quinta-feira, 28 de abril de 2016

SINCERIDADE



Objetivo: Demonstrar que a sinceridade nas palavras e nas atitudes confere respeito e confiança àquele que dela faz uso e é uma característica de todo aquele que busca seguir os ensinamentos de Jesus.

Motivação:
1) O evangelizador poderá usar um gorro ou gola com guizos igual aos usado pelo bobo da corte e informar às crianças que o dia é de festa e que todos estão convidados para fazer parte dela. Combinar que ao a iniciar a estória eles vão receber os adereços para participarem da festa.

E, então à medida que for contando a estória vai distribuindo os adereços.
(Coroa de rei, Coroa de rainha, Diadema de princesa, leques, chapéus, luvas, espada do soldado e o que mais desejar para compor os habitantes de um grande reino.)
2) Poderão ser utilizados materiais como nas fotos anexas: castelo, personagens confeccionados em EVA fixados em palitos e o bolo fica escondido embaixo do castelo.
Desenvolvimento: narrar a seguinte estória.

            Num grande reino distante, chamado Confiançopolis vivia um rei muito estimado e amado por todos os seus familiares e súditos.
O seu reino recebeu este nome por que o rei tratava a todos com muito amor, respeito e cultivava o hábito de confiar na capacidade de mudança das pessoas. Ele acreditava que todos podiam mudar e se melhorar sempre, desde que quisessem. Ele era sempre o primeiro a incentivar, a aconselhar e ajudar para que todos os seus súditos fossem pessoas de bem.
            Em Confiançopolis vivia também o bobo da corte, espécie de palhaço que tinha a missão de divertir a todos com seus trejeitos engraçados, malabarismos e acrobacias.
Quando ele estava por perto todo mundo dava boas gargalhadas e a diversão era garantida. Porém, o bobo da corte, tinha um péssimo vicio – era muito mentiroso e vivia pregando peças e brincadeiras de mal-gosto em todos os moradores do castelo. Quando ele dizia algo, ninguém mais acreditava e iam embora o deixando com suas mentiras.
O rei, no entanto, via tudo àquilo com muito pesar e insistia com o bobo da corte:
- Você pode mudar este seu jeito. Para ser alegre e divertir as pessoas não é preciso enganar nem falar mentiras. Basta que você se esforce. Nossas palavras são muito poderosas. Com elas podemos tanto construir para o bem quanto destruir e prejudicar as pessoas. Eu tenho confiança em sua capacidade de mudança. Pense nisso!
            O bobo ouvia todos aqueles conselhos, mas não fazia esforço para mudar.
            Certo dia, ele estava treinando uma nova acrobacia no pátio do castelo quando viu que em umas das torres saia muita fumaça, logo ele percebeu que era um incêndio. Apavorado, ele saiu correndo pelos corredores, pelas salas, e varandas, gritando:
- Fogo, fogo. Corram todos. O castelo está pegando fogo. Corram todos.
Ajudem, ajudem
Todos no castelo ouviam os seus gritos, mas ninguém deu importância a eles pensando que aqueles gritos eram mais uma brincadeira que ele queria pregar.
            Mas, um dos soldados percebeu que não era mentira e deu o alerta de perigo. O bobo da corte foi o primeiro a pegar um balde para ajudar a apagar o incêndio e atrás dele vieram todos os moradores do castelo - cada um fazendo a sua parte.
Depois de muito trabalho e correria o fogo finalmente foi apagado.

            O rei surpreendeu a todos anunciando que no dia seguinte ia dar uma grande festa. Todo mundo achou que era por causa da vitória em apagar aquele incêndio.
Ao deitar-se o bobo da corte pensou: O rei tem razão, nossas palavras e atitudes sinceras podem ajudar muito. Minha sinceridade impediu um grande incêndio.
Daqui para frente vai ser diferente!
 
