quinta-feira, 31 de março de 2011

ALLAN KARDEC, AMIGO DE JESUS

Aprendendo com Jesus

 
Trabalhar com seqüência de cartazes que demonstra fatos marcantes na vida de Allan Kardec: nascimento, infância, adolescência, vida adulta e trabalho para esclarecimento da humanidade.

Levar um mapa mundi identificando em que lugar estamos, cidade, país e mostrar onde fica a França, país em que Allan Kardec nasceu espalhando várias estrelas brilhantes de laminado para simbolizar as mensagens dos espíritos por todo o mundo.

Trabalhando com Jesus
- Montar um mosaico com gravura de Jesus com uma criança ao lado fazendo a prece. Todos podem participar colando papel picado nos espaços adequados.
- Pintar, recortar e montar as máscaras dos personagens do Livro dos Espiritos Infantil.
Brincar com quebra-cabeças de boas ações que podemos fazer para sermos mais amigos de Jesus, assim como Kardec também foi. Os quebra-cabeças foram montados em caixas de suco na forma horizontal.
- Brincar com o relógio ou com um dado gigante, só que em vez de numerais e quantidades mostra vários momentos da vida de Allan Kardec, realizando assim um jogo de trilha com perguntas e respostas.





As gravuras são da evangelizadora Cirlene, do Posto de Assistência Augusto Elias da Silva, do trabalho Maria de Nazaré - Pedregal GO
O Planejamento dessa aula é da minha amiga virtual e Evangelizadora Lenir Santarém.
Venha conhecer o seu blog - Jardineiras de Plantão: jardineirasdeplantao.blogspot.com
Vocês vão amar!!!!!

REENCARNAÇÃO

O pequeno herói anônimo

A situação não estava nada fácil. O pai, há muito tempo, tinha os abandonados; os irmãos mais velhos moravam nas ruas, vivendo cada um por si; a mãe, com uma doença que parecia não ter fim...

Joãozinho, com 12 anos, é quem dava conta de tudo. Fazendo biscates e pequenos serviços conseguia cuidar da mãe enferma e alimentar os dois irmãos menores, preocupando-se com seus estudos, já que ele próprio não podia ir à escola.

Quem o conhecia não podia acreditar que este menino, tão frágil, tão franzino por causa da desnutrição na infância, tivesse tanta força e coragem para tudo suportar. Joãozinho não reclamava de nada: nem da infância perdida, nem da escola abandonada, nem do pai irresponsável; resignado, enfrentava a situação da melhor maneira, procurando estar sempre alegre e de bom ânimo.

Do ponto de vista comum dos homens, Deus parecia injusto colocando tanta carga de responsabilidade sobre ombros tão frágeis e desprotegidos.

Porém, do ponto de vista espiritual, a visão é bem diferente! Os benfeitores espirituais e Joãozinho sabiam que esse era o único caminho para a sua redenção.

Joãozinho na reencarnação anterior havia sido Dr. João, filho de uma família nobre e abastada. Mas ao invés de utilizar as facilidades e os recursos de que dispunha para fazer o bem e ajudar as pessoas a se tornarem melhores, empregou-os como instrumento de opressão e satisfação dos prazeres desenfreados.

Com o poder e o dinheiro nas mãos, destruiu famílias, prejudicou pessoas, infelicitou muitas jovens.

Após desencarnar, o Dr. João já não era mais famoso nem poderoso, mostrando quem realmente era: um Espírito amargurado, infeliz e arrependido do mal que provocara. Com o auxílio dos mentores espirituais planejou uma nova vida com muitas dificuldades e sofrimento, privado de todas as facilidades materiais, onde receberia em seu lar, como familiares necessitados de seus cuidados, muitas

pessoas que havia prejudicado na encarnação anterior.

E lá vai Joãozinho, o menino que tinha tudo para ser triste e revoltado,feliz da vida, como um pequeno herói anônimo, amparado pelos amigos invisíveis,em busca de outro serviço para o sustento de sua família.

Ele sabe, inconscientemente, que pediu e recebeu de Deus a oportunidade de resgatar débitos do passado e evoluir da melhor maneira possível: plantando e distribuindo sorrisos e amor por onde passar.

Luis Roberto Scholl
















Desenhos de Cristina Chaves - Sociedade Espirita Casa do Caminho - Bairro



Jardim das Palmeiras - Porto Alegre - RS




DINÂMICA



COELHINHO SAI DA TOCA

Divida os participantes em grupos de três crianças, e em círculo forme as tocas.


Duas crianças dão-se as mãos formando a toca e a outra criança ficará dentro da toca. Ela será o coelhinho. Bem, nesse caso, vamos mudar um pouco os termos: duas crianças formam um lar (a família), uma casa, com as mãos dadas. A terceira criança será o "Reencarnante". Não vamos ter medo de usar termos espíritas com crianças, mesmo as pequenininhas, No centro do círculo ficarão as crianças, "Reencarnantes" que estão à espera de reencarnar nos lares.


