segunda-feira, 7 de agosto de 2017

PARÁBOLA DOS TRABALHADORES DA ULTIMA HORA




OBJETIVO
           Levar os evangelizandos a entender o valor dado por Jesus à disposição de trabalhar.
           Que devemos aproveitar as oportunidades que nos são dadas.
CONTEÚDO
Pois o reino dos céus é semelhante a um homem, Senhor da Vinha, que saiu desde a madrugada para contratar trabalhadores para sua vinha.
E tendo contratado com os trabalhadores um denário por dia, enviou-os para sua vinha.
E tendo saído cerca da hora terceira, viu outros que estavam ociosos em pé na praça,
e disse-lhes: "Ide também vós também para a vinha, e vos darei o que for justo". E eles foram.
Novamente saiu cerca da hora sexta e da nona, e agiu da mesma forma.
E saiu cerca da undécima hora, e achou outros que lá estavam, e disse-lhes: "Por que estacionais aqui desocupados o dia todo?"
Disseram-lhe: "Porque ninguém nos contratou". Disse-lhes : "Ide vós também para a vinha".
Chegando a tarde, disse o dono da vinha a seu capataz: "Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começa pelos últimos até os primeiros".
E chegando os da undécima hora, receberam um denário cada um.
E vindo os primeiros, julgaram que receberiam mais, mas receberam um denário também eles.
E ao receber, murmuraram contra o Senhor da Vinha, dizendo:
esses, os últimos, trabalharam uma hora e tu os trataste como a nós, sofredores do peso do dia e do calor.
Respondendo, ele disse a um deles: "Companheiro, não te faço injustiça; não contrataste comigo um denário?
Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este último tanto quanto a ti;
ou não me é lícito fazer dos meus bens o que quero? Ou teu olho é mau, porque eu sou bom?
Assim os últimos serão primeiros e os primeiros, últimos.
" Mateus 20, 1-16

Dinâmica: O evangelizador levará 5 tiras de cartolina com: OS PRIMEIROS / SERÃO OS ÚLTIMOS / E  OS / OS ÚLTIMOS / SERÃO OS PRIMEIROS. Em 
 seguida, irá pedir a 5 crianças que se levantem e a cada uma dar uma tira de cartolina com trechos de frases de Jesus e colocará as crianças de tal forma que a frase fique desordenada e, em seguida, pedir às outras crianças que ordenem a frase.








sexta-feira, 4 de agosto de 2017

LIVRO SOBRE FAMÍLIA




OBJETIVO GERAL

• Compreender a formação familiar e a necessidade de viver em família.
“No espaço, os Espíritos formam grupos ou famílias entrelaçados pela afeição, pela
simpatia e pela semelhança das inclinações. Ditosos por se encontrarem juntos, esses
Espíritos se buscam uns aos outros.”
(O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo IV, item 18)

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

» Destacar as atitudes que devem ser praticadas em todas as famílias, para que elas sejam
mais harmoniosas, saudáveis e felizes
» Reconhecer que a família não se forma por acaso, mas por compromissos, necessidades
e afinidades de seus integrantes.
» Levá-los a reconhecer que a família é formada não só pelos laços de sangue, mas
também por laços espirituais. Os familiares que já desencarnaram continuam fazendo
parte da família.
» Despertar na criança a compreensão de que é no lar, junto do grupo familiar que
encontramos a ajuda que necessitamos para nosso crescimento espiritual.
» Utilizar como metodologia a produção de um livro para mostrar a importância da família
para cada evangelizando

DESENVOLVIMENTO

1º momento – prece
2º momento – Livros.
» Questionar se eles gostam de ler, se sim, perguntar porque?
» Perguntar se os pais tem o hábito de ler para eles
» Falar que com o livro eles podem desenvolver a imaginação, emoção, sentimentos e
sensibilidades...
» Destacar a importância de cuidar dos livros que pegamos na biblioteca, uma vez que
outras pessoas poderão usufruir daquelas histórias
3º momento – colocar todos sentados no chão e ler o “Livro da Família” para as crianças


4º momento
» Falar que a turma irá produzir seu próprio livro para falar sobre a família.
» Questionar a importância da família para cada um deles.
» Relembrar os ingredientes essenciais para formar uma família, assim como a nossa
massinha “da família”
» Mostrar como iremos fazer o livro passo–a-passo e de forma integrada.

