quarta-feira, 27 de junho de 2012

PROPAGAÇÃO DO CRISTIANISMO

Objetivo:

Reconhecer a tarefa missionária dos apóstolos que divulgaram os ensinamentos de Jesus.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Em um envelope grande, antes da reunião, colocar as frases abaixo:

Não julgueis para que não sejais julgados(Mateus 7:2)

Bem aventurados os que choram, porque serão consolados. (Mateus 5:4)

Nisto todos conhecerão que sois meu discípulos: se vos amardes uns aos outros. (João 13:35)

Estimular o grupo para que pensem numa noticia que viesse em uma carta e fosse útil a todos.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Avaliar com os participantes as notícias, se não significam prejuizo para alguem

Ouvir as opiniões. Dizer que um dia foi deixada uma boa noticia para todos. Ler as frases de Jesus contidas no envelope e dialogar com o grupo.

Quem mandou essas mensagens para o grupo?
Qual o valor de cada uma dessas mensagens?
O que esse tipo de mensagem pode fazer por alguem que atravesse um momento difícil?

Pedir que os participantes, caso queiram, apresentem depoimentos sobre a importância da mensagem de Jesus em algum momento de suas vidas.

Explicar que a palavra Evangelho significa "boa nova" ou "boa notícia". Jesus trouxe essa mensagem para que as pessoas, ao vivê-las, encontrassem a paz e a alegria. Jesus contou com a colaboração de amigos para levar a sua mensagem de amor para o mundo todo. O principal colaborador foi Paulo de Tarso.

Narrar: PAULO DE TARSO

Perguntar:

-Por que Saulo perseguia os seguidores de Jesus?
-Por que razão Saulo não aceitava outras crenças que não a sua? o que vocês
acham dessa atitude?
-De que forma o apóstolo Paulo reparou o mal que fez?
-Na sua opinião o que significa viver a mensagem de Jesus?
-O que mais chamou a atenção de vocês na vida de Paulo de Tarso?

Concluir dizendo que o Cristianismo deve a sua divulgação a pessoas como o apóstolo Paulo de Tarso, que não apenas falou, mas principalmente viveu a mensagem de Jesus. Paulo de Tarso foi um exemplo de coragem, venceu o orgulho, reparou seus erros e conquistou a paz.

ATIVIDADE CRIATIVA

Solicitar que criem uma encenação da conversão de Saulo. Todos os participantes deverão ser envolvidos em alguma atividade, inclusive improvisação de roupas e cenários.

HARMONIZAÇÃO FINAL

Citar o ensinamento de Jesus: "Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei".

PAULO DE TARSO

Paulo de Tarso é conhecido no Evangelho de duas maneiras: como perseguidor cruel do cristianismo e como um grande divulgador da mensagem de Jesus.
Vamos conhecer hoje um outro aspecto: o homem que venceu as suas imperfeições e corrigiu os seus erros, encontrando, assim a paz.
Quando jovem, era conhecido como Saulo de Tarso. Era um grande conhecedor de sua religião ganhando, assim, o título de doutor da Lei de Moisés. Mas era também muito orgulhoso! Achava que a sua fé era a única verdadeirae por isso, não aceitava quem pensava diferente.
Um dia, ouviu falar de um grupo que dizia que o Messias, herói aguardado por seu povo há muitos séculos, era Jesus de Nazaré, o carpinteiro crucificado em Jerusalém que não fazia muito tempo.

Fig.1 Tomado pela ira, prendeu os amigos de Jesus e condenou à morte o jovem pregador de nome Estêvão.
Mas isso não bastava! Era necessário perseguir e prender os seguidores do Cristo em toda parte.


Fig.2 Assim, foi para a cidade de Damasco, com pessoas de sua confiança, para capturar um homem de nome Ananias. De repente, quando estava quase chegando, foi surpreendido por uma luz diferente vinda do alto. Assustado, caiu do cavalo!



Fig.3 Saulo percebeu que a luz tomava a forma de um homem muito belo, de barba, com os cabelos na altura dos ombros, que o fitava com um olhar especial.Quem seria?
E o homem falou:

-Saulo!Saulo! Por que me persegues?
-Senhor, quem sóis? - perguntou o doutor da Lei.
E a resposta causou-lhe espanto:
-Eu sou Jesus a quem tu persegues.
Os companheiros de viagem estavam confusos diante da cena, porque nada viam. Só Saulo via. Com quem o Doutor da Lei conversava?
Saulo, então, profundamente emocionado, reconheceu o seu erro. Era necessário mudar de atitude e servir à causa de Jesus. Sinceramente arrependido, perguntou:
-Senhor, que quereis que eu faça?
-Entra na cidade, Saulo. Lá será dito o que deves fazer.
Em seguida o Doutor da Lei percebeu que estava cego...E tudo aconteceu como lhe disse Jesus.