Quando alguém falar: "Reencarnação" (antigamente era: Coelhinho sai da toca!), todos os reencarnantes deverão trocar de lares e os reencarnantes que estão no centro procurarão um lar. Quem não conseguir entrar em algum lar fica no centro, esperando nova oportunidade. Pode-se falar em corpo físico também, ao invés de lar.


Dinâmica:


Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma o espírito assimila as experiências e emoções adquiridas em suas diversas encarnações.



Material:

1 pedaço de esponja para cada evangelizando – 1 recipiente com água – 1 recipiente com perfume – recipientes, cada qual com tinta nas seguintes cores: azul, amarela, verde e vermelha, 1 folha de papel ofício para cada evangelizando.



Preparação do ambiente: dispor, sobre uma mesa, os diversos recipientes lado a lado, na seguinte ordem: água, tinta azul, tinta amarela, tinta verde, tinta vermelha e perfume. No lado oposto da mesa, dispor, observando um bom espaçamento, uma folha ofício para cada evangelizando.



Desenvolvimento:

a) Pedir aos evangelizandos que cada um se posicione em pé na frente do papel ofício a ele destinado. Entregar para cada um uma esponja e explicar: - Deus nos criou espíritos simples e ignorantes, aptos a absorver conhecimentos, como essa esponja está apta a absorver substâncias. Para crescermos em ciência e sabedoria necessitamos de EXPERIÊNCIAS. Somos como essas esponjas, que nunca tiveram contato com nada. Simples e ignorantes – sem experiência. Para evoluirmos, necessitamos de ADQUIRIR E COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS através de sucessivas reencarnações. A cada reencarnação aprendemos e guardamos algo daquela experiência.

b) Chamar um dos evangelizandos, pedir que se aproxime da mesa e mergulhe sua esponja na bacia com água, deixe-a absorver bem o líquido, após, esprema o excesso. Peça-o para retornar ao seu lugar e observar bem a esponja, dê-lhe outra esponja seca e pergunte: - O que aconteceu? Repita a operação com os demais evangelizandos, enfatizando as respostas dadas. Após todos terminarem, enfatize: a água representa uma existência, note que a esponja, mesmo depois de espremida, ainda continua molhada, isto significa que o espírito, mesmo após desligar-se do corpo físico, ainda guarda os ensinamentos adquiridos naquela existência. Tem agora algum tipo de ensinamento, mas a esponja está somente molhada, não se alterou seu aroma nem sua coloração.

c) Chamar novamente o primeiro evangelizando e orientá-lo: agora devagar coloque um lado da esponja sobre a tinta azul. Aperte. A tinta azul representa uma nova vida. Observe que a esponja absorveu a tinta e um lado mudou de cor, isso significa que novas experiências são acrescentadas ao espírito após cada vida. Agora, volte para seu lugar e passe o lado da esponja que está com a tinta azul na parte superior de seu papel. Assim: (o processo devera ser repetido por todos)



d) Novamente, um a um dos evangelizandos devem ser chamados e orientados a mergulhar o lado oposto da esponja na tinta amarela, observar o resultado, refletir que a tinta amarela já é uma nova reencarnação, que também deixa "marcas" (experiências e conhecimentos) no espírito. Pedir que retorne a seu lugar e trace um semicírculo na borda superior esquerda da folha, assim:



e) Peça que cada um observe que cada extremidade da sua esponja está de uma cor. Diga-lhes para dobrarem a esponja, pressionando as extremidades azul e amarela uma contra a outra repetidas vezes. Estimule-os a observar que as tintas se misturaram, mudando a cor para verde. Volte a chamar o primeiro evangelizando, peça para ele mergulhar a esponja na cor verde, observando que a cor verde representa mais uma reencarnação, voltar e repetir o processo de transferência da cor verde para a parte inferior de seu papel. Todos os evangelizandos devem fazer o mesmo. O papel de cada um ficará mais ou menos assim:



f) Agora, um a um dos evangelizandos irá molhar sua esponja em uma nova "existência": a vermelha, e ficarem do lado das tintas esperando que o último colega faça o mesmo. O evangelizador deverá pegar o frasco com o perfume, aproximar-se dos evangelizandos e explicar: Após cada existência o espírito acumula conhecimentos e experiências. Quando, entretanto, ele consegue, através do desenvolvimento moral, entrar em contato com sua essência divina – o que será representado por esse perfume que colocarei em cada esponja de vocês – ele passa a cumprir seu destino como Co-criador. Observem que vocês começaram a pintar uma paisagem, sem ao menos perceber. Cada pensamento nosso, cada atitude, gesto, palavra e sentimento interfere na Criação, em nossas vidas e em tudo a nossa volta. Agora que vocês adquiriram a consciência de sua essência divina, representada pelo perfume que está emanando de suas esponjas, devem voltar a seus "mundos" (que vocês estão criando em seus papéis) e concluir sua obra, embelezando- o, acrescentando outros elementos, o que vocês quiserem.