Conteúdo do livro:

Capa – “Minha família”
Página 1 - – Livro dos espíritos
775. Qual seria para a sociedade o resultado do relaxamento dos laços de família?
— Uma recrudescência do egoísmo.

Página 2 - ingredientes para a nossa família – receita da massinha:
Água - respeito
Farinha - amor
Sal – cuidado
Corante comestível - carinho
Óleo - união

Página 3 – “O que você gosta de fazer com a sua família?”

Demais páginas do livro

As crianças receberão o EVA em formato de uma casa e material para colar e formar as suas
família. Enquanto elas colorem os membros da sua família, elas deverão responder a

pergunta inicial “o que você gosta de fazer com a sua família?”

CONFECCÃO LIVRO



OBJETIVO GERAL

Confeccionar um livro que aborde o tema : Vida em Família

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Confeccionar o Livro entendendo sua importância no estudo e estimulando a leitura .

DESENVOLVIMENTO

 Prece inicial

 Hora das novidades.

 Ressaltar a importância da família

1) falar sobre a importância da família utilizando alguns dos objetivos do ano que são esses:
- Núcleo base da sociedade;
- Forma de evolução em grupo e aperfeiçoamento mútuo;
- Oportunidade de vivência da fraternidade e colaboração recíproca.

Até o fim da aula

As crianças devem desenhar a família e escrever qual a importância da família para elas.

1) Separar revistas com imagens de pessoas que lembrem família( levar algumas imagens já
impressas para facilitar);
2) Disponibilizar lápis de cor e canetinhas, giz de cera, lixa de parede e outros materiais para que
eles escolhessem como retratar sua família (livre escolha).
3) há ainda a possibilidade de fotografar as crianças e colocar seus retratos com suas atividades
respectivamente.

CONCLUSÃO

Os evangelizadores irão recolher os trabalhos e montar O LIVRO com espiral.

DINAMICA - QUEBRA-CABEÇA


OBJETIVO: levar os participantes a refletirem sobre a necessidade do cultivo da paciência, da fraternidade e da cooperação.

MATERIAL: envelopes com quebra-cabeças diferentes.

PROCESSO: Pedir que formem grupos e dar um envelope com um nº de peças para cada evangelizando. Preparar os envelopes com as peças misturadas. Distribuir os envelopes.

Proceder às instruções:
- Todos devem montar seus quebra-cabeças dentro de 15 minutos;
- Deverão se movimentar com o menor barulho possível;
- Os evangelizandos deverão trocar entre si as peças;
- O grupo que terminar seu quebra-cabeça deverá ajudar os colegas que não finalizaram a atividade;

- A dinâmica será concluída quando todos formarem seus quebra-cabeças.
- Deveremos observar as atitudes das crianças até a finalização da tarefa. Quando concluírem a atividade, explicar que o grupo ‘vencedor’ não é aquele que montou primeiro o quebra-cabeça, mas aquele cuja atitude é de cooperação, união, fraternidade e paciência. Pedir para eles mesmos avaliarem suas atitudes e pensarem sobre isso.

FIGURAS PROPOSTAS PARA FAZER O QUEBRA-CABEÇA





terça-feira, 25 de julho de 2017

A ALMA APÓS A MORTE

ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA DO CANDELÁRIA – 31/10/2009.
 Tema da aula - A Alma Após a Morte – 3º. Ciclo da Infância.

Prece inicial:

1º. Momento:
Objetivo: Conscientizar a respeito do Desencarne, mostrando que a “Morte” e uma Lei Natural, poderemos comparar com o fenômeno da borboleta que saiu do “Casulo”.  É o libertar do espírito.


Somos corpo físico mortal e Espírito imortal:

Resultado de imagem para Somos corpo físico mortal e Espírito imortal:
O nosso despertar no mundo espiritual acontecerá de acordo com a nossa evolução moral.
Ex.: se formos bons e fizermos nossos deveres, guardaremos boas lembranças seremos felizes e nos juntaremos com amigos iguais a nós. Se formos maus e deixar de fazer nossas obrigações ficaremos tristes e agoniados e juntaremos em lugares com espíritos infelizes iguais a nós. 

