quarta-feira, 16 de maio de 2012

CASA ESPIRITA



OBJETIVO:

Esclarecer às crianças a importância da Casa Espírita para que nos tornemos melhor.

INCENTIVO INICIAL:

Mostrar um relógio e perguntar para que serve, por que usamos, ...

CONTEÚDO:

Assim como o relógio marca nossas vidas com horário para acordar, almoçar, ir à escola, assistir ao nosso programa na televisão, a Casa Espírita conduz nossa vida para que nos tornemos melhores, para aprendermos e progredirmos.
Podemos conquistar títulos, bens materiais, mas se descuidarmos da reforma moral, retornaremos ao Plano Espiritual como repetentes. Temos muitos exemplos: médicos que não atendem os doentes adequadamente, políticos que desviam dinheiro do povo, juízes e advogados que usam a lei para beneficiá-los, engenheiros que deixam prédios caírem por usar material inferior para ganhos próprios, empregados que furtam seus patrões, etc. (Neste ponto as crianças podem ajudar a lembrar de casos os quais as pessoas são infiéis ao Ensino Moral)
Na Casa Espírita buscamos a iluminação interior.
“O Evangelizador ao ensinar, é o primeiro a aprender.”
Jesus falou: “Deixai vir a mim as criancinhas”, mostrando a importância da instrução Evangélica às crianças, os cuidados necessários para ser perfeito e útil. Os pequenos e os jovens orientados desde cedo no Evangelho e na Doutrina Espírita serão cidadãos honrados no futuro.
Os Espíritos que reencarnam num Lar Espírita, têm uma responsabilidade maior.
Não só o adulto, mas também a criança e o jovem precisam se conscientizar do seu importante papel.
Precisamos valorizar todos os trabalhos da Casa Espírita, que nos ensina e prepara, freqüentando com assiduidade, pontualidade e interesse.
Agradeçamos a Deus a oportunidade de freqüentar uma Casa Espírita e participemos ativamente, aproveitando os ensinos, a companhia dos colegas e Evangelizadores, todos os que se aproximam de nós, na certeza de que “para viver o Evangelho, nunca é cedo demais.”
“Se as escolas atuais fossem escolas Espíritas, a Humanidade já estaria espiritualizada.”

NA CASA ESPÍRITA

Entrar pontualmente sem gritos ou barulhos. É local de encontro com as Forças Superiores.
Dedicar atenção aos trabalhadores sem conversas, bocejo ou tosse bulhenta. Para ser mantido o respeito ao Lar da Oração.
“Os atos da criatura revelam-lhe os propósitos”.
O silêncio favorece a ordem.
O exemplo do bem começa nos gestos pequeninos.
A harmonia dos pensamentos condiciona a paz e o progresso de todos.
Quem se ilumina, recebe a responsabilidade de preservar a luz.
A pureza da prática da Doutrina Espírita deve ser preservada a todo o custo.

O QUE SE APRENDE NA CASA ESPÍRITA

Valores morais.
Saneamento da sociedade materialista.
Aprender a viver num ambiente comunitário
Restaurar valores culturais e morais
Retirar preconceitos
Aprender que todos somos uma grande família
Educar para salvar

FIXAÇÃO:

Contar a história “O Relógio” do livro “E, para o resto da Vida...” de Wallace Leal V. Rodrigues, cap. 27, usando as gravuras.


O RELÓGIO

O colégio onde eu estudava, em menina, costumava encerrar o ano letivo com um espetáculo teatral. Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada par participar, o que me trazia uma secreta mágoa.
 Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente, ia ter um papel para representar. Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco: escolheram uma colega minha para o desempenho principal. A mim coube uma ponta, de pouca importância.
 Minha decepção foi imensa. Voltei para casa em pranto. Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história, entre lágrimas e soluços. Sem nada dizer ela foi buscar o bonito relógio de bolso do papai e colocou-o em minhas mãos, dizendo:
- Que é que você está vendo?
- Um relógio de ouro, com mostrador e ponteiros.
Em seguida, mamãe abriu a parte traseira do relógio e repetiu a pergunta:
- E agora, o que está vendo?
- Ora, mamãe, aí dentro parece haver centenas de rodinhas e parafusos.
Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu aborrecimento.  Entretanto, calmamente ela prosseguiu:
- Este relógio, tão necessário ao seu pai e tão bonito, seria absolutamente inútil se nele faltasse qualquer parte, mesmo a mais insignificante ou o menor dos parafusos.
Nós nos entrefitamos e, no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi sem que ela precisasse dizer mais nada.
 Essa pequena lição tem me ajudado muito a ser mais feliz na vida. Aprendi, com a máquina daquele relógio, quão essenciais são mesmo os deveres mais ingratos e difíceis, que nos cabem a todos. Não importa que sejamos o mais ínfimo parafuso ou a mais ignorada rodinha, desde que o trabalho, em conjunto, seja para o bem de todos.
 E percebi, também que, se o esforço tiver êxito, o que menos importa são os aplausos exteriores. O que vale mesmo é paz de espírito do dever cumprido...







      ATIVIDADE: montar um origami de casa.




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