g) O Evangelizador deverá aproximar os recipientes com tinta para o lado em que estão os "mundos" dos evangelizandos, estimulando- os a compartilharem idéias – pois devemos colocar para circular os conhecimentos e experiências adquiridos, pois conhecimento estagnado gera orgulho e egoísmo, verdadeiras chagas para nosso espírito, e conhecimento e experiência compartilhado geram riqueza e sabedoria para si e os outros. Os trabalhos deverão ser colocados no mural para exposição.


IMAGENS













ATIVIDADE



















 

terça-feira, 22 de março de 2011

HONRAR PAI E MÃE




OBJETIVO: Levar o evangelizando a compreender a importância dos pais ou daqueles que tem responsabilidades sobre eles. Que devem amá-los respeitá-los e ter gratidão para com eles durante toda a vida, cumprindo o mandamento cristão do amor ao próximo.

INCENTIVAÇÃO: mostrar uma pequena caixa ou envelope fechado e dizer para as crianças que ali está guardado um dos mandamentos, que é tão importante que merece ser estudado separadamente. Para que as crianças descubram, dar pista, tais como; refere-se a elementos muito importantes, que estão sempre perto de nós; sem eles seria difícil viver; somos muito importantes para eles, etc.

- continuar até que as crianças descubram: “Honrar Pai e Mãe”.

- Pedir que uma delas abra a caixa ou envelope, mostrando a gravura que representa este mandamento.

- perguntar se elas sabem o que significa exatamente a palavra “HONRAR’.

- deixar que falem, anotando as respostas e dizendo que fará uma narrativa par que elas mesmas verifiquem se acertaram.

DESENVOLVIMENTO:

Que é honrar? É respeitar, amar, obedecer às orientações daqueles que tomaram, perante o Alto, a responsabilidade do encaminhamento de um Espírito, adotando-o na condição de filho. Deus colocou, entre Suas leis, essa que lembra ao filho o dever de gratidão para com aqueles que o receberam na Terra, deram-lhe um corpo, cuidaram da sua saúde, alimentaram-no, educaram-no, e o encaminharam no mundo, até que tivesse condições de dirigir a própria vida. Lembra o Mandamento que, mais tarde, os filhos devem amparar os pais – ainda que sejam adotivos –, servindo-os na velhice, pois estes muito trabalharam, sofreram e se dedicaram, anos a fio, para torná-los felizes e fazê-los progredir. Honrar pai e mãe é, assim, expressar gratidão, demonstrar amor filial. É, enfim, também cumprir o mandamento cristão do amor ao próximo.



Observação: comentar que tem vários tipos de família e que umas são compostas por pai, mãe e filhos, outras de avós e filhos e tios, outras de irmãos, outras de pais com filhos adotivos. E que devemos amar a todos e tratá-los com respeito, pois são eles responsáveis pela educação. Família é quem você mora, é quem cuida de você.

Os pais tem um valor muito grande perante DEUS pois eles nos permitiram de nascer.



Mostrar as figuras representando os tipos de família.



Narrar a história : O QUE JESUS NOS PEDE



O pequeno Zacarias era um menino muito obediente, que viveu no tempo de JESUS. Toda a vizinhança o estimava muito, porque estava sempre disposto a servir. A mãe do menino chamava-se ESTER e era moça e bonita. O pai, JOEB, era um rapaz de trinta anos, que ganhava a vida nos rudes trabalhos do campo.

Enquanto o pai trabalhava, Zacarias estudava.

Certa vez, a mãe adoecera gravemente, JOEB fora obrigado a deixar os trabalhos do campo, a fim de proporcionar à esposa assistência indispensável.

Determinada manhã, JOEB disse ao garoto:

- Zacarias, meu filho, a lavoura está ameaçada pelas erva daninhas e sua mãe continua mal, o que você sugere? Devo ir ao campo ou continuar ao lado de ESTER?

- Fique ao lado da mamãe, enquanto irei substituí-lo na lavoura- fora a resposta pronta do menino.

- Mas como, meu filho? Não chegou ainda aos dez anos, onde vai arranjar forças para o duro trabalho de enxada?

- Não pense nisso, pai. Não se aflija, porque tudo vai correr bem, até mamãe ficar boa, o que não vai demorar, pois tenho pedido a JESUS para curá-la.

