Presépio Vivo: Quem eu sou?
Introdução falada pelo narrador
“O presépio é uma mensagem viva de amor, de simplicidade, de esperança... é no amor que aprendemos a perdoar, a chorar e a sorrir, a conviver, a nos conhecer. .. Jesus é a mensagem viva do Natal a nos lembrar que devemos buscar ser simples e humildes de coração, que a felicidade da vida não está nas mesas fartas e na posse do dinheiro, mas na alegria de aprender a servir a Deus e aos homens. Temos o prazer de apresentar pelas nossas crianças do maternal e jardim e as crianças do Ciclo II a mensagem do presépio vivo lembrando que Jesus veio com amor, por amor, nos ensinando o verdadeiro sentido da vida. “
(OUVEM-SE OS GALOS CANTANDO: CÓ, CÓ, RI, CÓ NASCEU, NASCEU!)
-Os galos cantam
A todo o momento
Sempre anunciando
O meu nascimento
(ENTRA MARIA CARREGANDO UM BONECO ENROLADO NUM PANO E ELA COLOCA-O NA MANJEDOURA, SE POSICIONANDO AO LADO)
-Ah! Que lindo, olhem bem
Estou nos braços de Maria
Embalado, sentindo seu coração
Que palpita repleto de emoção.
(ENTRAM AS ESTRELAS E SE POSICIONAM ATRÁS DA MANJEDOURA)
-Em Belém as estrelas
Puseram a brilhar
Querendo aos homens
Logo avisar.
-Nesta pobre estrebaria
Algo vai acontecer
Logo os animaiszinhos
Vão chegando para me ver.
(ENTRAM AS VAQUINHAS)
-A noite é linda
Cheia de encanto
Aparecem as vaquinhas
Por todos os cantos.
(ENTRAM OS CARNEIROS)
-Os carneirinhos também souberam
E vieram logo me visitar
Um perguntou para o outro:
- Quem acaba de chegar?
(ENTRAM OS CAVALINHOS)
-Os cavalinhos rapidinhos
Queriam logo me ver
Quem será esse menino
Iluminado ao nascer?
(ENTRA JOSÉ)
-Vem ali uma pessoa
Todos sabem bem que é
É um homem bom e justo
É o nosso irmão José.
( ENTRAM OS 3 REIS MAGOS)
-Os reis magos chegam
Trazendo-me presentes
Vem prestar sua homenagem
Emocionados e contentes.
-Eu venho ao mundo
Para os meus irmãos ajudar
Com o amor de nosso Pai
Seus caminhos iluminar.
-Eu sou o caminho
Eu sou a verdade
Eu sou a vida,
Quem eu sou?
(NESSE MOMENTO DUAS CRIANÇAS LEVANTAM O QUADRO COM A FIGURA DE JESUS QUE ESTARÁ ESCONDIDA ATRÁS DA “MANJEDOURA” E TODOS NESSE MOMENTO DEVERÃO RESPONDER: JESUS!!!
Fiz máscaras em E.V.A. de vaca, de carneiro, cavalo e galo. A Maria usará um TNT azul claro na cabeça e no corpo e José um TNT marrom com uma faixa amarrada na cintura. Para fazer os trajes, dobra o TNT na altura e faz um rasgo para somente passar a cabeça. Colocaremos uma cadeira que servirá de manjedoura coberta de TNT bege, escondendo a cadeira até o chão e atrás a foto grande de Jesus que será levantada no final.
Idéia tirada do Centro Espírita Celeiro da Paz
Departamento de Infância e Juventude
Maternal e Jardim
Fonte Rose Costa
terça-feira, 23 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
TEATRO DE MASCARAS PARA O NATAL
PERSONAGENS:
boi; burro; cinco crianças; Maria; José; nenêm
CENÁRIO: O presépio de Belém
BOI : (de um lado do palco surge o boi) Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
BURRO: (do outro lado surge o burro) IIIIIIIIIIiiiiiiiiiiiiiiii...iiiii!
BOI: (chamando) Burro! Ó Burro, você está notando, está sentindo que o ar ficou diferente?
