terça-feira, 29 de novembro de 2011
MARIA
Naqueles dias, Maria andava como se bailasse ao som da flauta e da cítara.
Conversava como se cantasse hinos de louvor e gratidão.
Costurava como se produzisse a benção das vestimentas.
Naqueles dias, Maria plantava como se entregasse presentes à terra.
Contemplava o amanhecer como quem se nutre de beleza e de harmonia.
Descansava a ouvir, nas águas e nos ventos, a prece da Natureza.
E vivia como se cada gesto fosse uma saudação a Deus ...
... Enquanto esperava Jesus nascer.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
SINTO A PRESENÇA DE DEUS EM TODA PARTE
OBJETIVO:
Apresentar a pluralidade dos mundos habitados como benção em nossas vidas, pois possilita a todas as criaturas do Pai terem oportunidades de reencarnar.
- propor a seguinte dinâmica:
arrumar a turma em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.
Exemplo: “Durante minhas férias irei para a Lua.”
O segundo continua: “Quando estiver na Lua farei um passeio de jipe.”
O seguinte dirá: “Quando estiver no jipe, irei...” - e assim por diante.
Sugestão: usar como Tema, elementos de viagem espacial e astronomia.
- Dividir a turma em 2 Grupos de Estudo: A e B, para debater o tema:
“A Vida em Outros Planetas, na visão de obras espíritas.”
- Grupo A, deverá ler, conforme ANEXO I, sobre o planeta MARTE.
- Grupo B, deverá ler, conforme ANEXO I, sobre o planeta JÚPITER.
- Apresentação dos estudos realizados pelos grupos:
- breve descrição dos pontos mais interessantes e dúvidas que possam ter surgido;
- contraposição com os conhecimentos científicos da atualidade.
- Pode se acreditar em tudo o que foi relatado?
- No ANEXO II há material complementar para enriquecer o debate.
ANEXO I
Grupo A
MARTE
Informações de Maria João de Deus*, no livro CARTAS DE UMA MORTA, psicografado por Chico Xavier.
“As cidades são formadas por edificações semelhantes às da Terra.
A vegetação é ligeiramente avermelhada, flores e frutos com cores variadas e perfumes diversos.
Atmosfera rarefeita, muito mais leve que a da Terra. A densidade de Marte é menor.
Os habitantes de Marte são semelhantes a nós, mas possuem protuberâncias como se fossem asas e voam. Possuem poderosas máquinas que cruzam os ares em todas as direções. Os mares são menos profundos, com sistema natural de canais. Existem planícies imensas.
A humanidade evoluiu mais rapidamente, não se alimentam de carne. São mais adiantados e possuem conhecimentos profundos da natureza.
Diz-nos Maria João de Deus: “Todavia, o que mais me admirou não foram as expressões físicas desse planeta, tão adiantado em comparação com o vosso. Nele, a sociedade está constituída de tal forma, que as guerras ou os flagelos seriam fenômenos jamais previstos ou suspeitados, A vibração de paz e de harmonia que ali se irradia aos corações felicidades nunca sonhadas na Terra. A mais profunda espiritualidade caracteriza essa humanidade, rica de amor fraterno e respeito ao Criador.”
* Maria Joaão de Deus foi a mãe de Chico Xavier, que desencarnou quando ele era ainda uma criança.
Grupo B
JÚPITER
Informações de Bernard Pallisy, Revista Espírita nº 3 e 4 de 1858.
Em Júpiter reina exclusivamente o bem e ajustiça, pois não há senão bons espíritos. Os corpos são parecidos com os nossos, mas mais leves. Apenas roçam a superfície do solo, como pássaros no ar ou peixes na água. Alimentação puramente vegetal: frutas e plantas.
O ar é nutritivo – também haurem o alimento do meio ambiente, aspirando emanações. O homem é protetor dos animais. Os animais mais desenvolvidos se encarregam de trabalhos manuais. Comunicam-se com facilidade com os Espíritos. Vidência é natural a todos.
Habitam cidades como na Terra, mas os povos são unidos entre si por laços de amor. Não há mais crimes e as guerras são desconhecidas.
A ninguém falta o necessário e ninguém tem o supérfluo. A autoridade se baseia no grau superior de perfeição.
Não existe a maioria das enfermidades que afligem os homens na Terra. Os espíritos crescem em perfeição sem mais suportar provas. Enfrentam sofrimentos em missões que escolhem, por amor.
Perguntado se o homem, deixando a Terra pode ir imediatamente a Júpiter, a resposta foi: “Sim. Mas aqueles que podem esperar este favor, não são seguramente nem os egoístas, nem os ambiciosos, nem os avaros, nem os ingratos, nem os ciumentos, nem os orgulhosos, nem os vaidosos, nem os hipócritas, nem os sensuais, nem nenhum daqueles que estão dominados pelo amor aos bens terrestres; a estes, talvez, seja preciso, ainda, longas e rudes provas. Isso depende da sua vontade."
ANEXO II
1- MARTE
- Em 1877 o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli relatou a observação de canais em Marte, quando da observação máxima de Marte a Terra.