O menino, dentro de pouco, estava trabalhando na roça. A tarefa dos primeiros dias deixara-lhes grandes bolhas nos dedos. As mãos doloridas apresentavam manchas avermelhadas. Mas Zacarias estava muito satisfeito por sentir-se útil aos queridos pais, durante as horas de serviço, o pensamento estava sempre na mãezinha enferma, coitada! Estava tão abatida!... E o pai! Tão trabalhador e dedicado; eles mereciam toda a sua atenção e carinho!

A uns cem metros da casinha humilde, o menino matutava nos últimos acontecimentos. Pensava naquele homem chamado JESUS, que, segundo lhe dissera, realizava curas extraordinárias! Se ELE curasse a sua mãezinha?...

De repente, avistou, sem saber direito de onde tinha vindo, um moço muito belo que lhe tomou as mãozinhas feridas e as beijou longamente.

O menino ouviu a voz suave do desconhecido;

- Zacarias, sua mãe está salva, ela deve agradecer o fato ao seu coração de filho abnegado.

Zacarias compreendeu que estava diante do CRISTO e se jogou de joelhos aos seus pés, beijando-lhe as sandálias rotas.

JESUS levantou-o carinhosamente e apontou-lhe o caminho do lar, sem mais uma palavra. O menino tomou a rota indicada, com os olhos marejados de lagrimas.

Em casa, a doce mãezinha e o papai agradecidos aguardavam o filho, mostrando nos olhos o brilho da felicidade.



Aura Celeste – psicografia de Corina Novelino

Livro: Escuta, meu filho...(adaptação).



Discutir, com as crianças, em torno da narrativa, usando as perguntas:



a) Zacarias era um bom filho?

b) Come ele demonstrava amor pelos pais?

c) Por que o seu pedido foi atendido por JESUS?

d) Zacarias sabia então honrar seus pais?

sexta-feira, 18 de março de 2011

USANDO A BIOGRAFIA COMO SUPORTE DO TRABALHO


   A biografia não é usada simplesmente para informar sobre a vida do biografado.Como recurso pedagógico, ela é um excelente veículo a transmitir imagens importantes e significativas para quem a ouve. Par que isso ocorra no entanto,precisamos ter em mente os seguintes aspectos:
1- A biografia é uma história contextualizada, com começo meio e fim ( de uma pessoa).
2- O biografado serve de modelo,quando é capaz de provocar uma identificação no ouvinte. Para tanto deverá ser colocado "perto" dele.
3- Devemos organizar o conteúdo biográfico a partir dos objetivos. Por exemplo, organizar numa sequência temporal os fatos importantes que tragam em si conteúdos a serem trabalhados ( situações da vida do biografado em que ele tenha demonstrado coragem, paciência, fé, amor à verdade, força de vontade, firmeza de propósito), enfim as qualidades que nos interessam desenvolver em nosso educando.
4- O importante na biografia, enquanto recurso pedagógico, é o fato já vivenciado pelo biografado, ou seja, sua maneira peculiar de resolver seus problemas.
5- Para cada acontecimento evocar o contexto onde ele ocorre, ligando-o sempre às características de personalidade do biografado que se queira realçar ou enaltecer.
6- Aconselha-se não dramatizar as biografias,sob o risco de que percam a força representativa pela elaboração mental que exigem do ouvinte.
7- A biografia pode contar uma história "boa" ( de uma pessoa de bem) ou "má" ( de alguém que não tenha se comportado como deveria), mas nem por isso ela perderá seu valor como recurso pedagógico.
FONTE; Contribuições às Reflexões sobre as Práticas Evangelizadoras da Infância
Departamento de Evangelizadores da Infância - USE


quarta-feira, 16 de março de 2011

A REENCARNAÇÃO É UMA BÊNÇÃO DIVINA



Objetivo: Reconhecer a reencarnação como benção Divina, através da qual temos a oportunidade de resgatar os nossos erros e exercitar as qualidades que já adquirimos.
- dividir a turma em grupos
- distribuir para, cada grupo, um dos casos três casos colocados no ANEXO I.
- Os grupos deverão ler, estudar e discutir o casos.
- deverão elaborar uma relacão dos defeitos/fraquezas do(a) personagem central; e relação das mudanças que ele(a) deverá fazer em si mesmo(a) em sua próxima encarnação, se desejar evoluir (exemplo: ser mais generoso; ser menos egoísta...)
- cada grupo fará, ao final da uala, uma exposição de seu trabalho, contando o caso aos demais e explicando seu respectivo painel, e destacando as mudanças que as personagens deverão se esforçar por realizar em suas próximas encarnações.

