terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CONHECENDO O CORPO - O ROSTO/ OS SENTIDOS

UNIDADE – MINHA VIDA

OBJETIVO: Identificar importantes partes do corpo, suas funções e sua utilização para o bem.

ATIVIDADES:
Levar um bichinho (reália ou brinquedo) e comparar suas feições com as das crianças, orientando a observação, através de perguntas, conforme a espécie escolhida. Exemplos:

• As orelhas deste bichinho são parecidas com as nossas?
• Os olhos são dos lados (no caso das aves) ou na frente como os nossos?
• Ele tem boca ou tem bico?

Ressaltar a importância das semelhanças e diferenças.

Fig.1 Exemplo: o passarinho tem um biquinho fino e não uma boca igual a nossa para poder pegar bichinhos em pequenos buracos e assim alimentar-se. Dizer que o Papai do Céu cuidou de tudo que criou com muito amor para que todos tivessem meios de viver.

Apresentar a boneca Naná, uma boneca de pano sem rosto e sem cabelos (anexo 1), confeccionada previamente se possível em tamanho médio ou grande (ela será também usada nos próximos encontros).

Perguntar:
- O que está faltando nesta boneca?
Ouvir as crianças e dizer e dizer que vamos ajudar Naná a ter um rostinho igual ao nosso. Pedir que cada criança diga uma parte que falta e à medida em que forem falando, colocar as peças já recortadas em feltro (ou contas ou botões) e perguntar, sempre estimulando a criança a falar primeiro(só depois dar exemplos):

Para que servem os... (olhos, nariz, etc.)?
Por que são tão importantes para nós?
Que coisas boas podemos fazer com: - os olhos (ver tudo que está à nossa volta, olhar o irmãozinho para que não se machuque; procurar e apanhar o que mamãe precisa, ver os carros quando atravessamos a rua...);
- a boca? (comer, beber água, falar palavras educadas: por favor, obrigado...; falar coisas alegres para o amiguinho que está triste; dizer para a mamãe e para o papai que gosta muito deles...);
- os ouvidos? (ouvir as coisas bonitas que os amigos falarem; ouvir histórias; ouvir músicas que nos faça ficar alegres e calmos...);
- o nariz? (sentir o cheiro das flores, respirarem bem para o corpo ter saúde...)
Completado o rosto da Naná, oferecer fios de lã grossa para as crianças fazerem os cabelos da boneca.
Propor às crianças brincarem de roda com Naná, que agora já é uma amiguinha do grupo.
Pedir que todos sentem em rodinha ficando bem quietinhos, em silêncio. Agradecer:

“Papai do Céu, obrigado (a) porque posso ver ouvir e falar”.

FONTE - LFC


NÃO VIOLÊNCIA

Perguntar as crianças:

QUEM VOCÊS PREFEREM PARA SER SEU AMIGO: UM MENINO AGRADÁVEL E EDUCADO OU UM MENINO BRIGÃO? POR QUE?

Ouvir as crianças

Atividade Reflexiva

Conversar com as crianças as conseqüências desagradáveis da violência dos "brigões”. Dar exemplos da vida infantil. Explicar que a violência não é só bater, empurrar, chutar alguém, mas também ofender, xingar, tratar mal desrespeitar.

NARRAR: A FLORZINHA AMOROSA

Explorar a história avaliando também sua compreensão:

- O que acharam da atitude da Orquídea?
=E do Lírio?
-E da Petúnia?
-Qual dessas flores vocês gostariam de ter como amiga? Por quê?
-A atitude de Ritinha no recreio foi parecida com a de qual flor?

Concluir que para viver feliz é preciso respeitar todas as pessoas nunca fazendo o mal.

ATIVIDADE CRIATIVA

PROPOR ÀS CRIANÇAS QUE RECONTEM A HISTÓRIA MUDANDO ATITUDE DA ORQUÍDEA E DO LÍRIO

COMBINAR PREVIAMENTE COM O GRUPO AS FALAS DESSAS FLORES E O QUE ACONTECERÁ DIFERENTE.