- A partir de 1892, Percival Lowell, de Boston, que teve papel importante na descoberta de Plutão (assim batizado porque as duas primeiras letras coincidiam com as iniciais PL), decidiu dedicar-se ao estudo de Marte. Foi o primeiro a sugerir a existência de calotas polares no planeta vermelho. Mas o incrível foi seu trabalho de descrever um intrincado sistema de canais em Marte. Ele elaborou mapas, e nomeou os canais. Acreditava que estava vendo uma obra de engenharia, e portanto que o planeta era habitado. Os canais serviriam para a irrigação do planeta seco e árido, trazendo água dos pólos. Após Lowell, nenhum outro astrônomo encontrou sinais dos canais de Lowell.
- As naves espaciais da NASA, Viking 1 e 2, pousaram em Marte (respectivamente em 19/06/76 e 03/09/76) e não encontraram os canais, e por enquanto não há registro de vida. (Teria Lowell tido uma visão mediúnica?...)
2. JÚPITER
- Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar. Se tivesse 80 vezes mais massa do que tem hoje, teria iniciado uma reação nuclear em seu núcleo e teria se tornado um 2º sol em nosso sistema. (Referir ao filme “2010”, Arthur Clarke). Sua gravidade é tão grande que não poderíamos sequer chegar perto de sua superfície sem ser esmagados. A vida em Júpiter tem que ser diferente da nossa. Carl Sagan, no livro Cosmos, propõe opções mirabolantes para seres vivos, baseados na mesma química que a nossa. Para viver neste ambiente, habitariam preferencialmente a parte gasosa do planeta.
Apresentar a pluralidade dos mundos habitados como benção em nossas vidas, pois possilita a todas as criaturas do Pai terem oportunidades de reencarnar.
- propor a seguinte dinâmica:
arrumar a turma em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.
Exemplo: “Durante minhas férias irei para a Lua.”
O segundo continua: “Quando estiver na Lua farei um passeio de jipe.”
O seguinte dirá: “Quando estiver no jipe, irei...” - e assim por diante.
Sugestão: usar como Tema, elementos de viagem espacial e astronomia.
- Dividir a turma em 2 Grupos de Estudo: A e B, para debater o tema:
“A Vida em Outros Planetas, na visão de obras espíritas.”
- Grupo A, deverá ler, conforme ANEXO I, sobre o planeta MARTE.
- Grupo B, deverá ler, conforme ANEXO I, sobre o planeta JÚPITER.
- Apresentação dos estudos realizados pelos grupos:
- breve descrição dos pontos mais interessantes e dúvidas que possam ter surgido;
- contraposição com os conhecimentos científicos da atualidade.
- Pode se acreditar em tudo o que foi relatado?
- No ANEXO II há material complementar para enriquecer o debate.
ANEXO I
Grupo A
MARTE
Informações de Maria João de Deus*, no livro CARTAS DE UMA MORTA, psicografado por Chico Xavier.
“As cidades são formadas por edificações semelhantes às da Terra.
A vegetação é ligeiramente avermelhada, flores e frutos com cores variadas e perfumes diversos.
Atmosfera rarefeita, muito mais leve que a da Terra. A densidade de Marte é menor.
Os habitantes de Marte são semelhantes a nós, mas possuem protuberâncias como se fossem asas e voam. Possuem poderosas máquinas que cruzam os ares em todas as direções. Os mares são menos profundos, com sistema natural de canais. Existem planícies imensas.
A humanidade evoluiu mais rapidamente, não se alimentam de carne. São mais adiantados e possuem conhecimentos profundos da natureza.
Diz-nos Maria João de Deus: “Todavia, o que mais me admirou não foram as expressões físicas desse planeta, tão adiantado em comparação com o vosso. Nele, a sociedade está constituída de tal forma, que as guerras ou os flagelos seriam fenômenos jamais previstos ou suspeitados, A vibração de paz e de harmonia que ali se irradia aos corações felicidades nunca sonhadas na Terra. A mais profunda espiritualidade caracteriza essa humanidade, rica de amor fraterno e respeito ao Criador.”
* Maria Joaão de Deus foi a mãe de Chico Xavier, que desencarnou quando ele era ainda uma criança.
Grupo B
JÚPITER
Informações de Bernard Pallisy, Revista Espírita nº 3 e 4 de 1858.
Em Júpiter reina exclusivamente o bem e ajustiça, pois não há senão bons espíritos. Os corpos são parecidos com os nossos, mas mais leves. Apenas roçam a superfície do solo, como pássaros no ar ou peixes na água. Alimentação puramente vegetal: frutas e plantas.
O ar é nutritivo – também haurem o alimento do meio ambiente, aspirando emanações. O homem é protetor dos animais. Os animais mais desenvolvidos se encarregam de trabalhos manuais. Comunicam-se com facilidade com os Espíritos. Vidência é natural a todos.
Habitam cidades como na Terra, mas os povos são unidos entre si por laços de amor. Não há mais crimes e as guerras são desconhecidas.
A ninguém falta o necessário e ninguém tem o supérfluo. A autoridade se baseia no grau superior de perfeição.
Não existe a maioria das enfermidades que afligem os homens na Terra. Os espíritos crescem em perfeição sem mais suportar provas. Enfrentam sofrimentos em missões que escolhem, por amor.
