quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

AULAS PARA MATERNAL E JARDIM

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MATERIAL PARA MATERNAL E JARDIM


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Participe do grupo PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO NO MATERNAL E JARDIM
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

AULA DE APRESENTAÇÃO E INTEGRAÇÃO

OBJETIVO:

conhecer o jovem de forma a facilitar o trabalho durante o ano, e permitir que os jovens se conheçam.
- Pedir aos jovens que se apresentem: nome, idade, se estuda, nome da escola, se fez ou faz parte da evangelização, aonde mora, se freqüenta algum clube, o que faz nos fins de semana, se faz algum esporte, se gosta de teatro/pintar. etc.
- perguntar como foram de férias, o que fizeram, etc.
- pedir que falem de seus objetivos para o ano que se inicia.
- propor o Jogo “Eu gostaria de ouvir...”
- “apresentar” o programa a ser abordado durante o ano e as atividades propostas.

JOGO: Eu gostaria de ouvir...
Peça aos participantes para dizerem alguma coisa positiva que eles gostariam de ouvir outra pessoa dizer sobre eles. Por exemplo: “Eu gostaria de ouvir alguém dizer que eu...”. Na segunda rodada eles deverão dizer algo que não gostariam mais de ouvir outra pessoa dizendo sobre eles. Por exemplo: “ Eu NÃO gostaria mais de ouvir alguém dizer que eu...”.

Aula de Integração

OBJETIVO:

 Promover a integração dos jovens entre si e com os evangelizadores.

- propor o Jogo

Levar objetos diversos, como por exemplo: xale, óculos sérios, óculos mais “modernosos”, chapéu, colares, gel para cabelo, etc….
Propor aos participantes arrumarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.
Após se arrumarem, dizer a eles que se apresentarão individualmente para a turma, falando um pouco de si, dos seus sonhos para ofuturo, etc.
Uma variação deste jogo é:
Levar figuras/desenhos destes objetos. Levar bonecos de papel,  que deverão ser distribuídos aos jovens.
Explicar que o boneco(a) irá representar o jovem para a turma, de forma que os colegas o conheçam melhor. Espalhar as figuras dos objetos na mesa de forma que cada jovem escolha os objetos com os quais vai vestir o seu boneco (a).
Após cumprirem a tarefa solicitada, cada jovem deverá apresentar o seu “boneco eu” para a turma.

Sugestão:

 Levar figuras dos objetos em preto e branco, deixando que os jovens os incrementem.

AULA DE APRESENTAÇÃO




 Pedir aos jovens que se apresentem:
 nome, idade, se estuda, nome da escola, se fez ou faz parte da evangelização, aonde mora, se freqüenta algum clube, o que faz nos fins de semana, se faz algum esporte, se gosta de teatro/pintar. etc.
 O objetivo é conhecer o jovem de forma a facilitar o trabalho durante o ano, e permitir que um jovem conheça o outro (muitas vezes tem pontos em comum, estudam numa mesma escola, uma mora no prédio onde mora a avó de outra, etc.)
- perguntar como foram de férias, o que fizeram, etc.
- pedir que falem de seus objetivos para o ano que se inicia.
- “apresentar” o programa a ser abordado durante o ano e as atividades propostas.
- falar das visitas fraternas para este ano que se inicia. Ouvir sugestões, e pedir que ajudem na busca de lugares que podem ser visitados.
Roteiro Alternativo:
Dinâmica: Criar o “Jovem Médio da Mocidade I”, a partir das informações de cada jovem.
Forma divertida de fazer as apresentações, sem constrangimento.
Material: Levar fita métrica.
Desenvolvimento:
 Preparar um formulário que será preenchido, coluna por coluna, a partir das respostas e informações de cada jovem. Depois “tirar a média” para saber como é o perfil do jovem da Mocidade I.
Exemplo de itens constantes do formulário (outros itens sugeridos pelos jovens devem ser incluídos):
1. Nome 2. Sobrenome 3. M/F 4. Nasc.: DD/MM/AA 5. Altura (medir) 6. Bairro
7. Cabelos (cor) 8. Comida preferida 9. Sobremesa preferida 10. Bebida
11. Tipo de Música 12. Esporte 13. Estilo (“tribo”)
Sugestões para a média:
(1) e (2): atribuir número às letras da INICIAIS e tirar média aritimética. Depois converter em letra de novo. Ex.: G+L+B+J+R = 7+12+2+10+18 = 49  5 = 9,8  10 = J Logo o nome a ser escolhido para o Jovem Médio começaria com a letra J, por exemplo, Jaqueline.
(4) Tirar a média separada para Dia, Mês e Ano.
(6) a (13) Usar o mais freqüente. Decide um desempate o jovem que teve aquele item com menos frequência.