2º. Momento: Distribuir entre as crianças os seguintes questionamentos. (Podendo usar a dinâmica da batata-quente)
  1. O que não morre na composição do homem? (O Espírito que é imortal).
  2. O que é desencarne? (A morte do corpo).
  3. Como vamos despertar no plano espiritual? (Se dará de acordo com a nossa evolução moral, ou seja, nossa bondade ou maldade).
  4. Em que meios o Espírito pode viver? (ora na terra, ora no plano espiritual).
  5. Todos ficam iguais depois da morte? ( Não. Os bons têm boas lembranças e são felizes. Os maus têm más lembranças e sofrem).

Leitura do texto. A despedida   -   Atividades 1 e 2.
Prece final de agradecimento
         Ao sair de casa, Giovana lembrou que, embora tivesse 12 anos, ainda não havia enfrentado uma situação semelhante. Sua tia Guiomar desencarnara naquela madrugada e ela iria ao velório, afinal, sempre gostou muito da tia.

         Logo ao chegar, abraçou seu tio e primas, levando seu afeto e solidariedade. Depois fez uma prece pela tia, desejando que ela compreendesse o que aconteceu e pudesse ser auxiliada nessa nova etapa no Mundo Espiritual.

         Giovana é espírita e sabe que a tia poderia, em Espírito, estar acompanhando o velório, ainda um pouco perturbada. A menina lembrou de alguns bons momentos que passaram juntas, das conversas e dos conselhos que a tia lhe dera.

         A garota sabia que a situação do Espírito ao desencarnar depende das atitudes e pensamentos que teve durante a vida. Recordou então, as muitas vezes que viu a tia ajudar os outros, sem contar a ninguém e sem querer nada em troca. Se alguém dizia algo, logo ouvia: só faço a minha obrigação. Nunca ouviu a tia reclamar da vida, e sabia que ela tinha muita fé em Deus. Lembrou também de uma das frases preferidas de Guiomar: Tudo é aprendizado. Realmente, ela havia aprendido muitas coisas com a tia e agradecia a ela, em pensamento, naquele momento.

         Enquanto pensava, Giovana observou que algumas pessoas tinham um comportamento estranho: conversavam e riam alto, sem se importar com o sentimento dos familiares e do Espírito que desencarnava. Será que eles não sabiam que aquele devia ser um ambiente de respeito e oração? Parece que não, pensou a menina.

         Em seguida, uma de suas primas leu um trecho de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e fez uma prece. Como era uma família espírita, não haveria um sacerdote a encomendar o corpo, pois a família entendia que o corpo que tinha servido de morada passageira para o Espírito é que tinha morrido e que Guiomar, em Espírito, continua viva no Mundo Espiritual, sempre unida pelos pensamentos aos entes queridos, seguindo sua caminhada evolutiva.

         Enquanto o corpo era enterrado, Giovana orava, silenciosamente, pela tia. Ela sabia que a separação não era definitiva. Haveria saudade, sim, mas um dia se reencontrariam, em Espírito, no Mundo Espiritual ou em futuras reencarnações.
Claudia Schmidt

 ATIVIDADE INDIVIDUAL Nº. 1

  1. Nascemos, crescemos e morremos para depois............................................. novamente.
  2. Desencarne é a ...........................do corpo físico.
  3. No Plano Espiritual iremos ...........................................................sentindo e sendo como éramos no plano físico.
  4. A morte é um processo ..................................... .
  

ATIVIDADE INDIVIDUAL Nº. 2

Complete 
  1. Nossos................. materiais não são levados para a vida espiritual.
  2. O espírito é ..............................
  3. .............................. os bons são felizes.
  4. Só o corpo físico........................ .
  5. Se formos ................................... despertaremos felizes no plano espiritual.
  6. O Perispírito é o .....................sutil do espírito.

 


                          

HORAI VOSSOS PAIS – LAÇOS DE FAMÍLIA -13 A 16 ANOS


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Prece inicial:

Objetivo de que os jovens possam reconhecer:
·   A importância do grupo familiar
·   O seu papel nesse núcleo.

