terça-feira, 24 de abril de 2012

TRABALHO, INSTRUMENTO DE PROGRESSO

OBJETIVO:

Identificar o trabalho como toda ocupação útil,
servindo como instrumento de progresso e preservação das influencias negativas.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Previamente colar as gravuras dos anexos 1 a 4 em cartolina
prendendo-as com fita gomada em varetas. Usar uma placa de isopor e
aproximadamente 2 cm colocada horizontalmente para introduzir as varetas das
flores e da colmeia formando o cenário.








Cantar a musica “A Abelhinha” de Sonia de Paula – CD Histórias
Cantadas – movimentando a vareta da abelhinha conforme sugere a letra da
musica.
A Abelhinha
Eu vou de flor em
flor, de flor em flor, buscando o néctar, néctar
E ao voltar pra colmeia,
transformar tudinho em mel.
Zi zi zi zi
Zi zi zi zi
Trabalho todo dia com
muita alegria
Zi zi zi zi
Zi zi zi zi
Com meu trabalho
louvo ao Papai do Céu

ATIVIDADE REFLEXIVA
Perguntar as crianças se gostam do mel que a abelha faz. Em
seguida perguntar se conhecem o trabalho que é feito por várias pessoas para
que possamos saborear o mel (anexo 5).



Dar outros exemplos, concluindo sempre que com o trabalho
podemos conseguir coisas boas.
- É bom ter uma casa?
- Que trabalho precisam ser feitos para termos uma casa? (anexo 6)



- É bom ter uma roupa para vestir?
- Que trabalhos devem ser feitos para termos uma calça
comprida para vestir? (anexo 7)


Resultado de imagem para AULA ESPIRITA - terça-feira, 24 de abril de 2012 TRABALHO, INSTRUMENTO DE PROGRESSO


Lembrar que:

A abelhinha trabalhava “todo dia com muita alegria” e essa
deve ser a nossa atitude: trabalhar com alegria.
Trabalhar com boa vontade e alegria dá saúde e felicidade.
Com o trabalho, louvamos ao Papai do Céu - como diz a
abelhinha.

Narrar- Kitoco

Perguntar:
- Como a família conseguia dinheiro para fazer a casa nova e
bonita?

Pedir as crianças que digam em que
elas podem ajudar em casa e na escola.

KITOCO

Fig..1 Kitoco era um brasileirinho filho de japoneses.
Quando seu pai e seus irmãos saíam para trabalhar, Kitoco
ficava na porta de casa chorando.
Também queria “sair para trabalhar”.
Sua mãe dizia: - Kitoco você ainda é pequeno. Criança não
pode trabalhar como gente grande.
O tempo passou e Kitoco foi crescendo...
Um dia, o pai de Kitoco chegou a casa muito feliz.
Ele tinha comprado um sitio com uma casa pequenina.
Kitoco pediu:
- Papai, eu posso trabalhar no sitio?
Prometo fazer tudo com atenção. Já estou crescido, papai!
O pai abraçou feliz o filho:
- Pode ajudar sim, Kitoco.
A família mudou-se para a casa
pequenina do sitio.



Fig.2 – O pai começou a ensinar
alguns serviços que Kitoco podia fazer: alimentar a vaca e as cabras, arrumar
os canteiros e semear.




Fig.3 – Certo dia, nsceram muitos
cabritinhos.
Kitoco cuidou dele com atenção e
carinho.
Eles cresceram. Deles nasceram novos
filhotes.
Depois, Kitoco aprendeu a fazer
queijo do leite das cabras.



Fig.4 – As irmãs de Kitoco gostavam
de ajudar a mãe a fazer doces.
Seu irmão mais velho vendia na cidade
os queijos, os doces e os legumes da horta.



Fig.5 – Com o trabalho de todos, a família
ganhou dinheiro e construiu uma casa nova e bonita.
Todos vivem lá com saúde e felicidade.


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