BURRO: (cheirando o ar) é verdade, amigo boi, é verdade... tudo agora cheira tão bem no nosso estábulo. Nunca cheirou assim. (cheira tudo fazendo muito barulho)
BOI: E nunca o céu esteve tão perto e tão estrelado!
BURRO: É verdade, amigo boi, sou mesmo burro... não tinha notado isso antes (olhando o céu)
BOI: Burro...
BURRO: O que é Boi?
BOI: estou muito desconfiado
BURRO: Do que boi?
BOI: (com tom de mistério) Que ele vai nascer aqui...
BURRO: Nem diga isso, boi, não é possível. Na nossa estrebaria ele nunca poderia nascer. Tão suja, tão pobre...
BOI: Só por milagre.
BURRO: Então por que tudo isto? Por que as estrelas estão se portando de maneira diferente?
BOI: E este cheiro de flores..., tão doce...
BURRO: Por que boi, por que?
BOI: Isto não sei... isto é um mistério...
BURRO: (desolado) Que um burro não compreende...
BOI: Burro... vamos arrumar um pouco, fazer uma limpeza, no caso de Ele vir mesmo, tudo deve estar preparado, não acha?
BURRO: Vamos buscar palha bem fofa. E água para o banho.
(Saem os dois e voltam com palha, cada um segurando de um lado e depositam o feixe no cento do palco. Depois afastam-se cada um para um lado do palco. Ouve-se som de sineta. Ilumina-se o palco...)
BOI: Burro, vai acontecer alguma coisa...
(aparece 5 meninos vestidos de branco e arrumam a palha preparando um berço)
BURRO: Ele veio para arrumar...
BOI: Tudo está muito estranho...
BURRO: Só falta acontecer!
BOI: Lá vem Maria, lentamente, carregando o mistério.
BURRO: Como é bela!
BOI: Lá vem José (pausa) Por que escolheram nossa casa? Isso é que não entendo!
(os dois permanecem escondidos enquanto José e Maria entram no estábulo tomando suas posições. Os meninos que arrumaram a manjedoura, posicionam-se em frente ao estábulo e cantam músicas alusivas ao nascimento (Noite Feliz, por exemplo). Luzes mais fortes são acesas sobre o presépio com o nenem no feixe de palha (use uma boneca enrolada numa manta). Os meninos saem do palco e o Boi e o Burro se aproximam devagar.
BOI: Que maravilha!
BURRO: Não se aproxime tanto, boi... o nenê pode se assustar!
BOI: A mãe dele está sorrindo!
BURRO: Está uma noite fria... Boi, aqueça o nenê com seu bafo quente!
BOI: E você, espante essas moscas com seu rabo...
BURRO: (com admiração) Nós dois estamos ligados para sempre ao maior dos mistérios. Nunca imaginei!
BOI: O que você está dizendo?
BURRO: Nada não, boi... Apenas estou contente.
F I M
CENÁRIO: O presépio de Belém
BOI : (de um lado do palco surge o boi) Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
BURRO: (do outro lado surge o burro) IIIIIIIIIIiiiiiiiiiiiiiiii...iiiii!
BOI: (chamando) Burro! Ó Burro, você está notando, está sentindo que o ar ficou diferente?
BURRO: (cheirando o ar) é verdade, amigo boi, é verdade... tudo agora cheira tão bem no nosso estábulo. Nunca cheirou assim. (cheira tudo fazendo muito barulho)
BOI: E nunca o céu esteve tão perto e tão estrelado!
BURRO: É verdade, amigo boi, sou mesmo burro... não tinha notado isso antes (olhando o céu)
BOI: Burro...
BURRO: O que é Boi?
BOI: estou muito desconfiado
BURRO: Do que boi?
BOI: (com tom de mistério) Que ele vai nascer aqui...
BURRO: Nem diga isso, boi, não é possível. Na nossa estrebaria ele nunca poderia nascer. Tão suja, tão pobre...
BOI: Só por milagre.
BURRO: Então por que tudo isto? Por que as estrelas estão se portando de maneira diferente?