Perguntado se o homem, deixando a Terra pode ir imediatamente a Júpiter, a resposta foi: “Sim. Mas aqueles que podem esperar este favor, não são seguramente nem os egoístas, nem os ambiciosos, nem os avaros, nem os ingratos, nem os ciumentos, nem os orgulhosos, nem os vaidosos, nem os hipócritas, nem os sensuais, nem nenhum daqueles que estão dominados pelo amor aos bens terrestres; a estes, talvez, seja preciso, ainda, longas e rudes provas. Isso depende da sua vontade."
ANEXO II
1- MARTE
- Em 1877 o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli relatou a observação de canais em Marte, quando da observação máxima de Marte a Terra.
- A partir de 1892, Percival Lowell, de Boston, que teve papel importante na descoberta de Plutão (assim batizado porque as duas primeiras letras coincidiam com as iniciais PL), decidiu dedicar-se ao estudo de Marte. Foi o primeiro a sugerir a existência de calotas polares no planeta vermelho. Mas o incrível foi seu trabalho de descrever um intrincado sistema de canais em Marte. Ele elaborou mapas, e nomeou os canais. Acreditava que estava vendo uma obra de engenharia, e portanto que o planeta era habitado. Os canais serviriam para a irrigação do planeta seco e árido, trazendo água dos pólos. Após Lowell, nenhum outro astrônomo encontrou sinais dos canais de Lowell.
- As naves espaciais da NASA, Viking 1 e 2, pousaram em Marte (respectivamente em 19/06/76 e 03/09/76) e não encontraram os canais, e por enquanto não há registro de vida. (Teria Lowell tido uma visão mediúnica?...)
2. JÚPITER
- Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar. Se tivesse 80 vezes mais massa do que tem hoje, teria iniciado uma reação nuclear em seu núcleo e teria se tornado um 2º sol em nosso sistema. (Referir ao filme “2010”, Arthur Clarke). Sua gravidade é tão grande que não poderíamos sequer chegar perto de sua superfície sem ser esmagados. A vida em Júpiter tem que ser diferente da nossa. Carl Sagan, no livro Cosmos, propõe opções mirabolantes para seres vivos, baseados na mesma química que a nossa. Para viver neste ambiente, habitariam preferencialmente a parte gasosa do planeta.
PODEMOS FAZER A DIFERENÇA
OBJETIVO:
Apresentar a caridade como uma antena, que nos coloca em sintonia com as fontes da vida, para a captação da energia Divina.
- perguntar ao grupo se sabem qual a função de uma antena. Ouvir as respostas.
- ler o conto “Fazer a diferença” (ver ANEXO I).
- As mãos do jovem e do turista funcionaram como antenas? O que elas captaram? Com o que sintonizaram?
- Ler o seguinte trecho do texto escrito por Richard Simonetti - Reformador, junho 2000, FEB (autor espírita de vários livros para jovens, entre eles o Não Pise na Bola):
“... Quanto aos excluídos socialmente, os dados são controversos. Afirmam os pessimistas que no Brasil somam perto de quarenta milhões. Os otimistas defendem que não passam de quinze milhões. Num ponto estão de acordo – são milhões! Ao olhar desavisado parecerá inútil socorrer este ou aquele, fazer algo em benefício de alguns. ...”
- o que tem esta frase de Richard Simonetti em comum com o conto “Fazer a diferença”?
-que diferença faz, se há tantos para ajudarmos? (para aquele que atendemos, aquele que ajudamos incutindo-lhe fé na humanidade e esperança no futuro, nossa iniciativa faz muita diferença).
- O que tem em comum o conto das estrelas-do-mar e Richard Simonetti com o velho ditado quando pisamos uma flor afetamos uma estrela?
(PS: é uma imagem poética que exprime a misteriosa comunhão existente entre todos os seres da criação).
- Conversar com os jovens colocando que:
1-Vivemos numa cadeia, cheia de elos, influenciamos e somos influenciados uns pelos outros.
2- na medida que tentamos fazer a diferença para aqueles a quem ajudamos, eles fazem a diferença para nós, proporcionado-nos um clima de serenidade e paz.
3- esta ajuda pode ser para o corpo e/ou para o espírito.
4- é como se nossas mãos, nosso sorriso, nosso olhar, servindo funcionassem por abençoadas antenas, colocando-nos em sintonia com as fontes da vida, para a captação das benções de Deus.
5- com estas benções nos sentimos mais fortes, mais equilibrados para enfrentar os nossos próprios problemas do nosso dia-a-dia.
FAZER A DIFERENÇA
O turista andava pela praia quando viu um jovem que recolhia estrelas-do-mar na areia, trazidas pela maré, e as jogava de volta ao oceano.
Curioso, perguntou-lhe a razão de sua iniciativa.
- o sol está muito quente. Se ficarem na areia vão secar e morrer...
o turista admirou-se:
- meu jovem, existem vários quilômetros de praia nesta região e milhares de estrelas-do-mar espalhadas na areia. Você joga umas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai morrer. Que diferença faz?
O moço pegou mais uma, atirou-a no oceano, e respondeu:
- para essa eu fiz a diferença.
Naquela noite, o turista revirou-se no leito, sem conseguir conciliar o sono, impressionado com a iniciativa do jovem. Na manhã seguinte juntou-se a ele. Juntos jogavam os indefesos animais de volta ao oceano. Em algum tempo, imitando o seu exemplo, ao longo das praias, dezenas de pessoas faziam a diferença para milhares de estrelas-do-mar que salvavam das areias escaldantes
Apresentar a caridade como uma antena, que nos coloca em sintonia com as fontes da vida, para a captação da energia Divina.
