76 anos. Se chover, o gerente geral levará o cometa para o pátio da fábrica, usando capacete de segurança.

Disse o supervisor para os funcionários: Na sexta-feira, às 17 horas, quando chover, o fenomenal Bill Halley, usando capacete de segurança e acompanhado do gerente geral vai passar pela fábrica com seus cometas.


Consultar trilha musical para Evangelização Infanto-juvenil Crescendo Cantando, editora Aliança Músicas sugeridas no CD número 3: 2, 10.


Cantinho do saber: Falando em maledicência... Jesus também disse que o mal não é o que entra pela boca, mas o que sai da boca, porque é disto que está cheio o coração (Mateus, 15: 10-20). Ensina-nos ainda André Luiz (Agenda Cristã) que o mal não merece comentário em tempo nenhum.

Dica/ Bibliografia

Kardec, Allan – O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.X, itens 19 a 21.
Lorenzetti, Valentim – Caminhos de libertação, cap.80 “A maledicência”, Editora Aliança.
Diversos, Autores – Iniciação Espírita, Cap.68 “ Vícios e Defeitos”, Editora Aliança



Avaliação da Aula


Livro Evangelização Infanto-Juvenil – Editora Aliança.

R E F L E X Ã O

“ O homem de bem: Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, evidenciá-los.
Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.”

Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.XVII, item 3.

Tema/ Conteúdo Maledicência

Compreender que uma das formas de respeitar o próximo é não divulgar assuntos que nos foram confiados ou que venham a prejudicar alguém.


Motivação Inicial Bolsa

Levar uma bolsa que as crianças não conheçam o dono. Perguntar-lhes o que devemos fazer com ela..


Desenvolvimento da aula
A bolsa ( adaptação)

Em minha casa, sempre havia reuniões, onde compareciam vários amigos. No fim de uma dessas reuniões, um deles me disse ao despedir-se:
- Gosto de vir aqui, Felipe. É um lugar onde posso dizer tudo o que quero, tendo certeza de que não passará adiante!
Ao ouvir tal afirmativa, falei:
- O elogio, na verdade, cabe muito mais à minha mãe do que a mim!
Contei-lhe que um dia, eu tinha então uns oito anos, estava brincando ao lado de uma janela aberta, enquanto a senhora Silva confiava à minha mãe qualquer coisa de sério a respeito de seu filho, Quando a visitante saiu, percebendo que eu ouvia tudo, mamãe chamou-me e disse-me:
- Se a senhora tivesse deixado a sua bolsa hoje aqui, iríamos dá-la a outra pessoa?
- Claro que não! – respondi prontamente.
E a minha mãe prosseguiu:
- Pois a senhora Silva deixou hoje aqui, uma coisa muito mais preciosa, porque nos contou uma história cuja divulgação poderá prejudicar muita gente. Essa história não é nossa, de modo que não podemos contá-la aos outros. Continua a ser dela, mesmo que a tenha deixado aqui. Assim, não a daremos a ninguém. Você compreende? Compreendi muito bem. E tenho compreendido, desde então, que as coisas que nos contam ou ouvimos, e até mesmo alguma bisbilhotice que alguém deixa de vez em quando em minha casa, são dela, e não minhas, para dar a quem quer que seja. Como alguém que deixasse a sua bolsa.
Quando por qualquer motivo, percebo que não estou agindo de acordo, imediatamente lembro-me da bolsa da senhora Silva e calo a boca em tempo.

Verificação/Fixação Teia de aranha

Pedir às crianças que se sentem em círculo. O evangelizador, que faz parte do círculo, segura um novelo de lã ou barbante. Inicia uma história e passa o novelo a uma criança que não seja sua vizinha no círculo, segurando a ponta do fio. A criança que recebe o novelo continua a história e passa o novelo a outra que fará o mesmo, formando assim uma teia. Quando estiverem enredadas, devem desfazer a teia, contando outra história para desenredar a primeira.
A dificuldade para desfazer a teia é comparada ao trabalho em anular ou minimizar o mal causado por uma conversa maledicente.

Consultar trilha musical para Evangelização Infanto-juvenil Crescendo Cantando, editora Aliança Músicas sugeridas no CD número 3: 2, 10.


Cantinho do saber: Existe um provérbio chinês que diz “Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.”. Portanto, devemos ter cuidado com o que falamos.


Dica/ Bibliografia

Rodrigues, Wallace Leal V. – E, para o resto da vida..., O Clarim.
Kardec, Allan – O Evangelho segundo o Espiritismo, cap.X, itens 19 a 21.
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos, pergunta 903.
Lorenzetti, Valentim – Caminhos de libertação, cap.80 “A maledicência”, Editora Aliança.
Peres, Ney Prieto – Manual prático do espírita, cap.II, item 20, Editora Pensamento.


Data:

Avaliação da Aula:


FABIO JR- HOMENAGEM A CHICO XAVIER

quarta-feira, 21 de abril de 2010

CONSTRUÇÃO DO MURAL DA PAZ


















MATERIAL: 1 ou duas folhas de papel madeira,cartolina ou 40 kg, pombas recortadas em papel branco, uma para cada aluno,lápis grafite ou caneta hidrocor,cola.

PROCEDIMENTO:Após colocar um título sugestivo (ex:"Mural da Paz", "Vou Construir a Paz.." ou "O Mundo Precisa de Paz" ou "A Paz me lembra..",ou ainda"Sinto Paz quando...") pedir que cada evangelizando escreva na pombinha branca de papel uma palavra ou frase pertinente,ou que desenhe algo que lhe lembre a paz, todos devendo colar no mural a sua pombinha,explicando suas respectivas contribuições.