ANEXO I
GRUPO VERDE – CASO A
Jonas foi muito mesquinho e avarento na última existência. muito rico, ele não tinha sensibilidade para perceber as dificuldades sequer de seus muitos empregados. Das sobras de sua mesa, nada doava. Educou seus filhos nessa mesma linha de egoísmo. Jonas acumulou muitos bens durante toda a vida, para que seus filhos levassem uma vida tranqüila. Uma sobrinha sua, muito pobre, várias vezes bateu-lhe à porta pedindo ajuda, nem que fosse um emprego, mas ele não quis ouvi-la. Jonas não acreditava em Deus, mas somente na sorte que sempre o acompanhara. Não conheceu privações, pois sempre teve de tudo na vida – roupas, brinquedos, boa alimentação, segurança, conforto, bons estudos. Jonas sentia um grande vazio dentro de si, mas não sabia de onde vinha. achava que era porque tinha pouco dinheiro e poucos bens e cada vez mais queria enriquecer. Houve muitas discussões e brigas entre seus filhos, pelos bens por ele deixados ao morrer de enfarte.

GRUPO AZUL – CASO B
Anita foi muito vazia, fútil e vaidosa durante toda a vida. ainda na escola, zombava das colegas que não eram tão bonitas quanto ela. desprezava qualquer pessoa que tivesse qualquer tipo de defeito físico ou que fosse negra. Muito bonita, anita logo cedo passou em um concurso de miss e deslumbrou-se com a passarela. Seguiu a carreira de modelo e para manter-se em forma começou a tomar remédios para perder o apetite. assim, anita tornou-se dependente química. Engravidou sem desejar, e provocou o aborto, pois não queria estragar o seu corpo com a gravidez e a amamentação. Anita sentia-se infeliz, por não conseguir libertar-se da dependência, pois se deixasse os remédios, engordaria... Anita tentou várias vezes ligar-se a uma religião, mas sempre desistia, porque achava tudo fora de moda, monótono, entediante. Anita morreu de overdose, no auge de sua infelicidade.

GRUPO VERMELHO – CASO C
Dione era filha de um casal rico, que tinha mais 4 filhas. Era a filha mais velha durante a sua infância, jamais passou por dificuldades. Esbanjava a mesada que recebia, esnobava suas colegas que não eram ricas, dizia que odiava pobres. Era, enfim, muito orgulhosa. quando completou 14 anos, quando ela já sonhava com uma viagem à disney e uma superfesta de 15 anos, seu pai perdeu tudo o que tinha, inclusive o emprego, e tiveram que mudar para um bairro muito pobre, morando de aluguel em uma casa extremamente simples e pequena. Com apenas dois quartos, ela foi obrigada a dividir um quarto com as outras 4 irmãs. dois beliches e um colhão no chão acomodava as meninas. dione não aceitou essa mudança brusca. Começou a gritar com o pai, a chamá-lo de preguiçoso, incompetente, vagabundo. seu pai lhe batia, pois não admitia o desrespeito. E ela se revoltava mais e mais. Blasfemava contra deus, chamando-o de injusto. Todo dia armava uma confusão e seu pai foi ficando cada vez mais triste e deprimido. embora tentasse, não conseguia arranjar um emprego. Não tinham mais empregados e a mãe de dione se desdobrava para cuidar da casa, da roupa, da cozinha, da saúde de todos. as outras irmãs ajudavam nos afazeres domésticos, mas como eram menores, não podiam fazer os serviços mais pesados. Dione podia, mas se recusava. a mãe, de tanto esforçar-se caíu doente e os vizinhos tiveram que socorrer a família. mas até os vizinhos dione desprezava e tratava mal. Seu pai não sabia mais o que fazer e foi procurar um emprego bem simples, mas que lhes desse algum sustento. A mãe de dione melhorou e também arranjou um emprego de vendedora numa mercearia. Dione, não se conformando com a situação, no meio de uma discussão, saiu correndo e morreu atropelada por um carro que ia passando.

NINGUEM PODE VER O REINO DE DEUS SE NÃO NASCER DE NOVO




OBJETIVO: Reconhecer a reencarnação como benção Divina, através da qual temos a oportunidade de resgatar os nossos erros e exercitar as qualidades que já adquirimos.

- dizer que esta aula terá continuação na aula seguinte, aonde analisaremos alguns casos de reencarnacao.
- o estudo do tema sugere uma retomada histórica, mostrando que a idéia da reencarnação é tão antiga quanto a capacidade de pensar do homem.


- Citar a colocação de Jesus:

“ Ninguém, poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo”.

- perguntar aos jovens o que Jesus quis dizer com esta frase. Deixar que exponham suas idéias a respeito de tal colocação.

- evidenciar que em outras culturas e civilizações, a idéia das vidas sucessivas já existia, citando alguns exemplos.

- perguntar, pedindo que não respondam, mas pensem. Por que a gente reencarna?

- pedir que façam uma leitura dinâmica do texto do ANEXO I.

- Ouvir os comentários sobre o texto do ANEXO I.

