domingo, 24 de outubro de 2010

PROJETO CHICO XAVIER - 100 ANOS

OBJETIVO: Preservar a memória de Chico Xavier tendo como foco sua obra psicográfica.

Primeira semana - A Vida de Chico Xavier
Segunda Semana - Uma História Psicografada por Chico - O Carneiro Revoltado
Terceira Semana - Um livro Psicografado por Chico - Cartilha do Bem
Quarta Semana - Poemas psicografados por Chico



PROJETO CHICO XAVIER - 100 ANOS


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

PAZ. A GRANDE CONQUISTA

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Fazer previamente um dado com, no mínimo 10 cm de aresta. Cada lado contém um símbolo diferente. O participante joga o dado e a figura que ficar para cima será cumprida, dentro do tema – paz, a grande conquista.
a- ponto de interrogação - O participante faz uma pergunta de acordo com o tema, a um colega da sua direita.
b- coração - Dizer a um colega da sua esquerda uma frase ou uma saudação sobre a paz. Lembrar a saudação de Jesus: “Paz seja convosco!”
c- notas musicais - Cantar uma música que fale de paz.
d- a palavra paz - Completar a frase: Sinto paz quando ...
e- uma pomba branca (símbolo da paz) - Contar uma breve história feliz sobre a paz.
f- uma TV - Dizer uma notícia boa sobre a paz.

- ATIVIDADE REFLEXIVA
- Dizer que a paz é muito importante para o homem. Só existe felicidade onde existe paz. Muitas pessoas em muitos lugares do mundo trabalham pacificamente para a paz. É necessário muito esforço de cada um de nós para conseguir a paz verdadeira. Dizer que vai contar uma história real de um brasileiro muito importante, que trabalhou muito para a paz, principalmente entre brancos e índios.
Narrar: Marechal Rondon - homem de paz.
Perguntar:
– Vocês já tinham ouvido falar no Marechal Rondon?
– Conhecem outras pessoas que também colaboraram ou colaboram para a paz? Quem?
– As pessoas que só fizeram o bem e não fizeram nenhum mal, como Madre Teresa de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho, Dr. Bezerra de Menezes, são pessoas de paz?
– E nós podemos ser também pessoas de paz? Como?
- Concluir que:
A paz resulta de uma consciência tranqüila, harmonizada com a Lei Divina.
Aquele que trabalha, cumpre com seus deveres, age de forma honesta, ajuda o próximo, se esforça por melhorar porque tem confiança em Deus, está em paz.

ATIVIDADE CRIATIVA5.
1- Dividir o grupo em 3 ou 4 subgrupos. Pedir que cada subgrupo faça um desenho que represente a paz.
Cada subgrupo apresenta o trabalho e fala, se desejar. Expor os trabalhos no mural. Perguntar se durante a confecção do trabalho o clima do subgrupo foi de plena paz.

HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
Cantar uma música que fale na paz como, por exemplo, “Paz pela Paz”, de Nando Cordel.
Pedir que, de pé, formem um círculo e cantando baixinho, fechem os olhos e estendam a mão direita.
Preparar previamente corações pequeninos iguais, de papel colorido, dobrá-los em 4 e colocar na mão de cada participante.
Dizer que vai contar de 1 até 3 e quando ouvirem o número 3 poderão abrir os olhos e abraçar quem tiver uma “figura” igual a sua. (Todos se abraçarão porque os corações são iguais)

MARECHAL RONDON - HOMEM DE PAZ

No dia 5 de maio de 1865 nasceu o menino Cândido Mariano da Silva Rondon. Bisneto de índios, estudou em Cuiabá onde formou-se professor, aos dezesseis anos de idade. No intervalo dos estudos ia ajudar o tio, que o criou, na vendinha da roça.
Fig. 1- Nas folgas gostava de dar uns mergulhos no rio. Adorava nadar e andar “plantando bananeira”.

Fig. 2- Em 1881 foi para o Rio de Janeiro estudar na Escola Militar. Foram tempos difíceis. Tinha que agüentar o deboche de alguns colegas que falavam:
– Você pensa que vai passar com a matemática que aprendeu em Cuiabá?
Rondon respondia, serenamente:
– Bem, não custa tentar.
Rondon estudou muito e pelas excelentes notas tirou “distinção” e passou a ser respeitado pelos colegas. Sua saúde, no entanto, não era nada boa. Uma vez, Rondon desmaiou. Teve complicações e ficou tão grave sua saúde, que os colegas começaram a organizar uma lista para o enterro do rapaz. Mas um dia, Rondon levanta-se da cama e pede aos colegas: – Estou com vontade de comer abacaxi!
Acharam que estava delirando e, com o consentimento do médico, resolveram atender seu “último pedido.” Rondon comeu abacaxi e melhorou. Depois pediu uvas, mamão, banana, pêras e foi comendo de tudo. Espantou a todos com sua melhora. Ficou bom. Em agradecimento aos colegas, passou a dar aulas, gratuitamente, para eles. Sempre foi um aluno exemplar.
O Brasil com seu imenso território precisava melhorar suas comunicações. O imperador D Pedro II determinou então que as comunicações pelo telégrafo sem fio (o mais adiantado da época) se estendessem do Rio de Janeiro até Cuiabá. Teriam que colocar postes e estender fios por diversas cidades. Nessa época Rondon era capitão-engenheiro e foi-lhe dada essa importantíssima missão.