Fig.4 Chegando na cidade foi procurado por Ananias, aquele homem a quem Saulo queria matar, e justamente ele o curou.
Saulo sabia que não bastava arrepender-se, deveria, acima de tudo, reparar o mal que fez.
Reconciliou-se com os amigos de Jesus, a quem tanto perseguiu. Depois disso, começou a estudar os ensinamentos de Jesus. Passou a sabê-los de cor, mas viu que mais importante que tê-loss na memória, era necessário vivê-los, ser o amor em ação, ou seja, a verdadeira caridade. Por muito acreditar nisso, veio a escrever em uma de suas famosas cartas(ICoríntos,13:13).
"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade. Porém, a maior delas é a caridade."
Mudou o seu nome para Paulo e se propôs a divulgar a mensagem cristã para todos os povos.E assim viajou para alguns lugares distantes. Repudiado pela família e pelos antigos amigos por tornar-se cristão, deserdaram-lhe de todos os bens que possuia.


Fig.5 E não querendo sobrecarregar os da sua fé, aquele homem tão culto trabalhou como simples tecelão até a velhice.
Não foi uma tarefa fácil! Paulo foi incompreendido, preso inúmeras vezes, chicoteado e humilhado e nem assim, nunca deixou de amar, trabalhar, ter paciência e perdoar a quem quer que fosse. Por não ter mais no seu coração as atitudes que fizeram dele o homem orgulhoso e o perseguidor cruel de antes, disse:
"Já não sou eu quem vivo, mas o Cristo que vive em mim!"
Paulo serviu a Jesus fielmente até o fim. Mais do que um divulgador, foi um exemplo de homem de bem.

terça-feira, 26 de junho de 2012

VALOR DA PRECE

UNIDADE:DEUS

OBJETIVO:

Identificar na prece uma forma de comunicação com Deus e com os Protetores Espirituais,assim como recurso para fortalecimento das criaturas.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA:

Apresentar um rádio.Pedir que um participante demonstre o funcionamento do aparelho. Procurar saber quem tem o hábito de ouvir rádio e o que mais gostam de ouvir (música,reportagem,esporte...).


ATIVIDADE REFLEXIVA:

Propor que imaginem um locutor dando as seguintes notícias no rádio:

-O time de futebol venceu o campeonato(é o time pelo qual vc torce).
- Uma cidente de ônibus deixou muitos feridos.
- Ratazanas e mosquitos estão invadindo o bairro...(nomear o bairro local).
- O final de semana será de sol e poucas nuvens.

A cada uma das notícias avaliar como se sentem.
 Após, comparar o funcionamento do rádio com o pensamento que, igualmente, pode sintonizar em diversas faixas: de felicidade,de raiva, de harmonia,de amor ou tristeza. Refletir sobre as consequências dessas sintonias.

Pedir que o grupo imagine a sua mente como um rádio e diga como fazer para sintonizar na "faixa de Deus".Ouvir o grupo. Identificar a prece como a forma de estabelecer a sintonia com Deus. É um momento muito especial, e não é necessário dizer muitas palavras, mas ter um sentimento de amor a Deus.

Narrar: A RESPOSTA DE DEUS

Fig.1- Há muito tempo atrás, em uma época em que não existiam os transportes modernos que conhecemos , um vendedor percorria as regiões com sua mula, para levar os seus produtos às cidades. Antes de cada viagem pedia a proteção de Deus, para que nada de mal viesse acontecer com ele.
Um dia, recebeu uma encomenda para uma região que não conhecia muito bem. Arrumou um mapa da região, as provisões necessárias e, confiante como sempre, orou rogando que Deus guiasse os seus passos.






Fig.2- Já tinha percorrido boa parte do caminho quando, de repente,a mula empinou assustada! Era uma cobra! Resolvido o problema da cobra, o homem tentou voltar à estrada principal, mas a mula não se movia de jeito nenhum.Empacou! O homem puxou mais e mais até que...






Fig.3- ...escorregou e caiu bem em cima de um monte de lama.
-Acho que Deus hoje não ouviu a minha prece!
De onde caiu, ouviu águas de uma cascata, mais no interior da mata, e decidiu lavar-se.
Mal chegou ao local, escutou alguém gritando:
-Socorro! Alguém me ajude!
Procurou e viu que o pedido de ajuda vinha de um rapaz que estava preso em um buraco fundo, ocultado pela vegetação. Talvez uma armadilha para caçar um animal da mata.






Fig.4- Imediatamente tomou providências para tirá-lo dali. Depois comentou:
-Você teve muita sorte! Esse local parece deserto e pelo visto ninguém costuma vir muito por aqui!
O rapaz sorriu e respondeu:
-Sorte?! Creio que não! Quando vi que me encontrava preso, pedi ajuda a Deus pela prece. E completou:
-Você é a resposta de Deus!






Avaliar a compreensão da história através de perguntas tais como:

- O que o vendedor pediu em sua oração?
- O pedido foi atendido? Como?
- Era a resposta que ele esperava?
- A prece do rapaz que estava preso no buraco foi atendida?l

Concluir que, a exemplo do que foi visto na história, pede-se coisas a Deus mas, muitas vezes, a resposta não é a desejada, porque só Deus sabe o que é melhor para nós. Verificar se conhecem situações semelhantes.