CADA CRIANÇA FARÁ UMA DOBRADURA SIMPLES DE BORBOLETA.
EXPLICAR QUE AS BORBOLETAS TÊM UMA "escaminhas" que podem arranhar os olhos. POR ISSO NÃO DEVEMOS SEGURAR BORBOLETAS: SO FEITAS DE PAPEL.

HISTÓRIA:

A FLORZINHA AMOROSA

No recreio da escola, Ritinha organizava a brincadeira
-Joana, Lina, Lucinha, venham para o meu grupo!...Você não Ivete!
- Por que não, Ritinha?
- Você está muito gorda! Não vai correr direito!Você também não vai brincar no meu grupo.
Alfredo! Menino atrapalha!.. .
A professora observava tudo. Quando retornaram à sala, ela disse que ia apresentar um teatrinho e era importante que prestassem muita atenção
E o teatrinho começou (narrar utilizando o recurso de teatro de vara)

NARRADOR: Três borboletas voavam alegres de flor em flor num jardim. De repende, caiu uma chuva forte. As borboletas corriam para todos os lados à procura de um abrigo quando viram uma linda orquídea amarela onde poderiam pousar. A borboleta amarela aproximou-se e falou:

BORBOLETA AMARELA: Amiga orquídea podemos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

ORQUIDEA: Nada disso! Não sou guarda-chuva! Não vê que sou uma flor rara? Procurem outro lugar. O problema é de vocês.

NARRADOR: As borboletas levaram um susto com a agressividade da orquídea. Voaram para longe até que viram um lírio muito branco

BORBOLETA BRANCA: Sr. Lírio Branco poderíamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?

LIRIO: - Você pode porque é da minha cor. As outras borboletas não!Não me misturo!

Borboleta branca:- Então nada feito!Só ficaremos juntas. Amiga Petulia, poderíamos nos abrigar na sua corola ate passar a chuva?

PETÚNIA: - Claro que sim. Vou procurar abrir um pouco mais a minha flor para abrigar vocês três. Que alegria ser útil!

BORBOLETAS:- Obrigada, obrigada...

NARRADOR: Quando as borboletas iam voar para a Petúnia, a chuva passou e o Sol bem forte apareceu, secando as asas das borboletas enquanto voavam.Elas não precisaram mais abrigar-se na Petúnia,mas uma grande amizade surgiu a partir daquele momento.

(TERMINAR COM AS BORBOLETAS POUSANDO JUNTO Á PETÚNIA).

Ao acabar o teatro a professora viu que Ritinha aproximou-se de Ivete e Alfredo, falando-lhe:

- Desculpem-me pelo que fiz na hora do recreio.

FONTE- LFC





















quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

VIDA É A PRESENÇA DE DEUS

Objetivo: Ressaltar a importância de aceitarmos o que a vida nos dá lutando sempre para dar o melhor de nós mesmos
- Propor a realização de ações, como as abaixo descritas, para que os participantes vivenciem situações que podem realizar e outras que não dependem de sua vontade realizar. Avisar ao grupo para que fique atento às ordens dadas. Quando não for possível executar, o participante ficará imóvel e aguardará a próxima ordem:
a- sorrir para o amigo mais próximo b- ficar de pé e depois sentar-se c- encostar o nariz no meio das costas d- escrever o seu nome com o dedo e- colher uma laranja na mangueira
- Explorar a atividade através das perguntas:
– Vocês puderam fazer todas as coisas? – O que não puderam fazer? Por quê? – Existem coisas que dependem só de mim para fazer? – E existem algumas que não posso mudar?
- Dialogar com o grupo sobre: a) situações de vida que podem ser mudadas, pouco a pouco, dependendo do esforço da pessoa:
- dificuldade de aprender uma matéria; - pouca habilidade na prática de um esporte; - tornar-se gentil no convívio com as pessoas...
b) situações de vida que não podem ser mudadas:
- a família em que nascemos, às vezes tão problemática; - o tipo físico que herdamos dos pais e que nos desagrada; - um dia de ventania e chuva; - uma doença incurável que aparece de repente...
- Questionar com o grupo se, mesmo nas situações difíceis que não podemos mudar, não poderemos melhorá-las, torná-las menos aflitivas. Pedir que sugiram o que se pode fazer para melhorar as situações citadas no item anterior.
- Dividir o grupo em dois ou mais subgrupos. Propor que cada um crie um livro de história em que o personagem passa por uma situação muito difícil, que ele não pode mudar; mas pela resignação e boa vontade, ele torna sua vida a mais bela e útil possível. Oferecer o material necessário para a ilustração da história, que poderá ser feita com desenho ou combinando desenho com recorte e colagem.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