AULA DE APRESENTAÇÃO - 12 A 14 ANOS

OBJETIVO:

 Apresentar a proposta da Mocidade I e o conteúdo programático do ano. Permitir que os jovens se conheçam mutuamente, e se familiarizem com o Evangelizador.
- Pedir as jovens que se apresentem: nome, idade, se estuda, nome da escola, se fez ou faz parte da evangelização, aonde mora, se freqüenta algum clube, o que faz nos fins de semana, se faz algum esporte, se gosta de teatro/pintar. etc.
- o objetivo é conhecer o jovem de forma a facilitar o trabalho durante o ano, e permitir que um jovem conheça o outro (muitas vezes tem pontos em comum, estudam numa mesma escola, uma mora no prédio onde mora a avó de outra, etc.)
- Os orientadores de mocidade também se apresentam, explicando a diferença entre a evangelização infantil e a evangelização juvenil.
- Conversar sobre o programa a ser abordado e as propostas para este ano. Ouvir sugestões.
- propor o jogo

Jogo do Novelo

 Material:

 Rolo de Barbante ou novelo de lã

 Descrição:

1. Os jovens ficam em pé, distribuídos aleatoriamente na sala, mantendo uma certa distância entre si. Inicia-se pedindo que memorizem a posição que ocupam, para voltarem posteriormente.
2. Solicita-se, então que realizem vários deslocamentos, como por exemplo todos irem para um certo ponto da sala, e depois outro ponto. Em seguida, solicita-se que retornem ao ponto original.
3. Agora, joga-se o rolo de barbante para um participante, que se apresenta para o grupo. Para variar, ele(a) pode relatar um fato marcante (negativo ou positivo) de suas férias.
4. Após dar algumas voltas com o barbante em seu dedo indicador, o participante joga o rolo para outra pessoa, mantendo o fio esticado.
5. Quando a segunda pessoa se apresenta e fala, enrola algumas voltas do barbante em seu dedo e joga para uma outra pessoa, que repete o mesmo processo. O jogo prossegue até chegar ao último participante.
6. Nesta situação, solicita-se que repitam o deslocamento realizado no início da atividade, mas agora unidos pelo fio. Devem ir até os pontos determinados e retornar ao ponto inicial.
7. Ao final, levá-los a observar que estão todos unidos por um fio; da mesma forma, na sua vida, estão unidos por fios invisíveis a outras pessoas: na sociedade, na escola, nos lares, e também, a partir daquele momento, estão unidos ao Grupo da Mocidade.
8. Chamar a atenção para o fato de que o movimento de um interfere no do outro, mesmo sem querer. Todos estão unidos pelo fio DA COOPERAÇÃO, DO RESPEITO, DA BOA VONTADE.
9. Sentam-se e o instrutor relembra os procedimentos para a convivência grupal.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