Propor ao grupo a seguinte situação: Se fosse dado a vc a oportunidade de atender as preces das pessoas,qual seria a sua decisão desses casos?(analisar as possíveis consequencias de se atender essas preces).
- Um estudante de medicina pede para tirar boas notas na prova sem ter estudado.
- D.Laudelina é lavadeira e pede que não chova nenhum dia do ano.
- Um ladrão pede ajuda Divina para poder roubar as pessoas e não ser capturado.
- Dois times de futebol oram pedindo a Deus para vencerem o campeonato.

Concluir identificando a prece como a forma de conversar com Deus, que nos responde conforme nossa necessidade real, sempre para o nosso bem, mas nem sempre como queremos.

ATIVIDADE CRIATIVA:

Dividir os participantes em subgrupos, colocando à disposição de cada um lápis de cor e lápis-cera, uma folha de papel pardo, com a cópia da figura do anexo 1 colada no centro, explicando ser a imagem da Terra, a nossa casa. A tarefa será pensar o que pediriam a Deus para o nosso mundo e traduzirem essa prece em desenhos e/ou palavras, no papel pardo.







Estimular os participantes para que falem sobre seus pedidos. Fazer um mural com os trabalhos.

HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE

Relaxamento. Imaginar o nosso planeta envolvido por uma luz dourada...é a resposta de Deus para asua prece pelo nosso mundo...Essa luz vai acalmar os que sofrem os efeitos das guerras mas amam a paz... é a sintonia do amor...

Fonte: Educação do Ser Integral-LFC

OUTRAS MORADAS



UNIDADE: O ESPIRITISMO
SUBUNIDADE: PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS
TEMA: OUTRAS MORADAS
Ciclo: 2º

1-Mostrar uma gravura de astronauta e outra com o céu à noite.





Sugerir que as crianças imaginem ser astronautas; farão um passeio pelo céu contando tudo que vêem.

2-Narrar a história: “As Moradas do Pai”

3-Montar mural, com a participação das crianças:
Distribuir estrelas recortadas.
As crianças que as receberem deverão ler as perguntas escritas no verso.
Após responder cada uma irá dispondo sua estrela no mural.
No final, o evangelizador colocará os dizeres:

 AS MORADAS DA CASA DE DEUS.

Perguntar:
A Terra é o único mundo habitado?
Todos os espíritos vivem no mesmo tipo de mundo?
Para que servem os mundos do Universo?
Quem disse que havia muitas moradas na casa do Pai?

Ensinar à música – Estrelas da Noite.

HISTÓRIA: AS MORADAS DO PAI

Já havia anoitecido. Marcelinho, sentado no banco do jardim de sua casa, chorava sozinho. Era saudade que sentia de sua mãezinha. Havia desencarnado há um ano, mas sentia-lhe tanto a ausência...
O céu, todo estrelado, parecia aumentar sua solidão. E , nessa tristeza, dirigiu-se para o quarto e adormeceu.
No dia seguinte, domingo, levantou-se e foi à aula de evangelização.
Clarinha – sua professora – havia preparado uma linda aula. Entre outras coisas, Clarinha explicou, usando lindas gravuras:

a)O céu que vemos é apenas parte do Universo.
b)O sol que nos ilumina é um dos bilhões de sóis do Universo.
c)As estrelas estão tão distantes que nos parecem pequenos pontos luminosos, sendo que alguns têm o brilho maior que o do sol.
d)Além das estelas e dos planetas, há os satélites e os cometas – tudo seguindo um rumo harmonioso

A esta altura da explicação, Clarinha prendeu no quadro duas tiras:

PARA QUE SERVEM OS MUNDOS QUE FORMAM O UNIVERSO?

“HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DO PAI.” JESUS

(O evangelizador deverá escrever o resumo no quadro das 2 tiras).

Terminada a aula, com uma prece, as crianças voltaram a suas casas.

Naquela noite, novamente um lindo céu estrelado.
Marcelinho, do banco do jardim, olhava admirado a “Casa do Pai Celestial”. E agora ele sabia que sua mãezinha estava bem viva, protegendo-o numa morada, talvez, bem perto.
Que felicidade sentiu!
Só o que Marcelinho não viu foi a sua mãezinha, em espírito, abraçá-lo feliz por ver que seu filho compreendeu que a morte do corpo não destrói o amor.

(FEERJ - DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Prece Inicial.

Perguntar:

Vocês poderiam me dizer quais os Três elementos Gerais do Universo?

(Deus, Espírito e Matéria conhecidos como “A Trindade Universal”).







Ouvir dos evangelizandos as respostas e anotar no quadro, para futuras considerações.

O Espírito é criado simples e ignorante para a perfeição. Nunca terá fim isto é, não morre, é eterno, portanto somos espíritos imortais.

Como somos formados?

Somos formados de Espírito, Perispírito e corpo físico (matéria).
Para que serve a matéria, ou seja, corpo físico? ( Para a sua evolução).
O que é Espírito? Princípio inteligente criado por Deus.


