1-papel corrugado 2- letreiro 3- gravuras 4- fio de lã
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
sábado, 1 de setembro de 2018
JANE E A INVEJA
Jane, de seis anos, gostava sempre de ter tudo para si. Como fosse a mais nova entre os irmãos, conseguia tudo no choro e nas lágrimas.
Nunca estava satisfeita com nada. Quando era o irmão que ganhava algum presente, ela imediatamente ficava brava, fechava-se no quarto de dormir, e de lá não saía até que alguém viesse buscá-la, levando-a para a sala. Ao chegar à sala, era comum Túlio, seu irmão, sempre ceder a benefício de Jane, que continuava chorando sem consolo.
Naquele dia ela já havia chorado bastante sem que ninguém tivesse se apiedado dela. Então, Jane aproximou-se do irmão e, abraçando-o, disse:
– Túlio, você é meu irmão e eu o amo muito! Mas você bem que poderia dar-me aquele presente que ganhou da vovó Marta, não é? Eu gostaria muito de ter algo igual!
E Túlio, olhando para a irmã, sem saber o que fazer, concordou:
– Está bem, Jane. Vou dar-lhe este presente que ganhei, porém é a última vez que isso acontece. Você é uma menina egoísta e só pensa em si mesma. Porém, não lhe darei mais o que eu ganhar, entendeu? Mamãe me disse que você abusa quando quer alguma coisa! Então, de outra vez não lhe darei nada. Vou-lhe dar o que me pediu, mas é a última vez, certo?
– Sim, Túlio. Eu entendi, obrigada!
Alguns dias depois, na escola, Túlio ganhou uma rifa e recebeu um urso de pelúcia que era uma lindeza!
Ao vê-lo, Jane aproximou-se dele, melosa, e pediu:
– Túlio, meu irmão, posso segurar um pouco seu lindo urso em meus braços? Só um pouquinho!...
– Está bem, Jane! Mas é só esta vez! Mas ele não é seu, é meu! Você entendeu?
– Entendi. Fique tranquilo – disse Jane, saindo da sala a sorrir.
Túlio, satisfeito por ter sido sorteado na rifa, não se preocupou com a irmã. Mais tarde, ele se lembrou do brinquedo que ganhara pela manhã e foi até o quarto de Jane pedir a devolução dele.
– Túlio, deixe-me brincar mais um pouco! Não vou estragá-lo, acredite!
E Jane pediu tanto que o irmão saiu do quarto de Jane, deixando-a a brincar toda satisfeita. Mais tarde, ele voltou a buscar o urso e, chorando, a irmã disse que o cachorro da família havia estragado o urso de pelúcia.
Muito chateado, Túlio foi reclamar para a mãe, que o acalmou, e depois disse que iria comprar outro brinquedo para ele.
Naquele mesmo dia, a mãe comprou para ele um lindo carro vermelho, que tocava a buzina! Cheia de inveja, Jane começou a chorar de raiva. A mãe colocou-a no colo e explicou:
– Logo você fará aniversário, Jane, e ganhará presentes; todavia, agora foi Túlio que fez aniversário e é justo que ele ganhe presentes!
Jane sentiu tanta raiva que não parava de chorar. A mãe pegou-a no colo e conversou com ela, afirmando que logo seria sua vez de ganhar presentes e ter uma festa. Faltam apenas 10 dias para seu aniversário. A menina acalmou-se e logo estava brincando de novo.
Ao despertar no dia de seu aniversário, Jane recebeu um abraço do seu irmão, acompanhado de um brinquedo que ele ganhara e de que ela gostara muito.
– Eu não disse que era para você ter paciência, Jane? Aqui está seu presente! Felicidades, minha irmã!
– Peço-lhe perdão, Túlio! Você é muito generoso. Obrigada! Nunca mais vou fazer o que fiz com você.
E, levantando-se, deu um abraço bem apertado em Túlio. E, a partir desse dia, Jane aprendeu a lição e nunca mais brigou com Túlio, entendendo que tudo tem um momento certo na vida, e que devemos esperar com paciência a nossa vez de sermos atendidos.
MEIMEI
Recebida por Célia Xavier de Camargo em 25/9/2017.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
ATIVIDADE: AÇÃO E REAÇÃO
Material: uma caixa de papelão sem o fundo, um retângulo de papel colorset ou duplex verde (do tamanho do fundo da caixa), papéis amassados, palitos de sorvete e pirulito, papéis de bala e chiclete saco plástico (se for saco de lixo pequeno, melhor ainda) e muitas flores de dobradura ou crepon.
1. Arrume previamente sobre a mesa o papel verde e a caixa de sapatos sem fundo. Comece a contar a história de uma pracinha que você conhece onde muitas crianças brincam, onde muita gente passa e onde todos jogam lixo no chão. Vá falando das pessoas e jogando o lixo correspondente dentro da caixa, ex: Lucas passou chupando picolé e, quando terminou o sorvete, jogou o papel e o palito no chão. Neste momento do conto, as crianças não estarão vendo o interior da caixa, só você. Quando terminar, pergunte quem quer ver como a pracinha ficou, no final do dia. Só então levante a caixa e mostre a sujeira.
2. Depois, continue a história: Um dia, porém, surgiu na praça uma turminha que precisava fazer um trabalho de escola. O trabalho devia propor alguma coisa para melhorar a comunidade em que viviam. E as crianças resolveram limpar a praça. Chegaram cedo com vassouras e sacos de lixo e foram catando todo o lixo espalhado (o que você irá fazendo, enquanto narra esta parte). Coloque a caixa de volta, escondendo a pracinha e conte que as crianças acharam a praça muito sem vida. Então, cada um foi à sua casa e trouxe uma mudinha de flor. João trouxe uma mudinha de flor vermelha (dizendo isto, coloque uma flor vermelha na praça)... Aninha trouxe várias mudas de flores amarelas... E assim, vá enchendo a pracinha de flores.
3. Conte que, enfim, a pracinha ficou muito diferente, muito mais bonita. Levante, então, a caixa e mostre a pracinha cheia de flores.
4. Eles, então, pensaram em confeccionar plaquinhas com dizeres como: Lugar de lixo é no lixo, Mantenha a pracinha limpa, Não pise na grama. Só que não tiveram tempo. Entregue cartolinas pequenas para que seus alunos confeccionem estas placas. Converse então sobre cada placa e suas possíveis conseqüências.
Fonte: Rita Foelker
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