AUTA DE SOUZA


































Esses desenhos foram utilizados no CONCAFRAS de 2010, mas como os trabalhos são distribuídos para várias casas espíritas, nao sei informar quem desenhou.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

REENCARNAÇÃO

Apresentar um cartaz:
Menino rico Menino pobre
Menino sadio Menino paralítico

Dialogar com a turma sobre a justiça de Deus.
Desigualdade de riquezas, de saúde, de condições sociais, raças, etc.
Como explicar essas desigualdades se Deus ama a todos os seus filhos com o mesmo amor?
Explicar o porquê.

Música – REENCARNAÇÃO

REENCARNAÇÃO 2

Apresentar uma faixa contendo a máxima de Jesus:
“Ninguém poderá ver o Reino de Deus se não nascer de novo.
Solicitar que os evangelizandos leiam a faixa e expliquem o significado da expressão sublinhada.

Dialogar com as crianças:
O que significa nascer de novo?
Para que reencarnamos?
Poderemos lembrar nossas reencarnações anteriores?

Narrar:
“As Recordações de Maura”
O fato aconteceu há muitos anos. Uma menina chamada Maura brincava com suas bonecas quando notaram que ela ficou pensativa. O pai perguntou-lhe, carinhoso:
– Em que pensa, filhinha?
A menina respondeu risonha:
– Estou pensando, paizinho, que o meu nome não é Maura e sim Ana Maria.
– Como, filhinha? Você nunca se chamou Ana Maria.
– Mas da “outra vez” eu me chamava assim, respondeu convicta.
– Que “outra vez” é essa, Maurinha? perguntou a mãe, intrigada.
– A outra vez em que a senhora não era a minha mãe e em que o paizinho era guarda de uma floresta. Papai chamava-se Henrique Baket.
Todos olhavam espantados, julgando que a pequena estivesse perdendo o juízo Maura porém prosseguiu com olhar distante:
– Minha casa era bem pequenina, coberta de telha. Os quartos eram pintados com cores vivas. No fundo de nossa casa passava um riacho, antes da floresta! Cedinho eu ia naquelas águas A menina se calou. E a mãe, aflita, falou:
– Filhinha, não fique aí a dizer essas coisas.
Os pais ficaram muito preocupados com o incidente e resolveram aproveitar as férias para viajar, na esperança de que novos lugares e passeios afastariam da sua filhinha aquelas idéias estranhas e absurdas.
Viajaram e, na volta das férias, passaram por uma cidadezinha perto de uma floresta. Enquanto o carro percorria as ruas estreitas, Maura olhava em silêncio, muito atenta, para as casas. De repente, gritou apontando um edifício:
Fig. 1- Era ali que eu estudava! Aquele era o meu colégio!
O pai parou e desceram todos. Era uma escola pública. Maura correu para a escola, cheia de alegria.
– Quero ver a minha classe, disse ela, nervosa.Os pais explicaram à diretora o que acontecia com a menina. Maura, vendo uma sala de aula vazia, naquela hora, disse:
– É aqui! Aqui era a minha classe.
A diretora sorriu bondosa. Maura foi até o quadro, depois sentou-se numa carteira e disse:
– Essa era a minha carteira!
A diretora perguntou, carinhosa:
– Então já fui sua diretora?
Maura olhou-a bem, como se quisesse recordar e falou decidida:
– Não, a senhora não! Era outra. Foi quando eu me chamava Ana Maria e meu pai era Henrique Baket.
Os pais da menina iam levá-la embora, quando a diretora sugeriu que se procurasse nos arquivos da escola, para verificar se, de fato, havia ali o nome apontado por Maura. Procuraram e, depois de muito trabalho, encontraram um velho livro de muitos anos atrás. E lá estava a matrícula de Ana Maria, filha de Henrique Baket, guarda da floresta! A surpresa foi geral!
Fig. 2- E maior surpresa foi ainda quando Maura, indicando uma casinha em ruínas, gritou entusiasmada:
– Era aqui que eu morava!
E correndo para os fundos, gritou feliz:
– Olhem lá o riacho de águas clarinhas! Era ali que eu brincava!
De fato, naquela casinha em ruínas, há muitos anos, havia morrido um guarda florestal, de nome
Henrique Baket.
Fig. 3-No dia seguinte, algumas pessoas da cidade levaram os pais de Maura ao cemitério.