BOI: E este cheiro de flores..., tão doce...
BURRO: Por que boi, por que?
BOI: Isto não sei... isto é um mistério...
BURRO: (desolado) Que um burro não compreende...
BOI: Burro... vamos arrumar um pouco, fazer uma limpeza, no caso de Ele vir mesmo, tudo deve estar preparado, não acha?
BURRO: Vamos buscar palha bem fofa. E água para o banho.
(Saem os dois e voltam com palha, cada um segurando de um lado e depositam o feixe no cento do palco. Depois afastam-se cada um para um lado do palco. Ouve-se som de sineta. Ilumina-se o palco...)
BOI: Burro, vai acontecer alguma coisa...
(aparece 5 meninos vestidos de branco e arrumam a palha preparando um berço)
BURRO: Ele veio para arrumar...
BOI: Tudo está muito estranho...
BURRO: Só falta acontecer!
BOI: Lá vem Maria, lentamente, carregando o mistério.
BURRO: Como é bela!
BOI: Lá vem José (pausa) Por que escolheram nossa casa? Isso é que não entendo!
(os dois permanecem escondidos enquanto José e Maria entram no estábulo tomando suas posições. Os meninos que arrumaram a manjedoura, posicionam-se em frente ao estábulo e cantam músicas alusivas ao nascimento (Noite Feliz, por exemplo). Luzes mais fortes são acesas sobre o presépio com o nenem no feixe de palha (use uma boneca enrolada numa manta). Os meninos saem do palco e o Boi e o Burro se aproximam devagar.
BOI: Que maravilha!
BURRO: Não se aproxime tanto, boi... o nenê pode se assustar!
BOI: A mãe dele está sorrindo!
BURRO: Está uma noite fria... Boi, aqueça o nenê com seu bafo quente!
BOI: E você, espante essas moscas com seu rabo...
BURRO: (com admiração) Nós dois estamos ligados para sempre ao maior dos mistérios. Nunca imaginei!
BOI: O que você está dizendo?
BURRO: Nada não, boi... Apenas estou contente.
F I M
(Claudimeire – participante sala Evangelize CVDEE)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
TÉCNICAS PARA CRIANÇAS NÃO ALFABETIZADAS
Crianças de 3 a 6 anos
1– Por o rabo no porquinho - Consiste na criança desenhar o rabinho no porquinho, com os olhos vendados.
Objetivos – desinibição, coordenação motora, despertar para a importância de preservar o corpo. (Temas em que pode ser utilizado – amor aos animais, cuidados com o corpo, ou apenas para descontrair as crianças.)
2 – Olá, coleguinha - Uma criança fica de costas para as outras e, ao comando do evangelizador uma das crianças levanta e diz: - “Olá, coleguinha!”, e a criança que está de costas deverá identificar quem falou.
Objetivos – socialização, integração, reconhecimento dos amigos, educação auditiva. Temas - Respeito aos amigos, Boas maneiras, Importância da Educação, ou para facilitar a integração de novos membros no grupo.
3 – Dramatização livre de historinha - Após contar uma história, pedir para as crianças representá-la, sem interferir, deixando-as combinarem entre si como vão apresentá-la.
Objetivos – integração, fixação de conteúdo, desenvolver a criatividade.
Temas – Serve para qualquer tema, desde que a historinha escolhida tenha vários personagens. É uma forma eficiente de verificar o quanto às crianças apreenderam do conteúdo. Permitindo que as crianças se revezem nos papéis, auxilia na fixação das principais idéias transmitidas. O aspecto “artístico” não precisa ser levado em conta, o que interessa é a espontaneidade das crianças.
4 - Bonequinhos animados - Consiste na utilização de bonequinhos de cartolina com dois furos no lugar onde ficariam as pernas, e que o evangelizador coloca dois dedos para dar movimento aos personagens da historinha. Depois podem ser distribuídos entre as crianças bonequinhos iguais para que as crianças criem as histórias ou reproduzam a história ouvida, enquanto movimentam os bonequinhos.