Terminar com uma música
A BANDEIRA DA PAZ
Sugestão: Construir coletivamente esta bandeira. Pode ser exposta na fachada da casa espirita ou em outros locais

MATERIAL NECESSÁRIO: Muitos retalhos de tecido branco (de preferência 20x20 cm) e tinta para tecido de várias cores. Linha e agulha para costura, ou cola para tecido.
INSTRUÇÕES:Atividade, para ser realizada em grupo. Cada participante, escolhe um retalho de tecido e, em silêncio, ou com uma música suave, visualiza a Paz. Cada um fará seu desenho colorido. Deixar secar. Os retalhos serão costurados ou colados com cola de tecido. Alguns retalhos serão deixados em branco, onde se escreverá, de maneira legível, com tinta azul ou verde: A HUMANIDADE QUER PAZ.

FITAS E LAÇOS DA PAZ
Sugestão: Usar um laço branco na lapela, ou uma fita branca no braço.

Qualquer pessoa pode participar, seja na escola, em casa como no ambiente de trabalho. Ao encontrar com alguém com um mesmo laço ou fita, repita em silêncio, ou em voz alta: A HUMANIDADE QUER PAZ.

SEMENTES DE PAZ
Sugestão: Copiar e distribuir. Ler, estudar, expor e refletir sobre as Orações pela Paz Mundial, das Nações Unidas, 1986.
As sementes de paz representam as doze orações pela paz feitas em Assisi, Itália, no dia da Oração pela Paz Mundial durante o Ano Internacional da Paz das Nações Unidas, 1986. A distribuição das Sementes de Paz é um projeto para servir o mundo. As orações pertencem à humanidade ...
"Como a abelha que colhe o mel de diversas flores, a pessoa sábia aceita a essência das diversas escrituras e vê somente o bem em todas as religiões."
Mahatma Gandhi

PACIÊNCIA

OBJETIVO: Reconhecer que a paciência é uma atitude que revela compreensão das dificuldades do próximo, gerando paz
íntima e favorecendo o convívio humano.
ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Propor a montagem de um quebra-cabeça, cujas peças estarão distribuídas em diferentes locais da sala. O educador dirá “quente’ ou “frio” se estiverem perto ou longe das peças. Mas uma condição é fundamental: movimentarem- se com o menor barulho possível. O educador irá observar se tiveram atitude de paciência até a finalização da tarefa.

ATIVIDADE REFLEXIVA
Iniciar a reflexão perguntando:
– Para terminar o quebra-cabeça foi preciso esperar que todos achassem as peças?
– Esperar a sua vez, ou dar a vez ao colega, precisa de paciência?

Narrar a história:

O ANIVERSÁRIO DE GUIGUI.

Avaliar a compreensão da história através das perguntas:
– O que Guigui deve ter sentido quando viu que seu brinquedo não estava ainda pronto?
– E o que sentiu quando viu seu pudim caído no chão? Será que ele ficou triste?
– O que ele teve vontade de fazer?
– Por que não fez?
– E o que aconteceu de noite?
– A mamãe disse que o pudim era todo dele. Mas, ele comeu o pudim sozinho?
– Valeu a pena Guigui esperar, com paciência?
– Gostamos quando alguém tem paciência com a gente?
– E os outros também gostam de serem tratados com paciência?
ATIVIDADE CRIATIVA
Criar com todo o grupo uma vivência corporal que represente a germinação e o crescimento de uma semente. Os gestos devem ser lentos para representar as etapas do desenvolvimento.

HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
Imaginar que tem na mão um vasinho com terra e dentro uma sementinha bem pequenina... a sementinha começa a inchar devagarzinho. .. sai da casquinha... com paciência surge a primeira folhinha... cresce... depois, com paciência, aparece outra folhinha... Aos poucos cresce na terra a plantinha... E agora, bem devagar... eu coloco no chão, na minha frente, a minha plantinha...
Meditar:
Com paciência a plantinha cresce...
A paciência também me ajuda a crescer feliz.

- Pedir que abram os olhos e bem devagarzinho coloquem a sua “plantinha” no jardim (real ou imaginário).

O ANIVERSÁRIO DE GUIGUI


Guigui é um menino muito esperto. Ele é um pouco gago, mas faz tratamento e cada dia está melhor.
Quando era menor Guilherme demorava para conseguir dizer seu nome; daí o apelido carinhoso de Guigui.
O dia do seu aniversário está chegando.
Guigui pediu a seu pai um patinete de presente.
O Seu José está fazendo o brinquedo com todo capricho.
Sua mãe prometeu fazer uma coisa bem gostosa – um pudim de leite – o que Guigui mais gosta.
O menino todo dia pensa ver seu patinete pronto.
Mas, tem que ter paciência e esperar o dia do aniversário.
O dia chegou! Bem cedo Guigui pulou da cama.
Fig. 1- Obrigado, papai! – disse Guigui ao receber o seu abraço. E olhou para ver se via o presente.
Mas, que pena! O patinete estava ainda sem as rodinhas.
Com paciência ele vai esperar o pai terminar.
Guigui se arrumou, foi para a escola.
Quando voltou mamãe falou:
– Olha o que está na mesa. É todo para você.

Fig. 2- Sua boca se encheu dágua ao ver o pudim cheio de calda!
Guigui foi logo lavar as mãos e... quando voltou...

Fig. 3- ... o prato estava caído no chão e o pudim desmanchou-se todo.
– Não acredito!... Mãe! A Ritinha jogou o pudim no chão!
Guigui fez um gesto de quem ia bater na irmãzinha.

Fig. 4- O menino olhou a mamãe e, vendo sua calma, baixou a tempo sua mão, dizendo:
– Eu sei mamãe. Ela é pequena, não sabe o que faz. Preciso ter paciência com ela. À noite Guigui já se preparava para dormir. D. Margarida chamou o menino na sala:
– Outro pudim? E ainda maior! E com calda de chocolate! – falou surpreso Guigui.
– É todo seu.


Fig. 5- Guigui pegou uma colher e dividiu seu pudim com a irmãzinha, a mamãe e o papai. Foi uma festa!
Naquela noite o papai terminou o patinete de Guigui.
E quando o menino acordou...

Fig. 6- Ali estava o seu tão desejado presente!