HISTÓRIA – O AMIGO JÚLIO

André estava conversando com seu amigo Luiz, quando ouviu sua mãe chamá-lo.
- Tchau Luiz! Preciso entrar. Está na hora do jantar, até amanhã!
- Tchau André! Passe lá em casa para brincar.
André entrou, tomou seu banho, jantou e lembrou que era segunda-feira, o dia em que sua família fazia o Evangelho no Lar.
- Mamãe, posso fazer a leitura do Evangelho hoje?
_ Claro André! Vá chamar seu pai porque está quase na hora. Depois da leitura D. Simone explicou que Deus criou nosso corpo físico e também o nosso Espírito que nosso corpo físico um dia irá morrer mais nosso Espírito é eterno, não morre nunca.
André ficou um pouco confuso, não entendeu direito, mas como estava cansado e com sono, resolveu deixar para esclarecer sua dúvida no dia seguinte.
Deitou-se, fez sua prece logo pegou no sono. De repente, ouviu uma voz muito suave e bonita que o chamava.
- Olá André! Sou Júlio, e vim para conversar com você.
- Olá! Mas quem é você?
- Sou um amigo que vive no mundo espiritual!
- Nossa! Que bom! Sobre o que você quer conversar?
- Eu vim para responder algumas perguntas, esclarecer algumas dúvidas.
- Você veio na hora certa. Eu não entendi direito essa história de que tenho um corpo físico e um espírito; e que o corpo morre mais o espírito não. Fiquei com um pouco de medo de morrer.
- André, vamos passear e durante o passeio irei lhe explicar, me dê sua mão.
André levantou-se olhou aquela figura tão bonita, com um corpo suave e iluminado e deu sua mão para Júlio.
Quando olhou para trás, levou um susto, porque viu que seu corpo estava lá na cama deitado, dormindo.
- Ué, seu Julio! Se eu estou segurando sua mão, quem é que está lá deitado na cama?
- André, seu corpo físico está lá na cama, mas é seu Espírito com um corpo espiritual que está aqui comigo, ou seja, o corpo é um instrumento do Espírito e enquanto seu corpinho descansa, você pode passear comigo.
- Vamos, não tenha medo!
- Ah! Agora entendi então “eu” sou meu espírito?
- Claro! Quem pensa, fala e sente é o Espírito.
Júlio levou André, para vê belas paisagens, a praia, as montanhas e as florestas.
- Nossa seu Júlio! Como a natureza é bonita!
- É André, a natureza é muito bela e foi Deus que criou tudo isso que você está vendo.
- Seu Júlio, desculpe perguntar, mas por que Deus que criou as pessoas más?
- André, Deus criou todos da mesma forma, nem bons, nem maus; Fomos criado simples e ignorantes, mas depende de nós mesmos, a vontade de nos tornamos bons. Às vezes, escolhemos o caminho errado, o caminho do mal, mas Deus permite que as pessoas que já são boas, convivam com as más para que elas aprendam a ser boas também. Todos um dia serão bons e aprenderão amar seu próximo.
- Sério? Até o bandido?
- É André, até o bandido. Sabe por quê?
- Não!
- Porque os Espíritos maus, um dia se arrependerão de suas maldades; eles decidirão mudar e o Plano Espiritual, sempre dá uma ajuda para aqueles que querem melhorar.
- Que ótimo, seu Júlio! Deus é demais! Ele pensa em tudo!
- É, Ele é um Grande Pai! Mas vamos embora, que já esta na hora de voltar. Júlio levou André até seu quarto, despediu-se e prometeu-lhe que voltaria mais vezes para conversar com ele, e queda próxima vez, ele o levaria para uma escolinha cheia de amiguinhos de sua idade.
No dia seguinte André acordou muito feliz e foi correndo contar para sua mãe, o lindo “Sonho” que teve.


Questionário:

1.Quem criou o Espírito?________________________________________________

2.Pode-se dizer que o Espírito é imortal?____________________________________

3.Onde habitam os Espíritos?_____________________________________________

4.O que é Perispírito?___________________________________________________

5.Os Espíritos são todos iguais?___________________________________________


Complete as frases:


1)O envoltório do espírito é o ___________________________________ .

2)Deus criou todos nós __________________ e _____________________ .

3)Os Espíritos perfeitos ou Puros são os Espíritos ________________________ .

4)Espíritos que permanecem ainda no mal são os ________________________.



Atividade em grupo:

Montar uma Peça de Teatro com os amigos usando a “História de Júlio”.


Fonte: Edições FEESP – Volume 1 Brincando e Aprendendo Espiritismo – Faixa 7 a 11 anos.

Adaptação Teresinha Medeiros.





DIVERSIDADES DAS RAÇAS HUMANAS





Objetivo:

Levar a criança a entender o porque das diferenças de raças, que ocorrem por influência do clima e dos hábitos.

RECURSO DIDÁTICO:

Colocar no quadro uma cartolina branca em formato de um globo, mostrando em cada canto as quatros raças - branca,preta, amarela e vermelha.

INTRODUÇÃO:

Perguntar as crianças quais as raças que formam as espécies humanas.

DESENVOLVIMENTO:

Conversação

- aparecimento do homem em varios pontos do globo e em diversas épocas.
- apesar das diferentes raças, todos pertencem a mesma familia.
- todos somos irmãos, apesar das raças diferentes, pois o espirito não tem cor.