Objetivos – despertar o interesse, desenvolver a coordenação motora, a criatividade, a integração, fixação do conteúdo.
Tema – Adapta-se a qualquer tema em que a historia escolhida tenha poucos personagens.
5 – Caixinha de areia ou quadro de isopor - Consiste em uma caixa de papelão rasa, cheia de areia, ou de um pedaço de isopor, onde serão colocados os personagens da história, que estarão presos a um palito de dente (em caso de isopor) ou de picolé (no caso de areia).
Objetivos – despertar e manter o interesse e atenção das crianças. Serve para qualquer tema
6 – Desenhando a história. - Enquanto o evangelizador vai contando a história escolhida, vai desenhando no quadro alguns elementos da história. Ao final pede para que as crianças reproduzam ou recriem os desenhos relacionados ao tema.
Objetivos – Despertar e manter o interesse das crianças.
Tema – Adapta-se a qualquer tema. É importante lembrar que o evangelizador não precisa ser um “Leonardo da Vinci”, pois o importante é a mensagem que o desenho passe para as crianças, pois nessa faixa etária as crianças não exigirão obras de arte para compreenderem o conteúdo.
7 – Quando eu chegar em casa
Consiste em transmitir a mensagem desejada através da mímica. O evangelizador começa falando “quando eu chegar em casa vou...” e faz a mímica de, por exemplo, lavar o rosto, enxugar e guardar a toalha (três ações), e pede que as crianças identifiquem o que fará. Em seguida, cada criança falará três coisas que fará ao chegar em casa e as outras deverão descobrir.
Objetivos – Integração, identificação de ações, percepção do próprio corpo, da ação da vontade.
Tema – Pode ser utilizado ao falar em Higiene Pessoal, Valorização do Corpo como instrumento divino.
(Desconheço autoria)
1– Por o rabo no porquinho - Consiste na criança desenhar o rabinho no porquinho, com os olhos vendados.
Objetivos – desinibição, coordenação motora, despertar para a importância de preservar o corpo. (Temas em que pode ser utilizado – amor aos animais, cuidados com o corpo, ou apenas para descontrair as crianças.)
2 – Olá, coleguinha - Uma criança fica de costas para as outras e, ao comando do evangelizador uma das crianças levanta e diz: - “Olá, coleguinha!”, e a criança que está de costas deverá identificar quem falou.
Objetivos – socialização, integração, reconhecimento dos amigos, educação auditiva. Temas - Respeito aos amigos, Boas maneiras, Importância da Educação, ou para facilitar a integração de novos membros no grupo.
3 – Dramatização livre de historinha - Após contar uma história, pedir para as crianças representá-la, sem interferir, deixando-as combinarem entre si como vão apresentá-la.
Objetivos – integração, fixação de conteúdo, desenvolver a criatividade.
Temas – Serve para qualquer tema, desde que a historinha escolhida tenha vários personagens. É uma forma eficiente de verificar o quanto às crianças apreenderam do conteúdo. Permitindo que as crianças se revezem nos papéis, auxilia na fixação das principais idéias transmitidas. O aspecto “artístico” não precisa ser levado em conta, o que interessa é a espontaneidade das crianças.
4 - Bonequinhos animados - Consiste na utilização de bonequinhos de cartolina com dois furos no lugar onde ficariam as pernas, e que o evangelizador coloca dois dedos para dar movimento aos personagens da historinha. Depois podem ser distribuídos entre as crianças bonequinhos iguais para que as crianças criem as histórias ou reproduzam a história ouvida, enquanto movimentam os bonequinhos.
Objetivos – despertar o interesse, desenvolver a coordenação motora, a criatividade, a integração, fixação do conteúdo.
Tema – Adapta-se a qualquer tema em que a historia escolhida tenha poucos personagens.
5 – Caixinha de areia ou quadro de isopor - Consiste em uma caixa de papelão rasa, cheia de areia, ou de um pedaço de isopor, onde serão colocados os personagens da história, que estarão presos a um palito de dente (em caso de isopor) ou de picolé (no caso de areia).