CONHECENDO JESUS







Educação do Ser Integral

PRECE




MEDIUNIDADE











Dinâmica para Motivação: Fazer a brincadeira dos sentidos:
Tato: Vendar os olhos e tentar adivinhar algum objeto através do tato. (Ex. Escova de cabelo, régua, esponja de louça, rolo de fita crepe, etc...)
Olfato: Vendar os olhos e sentir o cheiro de algumas coisas para tentar adivinhar o que é (pó de café, banana, cebola, etc..)
Audição: Brincar de “Gato Mia”. Vendar os olhos de algum aluno e pedir para outro aluno miar, o que está com os olhos vendados tem que adivinhar quem foi que miou.
Paladar: Vendar os olhos e provar o gosto de suco com e sem açúcar e tentar descobrir qual é qual.
Visão: Brincadeira da cor. Escrever em um cartaz o nome de uma cor porém as letras em outra cor e pedir que eles digam o que está escrito e não a cor que estão pintadas as letras.

Desenvolvimento da Aula:
Depois da brincadeira dizer que vamos conversar sobre um outro sentido que todo mundo tem mas que é um pouquinho diferente desses que a gente viu, a Mediunidade.
Utilizar os desenhos para explicar cada uma delas. Se possível “encenar” cada uma delas enquanto explica.
Tipos de Mediunidade:
Intuição: Dizer que é aquela vozinha que ouvimos de vez em quando que nos diz que devemos ou não fazer alguma coisa, ou tomar alguma decisão.
Psicografia: É quando um espírito desencarnado consegue usar a nossa mão para escrever. Era o que Chico Xavier fazia.
Psicofonia: É quando um espírito desencarnado utiliza a nossa boca, com o nosso consentimento, para falar com as outras pessoas.
Visão: É quando conseguimos ver pessoas desencarnadas.
Audição: É quando conseguimos ouvir pessoas desencarnadas.
Cura: É quando os espíritos desencarnados conseguem utilizar nosso corpo, ou melhor nossas mãos para curar pessoas doentes.

Atividade:
Levar o desenho dos sentidos e pedir que eles identifiquem cada um deles.
Depois levar também o desenho dos tipos de mediunidade e pedir que eles escrevam a qual delas o desenho se refere.


segunda-feira, 19 de abril de 2010

DIFERENÇA ENTRE LAR E CASA

Objetivo: Conscientizar a criança que o lar tem como base o amor.
Incentivação: Relembrar a aula anterior: - frases para as crianças completarem
- Cada um de nós com nossos pais, irmão e etc formamos ............. (família)
- Os espíritos se reúnem em família para aprenderem a ............... (amar)
- A família em ........... (uma casa).
Levar um desenho grande de uma casa.Construiram essa casa e na hora de colocar a tabuleta na porta, o menino ficou em dúvida com a frase que ele colocaria, qual é a certa ou qual é a errada? Vamos ajuda-lo? Uma casa feliz ou um lar feliz?
Desenvolvimento - Perguntar:
Será que casa e lar é a mesma coisa?O que é casa?O que é lar?
- contar a história: "Dona Casa do Telhado Amarelo". Cléo de Albuquerque Melo.
Conclusão: Lar é reunião de duas ou mais pessoas que se unem para se ajudar e evoluírem juntas.
- lugar de voltar;- lugar de ir e vir;- lugar de ficar;- e de construir.
Fixação: Painel com desenho de uma casa grande e figuras de pessoas se relacionando e que poderiam representar um lar.
Lar: reunião de duas ou mais pessoas que se unem para se ajudar e evoluírem juntas.Se respeitam, procuram conversar e se entender, compreendem-se e perdoam-se.Avisam onde vão, se demoram avisam porquê.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

CRIANÇAS NO CULTO CRISTÃO DO LAR














Cezar Carneiro de Souza

Os casais espíritas que tem filhos pequenos, geralmente encontram certas dificuldades para a participação dos mesmos nos cultos domésticos do Evangelho, que acreditamos ser-lhes de grande valia, iniciando-os desde cedo na educação da moral cristã.

Em meu lar, os meninos, inquietos, assim que o culto era iniciado, começavam a pedir água, bolachas, doces, brinquedos etc. E com o riso solto, não nos permitiam fixar a atenção nas lições estudadas.

Energicamente, sempre procuramos repreendê-los, obrigando-os a ficarem quietos, todavia,ao contrário do que esperávamos, a situação piorava, pois, quando permaneciam na reunião, era emburrados ou choramingando que o faziam. Certa feita, encontrando-me com Earle e Da. Maria, que vinham enfrentando as mesmas dificuldades, aquele nosso amigo assim me disse:

_ Olhe, o Chico resolveu o nosso problema!

_ Como? ! _ perguntei-lhe, curioso.

_ Simplesmente recomendou-me levar a lata de bolachas para a mesa e deixar os meninos mais á vontade! Com a prática e auxiliados pelo conselho do Chico, aprendemos que a melhor forma de retê-los era dedicar-lhes os dez ou quinze minutos inicias com literatura infantil espírita. Assim fazendo, eles aproveitavam o culto, e as dificuldades foram resolvidas...



Livro “ Encontros com Chico Xavier “

CHICO XAVIER FALOU COM O ESPIRITO DA RAINHA ISABEL















Carlos A. Bacceli



A discrição é uma característica do médium consciente visto que tal atitude neutraliza as pressões da curiosidade improdutiva ou mesmo as falsas expectativas.

Nesse aspecto, Chico Xavier também funciona como exemplo já que, ao longo de toda sua jornada no campo da mediunidade, soube recolher apenas em sua memória fatos que somente no devido tempo trouxe a público.

A passagem que reproduzimos a seguir, pela beleza que se reveste, confirma isso, servindo-nos de lição.

"Tinha eu dezessete anos, em 1927, quando na noite de 8 de julho do referido do ano, em uma reunião de preces, escutei, através de uma senhora presente D. Carmem Penna Perácio, já falecida, a recomendação de um Amigo Espiritual, aconselhando-me a tomar papel e lápis, a fim de escrever mediunicamente.

