segunda-feira, 6 de junho de 2011

VALORIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA

Objetivo: Identificar cuidados para preservação da saúde física.

Atividade Introdutória

Apresentar uma faixa de papel com os seguintes números (criptograma):
18- 20 - 1 18 - 1- 20 - 4 - 5 5 12 - 20 - 9 - 19 - 14 9 - 12 - 15 - 14 - 17 - 19 - 1 - 13 - 19 - 5
Explicar que o grupo deverá descobrir a frase, usando o código do anexo 1.
Frase decodificada: Sua saúde é muito importante!

Atividade Reflexiva

- A partir da atividade anterior, perguntar aos participantes, pedindo que justifiquem as respostas:
- se concordam com a frase;
- se a maioria das pessoas se preocupa em cuidar da saúde;
- se a maioria das pessoas conhece os meios de cuidar da saúde;

- Afirmar que muitas pessoas prejudicam a saúde porque não conhecem o que lhes faz mal. Este é o caso do “Jeca-Tatu”.

Narrar: Jeca-tatu (adaptação resumida da história de Monteiro Lobato), com auxílio das gravuras.

- Apresentar os anexos 2 e 3, 4 e 5 dizendo que aí estão várias recomendações importantes para a saúde. São frases ilustradas, fáceis de ler. Estimular o comentário de cada frase e o compromisso de cuidar da saúde.

Atividade Criativa

- Dividir os participantes em dois subgrupos. O primeiro imaginará como deveria ser a vida e as conversas da família de Jeca-Tatu antes do tratamento. O segundo grupo, como deveria ser depois do tratamento.

2- Os subgrupos ensaiarão e apresentarão uma dramatização.

- Harmonização Final/ Prece

- Na forma habitual. Visualizar um cenário que seja muito agradável. Sentir-se nele.

- Meditar:

Sinto a presença de Deus quando estou em paz.

JECA-TATU

Fig. 1- Jeca-Tatu morava no interior do Brasil num casebre de taipa. Ele vivia sempre muito pálido e cansado, fumando o seu cigarrinho de palha. Os filhos eram muito parecidos com o pai, até no desânimo.
Jeca trabalhava carregando madeira. Arrumava um feixinho de varas, colocava sobre sua cabeça e mal conseguia caminhar. Aquele feixe de varas parecia pesar tanto!... E assim era a sua vidinha, igual a de muitos outros homens.
Certo dia, chegou àquele lugar um médico muito interessado em melhorar a saúde dos habitantes da região

Fig. 2- Jeca-Tatu foi consultar-se, queixando-se da “falta de coragem” para trabalhar.
O médico mandou que ele fizesse um exame de fezes. Ele, a mulher e os filhos.
Quando chegou o resultado do exame, descobriu-se o porquê do cansaço de Jeca-Tatu e de sua família. Eles tinham uma verminose, conhecida como “amarelão”.

Fig. 3- Andando sempre descalços, o verme entrava pelos pés, atravessando a pele e depois desenvolvia-se no intestino, sugando o sangue e as forças daquelas pessoas.
Fig. 4 - O médico receitou remédio e calçado para toda a família.
A partir daquele dia Jeca-Tatu, a mulher e os filhos não mais andaram descalços.

Fig. 5- Em pouco tempo Jeca parecia um outro homem. Bem disposto, já conseguia carregar, não mais um feixe de varas, mas muitas toras de madeira de boa qualidade, que levava para vender em localidade próxima.
Aos poucos foi reformando sua casa, comprando móveis, trocando o velho fogão de lenha por outro mais moderno. A família, agora com saúde, o ajudava também.

Fig. 6- Quem hoje passar por lá, não vai mais encontrar o Jeca-Tatu, mas um homem forte e bem sucedido, à frente de seus negócios e morando numa grande e próspera fazenda.

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