- perguntar ao grupo se sabem qual a função de uma antena. Ouvir as respostas.
- ler o conto “Fazer a diferença” (ver ANEXO I).
- As mãos do jovem e do turista funcionaram como antenas? O que elas captaram? Com o que sintonizaram?
- Ler o seguinte trecho do texto escrito por Richard Simonetti - Reformador, junho 2000, FEB (autor espírita de vários livros para jovens, entre eles o Não Pise na Bola):
“... Quanto aos excluídos socialmente, os dados são controversos. Afirmam os pessimistas que no Brasil somam perto de quarenta milhões. Os otimistas defendem que não passam de quinze milhões. Num ponto estão de acordo – são milhões! Ao olhar desavisado parecerá inútil socorrer este ou aquele, fazer algo em benefício de alguns. ...”
- o que tem esta frase de Richard Simonetti em comum com o conto “Fazer a diferença”?
-que diferença faz, se há tantos para ajudarmos? (para aquele que atendemos, aquele que ajudamos incutindo-lhe fé na humanidade e esperança no futuro, nossa iniciativa faz muita diferença).
- O que tem em comum o conto das estrelas-do-mar e Richard Simonetti com o velho ditado quando pisamos uma flor afetamos uma estrela?
(PS: é uma imagem poética que exprime a misteriosa comunhão existente entre todos os seres da criação).
- Conversar com os jovens colocando que:
1-Vivemos numa cadeia, cheia de elos, influenciamos e somos influenciados uns pelos outros.
2- na medida que tentamos fazer a diferença para aqueles a quem ajudamos, eles fazem a diferença para nós, proporcionado-nos um clima de serenidade e paz.
3- esta ajuda pode ser para o corpo e/ou para o espírito.
4- é como se nossas mãos, nosso sorriso, nosso olhar, servindo funcionassem por abençoadas antenas, colocando-nos em sintonia com as fontes da vida, para a captação das benções de Deus.
5- com estas benções nos sentimos mais fortes, mais equilibrados para enfrentar os nossos próprios problemas do nosso dia-a-dia.
FAZER A DIFERENÇA
O turista andava pela praia quando viu um jovem que recolhia estrelas-do-mar na areia, trazidas pela maré, e as jogava de volta ao oceano.
Curioso, perguntou-lhe a razão de sua iniciativa.
- o sol está muito quente. Se ficarem na areia vão secar e morrer...
o turista admirou-se:
- meu jovem, existem vários quilômetros de praia nesta região e milhares de estrelas-do-mar espalhadas na areia. Você joga umas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai morrer. Que diferença faz?
O moço pegou mais uma, atirou-a no oceano, e respondeu:
- para essa eu fiz a diferença.
Naquela noite, o turista revirou-se no leito, sem conseguir conciliar o sono, impressionado com a iniciativa do jovem. Na manhã seguinte juntou-se a ele. Juntos jogavam os indefesos animais de volta ao oceano. Em algum tempo, imitando o seu exemplo, ao longo das praias, dezenas de pessoas faziam a diferença para milhares de estrelas-do-mar que salvavam das areias escaldantes
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
AS TRÊS REVELAÇÕES
OBJETIVO:
apresentar as Três revelações que Deus nos enviou para que pudéssemos entender as suas Leis Divinas.
Falar às crianças:
Se você tem dificuldades em alguma matéria na escola, e não consegue aprender o que a professora esta ensinando, e os seus pais não conseguem ensiná-lo, eles procuram alguém (pode ser um parente, uma professora que dê aula particular/explicadora) que possa ajudá-los a entender melhor a matéria, não é mesmo? Deixar que falem.
Perguntar:
E Deus, o que faz quando não estamos entendendo bem alguma lei dele?
Toda vez que os seres humanos precisam saber coisas fundamentais para o seu progresso, mas não o conseguem sozinhos, Deus envia Espíritos Superiores, que reencarnam na Terra, para fazer as REVELAÇÕES necessárias, de acordo e com o grau de inteligência dos seres humanos.
A humanidade já recebeu várias REVELAÇÕES DIVINAS, através de Espíritos Superiores que viveram na Terra. Entre estas REVELAÇÕES, 3 se destacam:
AS TRÊS REVELAÇÕES
1- MOISÉS (Judeu, cerca de 1300 a.C.) Fez Leis Humanas e recebeu os 10 Mandamentos (Leis Divinas). SABIA QUE Jesus viria a Terra.
2- JESUS (Judeu, há 2 mil anos) Ensinou as leis Divinas, completou o que Moisés havia começado. Jesus disse: “ muitas coisas ainda tenho para os falar, mas vocês não entenderiam. Se me amais, guardai os meus ensinamentos, e eu rogarei ao Pai e Ele vos enviará outro Consolador”.
3- ESPIRITISMO (1857 d. C.) que significa = Doutrina dos Espíritos. Recorda, explica, completa aquilo que foi ensinado (Leis Divinas) por Moisés e por Jesus, pois veio em uma época em que o homem podia entender melhor o que Moisés e Cristo disseram. O espiritismo NÃO é apenas uma religião, mas sim uma Doutrina que reune Religião, Ciência e Filosofia.