Eu não possuía conhecimento algum do assunto em que estava entrando, mesmo porque ali comparecia acompanhando uma irmã doente que recorria aos passes curativos daquele círculo íntimo, formado por pessoas dignas e humildes, todas elas de meu conhecimento pessoal.

Do ponto de vista espiritual, apesar de ser muito jovem, era fervoroso católico que se confessava e recebia a Sagrada Comunhão desde 1917, aos dez janeiros de idade. Ignorando se me achava transgredindo algum preceito da Igreja, que eu considerava minha mãe espiritual, tomei o lápis que um amigo me estendera com algumas folhas de papel em branco e meu braço, qual se estivesse desligado de meu corpo, passou a escrever, sob os meus olhos cerrados , certa mensagem que nos exortava a trabalhar, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A mensagem era constituída de dezessete páginas e veio assinada por um mensageiro que se declarava "Um Amigo Espiritual", o qual somente conheceria depois. Nenhuma das pessoas presentes se interessou em conservar o comunicado, inclusive eu mesmo pois nenhum de nós, os companheiros que formavam o círculo de orações, poderia prever que a tarefa de escrever mediunicamente se desdobraria para mim, através de vários decênios.

No dia seguinte, após a missa da manhã, procurei o Padre Sebastião Scarzelli, que era meu confessor e protetor, e contei-lhe o sucedido, pedindo-lhe me aconselhasse quanto ao que me caberia fazer. Ele era um padre moço, creio que de origem italiana.

O querido sacerdote, que muitas vezes fora o meu apoio nas dificuldades psicológicas e mediúnicas, que eu periodicamente atravessava, me falou com bondade que ele mesmo nunca lera livros espíritas, mas, se eu me sentia bem no círculo de preces a que comparecera, seria justo buscar a paz que me faltava, já que o nome de Jesus presidia aquele grupo de pessoas honestas e ainda me informou que eu poderia freqüenta-lo, mas lembrando a minha devoção a Nossa Senhora, pois ele acreditava que a nossa Mãe Santíssima intercederia em meu benefício em qualquer circunstância.

Depois desse entendimento, não mais vi o Padre Scarzelli, que fora removido para a cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, onde faleceu, há poucos anos, na condição de Monsenhor e onde se pode ver a obra imensa de benemerência que realizou em favor da comunidade. Sem a presença daquele apóstolo do Bem, dediquei-me ao grupo espírita, com a mesma fé com a qual comparecia às atividades católicas.

Tudo seguia em ordem, quando na noite de 10 de julho referido, dois dias depois de haver recebido a primeira mensagem, quando eu fazia as orações da noite, vi o meu quarto pobre se iluminar, derepente. As paredes refletiam a luz de um prateado lilás. Eu estava de joelhos, conforme os meus hábitos católicos , e descerrei os olhos, tentando ver o que se passava. Vi, então, perto de mim uma senhora de admirável presença, que irradiava a luz que se espirava pelo quarto. Tentei levantar - me para demonstrar-lhes respeito e cortesia, mas não conseguiu permanecer de pé e dobrei, involuntariamente, os joelhos diante dela.

A dama iluminada fitou uma imagem de Nossa Senhora do Pilar que eu mantinha em meu quarto e, em seguida, falou em castelhano que eu compreendi, embora sabendo que eu ignorava o idioma, em que ela facilmente se expressava:

- Francisco - disse-me pausadamente- em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, venho solicitar o seu auxílio em favor dos pobres, nossos irmãos.

- A emoção me possuía a alma toda, mas pude perguntar-lhe, embora as lágrimas que me cobriam o rosto:

- Senhor, quem sois vós?

Ela me respondeu:

- Você não se lembra agora de mim, no entanto eu sou Isabel de Aragão.

Eu não conhecia senhora alguma que tivesse este nome e estranhei o que ela dizia, entretanto uma força interior me continha e calei qualquer comentário, em tomo de minha ignorância. Mas o diálogo estava iniciando e indaguei:

- Senhora, sou pobre e nada tenho para dar.

Que auxílio poderei prestar aos mais pobres do que eu mesmo?

Ela disse:

- Você nos auxiliará a repartir pães com os necessitados.

Clamei com pesar:

- Senhora, quase sempre não tenho pão para mim.

Como poderei repartir pães com os outros? ...

A dama sorriu e me esclareceu:

- "Chegará o tempo em que você disporá de recursos. Você vai escrever para as nossas gentes peninsulares e, trabalhando por Jesus, não poderá receber vantagem material alguma pelas páginas que você produzir, mas vamos providenciar para que os Mensageiros do Bem lhe tragam recursos para iniciar a tarefa. Confiemos na Bondade do Senhor".

Em seguida a estas palavras, que anotei em 1927, a dama se afastou deixando o meu quarto em pleno escuro. Chorei sob emoção para mim inexplicável até o amanhecer do dia imediato. Não tinha mais o Padre Scarzelli para consultar e notei que os meus novos companheiros não poderiam me auxiliar, porque eu não sabia o que vinha a ser a expressão "gentes peninsulares" ouvida por mim: quanto a estas duas palavras, nenhum deles conseguiu fornecer qualquer explicação.

Sentindo-me a sós com a lembrança da inesquecível visão, passei a orar, todas as noites, pedindo a Nossa Senhora para que alguém me socorresse com as informações que eu julgava precisas.

Duas semanas após a ocorrência, estando eu nas preces da noite, apareceu-me um senhor vestido em roupa branca que, por intuição, notei tratar-se de um sacerdote. Saudei-o com muito respeito e ele me respondeu com bondade, explicando-se:

- "Irmão Francisco, fui no século XIV um dos confessores da Rainha Santa, D. Izabel de Aragão, que se fez esposa do Rei de Portugal, D. Dinis. Ela desenvolveu elevadas iniciativas de beneficência e instrução nos dois ramos que formam a Península, conhecida na Europa, e voltou ao Mundo Espiritual em 4 de Julho de 1336 era Fernão Mendes. Confiemos em Jesus e trabalhemos na sementeira do Bem.

