sábado, 11 de maio de 2013

III ENCONTRO DA FAMÍLIA -



 TEMA:

Estudo de Casos Familiares

Serão utilizadas histórias extraídas de livros, jornais, revistas, internet, etc

a-apresentação do caso
b-causa do conflito
c-soluções à nível espiritual, uso do conhecimento espiritual

Sugestões:

1.º caso-Idoso Vídeo-História Emocionante
2.º caso – Drogas
3.º caso -Consumismo
4.º caso - Religião

 IDOSO
http://youtu.be/i1KYkltC_5A


CONSUMISMO


Júlia e sua irmã mais velha nasceram em família de classe média, residente num subúrbio do Rio de Janeiro, em apartamento alugado.
            O sustento da família é garantido pelo trabalho dos pai: a mãe, técnica de enfermagem e o pai, contador de uma firma de representações, lutam para obter o necessário para uma vida decente.
            O tempo passa. Júlia, agora formada em Enfermagem, trabalha num hospital de grande porte no Rio de Janeiro. A irmã, professora de curso primário, dá aulas numa escola do bairro onde mora.
            Após um dia exaustivo de trabalho, Júlia desabafa com a irmã:
            - Não aguento esta vida! Trabalhar duro o mês inteiro e chegar ao shopping e nada poder comprar. Isto sem falar o tempo que se perde dentro de uma condução! Não vou passar a minha vida toda nesta pobreza. Não nasci para ser pobre. Não dá para ser feliz assim!
            Sua irmã ainda tenta argumentar:
            - A mamãe não pensa assim. Vive numa boa, se satisfaz com o que pode ter. Para ela, o importante é viver bem com o papai e o resto está tudo certo. É o que ela mesma diz.
            A conversa prossegue, ambas comentando o relacionamento harmonioso dos pais, até com um certo despeito. Sentem-se fora desse relacionamento e demonstram um pouco de ciúme por isso.
            Com o passar do tempo crescem as ambições de Júlia. Sabe, no entanto, que com o salário de funcionário de hospital da rede pública nunca melhorará o seu padrão de vida.
            Satisfazer ás suas ambições era tudo o que queria para ser feliz.
            Anseia então alcançar essa melhoria de padrão pelo casamento. Após alguns anos, efetivamente, casa-se com um médico bem sucedido profissional e financeiramente. Após o casamento passa a desfrutar de um patrimônio considerável.
            Sua irmã casa-se com um colega de profissão.
            Estes mantêm um casamento bem sucedido, numa vida simples.
            Júlia, o marido e a filha, bonita e saudável, moram num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, com a vista para o mar.
            Era a concretização de tudo o que Júlia sonhara para ser feliz. O seu projeto, finalmente, está coroado de sucesso.
            No entanto, vamos encontrar Júlia só, triste, acabrunhada. O que lhe faltará agora?
            Em instantes seu marido chega à casa. O relacionamento entre os dois é frio, distante, de pouca conversa. Durante o jantar Júlia comenta, desanimada, o quanto será difícil trabalhar no dia seguinte.
            Diz-se desmotivada com os baixos salários da área de saúde no setor público.
            O marido, no entanto, fala com entusiasmo das cirurgias que realizará no dia seguinte e do quanto estará ocupado em seu consultório.
            Pouco antes de se recolherem para dormir, a filha convida Júlia para apreciar o mar de uma das varandas do apartamento. Júlia responde sem entusiasmo:
            - É mesmo, filha. Já faz três meses que não chego até a varanda para ver o mar. Eu não tenho vontade, mas vou fazer a sua vontade...

            Onde mora a tão sonhada felicidade que Júlia, por tanto tempo, acreditou que moraria ali?



RELIGIÃO

            Um jovem espírita com tarefas na divulgação doutrinária e na mediunidade vai se casar com moça de formação protestante, atuante na evangelização infantil em sua igreja.
            É convicção da noiva e de sua família que sem o casamento religioso o casal não está casado perante Deus.
            O jovem espírita, em respeito à convicção da noiva, concorda em participar da cerimônia, desde que o pastor aceite declarar de público que o noivo é espírita praticante e só está presente à cerimônia em respeito à convicção religiosas da noiva.
            A cerimônia se realiza conforme o combinado, não sendo exigida do noivo nenhuma declaração de fé protestante.
            Com o nascimento dos filhos apresentou-se a questão da formação religiosa.
            Mais uma vez o jovem espírita absteve-se de criar uma disputa. Depositou nas mãos da esposa a responsabilidade pela formação religiosa dos filhos, já que ele, em função do seu trabalho, passava a maior parte do dia fora de casa e ela, a mãe, todo o tempo dedicada aos filhos.
            No entanto, continuava ele suas tarefas na mediunidade e na divulgação doutrinária.
            A jovem, em razão da atitude tolerante do marido, passa a acompanhá-lo em suas palestras.
            Dentro de pouco tempo está convertida à Doutrina Espírita, freqüentando o Centro, buscando aprofundar seus conhecimentos através da leitura de obras espíritas.
            Dá formação espírita aos filhos e, em breve tempo, torna-se dedicada cooperadora do Centro, dedicando-se à evangelização infantil.

            Em outro caso, a mulher, ao casar, abandonou o Centro Espírita por quase vinte anos, para não criar conflito com o marido, que não aceitava de forma alguma a sua ida ao Centro.
            Após esse tempo, em razão do estado de saúde da mulher, o marido concordou em deixá-la recorrer ao Centro, onde obteve a cura.
            A mulher pôde então passar a freqüentar o Centro, embora o marido não a acompanhe.


DROGAS





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