1º. Momento: Apresentar a música “Laços de Família” do Conjunto Acorde-PB. (Tecer comentários em torno da música).

Ex.: Não importa que Família nós pertença, o importante e procurarmos fazer e dar o melhor de nós.

 “HONRAI O VOSSO PAI E A VOSSA MÃE."
·   Piedade Filial.
·   Quem é minha Mãe e quem são meus irmãos?
·   Parentela corporal e parentela espiritual.

2º. Momento Dividir os jovens em grupos e dar um texto para cada grupo ler e fazer a explanação do que entendeu. Grupo 1,  ficará com “Piedade Filial” , itens 3, 1º e 2º parágrafo. 
Grupo 2, ficará com o item 5, 6 e 7 , “Quem é minha mãe e quem são meus irmãos”?
Grupo 3, ficará com 8. “A parentela corporal e parentela espiritual”.

3º. Momento: Apresentação dos grupos em Plenário.

4º. Momento:
Pedir que dois jovens façam a leitura das duas histórias sobre família. A primeira fala dos laços de ódio que os une por erros de vidas passadas e a segunda família, essa em processo evolutivo adiantado, reencarnam juntas para continuarem seu aprendizado. (Veja abaixo as histórias).
Desenvolvimento:
Fazer comentários e comparações sobre as duas histórias. Pedir aos evangelizandos que comentem sobre as diferenças entre as duas histórias e que lição se pode aprender com elas.
Ø  História1- Salientar que o ódio e a vingança também unem os seres humanos e que a vida se encarrega dos reajustes necessários. A família é a melhor escola. O esquecimento do passado é uma bênção de Deus aos seus filhos, facilitando aos desafetos o perdão, através do amor que os une nos laços de família.
Ø  História 2 - Comentar sobre o amor que existe entre os membros da família, lembrando o encontro no Plano Espiritual e a reencarnação para dar continuidade ao processo evolutivo.
Planejamento de Teresinha Medeiros com material recebido do grupo e com o estudo elaborado do capitulo XIV, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, editado pela Federação Espírita Brasileira.

5. Prece final
História 1
Uma bonita jovem casou com um fazendeiro de idade madura. Depois de certo tempo, descobre que ele teve dois filhos com uma escrava. Indignada, manda vender a escrava, que vai trabalhar em local pantanoso e logo morre de febre maligna. Coloca os dois rapazes no tronco, acusados falsamente de ladrões. Após, manda colocar pesadas correntes em seus pescoços que ficam cheios de feridas. Eles ficam tuberculosos. Ninguém os socorre e eles morrem miseravelmente. No mundo espiritual reúnem-se com a mãe e, cheios de ódio, passam a perseguir a fazendeira cruel. Esta adoece e sofre por dez anos, sem que médico algum consiga curá-la. Desencarna. Encontra seus perseguidores que se ligam a ela por meio de fios fluídicos. Eles, na forma de ovóides. Quando o fazendeiro morre, também é atraído pelo grupo. Quando se torna possível, após muitos anos, ele reencarna. A ex-esposa também reencarna para casar novamente com ele e terão como filhos, os três inimigos para aprenderem a se perdoar e se amarem.
Livro "Libertação", André Luiz, cap. 7, pág. 95 a 100 – resumo  (Extraído do Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo, 3º ciclo da infância - FERGS)

História 2
A casa de Laura na cidade espiritual "Nosso Lar", é uma grandiosa construção cercada de colorido jardim (pág. 96). A casa foi comprada por seu esposo, Ricardo (espírito), que desencarnou 18 anos antes de Laura. Pelo seu trabalho pôde comprar a casa. A moeda de "Nosso Lar" é o Bônus-hora. É uma ficha que remunera 1 hora de trabalho prestado com dedicação. Uma casa custa, em média, 30.000 Bônus-hora, ou seja, 30.000 horas de trabalho. Leva-se mais ou menos oito anos para se conseguir este valor, trabalhando 12 horas por dia. Folga-se 1 dia por semana. Quando Laura desencarnou foi morar com o esposo, na casa comprada. Os dois trabalhavam e estudavam com muita dedicação e amor. Depois de alguns anos os dois filhos, Lísias e Judite, desencarnaram e foram morar com eles. Compõe uma família feliz, no mundo espiritual. Depois de alguns anos Ricardo reencarna, Laura também renascerá para casar com ele. No momento certo, os dois filhos também reencarnarão como filhos do casal. A família se reconstituirá na Terra. O aprendizado continuará.
Livro Nosso Lar, psicografado por Francisco Cândido Xavier - Pág. 264 a 269, cap. 48 - resumo (Extraído do Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo, 3º ciclo da infância - FERGS)















