terça-feira, 28 de maio de 2013

AUTOCONHECIMENTO

Atividade Introdutória
Contar o seguinte caso:
Num dia de muito sol uma família, em férias, passeava de carro em um lugar muito bonito. Havia muitas árvores e alguns animais. Era uma região de fazendas.
Resolveram parar o carro para se refrescarem. Encontraram uma sombra, beberam água, comeram o lanche que trouxeram e seguiram viagem. Partiram admirando a paisagem e a calma que encontraram junto à natureza, apesar do forte calor. No entanto, o chefe da família, infelizmente, fumava e jogou pela janela do carro uma ponta de cigarro acesa.
Horas mais tarde chegaram a uma outra cidade. Pararam o carro num posto de gasolina e ouviram comentários a respeito de um incêndio no campo, atingindo algumas fazendas de gado e devastando toda a vegetação existente. O chefe da família comentou com o frentista:
– Só um louco faria uma coisa dessas! Colocar fogo na floresta
Atividade Reflexiva
Promover a reflexão através das perguntas:
a- O que teria provocado o incêndio?
b-Vocês acham que uma ponta de cigarro pode provocar um incêndio de conseqüências graves? Como?
c-E na vida das pessoas coisas pequeninas também podem provocar acontecimentos que se parecem com os grandes incêndios?
d-O que costuma causar esses “incêndios” na vida das pessoas?
Durante o diálogo utilizar as figuras dos anexos 1 e 2. Comentar as conseqüências mais comuns de cada um desses sentimentos negativos, como por exemplo, a impaciência: a pessoa está sempre mal humorada, os filhos apanham injustamente, a pessoa perde o emprego... (e assim explorar as conseqüências dos demais sentimentos).








Continuar o diálogo:

– Quando aquele homem jogou fora a ponta de cigarro, ele pensou nas conseqüências que poderia causar?
Lembrar que o incêndio da floresta foi causado por um ato impensado realizado em um segundo. Assim também nas nossas vidas, um ato impensado, leviano, realizado em um único segundo, pode prejudicar toda uma vida.

Mostrar o anexo 3 e perguntar:
– Quando se diz que uma pessoa tem “pavio curto”?
– Ela se parece com o pavio de uma bomba pronta para explodir?
– É perigoso ter “pavio curto”?
– É agradável ficar perto de alguém assim?
– O que eu devo fazer para não ter “pavio curto”? 

Ouvir os participantes aproveitando, ao máximo, suas contribuições.



Mostrar um pedaço de corda grossa, mas desfiada em um ponto. Esticar a corda e perguntar:
– Se eu forçar bem esta corda, ela rebentará?
Comparar a parte mais fraca da corda com os nossos pontos de menor resistência, que variam de pessoa para pessoa: em uns, o orgulho; em outros, o ciúme, a impaciência ou a inveja... São esses os nossos pontos fracos e para os quais devemos estar sempre atentos.

Continuar o questionamento com a pergunta seguinte:
– O que fazer para corrigir nossos pontos fracos?
Estimular a participação. Apontar soluções tais como:
– Descobrir seus sentimentos reais como se estivesse diante de um bom espelho. Reconhecer sua própria fraqueza, não inventar nenhuma justificativa. Enfrentar a verdade, sem culpa, nem auto-piedade, aceitando-se, porém desejoso de melhorar-se. (anexo 4)
 Todas as vezes que sentir que está sendo atingido em seu ponto fraco, e desequilibrando-se imediatamente criar um clima de paz interior: visualizar o seu “recanto de paz” e orar para anular essa emoção negativa com uma emoção positiva e agradável (anexo 5).
 Ter consciência de que não é a ofensa que os outros nos fazem que nos adoecem, mas sim a maneira como reagimos e nos sentimos (anexo 6).







 Concluir que:
Ü Os pensamentos, sentimentos e emoções produzem vibrações sobre o sistema nervoso e outros órgãos. Alguns deles produzem substâncias chamadas hormônios.
Ü Os bons sentimentos, como a paciência e o perdão, produzem hormônios que fazem bem à saúde, dão bem-estar e aumentam a resistência orgânica, nos defendendo de muitas doenças.
Ü Os maus sentimentos produzem outros hormônios que, no decorrer dos anos, causam doenças, como o reumatismo, as doenças cardíacas e as neuroses. Pessoas tensas também mantém seu organismo fabricando constantemente muitas substâncias, que as adoecem. Sabemos isto pelas pesquisas feitas por cientistas.


Atividade Criativa
Pedir que procurem lembrar-se de um trecho de uma música ou poesia que fale de sentimentos bons. Ouvir os participantes.
O grupo poderá escolher os trechos mais bonitos e cantá-los ou fazer um coro falado juntando frases citadas e ordenando-as. O objetivo é valorizar a importância de vivermos em paz.
O educador, se quiser, poderá utilizar no coro falado os versos abaixo, comentando o seu significado.
 “ Cada pessoa:
é aquilo em que crê,
fala do que gosta;
retém o que procura;
ensina o que aprende;
tem o que dá
e vale pelo que faz. “

Emmanuel
Harmonização Final/ Prece





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