O sol raiou e todos levantaram animados para a grande festa, no entanto, mal sabiam eles a surpresa que os aguardava. Os salões foram enfeitados com balões coloridos, e muita música.
Quando estavam todos reunidos os reis chamaram o bobo da corte e falou:
- Querido povo de Confiançopolis, graças ao trabalho de equipe, a boa vontade de vocês aquele fogo não destruiu nosso castelo e eu sou grato a todos, mas, esta festa que preparei é também para o bobo da corte. Ontem ele descobriu o quanto é importante ser sincero e verdadeiro. A sinceridade nos aproxima uns dos outros e nos faz amigos,
Aproveitemos este momento de alegria e de renovação. Quanto a você, bobo da corte continue a fazer suas piruetas, suas graças e acrobacias para nos alegrar e parabéns por ter aprendido a lição.
E foi dia de festa e alegria em toda Confiançopolis.

Conclusão: É imprescindível decidir o que desejamos da vida, como conduzir a nossa vida, qual idéia que fazemos da vida, recordando dos ensinamentos de Jesus ao recomendar-nos: seja o seu falar sim, sim, não, não.

Recursos didáticos – Castelo, personagens, adereços, balões, cd, bolo.

Avaliação:
1. Após distribuir o bolo com as crianças pode-se encenar toda a história com as crianças.
2. Pode-se também pedir às crianças que criem a fala do rei para o bobo da corte.
Nesta criação o evangelizador poderá perceber o que elas puderam entender do tema.
Após elas construírem o final o evangelizador contará o seu final e distribuirá o bolo para elas.

Referencia Bibliográfica –  L.E – perg. 629 a 633 -919
Leis morais da vida – cap.11 Joanna de Angelis /D.P.F

                                               Evangelho segundo o Espiritismo cap.7 item 1 e 2

domingo, 24 de abril de 2016

DINÂMICA - PRECE PELOS OUTROS


II CICLO





ATIVIDADE SOBRE PRECE

II CICLO

Explicar que as boas atitudes também funcionam como uma prece, principalmente quando fazemos com AMOR. Tudo que fazemos com amor, para ajudar o próximo, visando o bem das outras pessoas ou o nosso próprio bem,  funciona como prece e chega até Jesus. 
Apresentar diversas figuras com atitudes boas e ruins e pedir que identifiquem quais atitudes funcionam como prece (eu gosto muito de trabalhar com desenhos para que eles possam colorir depois - só as que representam a prece).
Com as figuras identificadas, vão montar um cartaz , colocando um grande coração no meio do papel e Jesus no alto. Pedir que colem as figuras ao redor do coração e, usando um barbante, levem até Jesus passando pelo coração. Ressaltar que nossa prece para chegar até o Mestre tem que, necessariamente, passar pelo coração.






terça-feira, 19 de abril de 2016

O QUE VOCÊ FEZ POR SEU PRÓXIMO HOJE?


APRENDENDO A SER ESPÍRITA

Objetivo Específico

  Levar a criança a conhecer a Doutrina Espírita, e o valor do passe.

Recursos Didáticos

  Desenho do Centro Espírita, de pessoas e crianças.

Introdução

   Distribuir os desenhos para as crianças.

Desenvolvimento

      Estas pessoas que vocês tem aí são espíritas e elas querem vir ao Centro, então vamos trazê-las? Os pais, as mães vão para o salão e as crianças vão para a evangelização. Vamos colocar a todos no lugar certo?
     Depois que o cartaz ficar pronto, perguntar:

     E o que as crianças aprendem na escolinha?
     E as mamãe e o papai, o que aprendem lá no salão?
 
     Direcionar as respostas para reencarnação, existência dos espíritos, fé, caridade, etc...

Fixação

     Chegou a hora do passe, então vamos colocar as crianças em fila. Como devemos nos comportar na fila?

     O que é passe? (figura de passista dando passe).
   
      Para que serve o passe?












A CRIANÇA E O CENTRO ESPÍRITA

Objetivo Específico

       A criança deverá aprender a valorizar e respeitar o Centro Espírita.

 Recursos Didáticos

    Desenhe em cartolina o Centro Espirita que frequentamos.

Introdução

De quem é este Centro Espírita que estamos vendo?
Como se chama?
Quem vem aqui é por que é espirita, não é?
Você é espírita?
Agora vamos pintar o Centro Espírita para que ele fique bem bonito?