FIXAÇÃO:

Conversação sobre as misturas de raças, formando novos tipos como:

-mulato (branco+ negro)
-cafuso (indio+ negro)
-mameluco ( indio+ branco)

(Questões 52 a 54 LE)

ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO










Material Recebido do Grupo de Evangelização Espírita

quarta-feira, 13 de junho de 2012

NÃO PERDOAR

ILUSTRAÇÃO Nº 1

Bezerra de Menezes, já devotado à Doutrina Espírita, almoçava, certa feita, em casa de Quintino Bocaiúva, o grande republicano, e o assunto era o Espiritismo, pelo qual o distinto jornalista passara a interessar-se.
Em meio da conversa, aproxima-se um serviçal e comunica ao dono da casa:
- Doutor, o rapaz do acidente está aí com um policial.
Quintino, que fora surpreendido no gabinete de trabalho com um tiro de raspão, que, por pouco, não lhe atingiu a cabeça, estava indignado com o servidor que inadvertidamente fizera o disparo.
- Mando-o entrar – ordenou o político.





ILUSTRAÇÃO Nº 2
— Doutor – roga o moço preso, em lágrimas – perdoe o meu erro! Sou pai de dois filhos ...
Compadeça-se! Não tinha qualquer má intenção ... Se o senhor me processar, que será de mim? Sua desculpa me livrará! Prometo não mais brincar com armas de fogo! Mudarei de bairro, não incomodarei o senhor!...
O notável político, cioso da própria tranqüilidade, respondeu:
— De modo algum. Mesmo que o seu ato tenha sido de mera imprudência, não ficará sem punição.





ILUSTRAÇÃO Nº 3
Percebendo que Bezerra se sentia mal, vendo-o assim encolerizado, considerou, à guisa de resposta indireta:
— Bezerra, eu não perdôo, definitivamente não perdôo...
Chamado nominalmente à questão, o amigo exclamou desapontado:
— Ah! Você não perdoa!
Sentindo-se intimamente desaprovado, Quintino falou, irritado:
— Não perdôo. E você acha que estou fora do meu direito?
O Dr. Bezerra cruzou os braços com humildade e respondeu:
— Meu amigo, você tem plenamente o direito de não perdoar, contanto que você não erre.









ILUSTRAÇÃO Nº 4

A observação penetrou Quintino como um raio.
O grande político tomou um lenço, enxugou o suor que lhe caia em bagas, tornou à cor natural, e, após refletir alguns momentos, disse ao policial:
— Solte o homem. O caso está liquidado.
E para o moço que mostrava profundo agradecimento:
— Volte ao serviço hoje mesmo, e ajude na copa.
Em seguida, lançou inteligente olhar para Bezerra, e continuou a conversação no ponto em que haviam ficado.











Almas em Desfile, cap. 16.
Hilário Silva (Espírito)
Chico Xavier (médium)






























































segunda-feira, 11 de junho de 2012

O CONSOLADOR PROMETIDO

OBJETIVO:

Apresentar a Doutrina espírita como fonte de consolação e esperança.

- Colocar num quadro (ou cavalete com folhas) as frases abaixo, e pedir que completem, escrever o que forem falando.

Frases:
a) Eu estou aqui hoje porque ...
(se as respostas forem do tipo porque minha mãe me obrigou, então perguntar, ok, já que você está aqui, o que espera levar daqui hoje?)

b) Escolhi o espiritismo porque...
(se as respostas forem do tipo porque minha mãe me trouxe, então perguntar porque a mãe deles escolheu o espiritismo)

c) O espiritismo é filosofia, __________ e ____________
(resposta: ciência e religião)

d) Kardec é o ________________ do Espiritismo
(resposta: codificador)

e) Espiritismo é ________________do Kardecismo
(igual ou diferente)

- Após as respostas, fazer uma análise, juntamente com os jovens, das respostas dadas, tirando as dúvidas e esclarecendo pontos que ainda não estejam muito claros para eles.

- Fazer uma leitura dinâmica com os jovens da mensagem “QUERIDA MAMÃE, ESTOU VIVO”, de Humberto Furlan, psicografada por Francisco C. Xavier no livro Estamos no Além, Capítulo 19. (caso não seja possível fazer esta leitura, outros livros poderão ser usados, os quais contenham mensagens de desencarnados).

- Observar que o conhecimento que a doutrina dos espíritos nos traz, nos consola em momentos difíceis da vida.
- comentar o aspecto tríplice da doutrina espírita:
A Doutrina espírita tem sustentação em Filosofia própria baseada na existência de Deus e dos Espíritos. É Doutrina Cientifica porque tem base em leis naturais e é, ao mesmo tempo, Religião que cultua Deus e visa o aperfeiçoamento moral do homem.

Codificar = reunir informações. Kardec codificou a Doutrina dos Espíritos, ou seja, ele organizou e reuniu as informações dadas pelos espíritos através de comunicações mediúnicas. Ele enviava perguntas aos médiuns, recebia as respostas, comparava-as, e via as que eram semelhantes e que atendiam ao crivo da razão.

AUTA DE SOUZA

VOCÊ SABE O QUE É CARIDADE?