DINÂMICA CONGRESSO DAS FLORES

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Certa vez, no reino da floresta encantada, no dia dos amigos (um dia muito comemorado na floresta), o REI GIRASSOL convocou todas as flores para um congresso. Um congresso muito importante, pois o tema em questão era: – “o que é a amizade?” Todas as flores se prepararam para o tal congresso, com seus perfumes característicos (cada uma no reino tinha o seu próprio e todas sabiam que cada perfume era importante para o reino). E elas se arrumaram muito, pois falar de amizade naquele reino era a coisa mais importante. Sabiam que cada amigo era um tesouro extremamente valioso. O primeiro a falar foi o Amor Perfeito que, com todo respeito, foi logo dizendo que amizade era distribuir apertos de mão a todos que encontrava. E as OUTRAS FLORES concordaram.
A HORTÊNCIA logo em seguida se levantou e disse que ser amigo para ela era sorrir sempre, em qualquer situação. E as OUTRAS FLORES concordaram.
O JASMIM, cheio de encanto, olhou todas as flores presentes e murmurou: “ser amigo é acariciar a todos”. E as OUTRAS FLORES concordaram.
A ROSA, cheia de charme, disse que amizade era mais, era beijar a todos que encontrar.
E as OUTRAS  FLORES concordaram.
O LÍRIO, muito afetuoso, na sua vez de falar, com os braços erguidos, disse que amizade era dar abraços em todos. E as OUTRAS
FLORES concordaram.
A AZALÉIA, muito transcendental, comentou que sendo os olhos o espelho da alma, ser amigo era ter o olhar sempre terno. E as OUTRAS FLORES concordaram.
Mal a AZALEIA sentou, o CRISÂNTEMO, muito autoritário, se ergueu e disse imponente: – “ser amigo é passar um sabão no outro, sempre que necessário.” E as OUTRAS FLORES concordaram.
A ORQUÍDEA, na sua vez, muito tímida e discreta, que quase nunca
dá palpites, sussurrou bem baixinho: “ser amigo é saber ouvir o outro.” E as OUTRAS FLORES concordaram.
A ORQUÍDEA, na sua vez, muito tímida e discreta, que quase nunca dá palpite, sussurrou bem baixinho: “ser amigo é saber ouvir o outro.” E as OUTRAS FLORES concordaram.
A MARGARIDA, que já não se agüentava mais quieta, pois quase sempre queria falar sem ser sua vez, finalmente pôde dizer empolgada que ser amigo era exclamar sempre, a qualquer lugar: – “eu adoro vocês!” E as OUTRAS FLORES CONCORDARAM.
De repente, um vento forte, mas muito forte soprou,
soprou tanto que as FLORES já estavam quase voando, tão delicadas que eram, e por certo voariam se não tivessem se unido. FLORES GRANDES, FLORES PEQUENAS, de todas as cores, ali no reino, unidas para superarem aquele vento forte que logo, logo iria embora. Ficaram umas segurando nas outras, até que tudo voltasse ao normal. E voltou! Nossa, que alegria!
O REI GIRASSOL, muito compassivo, aproveitou o momento para finalizar o congresso. Concluiu que o aperto de mão, sorriso, o carinho, o beijo, o abraço, o olhar terno, o sabão na hora certa, o saber ouvir, o falar o que sente sinceramente, tudo isso era muito importante e que se manifestando do jeito que fosse o principal na amizade era a união no
ideal e no amor. Felizes, todas as FLORES
concordaram. E no reino encantado se encantou muito mais.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO


Resultado de imagem para PELOS CAMINHOS DA EVANGELIZAÇÃO - A CARRUAGEM


A CARRUAGEM

Objetivo:

Chamar a atenção para o trabalho em grupo e para a busca da Causa, e evitar o individualismo.

Duração:

Aproximadamente 10 minutos

Material:

Folha com a descrição do jogo e papéis com personagens para distribuir para o grupo. Cada participante deve receber um personagem que pode se repetir, conforme a necessidade.

Procedimento:

Personagens
Cocheiro
Roda
Passageiro Magro
Passageira
Menininho Chorão
Banco
Porta
Molas
Cavalo
Carruagem (todos)

Facilitador: “Vou contar uma história. Quando eu citar o seu personagem, você deve levantar-se e bater uma palma e logo se sentar. Quando eu disser CARRUAGEM, todos devem levantar e bater 2 palmas e logo sentar.”
Em seguida narrar à história abaixo. Repetir 2 ou 3 vezes caso seja necessário, até que o grupo consiga desempenhar a tarefa.
A viagem estava atrasada porque o cocheiro estava consertando a roda dianteira da carruagem. O atraso o deixava cada vez mais irritado, e o passageiro magro andava de um lado para o outro enquanto a passageira acalmava o menininho chorão.
Quando a carruagem ficou pronta, o velho cocheiro apressou-se em fechar a porta e tirar o capim do cavalo, para iniciar a viagem da carruagem.
O passageiro magro acalmou-se e até sorriu para o menininho chorão que, agora todo feliz, fazia ranger com seus pulos as molas do banco da carruagem.
A carruagem iniciou a viagem puxada pelo cavalo enquanto a passageira sorria para o passageiro magro. Mas, de repente, o cavalo tropeçou, o banco inclinou, a porta se abriu e o cavalo se assustou, obrigando a carruagem a parar para consertar a mola do assento e a roda que havia se soltado novamente da carruagem.

Desfecho:
Questionar o grupo se a tarefa foi fácil ou difícil. Em seguida pedir que narrem a história completa. Provavelmente eles não saberão narrar a história com todos os detalhes. Abrir uma discussão no sentido de mostrar que enquanto cada um estiver prestando atenção somente em suas próprias atribuições o trabalho com um todo está passando despercebido.
- Envolver assuntos do tipo trabalho em grupo, o trabalho pela causa o comprometimento, a ajuda mutua, etc.

