quinta-feira, 31 de março de 2011

REENCARNAÇÃO

O pequeno herói anônimo

A situação não estava nada fácil. O pai, há muito tempo, tinha os abandonados; os irmãos mais velhos moravam nas ruas, vivendo cada um por si; a mãe, com uma doença que parecia não ter fim...

Joãozinho, com 12 anos, é quem dava conta de tudo. Fazendo biscates e pequenos serviços conseguia cuidar da mãe enferma e alimentar os dois irmãos menores, preocupando-se com seus estudos, já que ele próprio não podia ir à escola.

Quem o conhecia não podia acreditar que este menino, tão frágil, tão franzino por causa da desnutrição na infância, tivesse tanta força e coragem para tudo suportar. Joãozinho não reclamava de nada: nem da infância perdida, nem da escola abandonada, nem do pai irresponsável; resignado, enfrentava a situação da melhor maneira, procurando estar sempre alegre e de bom ânimo.

Do ponto de vista comum dos homens, Deus parecia injusto colocando tanta carga de responsabilidade sobre ombros tão frágeis e desprotegidos.

Porém, do ponto de vista espiritual, a visão é bem diferente! Os benfeitores espirituais e Joãozinho sabiam que esse era o único caminho para a sua redenção.

Joãozinho na reencarnação anterior havia sido Dr. João, filho de uma família nobre e abastada. Mas ao invés de utilizar as facilidades e os recursos de que dispunha para fazer o bem e ajudar as pessoas a se tornarem melhores, empregou-os como instrumento de opressão e satisfação dos prazeres desenfreados.

Com o poder e o dinheiro nas mãos, destruiu famílias, prejudicou pessoas, infelicitou muitas jovens.

Após desencarnar, o Dr. João já não era mais famoso nem poderoso, mostrando quem realmente era: um Espírito amargurado, infeliz e arrependido do mal que provocara. Com o auxílio dos mentores espirituais planejou uma nova vida com muitas dificuldades e sofrimento, privado de todas as facilidades materiais, onde receberia em seu lar, como familiares necessitados de seus cuidados, muitas

pessoas que havia prejudicado na encarnação anterior.

E lá vai Joãozinho, o menino que tinha tudo para ser triste e revoltado,feliz da vida, como um pequeno herói anônimo, amparado pelos amigos invisíveis,em busca de outro serviço para o sustento de sua família.

Ele sabe, inconscientemente, que pediu e recebeu de Deus a oportunidade de resgatar débitos do passado e evoluir da melhor maneira possível: plantando e distribuindo sorrisos e amor por onde passar.

Luis Roberto Scholl

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Desenhos de Cristina Chaves - Sociedade Espirita Casa do Caminho - Bairro



Jardim das Palmeiras - Porto Alegre - RS




DINÂMICA

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COELHINHO SAI DA TOCA

Divida os participantes em grupos de três crianças, e em círculo forme as tocas.


Duas crianças dão-se as mãos formando a toca e a outra criança ficará dentro da toca. Ela será o coelhinho. Bem, nesse caso, vamos mudar um pouco os termos: duas crianças formam um lar (a família), uma casa, com as mãos dadas. A terceira criança será o "Reencarnante". Não vamos ter medo de usar termos espíritas com crianças, mesmo as pequenininhas, No centro do círculo ficarão as crianças, "Reencarnantes" que estão à espera de reencarnar nos lares.


Quando alguém falar: "Reencarnação" (antigamente era: Coelhinho sai da toca!), todos os reencarnantes deverão trocar de lares e os reencarnantes que estão no centro procurarão um lar. Quem não conseguir entrar em algum lar fica no centro, esperando nova oportunidade. Pode-se falar em corpo físico também, ao invés de lar.


Dinâmica:


Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma o espírito assimila as experiências e emoções adquiridas em suas diversas encarnações.



Material:

1 pedaço de esponja para cada evangelizando – 1 recipiente com água – 1 recipiente com perfume – recipientes, cada qual com tinta nas seguintes cores: azul, amarela, verde e vermelha, 1 folha de papel ofício para cada evangelizando.



Preparação do ambiente: dispor, sobre uma mesa, os diversos recipientes lado a lado, na seguinte ordem: água, tinta azul, tinta amarela, tinta verde, tinta vermelha e perfume. No lado oposto da mesa, dispor, observando um bom espaçamento, uma folha ofício para cada evangelizando.