quarta-feira, 28 de junho de 2017

FESTA NA ESCOLA

A professora reuniu os alunos e anunciou que a escola, em poucos dias, completaria cinquenta anos e haveria uma grande festa. Para tanto, solicitava a colaboração dos alunos para fazer a decoração.




Todos gostaram muito da ideia e aceitaram colaborar.
Assim, no dia seguinte a professora trouxe o material que seria usado para fazer os enfeites do grande salão. Depois, separou as equipes e escolheu um chefe para cada uma delas, dando-lhes serviços diferentes e explicando como deveriam fazer.

Marcos, chefe de uma das equipes, teria cinco colegas
trabalhando com ele. Aline, uma das meninas, que gostava de criar problemas, não aceitou cortar faixas de papel para enfeitar o salão. Marcos, com paciência, explicou:
— Aline, não fui eu que escolhi o serviço. Foi a professora que distribuiu as tarefas!
— Pois não concordo e não quero fazer!
— Então, vá falar com a professora — respondeu Marcos.
A menina saiu pisando duro, irritada. Ao encontrar a professora, foi logo se queixando:
— Prof.ª Amélia, Marcos quer me obrigar a fazer o que não quero e não gosto!
Com delicadeza, a professora explicou-lhe que cada equipe tinha uma atividade diferente e à dela cabia fazer as faixas para enfeitar as paredes. Como Aline continuasse reclamando do serviço, a professora mudou-a de equipe.
Lá foi Aline para a equipe de Márcia, que lhe explicou o que estavam fazendo:
— Estamos cortando cartolina para fazer os convites para a festa. Você tem que medir a cartolina e depois cortar. Só isso. É fácil!



— Que horror! Detesto ter que medir papel, e cortar eu
acho pior ainda! Não tem outro serviço para mim?
— Sinto muito — respondeu Márcia — essa é a tarefa desta equipe.
Aline novamente reclamou à professora, que a mandou para outra equipe, onde estavam pintando cartazes para enfeitar as paredes do salão. A reação dela foi rápida:
— Mas não sei pintar!...
Cheia de paciência, a professora a encaminhou para outra equipe, e mais outra e outra ainda. Chegou o momento que a professora lhe disse:
— Aline, eu já sei qual o seu problema de adaptação às equipes.
— E qual é, professora?
— Preguiça. Falta de vontade de trabalhar!
A menina ficou vermelha, e baixou a cabeça envergonhada.
— Não é isso, professora. É que não tenho facilidade para fazer essas tarefas. Dê-me outra chance! Prometo que vou fazer sem reclamar.
A professora pensou um pouco e concordou:
— Está bem. Creio que achei a tarefa adequada para você.
— Que bom! Finalmente!...
A professora chamou-a em um canto e, pegando uma vassoura, um balde e uma pá, colocou tudo nas mãos dela:
— Aqui está, Aline. Creio que agora será capaz de trabalhar. A única coisa que deverá fazer é varrer os restos de papel que caem no chão e colocá-los no lixo.
— Mas... varrer o chão, professora?
— Sim! Nada há de vergonhoso nisso. Apenas estou adiantando o serviço. Ao terminar as atividades, todos os alunos iriam recolher os papeis do chão para deixar o salão limpo. Todavia, como você não está fazendo nada, começará a recolher a sujeira do piso. Assim, todos terminarão as tarefas ao mesmo tempo! 
Muito envergonhada, Aline pegou a pá, o balde e a vassoura, e pôs-se a varrer o chão.
Ao terminar as atividades, os demais alunos, sorridentes e animados, ainda a ajudaram a concluir a limpeza. Aline achou que eles a estivessem ajudando para mostrar que eram mais capazes do que ela, porém os colegas não mostravam má intenção: sorriam bem- humorados, brincavam entre si, contentes, e conversavam com ela, deixando-a à vontade.