Fig. 3- Rondon tornou-se conhecido por seu trabalho junto aos índios. Chefiou diversas expedições pelas florestas brasileiras fazendo contatos pacíficos com os indígenas. Tinha um lema:
– Morrer, se necessário for, matar, nunca!
Rondon nunca usou suas armas contra homens.
Apesar da grande responsabilidade do trabalho da expedição, Rondon era calmo. Acordava todo dia às quatro horas da manhã e mergulhava no rio para nadar, um pouco, antes do café.
A sobrevivência na selva era difícil. Mas Rondon conhecia a floresta. Sua expedição alimentava-se de palmito, mel, chá, peixe e caça. As doenças da selva (malária e impaludismo) matavam muitos militares das expedições e Rondon chegou a receber ajuda dos próprios índios, tão temidos por muitos, e que faziam os trabalhos mais difíceis, de remover troncos e abrir caminhos dentro da mata.
Graças à grande habilidade de Rondon no trato com os indígenas e pelo espírito de paz que ele manifestava, conseguiu manter um clima de cordialidade e paz entre brancos e índios.
Rondon abriu estradas ligando pontos distantes do nosso país e ajudou os índios, vítimas de fazendeiros que invadiam suas terras e os matavam. Descobriu e deu nome para rios, lagos, vales e montanhas do nosso imenso país.
Em 1910 assumiu a chefia do Serviço de Proteção aos Índios. Mais tarde criou o Parque Nacional do Xingu. Em 1955, foi promovido a marechal. Estava presente na importante cerimônia um índio carajá.
Marechal Rondon - um homem de caráter firme, que trabalhou muito e passou a ser conhecido e respeitado mundialmente, por ser um homem de paz. Desencarnou em 1958, com 93 anos de idade.






FONTE: LFC





terça-feira, 19 de outubro de 2010

A CRIANÇA



A criança é o dia de amanhã, solicitando-nos concurso fraternal.

Planta nascente - é a árvore do futuro, que produzirá, segundo o auxílio à sementeira.

Livro em branco - exibirá, depois, aquilo que lhe gravarmos nas páginas agora.

Luz iniciante - brilhará no porvir, conforme o combustível que lhe ofertarmos ao coração.

Barco frágil - realizará a travessia do oceano encapelado na Terra, de acordo com as instalações de resistência com que lhe enriquecermos a edificação.

Na alma da criança reside a essência da paz ou da guerra, da felicidade ou do infortúnio para os dias que virão.


Conduzirmos, pois, o espírito infantil para a grande compreensão com Jesus é consagramos nossa vida à experiência mais sublime do mundo - o serviço da Humanidade na pessoa dos nossos semelhantes, a caminho da redenção sempre.

Espírito: Meimei
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: Cartas do Coração

terça-feira, 12 de outubro de 2010

AS PALAVRAS MAGICAS





Dona Paula estava muito preocupada com seu sobrinho Gilberto, que havia chegado de fora há pouco dias. Não que ele fosse um menino desobediente, nem um menino muito travesso. Não era. Pelo contrário, obediente e bem comportado.

Mas, Gilberto não era um menino amável, atencioso... Nunca dizia "muito obrigado" a ninguém, não cumprimentava as pessoas, nem pedia as coisas com delicadeza.