Eu não tive garganta livre para falar. O padre se retirou e, sentindo a premência do que desejava a nobre senhora, que eu não sabia ter sido, na Terra, tão amada e tão ilustre Rainha.

No primeiro sábado que se seguiu às ocorrências que descrevo, fui com minha irmã Luíza ( atualmente desencarnada) até uma ponte muito pobre, até hoje existente e reformada, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas, onde nasci, conduzindo um pequeno cesto com oito pães. Ali estavam refugiados alguns indigentes: parti os pães, a fim de que cada um tivesse um pedaço, e assim foi iniciado o nosso serviço de assistência que perdura até hoje. Em Pedro Leopoldo, com alguns companheiros, fiz a distribuição de pães, de 1927 a 1958. Em janeiro de 1959, mudei-me para esta cidade de Uberaba, aqui chegando no dia 5 de janeiro de 1959. Junto a grupo de amigos que já nos esperava, promovemos a distribuição de pães numa vila da periferia uberabense. Essa distribuição semanal, aos sábados, permanece ativa até hoje. Moramos numa casa vizinha de três núcleos de favelados e a nossa distribuição de pães, atualmente, se eleva ao número de 1500, divididos entre os necessitados das três favelas a que me referi."

Livro:O EVANGELHO DE CHICO XAVIER. 1ª ed. Didier

FOLHA ESPÍRITA - JULHO / 2000

DESPEDIDA DA MÃE


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"O ano era 1997, numa terça-feira à noite. Quando chegamos para visitá-lo, ele contou-nos o seguinte caso:

- Hoje minha mãe me apareceu e disse-me:

- "Meu filho, após tantos anos de estudo no mundo espiritual estou-me formando assistente social. Venho me despedir e dizer que não mais vou aparecer a você".

- Mas a senhora vai me abandonar?

- Não meu filho. Imagine você que seu pai precisa renascer e disse que só reencarna se eu vier como esposa dele. Fui falar com a Cidália, sua segunda mãe, que criou vocês com tanto carinho e jamais fez diferença entre os meus filhos e os dela. Ela contou-me que também precisa voltar à Terra. Então eu lhe disse:

- Cidália, você foi tão boa para meus filhos, fez tantos sacrifícios por eles, suportou tantas humilhações... Nunca me esqueci quando você disse ao João Cândido que só se casaria com ele se ele fosse buscar meus filhos que estavam espalhados por várias casas para que você os criasse. Desde minha decisão de voltar ao corpo, tenho reflectido muito sobre tudo isso e venho perguntar-lhe se você aceitaria nascer como nossa primeira filha? Abraçamo-nos e chorámos muito.

Quando me despedi dela, perguntei-lhe:

- Cidália há alguma coisa que eu possa fazer por você quando for sua mãe?

Ela me disse:

- Dona Maria, eu sempre tive muita inclinação para a música e não pude me aproximar de um instrumento. Sempre amei o piano.

- Pois bem, minha filha. Vou imprimir no meu coração um desejo para que minha primeira filha venha com inclinação para a música. Jesus há de nos proporcionar a alegria de possuir um piano.

A essa altura da narrativa o Chico estava banhado em lágrimas e nós também. Mas continuou a falar de Dona Maria:

- Seu pai vai reencarnar em 1997. Vou ficar junto dele por aproximadamente três anos e renascerei nos primeiros meses do ano 2000.

- Mas a senhora já sofreu tanto e vai renascer para ser esposa e mãe novamente?

- São os sacrifícios do amor... Até um dia meu filho...

Neste momento, concluiu o Chico, também ela começou a chorar".

Extraído do livro MOMENTOS COM CHICO XAVIER, de Adelino Silveira, ed. GEP)

A VOLTA DE EMMANUEL






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Numa de suas inúmeras entrevistas à grande imprensa, Chico teceu algumas considerações de seu Mentor Espiritual, as quais transcrevemos para nossos leitores:

É verdade que o Espírito do Emmanuel que lhe ditou a base do Espiritismo praticado no Brasil se prepara para reencarnar?

-Ele diz que virá novamente, e dentro de pouco tempo, para trabalhar como professor.

Sabemos que Emmanuel foi Manoel da Nóbrega.

Em vida, ele sempre teve um companheiro muito próximo que foi o padre José de Anchieta. Porque ele nunca se manifestou sobre isso?

-É uma questão de afinidades e de trabalho específico. Os amigos espirituais nos dizem que Anchieta voltou na posição do grande frei Fabiano de Cristo, que viveu no Rio de Janeiro e foi um herói de humildade e abnegação.

De maneira acredito que eles, na vida espiritual, seriam excelentes amigos, mas com missões diferentes. Emmanuel sempre agiu como um professor ou diretor muito culto, abnegado e severo em suas disciplinas.



Informativo Busca e Acharás Nº 35 - Outubro de 1999

TUMULO DE CHICO XAVIER EM UBERABA















FONTE - UNIVERSO ESPIRITA

GALERIA DE FOTOS


























FONTE - UNIVERSO ESPÍRITA

ISSO TAMBÉM PASSA




O Chico passava por grandes dificuldades. Problemas gigantescos se avolumavam sobre sua cabeça. E tão gigantescos que ele perguntou ao espírito Emmanuel se não era possível rogar às esferas superiores um conselho de Maria de Nazaré, que ajudasse naqueles dias tão difíceis.
Alguns dias se passaram, quando o espírito de Emmanuel lhe disse que o generosos espírito de Maria havia atendido ao seu pedido, enviando-lhe a seguinte frase: Isso Também Passa.
A frase foi para mim como anestesia sobre uma dor imensa, disse-nos o Chico. Fez-me tanto bem que a escrevi num papel e o coloquei sobre a cabeceira de minha cama. Todas às noites e todas as manhãs eu lia, sentindo grande consolo.
Certo dia, um amigo ao entrar em meu quarto, achou a frase muito interessante, e disse;
- Chico vou fazer o mesmo; colocar esta frase sobre a cabeceira de minha cama.
- Faça isso mesmo, meu filho, mas não se esqueça de que o espírito Emmanuel também me disse que ela serve tanto para os momentos tristes, como para os momentos alegres.
Do livro Kardec Prossegue, de Adelino da SilveiraBusca e Acharás - Junho de 2000