- Concluir por fim que a “Evangelização é para todos”, mas também é de “Responsabilidade de Todos” – O ANDAR DA CARRUAGEM DEPENDE DE TODOS NÓS!

DINÂMICA - BOAS VINDAS





Quebra-gelo:

Em uma caixa, colocar cartões dobrados de cores diferentes. Pedir para que cada evangelizando sorteie um cartão e não abra.

Em seguida, distribuir balões, pedir para que coloquem os papéis dentro e encham. Feito isso, os evangelizandos devem caminhar pela sala passando os balões, sem deixa-los cair, acompanhando o ritmo da música. Ao parar a música, eles devem parar também.

Repetir o procedimento duas vezes, sendo que na segunda, eles deverão estourar os balões e abrir os cartões que conterão os dizeres:


“Bem-vindos à Evangelização"!

Que comportamento você espera:

a) dos evangelizandos

b) dos evangelizadores?

Os evangelizandos deverão se dividir em grupos de acordo com as cores dos cartões e se apresentar nos grupos.


Construção das normas de conduta



Os evangelizandos devem responder às perguntas, sendo lembrados da seriedade das respostas, pois todos, evangelizandos e evangelizadores, deverão seguir essas normas de condutas no decorrer do ano.

Apresentação


Essa etapa será dividida em dois momentos. Em grupos, os evangelizandos devem levantar e apresentar um dos amigos do grupo. Em seguida, todos lerão suas respostas, que deverão ser acompanhadas das opiniões dos demais grupos (“concordo”; “discordo”).

As respostas aceitas por todos os grupos serão coladas em um painel que deverá permanecer até o fim do ano (se possível).

Encerramento

Os evangelizadores se apresentarão, reforçando o desejo de boas-vindas, lembrando que as normas construídas por eles deverão ser respeitadas e dando uma pequena visão geral do curso.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO PARA ENCONTRO DE EVANGELIZADORES

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AS FLORES DO JARDIM ENCANTADO

DESENVOLVIMENTO:

Caminhar em círculos ao som de uma música suave, observado as flores de cores diferentes dispostas no centro.

Dado o sinal, durante a música, cada participante pega uma flor e segura na mão.

Após todos estarem com a flor, escutarão a história abaixo e deverão realizar a ação correspondente a cada cor de flor.

Era uma vez um jardim encantado. Neste jardim havia muitos canteiros. Em cada um deles, flores de todos os tipos, tamanhos, cores e com variados e deliciosos perfumes.

Neste jardim encantado não chovia, embora todas as flores necessitassem de muita água para viver. Por não chover no jardim encantado, as próprias flores desenvolveram a capacidade de se transformarem em jardineiras.

Assim, ela sobreviviam, regando uma as outras, e com gotas de água de diferentes tipos. Havia no jardim encantado umas gotas de água que se chamavam OLHAR CARINHOSO, estas gotas eram produzidas e distribuídas pela flores AZUIS. Todos os dias, de manhã bem cedinho, as flores AZUIS se transformavam em jardineiras e regavam cada uma de suas amigas com as gotas de olhar carinhoso para viver aquele dia.

Uma outra espécie de água chamava-se PALAVRA DE ÂNIMO, estas gotas eram produzidas e distribuídas pelas flores VERDES, da mesma forma como a anterior, estas espalhavam entre as companheiras palavras de ÂNIMO.., que eram sussurradas no ouvido de cada flor do jardim.


Diariamente, todas as flores precisavam de gotas de água chamadas UM APERTO DE MÃO, estas eram produzidas e distribuídas pelas flores LARANJAS. A certa altura do dia, elas se transformavam em jardineiras e espalhavam apertos de mão carinhosos para cada uma das flores.

As flores do jardim encantado eram regadas com gotas conhecidas por CARINHO NO ROSTO, quem as produzia e distribuía eram as flores AMARELAS.
 
Havia ainda gotas muito especiais que as flores jardineiras precisavam muito, estas eram produzidas e distribuídas pelas flores VERMELHAS. Todas as flores esperavam com ansiedade a visita das flores VERMELHAS. As gotas que elas distribuíam chamavam-se ABRAÇO CHEIO DE AMOR.


E assim, as flores do jardim encantado viviam  felizes. Todas davam e recebiam as gotas necessárias para viverem uma troca ilimitada. As flores do jardim viviam muitos anos, esbanjando cores e formas lindas até desaparecerem felizes para dar lugar às novas flores que nasciam diariamente. Estas, logo davam e recebiam as gotas especiais que faziam daquele jardim um lugar ENCANTADO.


(Edson Ponick)