DIREITOS E DEVERES

domingo, 10 de junho de 2012

HUMILDADE

A FOLHINHA DE PAPEL

CANTINHO DA CRIANÇA

VOCÊ CONHECE O SEU EVANGELIZANDO?

Você conhece o seu evangelizando?
(Lucia Moyses – Educadora)

Tempos atrás recebemos uma carta de uma evangelizadora do interior do Nordeste, na qual
falava-nos das suas dificuldades com a tarefa da Evangelização. Pedia-nos, também, sugestão de
livros espíritas infantis e terminava solicitando-nos o envio da programação que utilizávamos, em
Niterói, com as nossas crianças.
Pedidos como esse último são muito comuns, principalmente por parte de evangelizadores
novatos. Ainda não tiveram tempo para perceber que o que funciona para um determinado grupo
de crianças ou jovens, pode não funcionar para outro.
Foi observando esse fenômeno que os psicólogos da aprendizagem chegaram à conclusão de
que o conteúdo e a forma de ensinar devem se adequar aos alunos. E essa adequação só se faz
quando se conhece o contexto em que se realiza o processo de ensino –aprendizagem.
Por isso é que se diz que quem evangeliza precisa conhecer, e bem, o evangelizando. Tudo
influencia na aprendizagem: a idade, o nível de escolaridade, o nível sócio-econômico, o tipo de
família (sua estrutura, sua forma de encarar a Evangelização, o Espiritismo), isso, sem contar com
a bagagem espiritual que cada um traz.
Estudiosos dos processos de aprendizagem consideram tão importante se conhecer o alunos
que chegam mesmo a afirmar que só há verdadeira aprendizagem quando se toma como ponto
de partida aquilo que o aprendiz já conhece. E essa afirmativa vale também para o adulto. Você,
por exemplo, quando encontra alguém que começa a explicar um assunto novo usando palavras
desconhecidas, também não fica sem entender direito aquilo que foi explicado? Agora, imagine a
criança!
Às vezes o problema não consiste nas palavras, mas no significado que o aluno lhes atribui.
Pode acontecer de você as estar empregando pensando em uma coisa e os alunos estarem
pensando em outra. Uma situação que ilustra bem esse fato relaciona-se com a idéia de
“revelação”. Se você experimentar perguntar para as crianças o que é revelação, terá,
provavelmente como resposta que é “quando você leva o filme para fazer a fotografia”. Esse é o
significado mais presente no seu cotidiano para aquela palavra.
Outras vezes, o problema é a interpretação que ele dá ao que você fala. À medida que ele vai
ouvindo, vai elaborando o seu pensamento, e esse é fruto das suas vivências, das suas
observações. Desta forma, pode acontecer de haver uma grande distância entre o que você quis
dizer e o que foi apreendido. Vejamos um exemplo: o assunto da aula aborda a obediência; a
evangelizadora afirma, em tom conclusivo, que os pais devem “corrigir” os filhos. Se a criança é
espancada, ou se é submetida a atrocidades físicas ou ainda a fortes constrangimentos
psicológicos, ela pode achar que “corrigir” é isso, que seus responsáveis estão certos em
proceder daquele jeito. Assim, porque desconhecia a realidade das suas crianças, a
evangelizadora perdeu uma boa oportunidade de ajudá-las.
Trabalhar ignorando a realidade dos alunos pode, por vezes, ser desastroso, chegando mesmo
a provocar-lhes dores e sofrimentos desnecessários. Nas nossas trocas de experiências com
evangelizadores, já vimos muitos deles se darem conta disso, ainda que tardiamente.
Exemplificaremos com um caso que nos foi narrado. Certa evangelizadora, abordando o tema
“família”, fez cartazes e trabalhou o tempo todo considerando apenas a família dita “bem
estruturada”. Aquela em que há pai, mãe e filhos; o pai trabalha fora; sai de casa de terno e
gravata, com uma pasta na mão; os filhos têm seu próprio quarto, com uma cama, mesinha de
cabeceira, etc; a família se reúne, à noite, à hora de jantar em torno da mesa e todos conversam.
Não é difícil se perceber tratar-se de um modelo ideal de família de classe média. Acontece que
turma da referida evangelizadora criança alguma tinha uma família como aquela. Havia crianças
pobres, filhas de pais desempregados, filhas de mães solteiras ou de mães abandonadas pelos
maridos; crianças criadas pelos avós, ou que tinham padrasto. Ninguém ali se enquadrava nos
moldes apresentados. É muito provável que naquela dia as crianças tenham voltado para a casa
com a sensação de que havia algo de muito errado com elas, sentindo-se envergonhadas ou,
quem sabe, até mesmo culpadas por uma situação na qual elas eram apenas vítimas.
Para evitar tudo isso, e tentar aprimorar o ensino, o melhor caminho é você conhecer todos os
seu evangelizandos. Procure saber como vivem, conheça suas histórias de vida, seus sonhos,
seus temores... Uma boa forma de consegui-lo é manter, durante suas aulas, um diálogo aberto.
Faça perguntas, peça que contem sobre eles próprios. À medida em que for ensinando, conte
casos, traga histórias e vá proporcionando chances para que eles se comparem com os
personagens trazidos. Relatos são sempre bem-vindos.
Há ainda outras coisas que você pode fazer, como visita às casas dos evangelizandos,
passeios com a presença de alguns pais e reuniões de confraternização com a família. Se são
filhos de trabalhadores da Casa, é ainda mais fácil: aproxime-se dos pais e converse sobre seus
filhos.
Conheça-os melhor e, em pouco tempo, passará a vê-los como filhos do seu coração.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

AUTOCONHECIMENTO

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Oferecer a um menino uma máscara de carneirinho. Perguntar:
– Fulano quer ser bonzinho como um carneiro. Basta ele colocar esta máscara para tornar-se bom e manso como um carneirinho?