Desenvolvimento:

a) Pedir aos evangelizandos que cada um se posicione em pé na frente do papel ofício a ele destinado. Entregar para cada um uma esponja e explicar: - Deus nos criou espíritos simples e ignorantes, aptos a absorver conhecimentos, como essa esponja está apta a absorver substâncias. Para crescermos em ciência e sabedoria necessitamos de EXPERIÊNCIAS. Somos como essas esponjas, que nunca tiveram contato com nada. Simples e ignorantes – sem experiência. Para evoluirmos, necessitamos de ADQUIRIR E COMPARTILHAR EXPERIÊNCIAS através de sucessivas reencarnações. A cada reencarnação aprendemos e guardamos algo daquela experiência.

b) Chamar um dos evangelizandos, pedir que se aproxime da mesa e mergulhe sua esponja na bacia com água, deixe-a absorver bem o líquido, após, esprema o excesso. Peça-o para retornar ao seu lugar e observar bem a esponja, dê-lhe outra esponja seca e pergunte: - O que aconteceu? Repita a operação com os demais evangelizandos, enfatizando as respostas dadas. Após todos terminarem, enfatize: a água representa uma existência, note que a esponja, mesmo depois de espremida, ainda continua molhada, isto significa que o espírito, mesmo após desligar-se do corpo físico, ainda guarda os ensinamentos adquiridos naquela existência. Tem agora algum tipo de ensinamento, mas a esponja está somente molhada, não se alterou seu aroma nem sua coloração.

c) Chamar novamente o primeiro evangelizando e orientá-lo: agora devagar coloque um lado da esponja sobre a tinta azul. Aperte. A tinta azul representa uma nova vida. Observe que a esponja absorveu a tinta e um lado mudou de cor, isso significa que novas experiências são acrescentadas ao espírito após cada vida. Agora, volte para seu lugar e passe o lado da esponja que está com a tinta azul na parte superior de seu papel. Assim: (o processo devera ser repetido por todos)



d) Novamente, um a um dos evangelizandos devem ser chamados e orientados a mergulhar o lado oposto da esponja na tinta amarela, observar o resultado, refletir que a tinta amarela já é uma nova reencarnação, que também deixa "marcas" (experiências e conhecimentos) no espírito. Pedir que retorne a seu lugar e trace um semicírculo na borda superior esquerda da folha, assim:



e) Peça que cada um observe que cada extremidade da sua esponja está de uma cor. Diga-lhes para dobrarem a esponja, pressionando as extremidades azul e amarela uma contra a outra repetidas vezes. Estimule-os a observar que as tintas se misturaram, mudando a cor para verde. Volte a chamar o primeiro evangelizando, peça para ele mergulhar a esponja na cor verde, observando que a cor verde representa mais uma reencarnação, voltar e repetir o processo de transferência da cor verde para a parte inferior de seu papel. Todos os evangelizandos devem fazer o mesmo. O papel de cada um ficará mais ou menos assim:



f) Agora, um a um dos evangelizandos irá molhar sua esponja em uma nova "existência": a vermelha, e ficarem do lado das tintas esperando que o último colega faça o mesmo. O evangelizador deverá pegar o frasco com o perfume, aproximar-se dos evangelizandos e explicar: Após cada existência o espírito acumula conhecimentos e experiências. Quando, entretanto, ele consegue, através do desenvolvimento moral, entrar em contato com sua essência divina – o que será representado por esse perfume que colocarei em cada esponja de vocês – ele passa a cumprir seu destino como Co-criador. Observem que vocês começaram a pintar uma paisagem, sem ao menos perceber. Cada pensamento nosso, cada atitude, gesto, palavra e sentimento interfere na Criação, em nossas vidas e em tudo a nossa volta. Agora que vocês adquiriram a consciência de sua essência divina, representada pelo perfume que está emanando de suas esponjas, devem voltar a seus "mundos" (que vocês estão criando em seus papéis) e concluir sua obra, embelezando- o, acrescentando outros elementos, o que vocês quiserem.

g) O Evangelizador deverá aproximar os recipientes com tinta para o lado em que estão os "mundos" dos evangelizandos, estimulando- os a compartilharem idéias – pois devemos colocar para circular os conhecimentos e experiências adquiridos, pois conhecimento estagnado gera orgulho e egoísmo, verdadeiras chagas para nosso espírito, e conhecimento e experiência compartilhado geram riqueza e sabedoria para si e os outros. Os trabalhos deverão ser colocados no mural para exposição.


IMAGENS













ATIVIDADE




















 

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