Fazer um relaxamento, buscando, através do contato mental com a natureza, agradecer a Deus por ter nos enviado as Revelações, ou seja, Espíritos Superiores, que reencarnaram na Terra nos trazendo novos conhecimentos para o nosso progresso. Agradecer em especial por hoje seguirmos o caminho deixado por Moisés e Jesus, e por conhecermos a 3ª Revelação, que é a Doutrina Espírita.
DEVEMOS CAMINHAR DO ABISMO PARA AS ESTRELAS
Objetivo:
identificar os atributos do espírito, ser imortal e filho de Deus.
- apresentar a dinâmica do ANEXO I.
- após a dinâmica, perguntar:
Nos espíritos somos filhos de Deus? Então, somos criadores ou criaturas?
Então, por que Jesus disse “Vós sois deuses”?
- ouvir as respostas, e então, dizer que (Emmanuel, no livro O Consolador) :
em todos nós, espíritos, repousa a partícula da divindade do criador, com a qual pode a criatura terrestre participar dos poderes sagrados da criação;
o problema é que nós, espíritos, ainda não entendemos devidamente o quanto de possibilidades/dons divinas estão dentro de nós;
e para agravar a situação, esses dons sagrados, que trazemos em nós, são muitas vezes usados para a destruição e o fracasso;
é de fundamental importância, portanto, que de posse de tais dons, nós devemos é contruir e brilhar!
- dizer que, para construir e brilhar, Deus nos dotou de vários atributos.
- dividir a turma em subgrupos.
- dar a cada subgrupo um ou mais atributos (ANEXO II), conforme o número de subgrupos.
- cada subgrupo deverá ler, entender o atributo pelo qual ficou responsável, e ao final do tempo dado pelo evangelizador, os subgrupos deverão dizer a turma qual o atributo que ele ficou responsável e explicá-lo a turma.
ANEXO I
Dinâmica
Dentro de uma caixa surpresa, deverá conter várias tiras de papel. Nestas tiras deveram estar escritos alguns comandos, como por exemplo: pisque um olho só; ande com um pé só, sem pular; coce o umbigo com o nariz, etc. deverá conter também algumas palavras ―soltas‖. Estas palavras são:
DEUSES - DISSE - JESUS - SOIS - VÓS
(Obs: cada uma desta palavra deverá estar escrita separadamente em diferentes tiras de papel).
Pedir ao jovem, um de cada vez, que tire uma tira de papel de dentro da caixa surpresa. Se o jovem tirou um comando, deverá executá-lo, ou pagará algum mico, que a turma irá escolher. Se o jovem tirar uma das palavras, pedir que aguarde até que todas as tiras de papel seja tiradas de dentro da caixa surpresa.
Ao final, pedir aos quatro jovens que tiraram as palavras, que tentem advinhar a frase que se forma com estas palavras.
(resposta: Vós sois deuses, disse Jesus).
ANEXO II
Atributos do espírito
( adaptação de O Livro dos Espíritos)
INTELIGÊNCIA – Sabemos que os espíritos são seres inteligentes da criação, e que a inteligência é um atributo essencial do espírito.
PENSAMENTO - quando o pensamento está em alguma parte, o ser aí está também, pois é o ser que pensa. É o pensamento que diferencia o espírito da matéria, sem o pensamento, o espírito não seria espírito.
CONSCIÊNCIA DE SI MESMO – principal atributo do espírito, pois este pensa e age por sua livre vontade.
LIVRE-ARBÍTRIO – o ser tem liberdade de pensar e de agir, portanto tem livre-arbítrio. Sem o livre-arbítrio o homem seria máquina.
identificar os atributos do espírito, ser imortal e filho de Deus.
- apresentar a dinâmica do ANEXO I.
- após a dinâmica, perguntar:
Nos espíritos somos filhos de Deus? Então, somos criadores ou criaturas?
Então, por que Jesus disse “Vós sois deuses”?
- ouvir as respostas, e então, dizer que (Emmanuel, no livro O Consolador) :
em todos nós, espíritos, repousa a partícula da divindade do criador, com a qual pode a criatura terrestre participar dos poderes sagrados da criação;
o problema é que nós, espíritos, ainda não entendemos devidamente o quanto de possibilidades/dons divinas estão dentro de nós;
e para agravar a situação, esses dons sagrados, que trazemos em nós, são muitas vezes usados para a destruição e o fracasso;
é de fundamental importância, portanto, que de posse de tais dons, nós devemos é contruir e brilhar!
- dizer que, para construir e brilhar, Deus nos dotou de vários atributos.
- dividir a turma em subgrupos.
- dar a cada subgrupo um ou mais atributos (ANEXO II), conforme o número de subgrupos.
- cada subgrupo deverá ler, entender o atributo pelo qual ficou responsável, e ao final do tempo dado pelo evangelizador, os subgrupos deverão dizer a turma qual o atributo que ele ficou responsável e explicá-lo a turma.
ANEXO I
Dinâmica
Dentro de uma caixa surpresa, deverá conter várias tiras de papel. Nestas tiras deveram estar escritos alguns comandos, como por exemplo: pisque um olho só; ande com um pé só, sem pular; coce o umbigo com o nariz, etc. deverá conter também algumas palavras ―soltas‖. Estas palavras são:
DEUSES - DISSE - JESUS - SOIS - VÓS
(Obs: cada uma desta palavra deverá estar escrita separadamente em diferentes tiras de papel).