DISCIPLINA - IMPORTÂNCIA

OBJETIVO: A criança deverá aceitar a disciplina como fator essencial na construção de um ideal.
BIBLIOGRAFIA:
Lc, 14:28 a 30.
Vinha de Luz (Emmanuel/F.C.Xavier), cap. 66; Messe de Amor (Joanna de Angelis/Divaldo P.
Franco), cap. 4; Sol nas Almas (André Luiz/Waldo Vieira), cap. 54; Convites da Vida (Joanna de
Ângelis/Divaldo P. Franco), cap. 14.

AULA:
a) Incentivação Inicial: Diálogo.
O evangelizador mostrará às crianças uma foto de Chico Xavier (Figuras de Apoio na Pág
110), perguntando-lhes se o conhecem.
Comentar, rapidamente, os seguintes itens, entre outros que deseje:
- Chico Xavier é um dos maiores missionários do Espiritismo já reencarnado.
- Ele é um médium espírita, ou seja, através dele, os Espíritos Superiores se comunicam conosco,
trazendo-nos ensinamentos preciosos para nossa evolução.
- Chico é um excelente instrumento para os Espíritos nos ajudarem, isto porque ele possui, dele
mesmo, qualidades de inteligência e de coração, que facilitam a tarefa.
- Como médium psicógrafo (explicar o significado), Chico Xavier já escreveu mais de
QUATROCENTOS livros, os quais nos ajudam a entender melhor o Evangelho de Jesus e a Doutrina
Espírita. Entre esses, existem muitos dedicados à infância. (O evangelizador poderá mostrar às crianças
algumas obras infantis da lavra de Chico Xavier, certamente existentes na biblioteca do Centro).
Como será que Chico conseguiu tudo isto? Terá sido fácil?
b) Desenvolvimento: Narração.

AS TRÊS QUALIDADES
Antes de reencarnar, quando ainda estava no Mundo Espiritual, o Espírito que seria Chico Xavier,
recebeu e aceitou a missão de ser um médium espírita, com um grande trabalho a realizar no amparo ao
crescimento espiritual das criaturas. Para isso foi preparado, estudou muito, tendo a seu lado os Espíritos
Benfeitores que trabalham em nome de Jesus para o crescimento espiritual da Terra. Um desses Espíritos,
que conhecemos pelo nome de Emmanuel, seria o protetor e orientador de Chico, quando reencarnado,
ajudando-o a cumprir sua missão.
Acontece que quando reencarnamos, esquecemos da vida, das promessas e desejos acalentados no
Mundo Espiritual, ficando apenas com vagas lembranças em forma de pensamentos que surgem lá de
dentro de nós mesmos. E aí, poderemos até não realizar o que prometemos antes de reencarnar, se
ficarmos muito envolvidos com outros desejos e projetos do dia-a-dia.
Chico sempre teve uma vida difícil e ficou órfão de mãe bem novinho. Mas sua mediunidade, que
se manifestou quando ele era criança, (embora ele não soubesse o que era mediunidade), lhe permitia ver
e conversar com a mãezinha desencarnada, que lhe dava sempre conselhos para ter paciência,
compreensão e humildade diante dos sofrimentos por que passava (e eram muitos!), dizendo-lhe que ele
estava amparado por Jesus e precisava se preparar para a missão que cumpriria na Terra.
Quando ficou moço e estava na hora de começar o trabalho combinado no Mundo Espiritual,
Chico viu o Espírito que se identificou como Emmanuel, e que estaria a seu lado, ajudando-o, caso ele desejasse realmente colaborar com Jesus através da mediunidade da psicografia, trazendo ao
mundo as luzes do conhecimento superior.
Sentindo no coração a alegria pela presença do querido Benfeitor, e desejoso de corresponder à confiança de Jesus, Chico respondeu que entregaria sua vida ao trabalho planejado.


Então Emmanuel lhe revelou as três qualidades necessárias para que ele alcançasse o objetivo.
Quem sabe quais foram as três qualidades citadas por Emmanuel?

Foram elas: 1ª DISCIPLINA, 2ª DISCIPLINA, e 3ª... DISCIPLINA!

Chico relembrou deste caso durante o resto de sua vida, ressaltando que foi um dos mais
importantes conselhos que Emmanuel lhe deu, porque se ele não disciplinasse seus desejos, seus
sentimentos, sua vontade, seu tempo, etc., jamais conseguiria vencer as dificuldades e realizar a obra extraordinária do livro espírita,que lhe exigiu tanto esforço, tanta dedicação, tanta renúncia.

c) Fixação:
Opção 1 – Confecção de painel.

O evangelizador levará uma folha de papel cartão, emoldurada com tira de papel
estampado ou fita adesiva em cor contrastante, no alto da qual estará escrito:

A DISCIPLINA É IMPORTANTE EM NOSSA VIDA...

As crianças receberão retalhos de cartolina recortados em formatos diversos, nos quais escreverão uma frase sobre CHICO XAVIER e a DISCIPLINA,bem como revistas velhas para recortarem figuras apropriadas à ilustração do tema da aula.

Opção 2 – Elaboração de bilhetes.

O evangelizador dará a cada criança: papel e lápis de cor para que escrevam ou desenhem
uma pequena mensagem para Chico Xavier, abordando, por exemplo, o conselho que ele recebeu de Emmanuel; como ela, criança do I Ciclo de uma EEE, vê o trabalho do querido médium, ou outro aspecto relacionado com a aula.