ATIVIDADE CRIATIVA
Formar subgrupos. Para cada um, distribuir a quarta parte de uma folha de papel grande e canetas hidrográficas.
Um membro do subgrupo inicia um desenho qualquer e passa o papel para a segunda pessoa, que dá continuidade ao desenho e assim por diante. Ao final, cada subgrupo apresenta o que criou. Convém lembrar que o resultado final não depende do que foi imaginado por quem deu início ao desenho.
Levar a observar que o desenho foi realizado em etapas. Perguntar se isso faz lembrar as nossas vidas na Terra. Cada uma delas dependeu do desenho da etapa anterior (dar exemplos nos trabalhos realizados).
- Concluir que cada existência depende do que “desenharmos” na anterior.
Dialogar com as crianças sobre a história.

(APOSTILA DA FEB)

LABIRINTO





terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

SINTONIA ESPIRITUAL - 4 a 7 anos

OBJETIVO: Reconhecer que a sintonia espiritual é lei pela qual cada criatura atrai as companhias espirituais segundo a natureza de seus pensamentos e sentimentos.

HARMONIZAÇÃO INICIAL

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA Apresentar o anexo 1, pedir que o grupo observe e perguntar:
– Será que dois cachorros podem conviver bem um com o outro?
– Será que um cachorro pode conviver bem com um leão? Por quê?

ATIVIDADE REFLEXIVA - Conversar com as crianças sobre a impossibilidade de conviverem bem animais mansos e ferozes. Explicar que assim também acontece com as pessoas:
• Os maus não convivem bem com os bons, porque pensam e sentem de modo diferente, entre eles não existe sintonia.
• Os bons convivem bem com os bons, porque pensam e sentem de modo igual; entre eles existe sintonia.
Esclarecer que:
• as pessoas têm também amigos invisíveis - os Espíritos - com quem sintonizam, isto é, com quem pensam e sentem de modo parecido.
• os Espíritos bons são luminosos e nos trazem alegria e tranqüilidade.
• eles nos ajudam nas dificuldades.
• algumas pessoas podem vê-los.
• quando dormimos podemos encontrar-nos com esses Espíritos.

Narrar: os amigos invisíveis.

Avaliar a compreensão do assunto:
– Por que esses amigos de Paulo e Sílvia eram invisíveis?
– Todas as crianças tem amigos invisíveis?
– Todas podem vê-los como acontecia com Paulo e Sílvia enquanto brincavam?
– Podemos também visitar lugares bonitos enquanto dormimos?
– O que precisamos fazer para termos amigos bondosos?