Objetivos – despertar e manter o interesse e atenção das crianças. Serve para qualquer tema
6 – Desenhando a história. - Enquanto o evangelizador vai contando a história escolhida, vai desenhando no quadro alguns elementos da história. Ao final pede para que as crianças reproduzam ou recriem os desenhos relacionados ao tema.
Objetivos – Despertar e manter o interesse das crianças.
Tema – Adapta-se a qualquer tema. É importante lembrar que o evangelizador não precisa ser um “Leonardo da Vinci”, pois o importante é a mensagem que o desenho passe para as crianças, pois nessa faixa etária as crianças não exigirão obras de arte para compreenderem o conteúdo.
7 – Quando eu chegar em casa
Consiste em transmitir a mensagem desejada através da mímica. O evangelizador começa falando “quando eu chegar em casa vou...” e faz a mímica de, por exemplo, lavar o rosto, enxugar e guardar a toalha (três ações), e pede que as crianças identifiquem o que fará. Em seguida, cada criança falará três coisas que fará ao chegar em casa e as outras deverão descobrir.
Objetivos – Integração, identificação de ações, percepção do próprio corpo, da ação da vontade.
Tema – Pode ser utilizado ao falar em Higiene Pessoal, Valorização do Corpo como instrumento divino.
(Desconheço autoria)
SUGESTÃO DE BRINCADEIRAS
Camaleão
Este jogo necessita de um espaço relativamente plano, delimitado e onde
exista uma parede ou muro. Jogam pelo menos seis crianças.
Coloca-se uma criança (camaleão) junto à parede, virada para ela e de olhos
tapados pelas mãos. As restantes crianças estão colocadas à vontade, a uma
distância de cerca de dez metros. Ao sinal de início do jogo, as crianças
perguntam em coro àquela que está junto da parede: “Camaleão, de que
cor?” . O camaleão responde dizendo uma cor, por exemplo, o azul.
Mal diz a cor, neste exemplo, o azul, o camaleão vira-se e começa a correr
atrás dos colegas, que fogem. Ao fugir, as crianças procuram um objecto da
cor escolhida e tocam nele, a fim de se livrar. Neste caso, o camaleão não as
pode caçar. Só pode caçar aquelas crianças que ainda não se livraram, ou
seja, não tocaram na cor escolhida.
Se o camaleão tocar em alguém antes de se livrar, este passa a ser o novo
camaleão. Se o camaleão não conseguir caçar ninguém, continua nesta
função.
De referir que, quando as crianças fazem a pergunta: “Camaleão, de que
cor?”, e este responde “cor de burro quando foge”, as crianças ficam
quietas, não podendo fugir. Aquela que se mexer perde e passa a ser o novo
camaleão.
O Rei manda
Jogam seis ou mais crianças, num espaço que tenha parede ou muro, embora
estes possam ser substituídos por um risco desenhado no chão.
O rei coloca-se de costas para a parede ou risco e as outras crianças
colocam-se, lado a lado, à sua frente, a uma distância superior a dez metros.
A função do rei é dar ordens que podem variar bastante. As outras crianças
cumprem essas ordens, tentando aproximar-se o mais possível da parede ou
risco onde está o rei. Quem conseguir chegar à parede ou ao risco em
primeiro lugar, será o novo rei.
Ao dar as suas ordens, o Rei deve começar por dizer, “O rei manda...:”. A
título de exemplo pode dizer: “O rei manda...dar dois saltos a pés juntos
para a frente, um salto de gigante para o lado esquerdo, marchar no sítio,
saltitar a pé coxinho para o lado direito, dizer o nome em voz alta, rodopiar
duas vezes”, etc. O professor tem de ter o cuidado de verificar se as
ordens do rei não se tornam demasiado restritivas à aproximação das
crianças ao seu posto.
Coelhos às tocas
Dividir as crianças em dois grupos numericamente iguais. Um grupo constitui
as tocas e o outro os coelhos.