O evangelizador poderá providenciar para que os bilhetes venham a compor um lindo painel a ser exposto no Centro Espírita, como homenagem das crianças ao Chico.

d) Material Didático: De acordo com a opção escolhida, o que já foi descrito.
OBS.: Para enriquecer a aula, o evangelizador poderá providenciar retratos de alguns Espíritos
que se comunicaram pela mediunidade de Chico Xavier.

(Fonte- Aliança Municipal Espirita de Juiz de Fora)

UM HOMEM CHAMADO AMOR



Conteúdo
A vida de Chico Xavier.

Seus livros e mensagens, assim como sua vida, são fontes de alegria, consolação e ensinamentos.

Objetivos
Ao final da aula os evangelizandos deverão reconhecer Chico como um grande exemplo de vida, e divulgador do espiritismo através da sua conduta, mensagens e livros psicografados.

Procedimentos:

Captando a atenção:

Fazer vários quebra-cabeças de Chico Xavier (usar papéis cartão de cores diferentes para diferenciar uns dos outros) e esconder as suas peças pela sala. Dividir as crianças em grupos, tanto quanto forem o número de quebra-cabeça e pedi-las que encontrem as peças do seu grupo e montem a figura.

Recordando os pré-requisitos:

Perguntar aos evangelizando se eles sabem de que é aquela foto que eles formaram.
Ouvi-los complementando as respostas, se necessário.

Informando os objetivos:
Dizer aos evangelizandos que hoje vamos aprender mais sobre Chico Xavier, vamos saber como foi a sua vida e descobriremos que Chico foi um grande exemplo para todos nós e um grande divulgador do espiritismo.

Fornecendo situações-estímulo:
Contar a história da vida de Chico Xavier Há também um vídeo com uma reportagem sobre ele, não é apropriada passa-la toda para os evangelizandos, mas seria muito bom se eles pudessem ver parte daquelas imagens, eles perceberiam o tema de uma forma mais próxima e real.

Fixando a aprendizagem:
Convidar os evangelizandos a brincarem de Jogo da memória, apenas um para a turma toda. Conforme os pares forem sendo encontrados, pedir que as crianças observem a gravura e perguntar se elas se lembram a que fato ela se refere. Ajudá-los a relembrar os fatos da vida de Chico e principalmente a sua postura diante deles.

Prece final

Recursos
Quebra-cabeças, gravuras e história, desenhos do jogo da memória, TV e vídeo (se for usar o filme), fita adesiva.

Avaliação
Obs: Os objetivos foram alcançados? A aula esteve ao nível da turma? A aula foi exposta de acordo com o plano? O Controle da turma foi conseguido em todos os momentos? Os recursos foram adequados à turma e bem utilizados? Sugestões para melhoria..