ATIVIDADE CRIATIVA
Dividir o grupo em três subgrupos: o primeiro irá criar as dramatizações; o segundo serão os bons Espíritos e o terceiro, os maus Espíritos. Propor a dramatização pelo primeiro grupo, de boas ações e de más ações, como, por exemplo:

– uma criança ajudando um cego e atravessando a rua;
– duas crianças combinando tirar e jogar no lixo a merenda do colega que vem andando pelo pátio.
– uma criança fazendo pirraça com a irmã mais velha que lhe pede alguma coisa.
– uma criança ajudando a cuidar do irmãozinho bebê.
Conforme a ação seja boa ou má, aproxima-se o grupo dos Espíritos bons ou maus. Perguntar:
– Ao fazer tal ação (citar) você sentiu paz?

Concluir que só o bem traz a paz.

HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE- Todos em círculo, de mãos dadas. Juntos vão abaixando as mãos lentamente, falando baixinho: “Pense no bem, faça o bem!”. Depois vão levantando as mãos e repetindo a frase anterior, cada vez mais forte.
Todos largam as mãos e sentam-se, ainda em círculo. Relaxar. Pedir que visualizem um jardim bonito como aquele da história, observem as cores e sintam o perfume das flores.

Meditar:

Tenho bondosos amigos invisíveis.

AUTO-AVALIAÇÃO


OS AMIGOS INVISÍVEIS

Fig. 1- Paulo e Sílvia eram vizinhos e amigos.
Gostavam de brincar no quintal da casa da Silvia, fazendo túneis e lindos castelos na areia.
Paulo e Sílvia tinham um segredo: de vez em quando conversavam com dois amigos invisíveis, um moço e uma moça.
Fig. 2- Esses amigos eram invisíveis só para os outros, mas não para Paulo e Sílvia, com quem eles conversavam alegremente.
Fig. 3- Um dia Paulo deitou-se para dormir e, pouco depois, sentiu que subia, atravessava o teto e flutuava como um balão de gás.
Olhou para baixo e viu seu corpo na cama.
Pensou: “Ué! Como posso estar aqui e lá na cama?”
Paulo desejou estar com Sílvia naquele momento.
Mal pensou, viu-se no quarto da amiga, que também dormia na sua caminha.
Fig. 4- Paulo segurou-a pela mão e o mesmo aconteceu: Silvia subiu, atravessou o teto, também flutuando como um balão e, em pouco tempo, os dois voavam juntos enquanto seus corpos ficavam na cama.
Fig. 5- Mas eles não estavam sós. Os amigos invisíveis estavam com eles e os levaram para visitar um lugar com lindos jardins, onde brincaram muito. Em certo momento, a moça mostrou as estrelas que brilhavam no céu e falou:
– Deus criou aqueles e outros mundos. Ele está neles; também está no nosso mundo e dentro de cada um de nós.
Os meninos acharam estranho Deus estar dentro de nós, mas sabiam que aqueles amigos nunca mentiam. Eles disseram mais:
– Cada um de nós nasceu para ser bom e ajudar o mundo em que vive. Só que Deus deixa cada um escolher o modo de ajudar. Mas uma coisa acontece sempre: quem faz o bem, atrai amigos bondosos que o protegem.
– São amigos invisíveis como vocês? Perguntou Paulo.
– Sim, porque são Espíritos, sem um corpo igual ao de vocês.
– E quem não quer ser bom? Perguntou Sílvia.
– Esses atraem Espíritos que também não são bondosos e que até trazem perturbação.
As crianças ouviram com atenção e gostariam de continuar a conversar, mas foram avisadas que já era hora de voltar. A jovem amiga ainda falou:
– Quando vocês acordarem lembrarão do nosso encontro como um sonho bom. Vão se sentir tranqüilos e felizes. Lembrem-se de que não devem brigar nem ofender ninguém para que possamos continuar juntos.
Todos abraçaram-se com amor. As crianças voltaram para seus quartos e, logo depois, acordaram. Sentiam-se felizes lembrando, como num sonho, do bonito passeio que deram com os amigos invisíveis.

(inspirado no enredo do livro “A Revelação do Segredo”, de Elizabeth kübler-Ross, Ed. Record.)

APOSTILA DO LAR FABIANO DE CRISTO