As crianças escolhidas para tocas devem espalhar-se por todo o espaço e
tomar a posição de pé com as pernas afastadas, sem se mexerem. O
professor dá a ordem de correr aos “coelhos” e estes correm por todo o
espaço. À voz de “Coelhos às tocas”, os coelhos põem-se de gatas debaixo
das pernas das tocas. Têm de entrar por detrás das tocas, para evitar
choques.
O professor deverá colocar-se atrás de uma toca qualquer, para que um
coelho fique sem lugar. O coelho que fica sem toca perde um ponto.
Depois de quatro ou cinco jogadas, as crianças trocam de posição. Os
coelhos tomam o lugar das tocas e vice-versa. Ganha a criança com menos
pontos porque ficou menos vezes sem toca.
Cabra- cega
Jogam várias crianças. É necessário um lenço ou pano para amarrar à volta
dos olhos de uma das criança que será a cabra-cega.
As crianças colocam-se de mãos dadas formando uma roda. A cabra- -cega
fica no seu centro da roda, de cócoras e com os olhos tapados com uma
venda.
A seguir inicia-se um diálogo entre as crianças que estão na roda e a Cabracega.
“Cabra-cega, donde vens?”
“Venho da Serra.”
“O que me trazes?”
“Trago bolinhos de canela.”
“Dá-me um!”
“Não dou.”
Então, as crianças que se encontram na roda dizem em coro:
“Gulosa, gulosa, gulosa... “ (repete-se até a Cabra-cega agarrar alguém)
A Cabra-cega levanta-se e tenta apanhar uma criança da roda. Se apanhar
alguém, as crianças calam-se todas e a Cabra-cega tem de adivinhar,
apalpando com as mãos, quem é a (o) colega que apanhou.
Quando acertar, fica esse (a) a ser a Cabra-cega.
Por vezes, nesta variante da roda, as crianças podem estar silenciosas. Mas,
então, a roda não se pode mexer do sítio. Antes de ir à procura de alguém, a
cabra-cega dá três voltas sobre si mesma.
Noutra variante, as crianças espalham-se pelo espaço previamente definido
e que não pode ser muito grande. A cabra-cega, com os olhos tapados, tenta
agarrar uma outra criança qualquer. Todas as crianças se deslocam pelo
espaço e aproximando- se e afastando-se da cabra-cega para a desorientar
com o ruído dos seus deslocamentos enquanto cantam: “Cabra-cega! Cabracega!
Tudo ri, mãos no ar, a apalpar, tactear, por aqui, por ali. Tudo ri!
Cabra-cega! Cabra-cega! Mãos no ar, apalpando, tacteando, por aqui, por ali,
agarrando o ar! Tudo ri...”. Também lhe podem tocar nas costas.
Serpente
As crianças formam duas equipas que se dispõem em fila, agarrando-se uns
aos outros pela cintura, formando uma serpente.
Colocam-se frente a frente as duas serpentes e, à indicação do professor, a
criança da frente de uma equipa terá que tocar na última criança da outra
equipa. Ganha a equipa que tocar em primeiro lugar no último jogador da
outra serpente.
domingo, 7 de novembro de 2010
ALEGRIA
TEMA: Campanha " Tá na Cara": conhecimento de si mesmo alegria
IDADE: 11-12 anos
OBJETIVO: identificar o sentimento da alegria e as causas que fazem esse sentimento Surgir.
INCENTIVAÇÃO: com as caricaturas da aula anterior expostas, pedir que as crianças
identifiquem a carinha que expressa a alegria. Perguntar: O que é alegria? O que os deixam alegres?
DESENVOLVIMENTO: observar as respostas e levar a criança a perceber se esse
sentimento acontece somente com situações materiais ou morais.
Por exemplo: ficamos alegres quando estudamos e tiramos nota 10 numa prova? Se tivéssemos "colado" , o sentimento seria o mesmo?
A alegria maior, verdadeira é aquela que sentimos quando nossa consciência está tranqüila. É o dever cumprido.
A tristeza aparece quando nos afastamos do compromisso.
" Ser alegre " e " estar alegre" é diferente?