Naquele momento, Aline entendeu que o trabalho é bênção divina que une as pessoas, criando bom relacionamento e gerando bem-estar.
Ao término das tarefas, Aline aproximou-se da professora e disse:
— Prof.ª Amélia, entendi a lição. Obrigada pela oportunidade de ajudar. De outra vez, pode contar comigo para o que for.
No dia da festa, a animação e o contentamento entre os alunos era geral ao receberem os convidados e as autoridades da cidade. E Aline, no meio da turma, também se sentia satisfeita por ter colaborado para que tudo estivesse tão bonito e arrumado.
                                                        
Fonte: "O Consolador"

sábado, 17 de junho de 2017

BRINCADEIRAS

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BRINCADEIRA  -  SAFÁRI

     Divida a turma em duas equipes: uma será o grupo dos leões e a outra, o grupo dos elefantes.
     Escolha duas crianças para fazer o papel de caçador, que será, na verdade, o pegador da brincadeira.
     Coloque cada grupo em uma extremidade do pátio ou da quadra e explique que aquela é a toca. Todas as vezes que o professor disser ‘SAFÁRI’, os animais devem trocar de toca e os caçadores devem tentar pegar os animais durante a troca.
      Os animais que forem pegos são transformados em caçadores. Vence a equipe na qual algum dos integrantes não foi pego. Os caçadores não podem invadir a área destinada à toca.

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BRINCADEIRA – ELEFANTINHO COLORIDO

     Para brincar de ‘Elefantinho colorido’, leve as crianças para um local espaçoso e colorido.
     Escolha uma criança para comandar a primeira rodada. Ela deverá ficar na frente de todos e dizer:
      ─ Elefantinho colorido!
     O restante da turma responde:
     ─ Que cor?
     A criança ‘comandante’ escolhe uma cor e os demais saem correndo para tocar em algo que tenha a cor escolhida.
     Vale se a cor pedida estiver na roupa, no cenário ou em qualquer outro local do ambiente.
     Se a criança ‘comandante’ conseguir pegar alguma criança antes que ela chegue à cor, é considerada capturada. O comandante deve sempre escolher uma cor que não está em um local de fácil acesso para dificultar o trabalho dos demais.
     Vence a brincadeira quem ficar por último.
 