- pedir que respondam a pergunta feita anteriormente, Por que a gente reencarna?

- ouvir as respostas, dizendo que:

a) Deus impõe aos espíritos a encarnação, com o objectivo de fazê-los chegar à perfeição, passando pelas vicissitudes da existência corporal.

b) Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação.

c) Para executá-la é que, em cada mundo, toma o espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta....

d) A encarnação não é nenhum castigo: não estamos voltando à vida material para sofrer e sim, para aprender. Se dificuldades existem, são frutos do mau uso que fizemos de nosso livre-arbítrio, e não porque Deus deliberadamente assim o quis;
 
ANEXO 1


Artigo de Rosana Hermann, jornalista

O Cantor do LS Jack é internado em coma no Rio após lipoaspiração. É possível isso? É admissível isso? Um rapaz de 27 anos ter uma parada cardíaca e entrar em coma após uma cirurgia de lipoaspiração?

Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração? Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu.

Hoje, Deus é a auto imagem. Religião, é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação. Amor é cafona.

Sinceridade é careta.

Pudor é ridículo.

Sentimento é bobagem.

Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer, não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. ―Mau-caráter‖ bem sucedido é exemplo de sucesso.

A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem? A sociedade consumidora, a que tem inheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa. Não importa o outro, a humanidade, o coletivo.

Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada. Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas… uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural.

Não é, não pode ser. Deus permita que ele volte do coma sem seqüelas. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude. Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.

terça-feira, 15 de março de 2011

A ENERGIA DIVINA ME FAZ SENTIR O AMOR




OBJETIVO: Apresentar a importância de estarmos em harmonia com as Leis Divinas, para que possamos viver em equilíbrio.
- arrumar a turma em duplas.
- Um dos componentes da dupla será o “fotógrafo‟, o outro será o modelo.
- o fotógrafo deverá arrumar ou sugerir posições ao “modelo”.
- As posições dos componentes da dupla podem ser revezadas, ou alternadas.
- O tema das “fotografias” devem ser “elementos da criação”, como árvores, animais, cachoeiras, etc.
- deixar que a turma vivencie movimentos engraçados e criativos, que favoreçam a expressão corporal.
- após a brincadeira, perguntar:
O que acontece quando remamos na direção contrária ao fluxo das águas?
Como um remador terá mais segurança e tranqüilidade?
Descendo o rio, isto é, seguindo a direção das águas?
Ou seguindo na direção contrária?
- dizer que:
O amor de Deus é semelhante às águas de um grande rio. Vivemos nesse “rio de amor”, que irradia permanentemente sobre nós, envolvendo-nos.
- o evangelizador deverá levar uma caixa, contendo tiras de papel com as seguintes frases escritas:

1- sentimos mais tranqüilidade e segurança, embora continuem os desafios,
2- a vida é semelhante a quem rema na direção das águas do rio contornamos mais facilmente os obstáculos, poupamos energia e saúde.
3- fazemos esforços desnecessários,
4- sofremos mais, os obstáculos são maiores,
5- podemos perder forças e saúde, corremos o risco de “afundar”.
- pedir que alguns jovens retirem da caixa as tiras de papel, e que leiam as frases para a turma.
- perguntar:
a) Quais destas sentenças correspondem a frase “ Quando vivemos com amor no coração e nos nossos atos, ou seja na direção do fluxo do amor de Deus”? “
b) Quais destas sentenças correspondem a frase “ Quando vivemos sem amor, distantes das leis de Deus, ou seja, na direção contrária ao fluxo do amor de Deus?
- dizer que:
A energia Divina é sempre o Amor que se irradia por toda parte. Mas para senti-lo, precisamos aprender a sintonizar com ele, desenvolvendo-o, aos poucos, em nós.
Sempre que erramos, isto é, agimos na direção contrária às Leis Divinas, sofremos. Esse sofrimento nos mostra que não escolhemos o melhor caminho. Quantos sofrimentos criamos pela ambição, pela ilusão do poder, pela irresponsabilidade!...
Quando entendemos que é melhor seguir o caminho do Amor a Deus e ao próximo, passamos a ter mais equilíbrio, nos libertamos dos vícios, das ilusões e, em conseqüência de muitos sofrimentos.

- fazer um relaxamento: estão em um lindo rio, remando a favor da correnteza, que é a direção do fluxo da energia Divina. Se sentem leves, como se estivessem flutuando no belo céu quesê acima, azul e muito iluminado pela luz do sol.

OLHAI OS LIRIOS DOS CAMPOS!