Oferecer a outro menino uma máscara de leão. Perguntar:
– Se este menino fosse calmo, ele ia ficar feroz só porque colocou a máscara do leão?



ATIVIDADE REFLEXIVA

Conversar com as crianças que não ficamos mansos como um carneirinho ou ferozes como um leão porque colocamos uma máscara, ou até mesmo a pele do carneiro ou do leão. Cada um tem as suas qualidades: carneiro é manso, leão é feroz e as crianças nasceram para serem bondosas e amigas. Não importa se são altas ou baixas, gordas ou magras, brancas ou negras. Cada um deve gostar de si mesmo como é; o importante é ser bom.

Narrar: O Limão Insatisfeito

Perguntar:

– Por que o limão galego não estava satisfeito?
– O que ele queria ser?
– Como foi parar no pé de tangerina?
– O limão virou tangerina de verdade?
– Por que ele foi parar no lixo?
– A gente deve fingir ser o que não é?
– É importante cada um gostar de si mesmo?
– Leão nasceu para ser feroz e as pessoas nasceram para serem...?

Perguntar às crianças se conhecem pessoas que são desprezadas ou recebem apelido por um defeito físico, ou pela cor da pele, por ser gorda ou magra demais etc.

Ouvir as crianças, concluindo que todos têm o seu valor. Devemos considerar, não as diferenças do corpo, mas o que a pessoa é: bondosa, alegre, amiga... E como é bom estar ao lado de uma assim!

ATIVIDADE CRIATIVA

Incentivar as crianças a criarem e dramatizarem boas ações utilizando as máscaras do leão e do carneiro.

O LIMÃO INSATISFEITO

Fig.1- Num mesmo pomar viviam lado a lado um pé de limão galego e um pé de tangerina.
O pé de tangerina estava sempre com crianças à sua volta.
Era depois da brincadeira...
Era na volta da escola...
Era depois do jantar...
As crianças deliciavam-se com as gostosas tangerinas.



Fig.2- Um limão galego do pé de limão vizinho olhava aquilo muito aborrecido.
Ninguém queria saber dele.
Nenhuma criança o olhava com alegria, como faziam com a tangerina.
Também... os limões eram tão azedos!
E eles iam ficando esquecidos no seu pé até ficarem velhos... ou até quando a cozinheira se lembrava deles para temperar a carne ou a salada.
Mas aquele limão galego não aceitava viver assim. Tudo que ele queria era ser doce como uma tangerina.
Aconteceu que, num dia de temporal o vento o arrancou do limoeiro e ele caiu... num galho do pé de tangerina.
Meio assustado, o limão galego viu que estava bem ao lado de uma tangerina bem gordinha.



Fig.3- Ficou feliz! Agora, naquele pé, poderia passar por uma tangerina e seria admirado por todos.
O limão ajeitou-se da melhor forma que pode, bem junto a uma folhinha e ali ficou com ares de tangerina.



Fig.4- Dias depois, o limão foi colhido junto com as tangerinas pela dona da casa e colocado numa linda fruteira em cima da mesa da sala de jantar.
E no meio das tangerinas, ninguém desconfiava que ele era um limão galego.



Fig.5- Naquela noite, depois de ter sido provado pela caçulinha da casa, o limão galego acabou na lata do lixo, misturado a restos de comida e pó de café.
E assim acabou a vida do limão que não se aceitava, sem ao menos saber do seu grande valor: o de curar muitas doenças.

domingo, 3 de junho de 2012

JUSTIÇA DIVINA

Objetivo:

Identificar que, ao lado da Justiça Divina que estabelece "a cada um segundo as suas obras", existe o Amor de Deus, que oferece sempre oportunidades de reparação pela prática do bem.

Atividade Introdutória

Mostrar os anexos 1 a 4 sequencialmente e pedir que as crianças interpretem a história.









Atividade Reflexiva

Estimular a observação do grupo:

- O que aconteceu com a menina?
- O que a mamãe fez ?
-- Se você estivesse no lugar da menina doente, o que você diria para a mamãe?
- Por que a menina ficou doente?
- Ela ficaria doente se comesse apenas uma banana?

Dizer que as nossas ações podem trazer coisas boas ou coisas ruins. Exemplificar:


Se empresto os meus brinquedos, ganho amigos.
Se desarrumo a casa, deixo a mamãe muito cansada.
Se não escovo os dentes, eles vão estragar.
Se cuido da plantinha, ela crece bonita.