" Estar alegre" é um estado de momento. Podemos inibir o "ser alegre" se condicionarmos a alegria a alguns acontecimentos. Ex.: só consigo ficar alegre ou feliz se eu tiver o tênis da moda; só ficarei feliz se eu cair na mesma turma do ano passado; etc. Essa alegria não é verdadeira.
Podemos ser felizes diante da dor? ( colocar figuras com pessoas em situações difíceis, mas com expressões diferentes, umas com fisionomia calma, outras sofridas ); refletir que podemos ser felizes mesmo diante da dor ou dificuldade quando entendemos a razão daquilo e tiramos lições.
Se determinada escolha não foi boa, vamos trabalhar com ela com alegria, vencendo mais fácil a situação. Poe ex.: se fui colocado numa classe diferente , com pessoas que não conheço, a minha alegria, satisfação vai emanar vibrações de tal categoria que pode envolver as pessoas e estas serem atraídas para novas amizades. A alegria do Espírito é uma energia transformadora que desmobiliza vibrações inferiores.
FIXAÇÃO: dobrar uma folha sulfite ao meio; na metade da frente desenhar o seu rosto com expressão alegre e escrever o que o deixa com esse sentimento. ( a metade de trás ficará para outro sentimento a estudar, para no final confeccionar o livrinho)
Beatriz de Almeida Rezende
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
DINÂMICA AUTO ESTIMA
Ser diferente
Zezé, o elefante, estava triste. Ele se achava gordo e desajeitado. Na verdade, queria ser como Filó, a girafa. Porém, ao contar para a amiga girafa seu sonho de ser alto e elegante como ela, descobriu que Filó se achava alta demais, e não gostava de seu pescoço.
Ela contou, então que desejava ser como Lico, o coelho, ágil, veloz. Conversando com Lico, descobriram que ele se considerava frágil demais e, em seus sonhos, via-se forte como Ian, o leão.
Superando o medo que sentiam de Ian, foram procurá-lo, para perguntar como era ser forte, ser o rei da floresta. Mas encontraram Ian triste e solitário. O leão possuía poucos amigos, pois tinha fama de ser furioso, e todos tinham medo de se tornar seu jantar.
Como não conseguiram concluir quem era o melhor bicho, resolveram fazer um concurso para eleger o mais belo da floresta, o animal ideal. E foram procurar Zilá, a coruja, para juntos estabelecerem as regras do campeonato. Zilá era uma estudiosa do comportamento animal, que surpreendeu a todos quando disse:
- Que importa ser o mais belo, o animal ideal? Deus criou cada animal de um jeito especial, com características próprias. E aí está a beleza da criação. Já pensaram se só existissem leões ou borboletas? Zilá também explicou que cada animal tem virtudes próprias, e que o importante é cada um aceitar-se como é, valorizando o que tem de bom e se esforçando para se tornar alguém cada vez melhor, desenvolvendo qualidades como amor, perdão, respeito, amizade.
Zezé, Filó, Lico e Ian pensaram muito no que disse Zilá. E não realizaram o concurso. A partir dessa conversa, Zezé parou de reclamar de seu peso e iniciou um programa de exercícios; Filó aceitou-se como era, alta e magra e deixou de ser fofoqueira; Lico tornou-se mais alegre e satisfeito com a vida e Ian tem se esforçado para ser mais calmo e simpático e fazer novos amigos. Assim, todos colaboram para que a floresta se torne um lugar melhor para se viver.
É importante gostar de si mesmo? Por quê?
Cada um tem o corpo físico ideal em cada existência para aprender as coisas que se propôs. Assim, o leão deveria fazer novos amigos, a girafa aprender a não falar mal dos outros, o coelhoa ser mais alegre e se aceitar como era.
Qual é o animal mais belo? Cada animal tem a sua beleza e importância, juntos compõe a natureza que é perfeita e foi criada por Deus.
E nós? Nos aceitamos como somos? Ou agimos como os animais da história? Não esperar respostas, pedir que eles reflitam.