Se entrava num taxi com a titia, embora ela cumprimentasse o motorista com gentileza, ficava em silêncio ou então ordenava:
- Ande ligeiro! Bem depressa!...
Se andava num elevador, empurrava os outros e nunca pedia licença. Não era gentil com ninguém.
Resultado: o dono do armazém nunca lhe dava uma bala, o que costumava fazer com as outras crianças; os motoristas de taxi não olhavam para ele com simpatia; e as pessoas que encontravam no elevador não lhe diziam uma palavrinha gostosa ou, pelo menos lhe davam um sorriso amável.
Natural, pois, que titia Paula andasse preocupada.
Um dia, Gilberto entrou na cozinha e viu que a tia estava se preparando para fazer um bolo. Então disse logo:
- Eu quero um bolo só para mim.
- Pode ser... respondeu a tia Paula - Mas, ante, você terá que dizer umas palavras mágicas. Se você disser, eu farei o bolinho.
Gilberto ficou pensando que palavras mágicas seriam estas. Mas, logo se lembrou de uma estória que vovô havia lhe contado. Por isso, gritou:
- Abracadabra! Abracadabra!
- Não, não são estas as palavras mágicas – disse a tia, sorrindo.
- Não?? - Gilberto pensou, pensou...
- Balabalabla! Balabalabla! - tornou a gritar.
Dona Paula sacudiu a cabeça.
- Não, também não são estas.
- Dipo dipodóclus! Dipo diodóclus!
- Não, não! – disse ainda a tia, achando graça das invenções do sobrinho.
Gilberto não sabia o que dizer. Pensou... pensou... Então, desanimado pediu:
- Por favor, tia Paula, quais são as palavras mágicas?
E muito surpreendido, ouviu a titia dizer:
- Viva! Você já disse as palavras mágicas. Pronto! Vou fazer um bolinho só para você.
O menino ficou admirado. Depois, lembrou-se. E, muito contente, falou:
- "Por favor"... então são estas as palavras mágicas, que conseguem tudo?
Tia Paula disse que sim e ensinou ainda outras palavras mágicas que fazem com que todo o mundo gosto da gente.
Gilberto ouviu tudo com muita atenção e prometeu não se esquecer mais das tais palavras mágicas. E começou a cumprir sua palavra, pois quando a tia lhe deu um lindo bolinho, bem cheiroso, ele, muito gentil, falou, sorrindo:
- Muito obrigado, tia Paula. Muito obrigado!

A CRIANÇA E OS AMIGOS




1. Mensagem:

“Seleciona as tuas companhias. Os maus companheiros tornam-se presenças inconvenientes na tua vida e perturbam-te a marcha.

Ninguém é tão independente e pleno que não corra o perigo de contaminar-se, com aqueles que estagiam e se comprazem na delinqüência ou na insensatez viciosa.

Sê gentil com os maus e estúrdios, porém, não te imiscuas com eles, seu comportamento, suas atividades e filosofia de vida.

As enfermidades morais também contagiam os incautos que delas se aproximam”.

(Joanna de Ângelis/Divaldo Franco).

2. Prece de Abertura:

3. Momento da Criança:

A - Apresentar uma folha de papel cor-de-rosa, amassada, dizendo que deverão imaginá-la como uma linda rosa perfumada.

Pedir que fechem os olhos, passando a rosa de mão em mão, imaginando que oferecem a flor a um amigo, com uma palavra carinhosa.

Obs: Será importante começar pelos adultos, o que facilitará a imaginação da criança. Ex.: o adulto dirá: “Eu vou oferecer esta linda rosa ao meu amigo... porque ele é muito trabalhador e merece uma recompensa”.

Dizer que narrará um fato, para que analisem a ação do garoto e digam o que aprenderam.

B - Desenvolvimento:

1 - Narrar a história: "A Balança".

Quando menino, eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isso ocorria, as mais das vezes, com o Beto, o meu melhor amigo.

Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto, ela me ouviu e disse o seguinte:

- Vá buscar a sua balança e os blocos.

- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?

- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira.

Obedeci e trouxe a balança e os blocos. Então, ela disse:

- Primeiro, vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais sao.


Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhando daquele lado:

- Você nao tem nada mais a dizer?.

Eu não tinha e ela propôs:

Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança.

Eu hesitei, porém ela me animou dizendo:

- Ele nao deixa você andar em sua bicicleta? Nao reparte seu doce com você?

Concordei e passei a mencionar o que havia de bom no caráter do meu amiguinho.

Ela foi colocando os blocos do outro, lado. De repente eu percebi que a balança oscilava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto. Dei uma risada e mamãe observou:

- Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que suas boas qualidades ultrapassam seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo verificar ao longo de sua vida.

E de fato. Através dos anos, aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança no gênero humano

2 - Fazer perguntas as crianças, incentivando-as a expressarem opinioes que enfatizem a amizade, o companheirismo, etc...

3 - Relacionar os fatos da história ao seu dia-a-dia, pedindo que contem o que tem ocorrido ente eles e seus amigos.

4 - Atividades.

Estudo do Evangelho de Jesus: Cap. XI – item 4.

“Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles? A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo. Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça. Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua”.

- Comentários com o grupo – exemplos

"O Melhor é Viver em Família" - 12 Volumes)