quinta-feira, 8 de março de 2012

O SER: CORPO E ESPÍRITO

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Apresentar a figura1, de preferência ampliada, e perguntar:



Já viram alguma figura parecida com esta? De que se trata? (a figura representa um faquir deitado sobre uma cama de pregos).
Ele tem um corpo diferente ou igual ao nosso?
Propor que conversem em dupla.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Ouvir as respostas. Explicar:

No Oriente, alguns homens educam suas mentes, durante muito tempo, de modo a conseguir, não só o que se vê nessa gravura, mas, também passar muitos dias sem comer e outras coisas mais que nos parecem impossíveis. Eles não são diferentes de nós também os trapezistas dos circos são pessoas comuns, apenas educaram seus movimentos.

Questionar: – Será que nossa mente tem poderes que desconhecemos?

Narrar o seguinte fato:

Atendendo a um chamado urgente, uma jovem viajou de trem para outra cidade desejando regressar no mesmo dia, o que não foi possível. Na manhã seguinte, à hora da partida, um amigo resolveu fotografá-la.

  Narra-nos a jovem:

“Durante a ‘pose`, por sinal rapidíssima, lembrei-me abruptamente da minha apressada partida na véspera, que me não permitiu tomar um vestido de passeio e repeti a mim mesma: “com aquela minha blusa bordada, certo, agora ficaria melhor retratada”...

Dias depois recebi um exemplar da dita fotografia. (...) Mas, a mim o que me causou maior admiração foi o evidente esboço de reprodução da minha blusa bordada, aquela mesma blusa que eu imaginara no momento de ‘posar’, e que lá estava bem arrumada no meu guarda-roupa. Empreguei deliberadamente a palavra ‘esboço’, porque o desenho dos bordados não está visível; mas vê-se sobre o meu busto uma blusa diáfana, quando a que eu vestia, realmente, não passava de uma leve camiseta.

O que prova a identidade da blusa, por mim imaginada, é o arrendondado das suas pontas, quando todas as demais que possuo as têm quadradas.”

(Fonte: “Pensamento e Vontade”- bozzano, e. - feb - 3ª ed .- pg.47)






Perguntar ao grupo:

– O que criou a imagem da blusa? (o pensamento, a mente).
– O pensamento, então, tem força para criar uma forma, embora invisível aos nossos olhos. Será que também tem força para criar doenças? E para ajudar?
Ouvir as respostas, dialogando, para que o grupo alcance as seguintes Conclusões:
Nossa mente tem poderes imensos, que podem ser desenvolvidos e educados. Ela está na mesma condição da semente que, um dia, se transformará na árvore.
Quando pensamos forte e continuamente em alguma coisa, mais cedo ou mais tarde, isso se realizará.

ATIVIDADE CRIATIVA

Reafirmando a certeza do poder da mente, propor ao grupo criar mentalmente um buquê de flores, que cada um mandará, pelo pensamento, para alguém a quem estime. Dizer que essa criação será feita por etapas, de acordo com o que for sendo falado.

Colocar música suave e pedir que fechem os olhos para facilitar a concentração mental.

CRIANDO UM BUQUÊ

Vamos criar um buquê de flores. Nele vamos colocar as espécies de flores que mais nos agradam. Podem ser rosas, miosótis, violetas, monsenhores, sempre-vivas, lírios, margaridas, palmas, orquídeas etc...
Vamos escolher cores, também de nossa preferência: vermelhas, amarelas, azuis, rosas, brancas, lilases, alaranjadas, etc...
Vamos completar o arranjo com espigas de trigo, folhagens...
Vamos embrulhar num bonito papel, amarrar com fita...
Vamos sentir-lhe o perfume, imaginando que abraçamos o buquê...
Vamos acrescentar um cartão, onde escreveremos a palavra felicidades!
Agora é só mandar.
Para quem?
Para quem o seu pensamento desejar.
Não tenha dúvida mesmo de que o seu buquê de felicidade vai chegar ao seu destino.

(Atividade extraída do livro “O Pensamento”, de Luzia Helena Mathias Arruda, Edit. CELD)

HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE

Durante os momentos de relaxamento e respiração pausada, pedir que cada um visualize a pessoa recebendo o buquê que lhe oferecemos, vendo alegria em seu rosto e envolvendo-a com carinho.

EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL




Só podemos usar para o bem o nosso poder mental. Caso contrário, o mal se volta contra nós porque o mal é contrário a lei Divina.
Quando pensamos (e acreditamos) que podemos melhorar a saúde, recebemos um suprimento de nova energia, que vai revigorar nossa energia vital e, em conseqüência, a saúde.
Somos filhos e herdeiros de Deus. Como tal, temos riquezas interiores para descobrir e usar para a nossa felicidade.

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