É importante na vida de uma pessoa as atitudes boas que pratica e os sentimentos positivos que desenvolve (como amor, respeito, amizade) e o esforço que faz para superar os defeitos morais que possui (fofoca, mentira, preguiça).
Devemos sempre nos comparar a nós mesmos (como éramos há algum tempo) e nunca nos compararmos aos outros, pois cada um tem sua caminhada.
ATIVIDADE: fazer um porta-retrato (uma cartolina retangular colorida e outra menor que sirva de suporte, mantendo o porta-retrato em pé). Pedir que cada aluno se desenhe e escreva sentimentos e atitudes positivas que já pratica, valorizando aquilo de bom que cada um já possui. Também pode escrever: Eu sou especial (ou Eu sou legal).
Zezé, o elefante, estava triste. Ele se achava gordo e desajeitado. Na verdade, queria ser como Filó, a girafa. Porém, ao contar para a amiga girafa seu sonho de ser alto e elegante como ela, descobriu que Filó se achava alta demais, e não gostava de seu pescoço.
Ela contou, então que desejava ser como Lico, o coelho, ágil, veloz. Conversando com Lico, descobriram que ele se considerava frágil demais e, em seus sonhos, via-se forte como Ian, o leão.
Superando o medo que sentiam de Ian, foram procurá-lo, para perguntar como era ser forte, ser o rei da floresta. Mas encontraram Ian triste e solitário. O leão possuía poucos amigos, pois tinha fama de ser furioso, e todos tinham medo de se tornar seu jantar.
Como não conseguiram concluir quem era o melhor bicho, resolveram fazer um concurso para eleger o mais belo da floresta, o animal ideal. E foram procurar Zilá, a coruja, para juntos estabelecerem as regras do campeonato. Zilá era uma estudiosa do comportamento animal, que surpreendeu a todos quando disse:
- Que importa ser o mais belo, o animal ideal? Deus criou cada animal de um jeito especial, com características próprias. E aí está a beleza da criação. Já pensaram se só existissem leões ou borboletas? Zilá também explicou que cada animal tem virtudes próprias, e que o importante é cada um aceitar-se como é, valorizando o que tem de bom e se esforçando para se tornar alguém cada vez melhor, desenvolvendo qualidades como amor, perdão, respeito, amizade.
Zezé, Filó, Lico e Ian pensaram muito no que disse Zilá. E não realizaram o concurso. A partir dessa conversa, Zezé parou de reclamar de seu peso e iniciou um programa de exercícios; Filó aceitou-se como era, alta e magra e deixou de ser fofoqueira; Lico tornou-se mais alegre e satisfeito com a vida e Ian tem se esforçado para ser mais calmo e simpático e fazer novos amigos. Assim, todos colaboram para que a floresta se torne um lugar melhor para se viver.
É importante gostar de si mesmo? Por quê?
Cada um tem o corpo físico ideal em cada existência para aprender as coisas que se propôs. Assim, o leão deveria fazer novos amigos, a girafa aprender a não falar mal dos outros, o coelhoa ser mais alegre e se aceitar como era.
Qual é o animal mais belo? Cada animal tem a sua beleza e importância, juntos compõe a natureza que é perfeita e foi criada por Deus.
E nós? Nos aceitamos como somos? Ou agimos como os animais da história? Não esperar respostas, pedir que eles reflitam.
É importante na vida de uma pessoa as atitudes boas que pratica e os sentimentos positivos que desenvolve (como amor, respeito, amizade) e o esforço que faz para superar os defeitos morais que possui (fofoca, mentira, preguiça).
Devemos sempre nos comparar a nós mesmos (como éramos há algum tempo) e nunca nos compararmos aos outros, pois cada um tem sua caminhada.
ATIVIDADE: fazer um porta-retrato (uma cartolina retangular colorida e outra menor que sirva de suporte, mantendo o porta-retrato em pé). Pedir que cada aluno se desenhe e escreva sentimentos e atitudes positivas que já pratica, valorizando aquilo de bom que cada um já possui. Também pode escrever: Eu sou especial (ou Eu sou legal).
Assinar:
Postagens (Atom)