Chico Xavier nasceu no dia 2 de abril de 1910 na pequena cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Filho do vendedor de bilhetes de loteria João Cândido Xavier e da dona-de-casa Maria João de Deus, ele manifestou cedo sua extraordinária capacidade de entrar em contato com o outro mundo. Já aos quatro anos, surpreendeu a todos ao explicar, em linguagem médica, o aborto de uma vizinha: “O que houve foi um problema de nidação inadequada do ovo, de modo que a criança adquiriu posição equitópica”, disse o pequeno Chico, repetindo o que lhe era soprado aos ouvidos por um espírito.
Aos cinco anos ele fica órfão de mãe e o pai, por não poder criá-los, separa os nove filhos entre parentes e amigos. Chico passa a viver então com a madrinha Rita de Cássia e o padrinho José Felizardo Sobrinho. Ele permanece com o casal por dois anos.
Durante o tempo em que vive com a madrinha passa por dolorosas experiências. Acreditando que o afilhado tinha o diabo no corpo, já que ele lhe contava suas visões do outro mundo, a madrinha lhe ministrava surras com vara de marmelo.
O menino passa a ter visões da mãe no quintal da casa da madrinha, onde costumava se refugiar para rezar. Dona Maria João de Deus lhe anuncia que um anjo bom logo apareceria para ajudá-lo. Pouco tempo depois, o pai casa-se novamente. A nova esposa, Cidália Batista, exige que os filhos do primeiro casamento do marido venham a morar com ela, inclusive o pequeno Chico.
Com o passar dos anos, Chico começa a ter um contato cada vez mais freqüente com os espíritos. Nas missas, pela manhã, vê figuras reluzentes transformarem hóstias em focos de luz e pessoas já mortas trazendo rosas nas mãos e beijando os santos. Relata o que vê e o que ouve, mas o pai pensa que o filho está louco. Cogita em interná-lo num hospício.
Chico escapa da camisa de força por obra do vigário de Pedro Leopoldo, Sebastião Scarzelli, que sugere a João Cândido colocar o menino para trabalhar na fábrica de tecidos de Pedro Leopoldo, que estava empregando crianças para o turno da noite. Isso permitiria o reforço do pequeno orçamento doméstico da família. Aos nove anos, ele inicia uma dura jornada. Às 3h da tarde entrava na fábrica, onde desempenhava a função de tecelão até uma da manhã. Dormia até às 6h, ia para a escola, saía às 11h, almoçava, dormia uma hora depois do almoço, e retornava a pesada rotina.
Em 1922, o país comemorava o centenário da independência e o governo de Minas Gerais instituiu vários prêmios para redações sobre o tema. No grupo escolar de Pedro Leopoldo, Chico, já entrando na adolescência, escreve, ditado por um ser invisível, o seguinte: “O Brasil, descoberto por Pedro Álvares Cabral, pode ser comparado ao mais precioso diamante do mundo...”.
Chico comentou a visão com a professora, dona Rosária Laranjeiras, que, católica fervorosa, não lhe deu crédito, mandando-o retornar a carteira e terminar a redação. O trabalho recebeu menção honrosa da Secretaria de Educação de Minas, mas os colegas de Chico, desconfiando que ele havia copiado o texto de um livro, desafiaram-no a fazer um exame público para que comprovasse sua capacidade de redação.
Sortearam um novo tema, mais difícil: “AREIA”. O misterioso ser surge novamente e lhe dita: “Ninguém escarneça da criação. O grão de areia é quase nada, mas parece uma estrela pequenina refletindo o Sol de Deus...”.
Chico concluiu o primário em 1923, tendo repetido o último ano por problemas de saúde: dificuldades respiratórias originárias da poeira de algodão na fábrica de tecidos, onde trabalhava.
Com a saúde prejudicada em função da longa jornada e do tipo de trabalho, Chico decidiu tentar outra atividade. Passou a trabalhar no Bar do Dove, de Claudomiro Rocha, onde varria o chão, lavava louça e cozinhava.
Com o salário reduzido, que não lhe permitia comprar um par de sapatos, troca o Bar do Dove, onde foi empregado durante dois anos, pelo armazém do padrinho José Felizardo Sobrinho. Apesar de ter que trabalhar como balconista das 7 às 20 horas, a exigência física e os perigos contra a saúde (já fragilizada), eram muito menores que na fábrica de tecidos e o pagamento maior que no bar.
Em maio de 1927, uma das irmãs de Chico Xavier, Maria Xavier, sofre grave desequilíbrio mental. Até então toda a família seguia os preceitos da Igreja Católica, mas foi requisitado o auxílio espírita, já que o problema não conseguia ser solucionado através da medicina.
Depois da aplicação de passes a moça recupera-se. A partir de então o jovem Chico Xavier passa a se aprofundar no conhecimento do espiritismo, lendo o Evangelho Segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos.
Ainda em 1927, ele ajuda na fundação do primeiro centro espírita de Pedro Leopoldo, num barracão onde morava um irmão de Chico Xavier, o José Xavier, que assume a presidência. Chico se torna secretário e seu patrão, José Felizardo, tesoureiro. A primeira mensagem que Chico Xavier recebe é da mãe, Maria João de Deus.
No ano de 1931, Chico Xavier tem seu primeiro contato com Emmanuel, seu orientador espiritual. Ao buscar a beira de um açude, nas cercanias de Pedro Leopoldo, onde costumava se refugiar para meditar e orar, foi surpreendido com a imagem envolta por raios de luzes de um senhor imponente, vestido de túnica típica dos sacerdotes. Emmanuel logo se apresentou e lhe relatou as exigências que deveria de cumprir caso quisesse trabalhar na mediunidade: “Disciplina, disciplina, disciplina”.
Em 1932 foi publicada a primeira obra psicografada por Chico Xavier: Parnaso de Além-Túmulo, que reuniu 14 nomes da literatura brasileira, um coletânea de 56 poesias ditadas pelos espíritos de Augusto dos Anjos e castro Alves, entre outros, que causou polêmica no meio literário.
O armazém de José Felizardo vai a falência e Chico Xavier entra como escrevente-datilógrafo para o Ministério da Agricultura, sendo mais tarde transferido para Uberaba.
Chico dedicou a sua vida ao próximo. Mantinha em Uberaba trabalhos de assistência material e espiritual. Além de levar o consolo a milhares de pessoas do mundo inteiro através dos livros que psicografou (Mais de 400).
O médium Chico Xavier morreu na noite 30 de junho de 2002, aos 92 anos em Uberaba, Minas Gerais. Ele estava com vários problemas de saúde e teve uma parada cardíaca. Em 8 de julho do mesmo ano completaria 75 anos de atividade mediúnica.




sábado, 3 de abril de 2010

LEI DIVINA OU NATURAL

Objetivo: mostrar às crianças as leis humanas e divinas e a necessidades de se ter leis e regras.

Motivação Inicial: Improvisar uma estrada, sendo que as crianças serão os carros. Dividir as crianças em grupos (carros e pedestres, guardas) Coloque varias situações onde os carros andarão sem nenhum limite de velocidade, sem sinalização, enquanto outro grupo de carros tenta um cruzamento na estrada: outra situação em que os pedestres tentarão atravessar sem nenhuma segurança: depois outra situação, mas com placas e guardas de transito.

Desenvolvimento: Conversar com as crianças a respeito da dinâmica, mostrando a necessidades de regras, pedir que as crianças digam outras regras da sociedade (Não fumar, justiça, não pisar na grama, fazer silencio etc)

Em todos os ambientes que freqüentamos, devemos seguir algumas regras para que nossa convivência com as outras pessoas seja o melhor possível. Precisamos criar e cumprir regras para nós mesmos, não para ficarmos presos por elas, mas para que consigamos organizar melhor nossa vida e cumprir nossos objetivos.



E as leis de Deus, onde estão escritas?

Digam algumas leis de Deus


Falar um pouco sobre cada lei (lei do trabalho, conservação, sociedade, justiça amor e caridade, etc) e em como saberemos se estamos agindo certo ou errado. Mostrar as crianças que saberemos quando estamos agindo bem ou mal, perguntando-nos se gostaríamos que fizessem conosco o que estamos fazendo.

Dinâmica: Fazer ao próximo o que gostaríamos que nos fizessem.

Cada criança escolherá uma tarefa para seu companheio (pular,cantar, chorar etc) mas ao final será ele mesmo que fará a tarefa.

Gostamos do que desejamos ao próximo?

Fixação: Dividir as crianças em dois grupos e cada um deverá confeccionar um cartaz com as regras que serão utilizadas nas aulas de evangelização. Um cartaz será “EU POSSO’ (Na evangelização, em casa, etc) outro o “EU NÃO POSSO” .
Foi muito legal, fui perguntando e escrevendo as opiniões deles em uma folha adesiva. Depois eles recortaram e colaram no cartaz. E depois cada grupo que mostrava seu trabalho, ia explicando os motivos das regras.

Ex: Podemos abraças na evangelização, podemos sorrir, podemos arrumar a sala, não podemos brigar, não podemos gritar, etc.
Levar folhas adesivas, onde as crianças poderão desenhar, pintar e recortar e assim enfeitar o cartaz.