Pedir ao jovem, um de cada vez, que tire uma tira de papel de dentro da caixa surpresa. Se o jovem tirou um comando, deverá executá-lo, ou pagará algum mico, que a turma irá escolher. Se o jovem tirar uma das palavras, pedir que aguarde até que todas as tiras de papel seja tiradas de dentro da caixa surpresa.
Ao final, pedir aos quatro jovens que tiraram as palavras, que tentem advinhar a frase que se forma com estas palavras.
(resposta: Vós sois deuses, disse Jesus).
ANEXO II
Atributos do espírito
( adaptação de O Livro dos Espíritos)
INTELIGÊNCIA – Sabemos que os espíritos são seres inteligentes da criação, e que a inteligência é um atributo essencial do espírito.
PENSAMENTO - quando o pensamento está em alguma parte, o ser aí está também, pois é o ser que pensa. É o pensamento que diferencia o espírito da matéria, sem o pensamento, o espírito não seria espírito.
CONSCIÊNCIA DE SI MESMO – principal atributo do espírito, pois este pensa e age por sua livre vontade.
LIVRE-ARBÍTRIO – o ser tem liberdade de pensar e de agir, portanto tem livre-arbítrio. Sem o livre-arbítrio o homem seria máquina.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
BOA VONTADE – O QUE É – COMO PRATICÁ-LA
INCENTIVAÇÃO:
Quem souber pode falar
Vocês sabem o que é “boa vontade”? É vontade de ajudar a todo mundo, vontade de servir. Eu conheço uma menininha do tamanho de vocês que tem boa vontade: ela guarda os brinquedos, ajuda a mamãe a carregar embrulhos, apanha os papéis do chão para a empregada, busca o jornal para o papai. Mas eu também conheço meninos e meninas que não têm boa vontade. Se a mamãe pede para guardar o brinquedo reclamam:
- Não fui eu que espalhei! Foi o meu irmão. Ele é que tem que apanhar.
Se a mamãe pede para atender ao telefone, resmungam:
- Tudo eu! Estou cansado de atender a esse telefone!
Se a mamãe pede para buscar alguma coisa, gritam:
- Agora não, mãe estou vendo desenho.
Esses meninos e essas meninas que falam assim não gostam de ajudar, não têm boa vontade.
Agora vamos ver alguns ver alguns desenhos e vocês vão me contar se as pessoas que aparecem têm ou não têm “boa vontade”
Ilustração 1 – Menina apanhando cascas de frutas que um irmãozinho menor jogou no chão da cozinha.
Perguntas para orientar a interpretação: Qual é o nome da menina? O que ela está fazendo? Foi ela que jogou as cascas no chão? Por que ela está apanhando as cascas? ( Porque tem boa vontade, gosta de ajudar).
Ilustração 2 – Um homem aplicando passe a uma senhora de idade.
O que este homem está fazendo? Para que serve o passe? Ele está dando de sua força para a senhora. Foi Jesus que nos ensinou a fazer isto: colocar as mãos sobre uma pessoa e deixar que um pouco de nossa força passe para a pessoa que está recebendo o passe.
O Senhor.... Tem boa vontade, gosta de ajudar?
Ilustração 3- Uma criança convidando outra para participar da brincadeira.
O que esses meninos estão fazendo? Vamos escolher nomes para eles? Por que Fulano não estava brincando? (ou não conhecia os outros ou havia brigado com alguma criança). Quem o convidou para brincar? Quem teve boa vontade? Vocês convidam os amiguinhos para brincar?
Ilustração 4 – Uma menina cedendo lugar no ônibus a uma senhora com um bebê no colo.
O que está menina está fazendo? Por que ela cedeu o lugar para esta senhora? Por que é perigoso está menininha uma senhora viajar em pé com um bebê? O que pode acontecer se um nenê cair? Para quem a gente deve ceder o lugar? (Lembrar dos velhos, as gestantes, as pessoas com sacolas pesadas). Será que esta menina teve “boa vontade’?
Ilustração 5 – Uma criança ao lado da mãe faz prece por uma pessoa doente.
O que a mãe e o menino estão fazendo? O que a mãe e o menino estão pedindo a Jesus e aos amigos espirituais? Quem teve boa vontade? Por que fazemos prece para os outros?
Muito bem. Estou muito contente com vocês. Vocês têm boa vontade de vir aqui aprender sobre Deus – nosso Pai, Jesus – nosso Irmão e Mestre e os amigos do mundo espiritual. Fico muito contente quando vocês vêm e sinto saudades daqueles que não podem vir.
FIXAÇÃO: Trabalho em grupo.
O evangelizador poderá dividir as crianças da maneira que julgar necessário. Mas primeiramente deverá explicar que eles deverão conversar e cada um dará mais exemplos de situações do nosso dia-a-dia (em casa, na escola, na rua, na casa espírita) nas quais demonstramos boa vontade.
Fonte – Apostila AME –JF



domingo, 18 de setembro de 2011
BEM AVENTURADOS OS POBRES DE ESPIRITO
Faixa etária: 10 A 13 ANOS
Texto de apoio:
O HOMEM RICO
Um homem muito ,muito rico,possuía uma bela e vistosa casa, muito bem estruturada, e que era
decorada com objetos de altíssimo valor.
