quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

REENCARNAÇÃO

Apresentar um cartaz:
Menino rico Menino pobre
Menino sadio Menino paralítico

Dialogar com a turma sobre a justiça de Deus.
Desigualdade de riquezas, de saúde, de condições sociais, raças, etc.
Como explicar essas desigualdades se Deus ama a todos os seus filhos com o mesmo amor?
Explicar o porquê.

Música – REENCARNAÇÃO

REENCARNAÇÃO 2

Apresentar uma faixa contendo a máxima de Jesus:
“Ninguém poderá ver o Reino de Deus se não nascer de novo.
Solicitar que os evangelizandos leiam a faixa e expliquem o significado da expressão sublinhada.

Dialogar com as crianças:
O que significa nascer de novo?
Para que reencarnamos?
Poderemos lembrar nossas reencarnações anteriores?

Narrar:
“As Recordações de Maura”
O fato aconteceu há muitos anos. Uma menina chamada Maura brincava com suas bonecas quando notaram que ela ficou pensativa. O pai perguntou-lhe, carinhoso:
– Em que pensa, filhinha?
A menina respondeu risonha:
– Estou pensando, paizinho, que o meu nome não é Maura e sim Ana Maria.
– Como, filhinha? Você nunca se chamou Ana Maria.
– Mas da “outra vez” eu me chamava assim, respondeu convicta.
– Que “outra vez” é essa, Maurinha? perguntou a mãe, intrigada.
– A outra vez em que a senhora não era a minha mãe e em que o paizinho era guarda de uma floresta. Papai chamava-se Henrique Baket.
Todos olhavam espantados, julgando que a pequena estivesse perdendo o juízo Maura porém prosseguiu com olhar distante:
– Minha casa era bem pequenina, coberta de telha. Os quartos eram pintados com cores vivas. No fundo de nossa casa passava um riacho, antes da floresta! Cedinho eu ia naquelas águas A menina se calou. E a mãe, aflita, falou:
– Filhinha, não fique aí a dizer essas coisas.
Os pais ficaram muito preocupados com o incidente e resolveram aproveitar as férias para viajar, na esperança de que novos lugares e passeios afastariam da sua filhinha aquelas idéias estranhas e absurdas.
Viajaram e, na volta das férias, passaram por uma cidadezinha perto de uma floresta. Enquanto o carro percorria as ruas estreitas, Maura olhava em silêncio, muito atenta, para as casas. De repente, gritou apontando um edifício:
Fig. 1- Era ali que eu estudava! Aquele era o meu colégio!
O pai parou e desceram todos. Era uma escola pública. Maura correu para a escola, cheia de alegria.
– Quero ver a minha classe, disse ela, nervosa.Os pais explicaram à diretora o que acontecia com a menina. Maura, vendo uma sala de aula vazia, naquela hora, disse:
– É aqui! Aqui era a minha classe.
A diretora sorriu bondosa. Maura foi até o quadro, depois sentou-se numa carteira e disse:
– Essa era a minha carteira!
A diretora perguntou, carinhosa:
– Então já fui sua diretora?
Maura olhou-a bem, como se quisesse recordar e falou decidida:
– Não, a senhora não! Era outra. Foi quando eu me chamava Ana Maria e meu pai era Henrique Baket.
Os pais da menina iam levá-la embora, quando a diretora sugeriu que se procurasse nos arquivos da escola, para verificar se, de fato, havia ali o nome apontado por Maura. Procuraram e, depois de muito trabalho, encontraram um velho livro de muitos anos atrás. E lá estava a matrícula de Ana Maria, filha de Henrique Baket, guarda da floresta! A surpresa foi geral!
Fig. 2- E maior surpresa foi ainda quando Maura, indicando uma casinha em ruínas, gritou entusiasmada:
– Era aqui que eu morava!
E correndo para os fundos, gritou feliz:
– Olhem lá o riacho de águas clarinhas! Era ali que eu brincava!
De fato, naquela casinha em ruínas, há muitos anos, havia morrido um guarda florestal, de nome
Henrique Baket.
Fig. 3-No dia seguinte, algumas pessoas da cidade levaram os pais de Maura ao cemitério.

ATIVIDADE CRIATIVA
Formar subgrupos. Para cada um, distribuir a quarta parte de uma folha de papel grande e canetas hidrográficas.
Um membro do subgrupo inicia um desenho qualquer e passa o papel para a segunda pessoa, que dá continuidade ao desenho e assim por diante. Ao final, cada subgrupo apresenta o que criou. Convém lembrar que o resultado final não depende do que foi imaginado por quem deu início ao desenho.
Levar a observar que o desenho foi realizado em etapas. Perguntar se isso faz lembrar as nossas vidas na Terra. Cada uma delas dependeu do desenho da etapa anterior (dar exemplos nos trabalhos realizados).
- Concluir que cada existência depende do que “desenharmos” na anterior.
Dialogar com as crianças sobre a história.

(APOSTILA DA FEB)

LABIRINTO



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