OBJETIVO: Ressaltar que Deus conhece as nossas necessidades e que é fundamental para o nosso equilíbrio orgânico e espiritual que tenhamos mais fé Nele, acreditando que Ele vela por nós.
- perguntar:
1)Vocês se preocupam com o que vão comer, ou seja, se vão ter o que comer?
Se preocupam muito, pouco ou normal?
2)Vocês se preocupam com o que vão vestir?
Se preocupam muito, pouco ou normal?
3)Vocês sabem o que significa ansiedade?
( dicionário: Estado emotivo caracterizado por um sentimento de insegurança)
4) Sabiam que a ansiedade causa doenças do corpo e da alma?
5) Vocês sabem citar alguns exemplos dessas doenças?
( R: úlceras, infarto e câncer, estresse, depressão, transtornos como a compulsão, etc.)
6) Já ouviram falar num „discurso” que Jesus fez, chamado de “O sermão da Montanha”?
- dividir a turma em três grupos.
- cada grupo irá ler um parágrafo do Sermão da Montanha, conforme ANEXO I.
- a leitura deverá ser da seguinte forma:
grupo A: 1º. Parágrafo;
grupo B: 2º. Parágrafo;
grupo C: 3º. Parágrafo
um componente do grupo irá ler o parágrafo correspondente ao seu grupo, e o restante do grupo deverá representar, através da expressão corporal, o que está sendo falado.
os grupos deverão se apresentar na seguinte ordem:
1º. Grupo A
2º. Grupo B
3º. Grupo C
- após a apresentação dos grupos, dizer que:
Neste trecho, que eles apresentaram, do O Sermão da Montanha, Jesus nos ensina que devemos ter fé na providência Divina, pois Deus conhece as nossas necessidades
portanto, ansiedade é falta de fé, é não crer que Deus irá nos ajudar a superar os nossos problemas e as nossas dificuldades
isto não quer dizer que não devemos estudar, trabalhar e lutar para conquistar as coisas que necessitamos, tais como um teto, o alimento, a vestimenta, a saúde boa, etc.
isto não quer dizer que não devemos estudar, trabalhar e lutar para conquistar as coisas que necessitamos, tais como um teto, o alimento, a vestimenta, a saúde boa, etc.
devemos sim, fazer a nossa parte, darmos o melhor de nós em nossas tarefas e confiar que Deus irá nos ajudar de forma que tudo sairá bem.
por exemplo, se me preparei bem para fazer uma prova, tenho que ir tranuilo para a prova, certo de que fiz a minha parte e que Deus irá me amparar, me dando clareza de raciocínio, tranquilidade, para que eu possa fazer uma boa prova.

Olhai as aves do céu que nem semeiam nem ceifam,
nem ajuntam em celeiros e vosso Pai Celestial as alimentam.
Não tendes vós muito mais valor do que elas?(...)

E quanto a vestimenta, por que andais ansiosos? Olhai
para os lirios do campo como eles crescem; não trabalham
nem tecem. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda
a sua glória, se vestiu como qualquer um deles.

Pois se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã
é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca
fé?(...) Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas
coisas vos serão acrescentadas.
      
     Jesus (Mateus - 6:26; 28 a 30;33)