Narrar - O Doce de Goiaba

Favorecer o entendimento do tema através de perguntas, tais como:

- Por que o Fabiano queimou a lingua?
- Na sua opinião, foi Deus quem fez o Fabinho queimar a lingua? Por que?
- Como ele poderia não ter queimado a língua?
- Por que Deus colocou a mamãe junto do Fabinho?
- Isso foi bom para ele?
- Quem cuida de você na sua casa?

Concluir com as seguintes ideias:

Deus nosso Pai do Céu, coloca pertinho de nós alguém(o papai, a mamãe, a vovó, um irmão, uma professora...)para nos ensinar a fazer as coisas corretas e sermos felizes.
Quando fazemos as coisas corretamente, acontecem coisas boas e eu fico feliz.
Quando não fazemos as coisas corretamente, acontecem coisas ruins e eu não fico feliz.
Deus é justo: deixa que se aprenda com os resultados do que fazemos.
Deus não castiga e sempre quer nosso bem.

Atividade Criativa

Incentivar as crianças a criarem e dramatizarem boas ações em casa, na escola, com os amigos...

O DOCE DE GOIABA

Fabinho estaba brincando no quintal quando sentiu um cheirinho muito bom.


Fig.1- Huuummmm... Que delicia! A mamãe estava fazendo doce de goiaba para o lanche.
- Mamãe, eu quero doce!
- Ainda não está pronto - respondeu a mãe sem parar de mexer a panela.
Fabinho nem conseguiu prestar atenção no desenho que estava passando na televisão.
- Mamãe! E o doce?
- Já está pronto. Mas precisa esfriar primeiro, antes de comer.
O menino passou perto da cozinha e sentiu o cheirinho bom do doce...
"Acho que mamãe não vai notar se eu pegar um pouquinho..." - pensou, indo de encontro ao pote com o doce.



Fig.2- Fabinho pegou uma colher... tirou uma pequena porção... e colocou na boca...
- Aaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiii!!!!! - gritou.
A mãe encontrou o filho perto do doce, com a língua de fora. Já sei, queimou a lingua, não foi? disse a mãe segurando a colher.



Fig.3 - O menino ficou envergonhado. Depois dos cuidados da mamãe, mais calmo, pediu desculpas.
- Filho, eu so quero o seu bem. O Pai doCéu me colocou pertinho de você para ensinar as coisas boas.
- Puxa, mãe, será que Deus me castigou por eu não saber esperar?
- Deus não castigou você. Você queimou a lingua porque foi apressadinho.
- Eu não vou mais comer doce?!
- Vai sim, mas so depois que a lingua parar de arder.
- Que pena!
- Isso também passa.



Fig.4 - Valeu, mãe! Você é muito esperta e sabe cuidar direitinho de mim! - disse o menino abraçando a mãe.




Educação do Ser Integral


sexta-feira, 1 de junho de 2012

A BORBOLETA E A FLOR

FAMÍLIA - COLABORAÇÃO

A BORBOLETA E A FLOR

A borboleta voava pelo jardim e observou a família das flores:
- Que beleza de família. É a família mais colorida que conheço, é a família das flores.
E voando em torno delas ficou encantada com tanta harmonia. Num momento de seu voo, viu num canto do jardim uma florzinha branca chorando.
Por que você está chorando? – perguntou a borboleta.
Sou muito infeliz, respondeu a flor. Estou presa no chão. Não posso respirar o ar fresco, nem ver a luz do Sol. O chão é úmido, cheira mal, só vejo sombras.
- Ora, ora. Não adianta chorar, vamos dar um jeito nisso.
A borboleta ficou quieta, pousada na pétala da flor pensando e depois falou:
- Vocês constituem uma grande família. Que tal se todas se emprenharem em ajudar a florzinha necessitada?
Todas escutaram com atenção e começaram a se movimentar.
A borboleta voltou carinhosamente seu olhar doce para a pobre planta e disse:
- E você também precisa se ajudar!
- Vá se esticando para o alto, faça todo esforço que puder. Assim você vai sair da sombra, da umidade e ficar quentinha ao Sol.
E assim elas fizeram.
Todos os dias a borboleta ia ajudar a flor a se esticar.
O caule foi crescendo, crescendo.
As outras plantas também ajudavam.
Encoste em mim que eu seguro você, disse a roseira.
Enrole seu caule fino no meu galho forte, disse o jasmim.
Com o auxílio de todos no jardim, ela foi crescendo, se enroscando, até que um dia viu o Sol.
Ela ficou contente. Suas pétalas ficaram vermelhas ao calor do Sol. Continuou crescendo, se esticando, se enrolando, encheu-se de flores vermelhas, transformando-se em uma linda trepadeira.
Quando, um dia, a borboleta voltou ali, observou:
- Que maravilha, todos nós estamos na família certa! Em toda família tem um membro com mais necessidades que o outro. Pois é, isso prova a sabedoria Divina.
- Os que têm mais condições, por certo têm o dever de contribuir para que os mais infelizes cresçam também. É a lei de cooperação mútua, lei de amor, fraternidade, doação.
- A família é a maior fonte de doação e aprendizado que conheço.