quarta-feira, 14 de junho de 2017

A HISTÓRIA DE SUSANA














A DESCOBERTA DOS SENTIDOS


Tema: Corpo, dádiva divina. Os sentidos do corpo humano.
Ana Maria era uma garotinha muito sapeca que vivia numa casa amarela. Ela adorava estudar, brincar, cantar. Ela gostava de correr e de se esconder.
Ana Maria gostava de descobrir coisas novas e foi com essa curiosidade que ela saiu um dia para aprender algo novo e assim começou uma nova aventura em busca de conhecimento.
Num belo dia ensolarado ao passear no parque ela viu outras crianças brincando. Esse grupinho de garotos estava jogando bola. Aninha ficou intrigada. Ela viu outro grupinho mais adiante. Era de meninas que estavam brincando de amarelinha. Muitas perguntas apareciam em sua cabecinha.
De onde vem a energia com que a gente brinca? Aninha se perguntava.
Continuando a sua aventura Aninha se deparou com um jardim. Haviam muitas flores perto da lojinha de doces onde ela comprou muitas balas.
De onde vem as cores das flores? Como a gente percebe as cores dos doces? (visão)
A menina curiosa continuava sua pesquisa e ia se surpreendendo cada vez mais com as coisas com que ia se deparando. Ela caminhava pelo parque saboreando suas deliciosas balas e de repente ouviu um estalo:
- Opa, de onde vem o sabor doce dos doces? Ela se questionou. (paladar)
- Como nós sentimos o perfume das flores? (olfato)
É, nossa pesquisadora era muito curiosa e estava se divertindo muito no parque e com as coisas que ela estava percebendo. Durante o seu passeio ela encontrou seu amigo Caio acompanhado do Bóris seu cachorrinho de estimação.
- Oi, Caio, tudo bem? Que bom te ver. Oi, Bóris! Ela se abaixou e abraçou o cãozinho que fez a maior a festa ao vê-la e a encheu de lambidas carinhosas.
- Oi Aninha. Tudo beleza?
- Sim, beleza. Estou fazendo algumas pesquisas de umas coisas bem curiosas. Aninha deu a ele algumas balas.
- Obrigado, adoro essas balas coloridas. Posso te ajudar nas suas pesquisas, Aninha?
- Sim, Caio. Vamos lá. Agorinha mesmo ao abraçar o Bóris eu estava pensando em como ele é fofo e macio.
- Sim, ele é bem fofinho. Minha mãe dá banho nele toda semana.
- Como a gente sente a fofura do Bóris, Caio? (tato)
- Não sei, Aninha.
Os três, nossos amiguinhos e Bóris, continuavam a caminhar e encontraram alguns jovens cantando e tocando violão mais a frente no parque.
- Como percebemos o som, Caio? (audição)
- Sei não, Aninha. Como a gente faz para entender essas coisa? Quem será que tem essas respostas, Aninha?
- Eu sei.
- Aninha e Caio se olharam sem entender nada.
- Quem foi que disse que sabe, Caio?
- Eu.
- Eu, quem? Os dois perguntaram ao mesmo tempo.
- Aqui em baixo. Sou eu quem está falando, o Bóris.
- Bóris!!! Não sabíamos que você falava!
- Pois é, eu falo sim. E eu sei sobre essas coisas que vocês querem saber. É só me perguntar.
- Como a gente vê as coisas, Bóris?
- Pelos nossos olhos.
- Como a gente sente o cheiro das flores e o fedor do xulé do pé do Caio?
- Ei, eu não tenho xulé. Caio protestou.
- O cheiro a gente percebe com o nosso nariz. Eu sou muito bom de nariz. Farejo muito.
- Como a gente sente o sabor doce dos doces? Como a gente percebe o azedo do limão?
- Pelo nossa língua.
- E como a gente sabe que você é macio e fofinho?
- Através da nossa pele.
- E como escutamos músicas, ouvimos o passarinho cantar, a mamãe nos chamar?
- Com os nossos ouvidos. E tudo isso, olhos, nariz, língua, ouvidos e pele são os sentidos de nosso corpo.
- Sentidos?
- Sim é pelos sentidos que nós percebemos as coisas como a Aninha e o Caio viram hoje. Os olhos são o sentido da visão. O nariz corresponde ao sentido do olfato. Os ouvidos são a audição. O paladar é o sentido da língua e a nossa pele é o tato.
- Hum, e a energia com que as crianças brincam e os adultos trabalham?
- Essa é a saúde. A saúde nos permite correr, brincar, trabalhar, se divertir, estudar.
- E quem fez tudo isso?
- Tudo isso foi feito por Deus, Aninha. Deus é muito bom. Nos deu muitas bênçãos para sermos felizes.
- Nossa, Bóris, você é mesmo sabido, um “sabicão”.
- Nem tanto, nem tanto, crianças.
Nossos amiguinhos voltaram pensativos para casa. Lembrando das palavras de Bóris e principalmente reconhecendo a bondade de Deus em nos dar tantas coisas para o nosso bem e felicidade.

PERGUNTAS PARA FIXAR O ENTENDIMENTO
Com qual orgão do corpo enxergamos as cores e qual é o sentido atribuído a este órgão?
Com qual orgão do corpo sentimos o cheiro de comida e qual é o sentido atribuído a este órgão?
Com qual orgão do corpo ouvimos música e qual é o sentido atribuído a este órgão?
Com qual orgão do corpo sentimos o sabor dos doces e qual é o sentido atribuído a este órgão?
Com qual orgão do corpo sentimos o carinho e a maciez de um abraço e qual é o sentido atribuído a este órgão?
A saúde é importante? Por que? O que podemos fazer se não tivermos saúde?
Qual é a importância de Deus em nossas vidas?