Fonte: Educação do Ser Integral - LFC

CONHECER A VERDADE É MUITO VALIOSO

OBJETIVO: Ressaltar a importância de conhecermos a Verdade, que liberta e nos faz crescer.
- perguntar:
Vocês sabiam que há as pérolas verdadeiras, as naturais e as artificiais?
Vocês sabem como as pérolas as verdadeiras são produzidas?
(as pérolas verdadeiras formam-se dentro de alguns tipos de ostras e são muito belas pois têm um brilho especial. São verdadeiras jóias, de grande valor comercial.)
Vocês sabem como as pérolas artificiais são produzidas?
(R: são fabricadas em máquinas e são usadas em colares, anéis, botões,etc.)
Vocês sabem como o homem faz para encontrar as pérolas verdadeiras?
(R: precisa usar roupa e equipamentos especiais, ter disposição para mergulhar, perseverança para procurar muito e coragem para enfrentar os perigos das profundezas dos mares. Mas os que buscam, acham...)
- dizer que há pessoas que desejam encontrar as pérolas verdadeiras, mas que:
não passam da praia.
limitam-se a olhar o mar,.
não tem a disposição, persistência e coragem necessárias para achar as pérolas.
- Perguntar:
Vocês sabiam que dizem que a Verdade é tão valiosa quanto uma pérola verdadeira? Por que será que dizem isso?
O que significa conhecer a verdade?
- dizer que Jesus afirmou:
“ EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA.”
- Perguntar:
Se Jesus é o Caminho para a Verdade, é fácil segui-lo?
O que precisamos fazer para segui-lo?
(R: assim como o mergulhador que procura pérolas, precisamos ter : disposição para buscar, coragem para mergulhar nas profundezas do ser, ou seja, de nós mesmos; perseverar até encontrarmos os tesouros que existem dentro de nós).
- fazer o relaxamento, conforme ANEXO I.
ANEXO I
Relaxamento – Como nas Ondas do mar
Feche os olhos e sinta que você está num sereno mar azul...
Sinta que você está flutuando numa onda desse mar...
Flutuando para cima e para baixo... para cima e para baixo...
Suavemente... com toda a segurança...
Escute o som do mar... o ritmo das ondas... o céu muito azul... Tudo calmo e tranqüilo...
Sinta que você é capaz de mergulhar nas águas deste mar...
Você pode ver o mundo submarino, os peixes, as algas, os corais...
Golfinhos deslizam nas águas, brincando ligeiros...
As luzes tremem, por entre as bolhas que sobem à superfície...
Você relembra, então que a vida começou no mar.
Primeiro, microorganismos, que evoluíram e se especializaram, gerando as águas vivas. Estas evoluíram e se tornaram os moluscos, e depois os peixes, os vertebrados. Daí surgiram os anfíbios, que viviam na água e podiam ir para a terra. Deles evoluíram os répteis, as aves e os mamíferos, e entre estes, nós humanos.
Como é bela a cadeia da vida, que se iniciou no mar, e chegou até nós.
E nós, que quando fomos gerados, vivemos no útero de nossa mãe, imersos no líquido amniótico, também um ambiente aquático. Lá, nós sentíamos uma grande paz... Um calor gostoso, o barulhinho da batida do coração de nossa mãe... Podíamos ouvir a sua voz suave e sentir os eflúvios de carinho dirigidos a nós... E com isso, sentíamos muita paz...
E agora, de volta ao ambiente marinho, agradecemos a Deus por essa imensidão azul... ainda sentindo aquela sensação gostosa de tranqüilidade e paz...
Podemos agora nadar em direção à superfície...
Você então emerge na superfície da água... O Sol ilumina as ondas mansas...
E você flutuando sobre as ondas...
Agora o som do mar está desaparecendo, ficando mais distante...
e você está voltando, com a onda, que arrebenta suavemente... chegando à praia...
A onda trouxe você, tranqüilamente, até a areia da praia, onde você está deitado.
Abra agora os olhos e sinta-se muito bem.

FONTE: EDUCAÇÃO SO SER -LFC

ATRIBUTOS DE DEUS




OBJETIVO: Apresentar os atributos de Deus.

- preparar antecipadamente tiras de papel contendo os atributos de Deus, segundo o Livro dos Espíritos, conforme ANEXO I. Levar estas tiras dentro de uma caixa.

- pedir aos jovens que digam quais os principais atributos de Deus.

(O evangelizador deverá somente ouvir as respostas sem fazer qualquer comentário.)

- após ouvir as respostas dos jovens, pedir que leiam no O livro dos espíritos a pergunta número 1.

(Pergunta nº1 do Livro dos Espíritos, LE: “QUE É DEUS? R: Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.”)

- o evangelizador deverá pedir a alguns jovens que tirem de dentro de uma caixa as tiras de papel que contém o atributos de Deus, ANEXO , segundo nos dizem os espíritos no O Livro dos Espíritos.

- Os jovens deverão ler os que tiraram da caixa para toda a turma.

- Ressaltar que:

 nossa inferioridade ainda não nos permite conhecer a natureza íntima de Deus;

 para compreendê-lo, falta nos ainda o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do espírito (por isso, as experiências transcendentais dos orientais);

 usando a razão, o homem pode chegar a conhecer-lhe os atributos, necessários para compreender a Criação.
ANEXO I


Atributos de Deus, segundo O Livro dos Espíritos

1. DEUS É ETERNO E INFINITO. Não teve começo. Se tivesse tido um começo, de quê/ de onde teria se originado? Teria sido criado e haveria um outro criador. É também infinito, porque não pode ter fim. Embora o infinito seja uma abstração, pode-se dizer que Deus é infinito em suas perfeições.

2. É IMUTÁVEL. Não muda, não se modifica. Se estivesse sujeito a mudanças, as suas leis, que regem o Universo, nenhuma estabilidade teriam.

3. É ÚNICO. Se houvessem outros deuses, não haveria a unidade de objetivos, nem de poder de organização do universo. O universo não possuiria um princípio, mas vários.

4. É TODO PODEROSO. Porque é único. Se não tivesse o poder soberano, haveria alguma coisa mais poderosa ou tão poderosa quanto Ele. E assim, não seria o princípio de todas as coisas.

5. É SOBERANAMENTE JUSTO E BOM. Não se pode duvidar da justiça e bondade de Deus, porque a sabedoria providencial de suas leis se revela nas pequeninas como nas maiores coisas de Sua criação. O equilíbrio da natureza é um reflexo da justiça divina. A centelha do amor é um reflexo da bondade divina.

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