Chamar duas crianças de cada vez para que escolha um giz de cera de sua preferencia e pinte um pouco, revesando as crianças até que fique inteiro pintado.







terça-feira, 5 de abril de 2016

A BORBOLETA AMARELA














O ANJO DA LIMPEZA

O ANJO DA LIMPEZA

Adélia ouvira falar em Jesus e tom ara-se de tamanha paixão pelo Céu que nutria um desejo único: ser anjo para servir ao Divino Mestre.
Para isso, a boa menina fez-se humilde e crente, e, quando se não achava na escola em contato com os livros, mantinha-se na câmara de dormir em preces fervorosas.
Cercava-se de lindas gravuras, em que os artistas do pincel lembram a passagem do Cristo entre os homens, e, em lágrimas, repetia: Ó, Senhor, quero ser tua! Quero servir-te!...
A Mãezinha, em franca luta doméstica, embalde convidava-a aos serviços da casa.
Adélia sorria, abraçava-se a ela e reafirmava o propósito de preparar-se para a companhia do Divino Amigo.
A bondosa senhora, observando que o ideal da filha só merecia louvores, deixava-a em paz com os estudos e orações de cada dia.
Meses correram sobre meses e a jovem prosseguia inalterável.
Orando sempre, suplicava ao Senhor a transformasse num anjo.
Decorridos dois anos de rogativas, sonhou, certa noite, que era visitada pelo Mestre Amoroso.
Jesus envolvia-se em vasta auréola de claridade sublime. A túnica luminosa, a cair-lhe dos ombros com graça e beleza, parecia de neve coroada de sol.
Estendendo-lhe a destra compassiva, o Cristo observou-lhe:
- Adélia, ouvi tuas súplicas e venho ao teu encontro. Desejas realmente servir-me?
- Sim, Senhor! - respondeu a pequena, inflamada de comoção jubilosa, convencida de que o Salvador a conduziria naquele mesmo instante para o Céu.
- Ouve! - tornou o Mestre, docemente.
Ansiosa de pôr-se a caminho do paraíso, a jovem replicou, reverente:
- Dize, Senhor! Estou pronta!... Leva-me contigo, sinto-me aflita para comparecer entre os que retêm a glória de servir-te no plano celestial!...
O Cristo sorriu, bondoso, e considerou:
- Não, Adélia. Nosso Pai não te colocou inutilmente na Terra. Temos enorme serviço neste mundo mesmo.
- Estimo tuas preces e teus pensamentos de amor, mas preciso de alguém que me ajude a retirar o lixo e os detritos que se amontoam, não longe de tua casa. Meninos cruéis prejudicaram a rede de esgoto, a pequena distância do teu lar, onde se concentra perigoso foco de moléstias, ameaçando trabalhadores desprevenidos, mães devotadas e crianças incautas. Vai, minha filha! Ajuda-me a salva-los da morte.
- Estarei contigo, auxiliando-te nessa meritória tarefa.
            A menina preocupada quis fazer perguntas, mas o Mestre afastou-se, de leve...
Acordou sobressaltada.
Era dia.
Vestiu-se à pressa e procurou a zona indicada. Corajosa muniu-se de desinfetantes, armou-se de enxada e vassoura pediu a contribuição materna, e o foco infeccioso foi extinto.
A discípula obediente, todavia, não parou mais.
Diariamente, ao regressar da escola, punha-se a colaborar com a mamãe, em casa, zelando também quanto lhe era possível pela higiene das vias públicas e ensinando outras crianças a serem tão cuidadosas, quanto ela mesma. Tanto trabalhou e se esforçou que, certo dia, o diretor do grupo escolar lhe conferiu o título de Anjo da Limpeza. Professoras e colegas comemoraram festivamente o acontecimento.
Chegada a noite, dormiu contente e sonhou que Jesus vinha encontra-la, de novo.
Nimbado de luz, abraçou-a, com ternura, e disse-lhe brandamente:
- Abençoada sejas, filha minha! Agora, que os próprios homens te reconhecem por benfeitora, agradeço-te os serviços que me prestas diariamente. Anjo da Limpeza na Terra, serás Anjo de Luz no Paraíso.
Em lágrimas de alegria intensa, Adélia despertou, feliz, compreendendo, cada vez mais, que a verdadeira ventura reside em colaborar com o Senhor, nos trabalhos do bem, em toda parte.

(Francisco Cândido Xavier  por Neio Lúcio. In: Alvorada Cristã)