Como eram de grandes extensões as suas terras, o homem rico tinha um considerável número
de serviçais,para desempenhar as diversas tarefas que ele não era capaz de executar. Também
na mansão, havia muitas pessoas trabalhando para ele. De sol a sol, aquelas pessoas labutavam,
pois o serviço era intenso.
Apesar da dedicação desses empregados, o homem rico tratava-os mal. Não lhes concedia
nenhum direito. Se algum deles adoecia, em lugar de ser levado a um médico,era despedido e
esquecido,como um traste sem valor:
De hoje em diante, você não trabalha mais aqui.Junte suas coisas e saia de minhas terras,
procure outro canto para ficar.Aqui só me importa a tarefa cumprida, gente sadia que possa
trabalhar! Berrava ele sem nenhum sentimento de humanidade.
Certa tarde, estava ele refrescando-se numa fonte em seu jardim de inverno, deleitando-se com
as mais finas iguarias, quando uma mulher adentrou o recinto, aos gritos:
Por favor! Por favor! Salve o meu filho. Ele caiu em um buraco e é preciso um carro de tração
para descer um homem aos poucos e retirá-lo de lá. Só o senhor possui esse carro... por favor,
ajude-me! Gritava em prantos.
Mulher! Como se atreve a interromper-me o deleite para assunto tão insignificante? Não vê que
seu filho não me importa? Só servem para dar problemas estes pobres...Expulsem-na daqui!
Essa gente não vale perante Deus,senão teriam nascido privilegiados como eu – comentou ele.
A mulher retirou-se em desespero.
O tempo passou. Um dia, o homem rico levantou-se pela manhã para exercitar-se,como de
costume, mas, quando deu alguns passos, notou que todo o seu corpo estava inchado. Tentou
gritar para pedir auxílio a um criado, mas sentiu a voz baixa e impotente. Sua língua parecia
imensa. Quando um criado o encontrou naquele estado,chamou uma junta médica que o atendeu
muito tempo, cobrando-lhe absurdas somas e sem conseguir curá-lo. Começaram a aparecer as
primeiras feridas pela permanência no leito e ele desesperou. Ordenou a um serviçal:Salve-me! Como posso ficar assim, tão poderoso que sou? Ordeno-lhe que me socorra!
O homem, apiedando-se do seu estado, lhe falou:
Meu senhor, já vi diversas pessoas com esse mal, em suas terras, e só existe uma pessoa capaz
de tratá-lo e curá-lo.
Pois então, traga-a imediatamente. Pagarei o que ela quiser. Que ela me cure é o que me importa.
Assim foi feito. O criado trouxe a pessoa: uma mulher, que encontrou o poderoso senhor
dormindo, com muita febre.
A mulher imediatamente, começou a tratá-lo. De joelhos, cabeça coberta por um véu, ela orava,
enquanto friccionava-lhe o corpo com uma pasta feita de ervas e raízes. Depois, esperou que ele
despertasse e deu-lhe um líquido para beber. De novo ele adormeceu. Ela permaneceu orando e
cuidando dele.
Quando o homem rico despertou, já falava normalmente e não estava mais inchado. Então,
virando-se para a mulher que o tratara, ele falou:
Mulher, diga quanto quer por seus serviços. Sou um homem muito importante para Deus, que
me fez rico. Posso pagar-lhe o que me pedir.
Senhor, não quero o seu dinheiro. A mim basta que esteja curado e só desejo que compreenda
que Deus não privilegia ninguém. Perante Ele, todos somos iguais em importância: ricos ou
pobres, belos ou feios, perfeitos ou defeituoso. A Lei Divina de igualdade nos faz assim.
O homem tocou-se por aquelas palavras sábias e pela voz doce daquela mulher:
Quem é você afinal? Descubra o rosto.
Então, retirando o véu de sua face ela falou:
Sou aquela que o procurou para que lhe salvasse o filho.
Humilhado ante tanta nobreza, o homem rico comoveu-se e chorou.
Autora - Roseni Teixeira Pereira
Livro – O melhor é viver em família
O texto acima vai ser trabalhado na forma de fantoche e dramatização.
Dinâmica para sensibilização:
Dinâmica do chapéu :
Os nomes abaixo serão colocados num chapéu feito de papel.
Cada evangelizando deve escolher um e juntamente com o grupo fazer comentários.
Palavras usadas:
Corrupção, Consumismo, Violência, Vaidade, Orgulho, Prepotência, egoísmo, solidariedade, fé,
amor, bondade.
Questões que norteiam a reflexão: O que se deve entender por pobres de espíritos? O que Jesus quis dizer com “O Reino dos Céus é dos Simples".
Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Color set, chapéu de papel, EVA, marcador de texto, caneta hidrocor.
Atividade das crianças para fixação da reflexão: Marcador de texto para confeccionar com os evangelizandos
Avaliação da aula:
Coloque os numerais em ordem crescente para descobrir a mensagem.
6 - PERANTE 1-TODOS 5-IGUAIS 2-OS 4-SÃO 3-HOMENS 7-DEUS
(Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Servos de Maria) Depois de montar a mensagem, solicitar que cada um faça um comentário.
Texto de apoio:
O HOMEM RICO
Um homem muito ,muito rico,possuía uma bela e vistosa casa, muito bem estruturada, e que era
decorada com objetos de altíssimo valor.
Como eram de grandes extensões as suas terras, o homem rico tinha um considerável número
de serviçais,para desempenhar as diversas tarefas que ele não era capaz de executar. Também
na mansão, havia muitas pessoas trabalhando para ele. De sol a sol, aquelas pessoas labutavam,
pois o serviço era intenso.
Apesar da dedicação desses empregados, o homem rico tratava-os mal. Não lhes concedia
nenhum direito. Se algum deles adoecia, em lugar de ser levado a um médico,era despedido e
esquecido,como um traste sem valor:
De hoje em diante, você não trabalha mais aqui.Junte suas coisas e saia de minhas terras,
procure outro canto para ficar.Aqui só me importa a tarefa cumprida, gente sadia que possa
trabalhar! Berrava ele sem nenhum sentimento de humanidade.
Certa tarde, estava ele refrescando-se numa fonte em seu jardim de inverno, deleitando-se com
as mais finas iguarias, quando uma mulher adentrou o recinto, aos gritos:
Por favor! Por favor! Salve o meu filho. Ele caiu em um buraco e é preciso um carro de tração
para descer um homem aos poucos e retirá-lo de lá. Só o senhor possui esse carro... por favor,
ajude-me! Gritava em prantos.
Mulher! Como se atreve a interromper-me o deleite para assunto tão insignificante? Não vê que
seu filho não me importa? Só servem para dar problemas estes pobres...Expulsem-na daqui!
Essa gente não vale perante Deus,senão teriam nascido privilegiados como eu – comentou ele.
A mulher retirou-se em desespero.
O tempo passou. Um dia, o homem rico levantou-se pela manhã para exercitar-se,como de
costume, mas, quando deu alguns passos, notou que todo o seu corpo estava inchado. Tentou
gritar para pedir auxílio a um criado, mas sentiu a voz baixa e impotente. Sua língua parecia
imensa. Quando um criado o encontrou naquele estado,chamou uma junta médica que o atendeu
muito tempo, cobrando-lhe absurdas somas e sem conseguir curá-lo. Começaram a aparecer as
primeiras feridas pela permanência no leito e ele desesperou. Ordenou a um serviçal:Salve-me! Como posso ficar assim, tão poderoso que sou? Ordeno-lhe que me socorra!
O homem, apiedando-se do seu estado, lhe falou:
Meu senhor, já vi diversas pessoas com esse mal, em suas terras, e só existe uma pessoa capaz
de tratá-lo e curá-lo.
Pois então, traga-a imediatamente. Pagarei o que ela quiser. Que ela me cure é o que me importa.
Assim foi feito. O criado trouxe a pessoa: uma mulher, que encontrou o poderoso senhor
dormindo, com muita febre.
A mulher imediatamente, começou a tratá-lo. De joelhos, cabeça coberta por um véu, ela orava,
enquanto friccionava-lhe o corpo com uma pasta feita de ervas e raízes. Depois, esperou que ele
despertasse e deu-lhe um líquido para beber. De novo ele adormeceu. Ela permaneceu orando e
cuidando dele.
Quando o homem rico despertou, já falava normalmente e não estava mais inchado. Então,
virando-se para a mulher que o tratara, ele falou:
Mulher, diga quanto quer por seus serviços. Sou um homem muito importante para Deus, que
me fez rico. Posso pagar-lhe o que me pedir.
Senhor, não quero o seu dinheiro. A mim basta que esteja curado e só desejo que compreenda
que Deus não privilegia ninguém. Perante Ele, todos somos iguais em importância: ricos ou
pobres, belos ou feios, perfeitos ou defeituoso. A Lei Divina de igualdade nos faz assim.
O homem tocou-se por aquelas palavras sábias e pela voz doce daquela mulher:
Quem é você afinal? Descubra o rosto.
Então, retirando o véu de sua face ela falou:
Sou aquela que o procurou para que lhe salvasse o filho.
Humilhado ante tanta nobreza, o homem rico comoveu-se e chorou.
Autora - Roseni Teixeira Pereira
Livro – O melhor é viver em família
O texto acima vai ser trabalhado na forma de fantoche e dramatização.
Dinâmica para sensibilização:
Dinâmica do chapéu :
Os nomes abaixo serão colocados num chapéu feito de papel.
Cada evangelizando deve escolher um e juntamente com o grupo fazer comentários.
Palavras usadas:
Corrupção, Consumismo, Violência, Vaidade, Orgulho, Prepotência, egoísmo, solidariedade, fé,
amor, bondade.
Questões que norteiam a reflexão: O que se deve entender por pobres de espíritos? O que Jesus quis dizer com “O Reino dos Céus é dos Simples".
Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Color set, chapéu de papel, EVA, marcador de texto, caneta hidrocor.
Atividade das crianças para fixação da reflexão: Marcador de texto para confeccionar com os evangelizandos
Avaliação da aula:
Coloque os numerais em ordem crescente para descobrir a mensagem.
6 - PERANTE 1-TODOS 5-IGUAIS 2-OS 4-SÃO 3-HOMENS 7-DEUS
(Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Servos de Maria) Depois de montar a mensagem, solicitar que cada um faça um comentário.
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