terça-feira, 31 de agosto de 2010

ESPIRITO E MATERIA


Mostrar um balão murcho, com os olhos, nariz e boca desenhada, representando um boneco.

Perguntar se é possível brincar com ele murcho e o que é preciso fazer para que possamos brincar com ele? Encher o balão de ar.

Nós vemos o ar que está no balão?

E nosso corpo físico precisa de que para poder andar, falar, pular e etc...? Do Espírito.

Há dois elementos Gerais do universo: matéria e espírito, e acima de tudo está Deus, o criador de todas as coisas, ou seja, Deus é o princípio de tudo o que existe no Universo.

Eu sou um Espírito imortal, filho de Deus que é Eterno.

Deus me deu um corpo, para que eu possa aprender enquanto estiver na Terra.

Eu (Espírito) preciso de um corpo para viver na Terra.

E é através do corpo que o Espírito age sobre a matéria.

Existe matéria e Espírito; eu sou um Espírito e o meu corpo é matéria.

Pedir para eles, pularem,correr, etc.



Matéria podemos sentir e pegar : lápis, cadeira, parede, corpo humano, etc.

Dar alguns objetos para eles pegarem.

Coisas imateriais que não podemos ver e pegar: sentimentos, pensamentos, idéias e o Espírito.

Por uma musica para eles ouvirem.

Podemos observar como a matéria ajuda o Espírito, é seu instrumento de evolução.

Terminar dando um balão murcho para cada criança encher e fazer o seu desenho( com os olhos, nariz e boca desenhada, representando um boneco).

Foi muito bom, ficou bem claro que a bexiga representava o corpo(matéria) e o ar o Espírito.

Prece final.

Criança de 04 a 08 anos




EU E MEU CORPO

Iniciar pedindo para todos imitarem o gesto do evangelizador.

Pedir para que todos falem:

Eu sou Espírito, filho de Deus e tenho um corpo.

Com meu corpo eu posso:

Andar(andar em circulo)

Correr... Saltar... Parar... Sentar...

Estender as mãos... Tocar em alguém...

Olhar para cima... Para os lados...

Soprar...Posso falar... blá,blá,blá...

Posso ouvir(todos em silêncio... ouvindo...)

Mas acima de tudo, posso pensar ( perguntar o que cada esta pensando)

E posso amar(abraçar os colegas)

Posso cheirar... (Dar um bis, pedir para cada um, sentir o cheiro)

Sentir o paladar( pode comer o bis)



Depois conversar com eles que nós somos Espíritos.

Recebemos de Deus um corpo como instrumento de progresso, enquanto estamos na terra.

Devemos cuidar do nosso corpo físico através de bons hábitos de alimentação, higiene, saúde.



Eles mesmo falaram como devemos cuidar do corpo.

Dar uma folha de papel sulfite, escrito: “Meu corpo um presente de Deus”

Pedir para cada um desenhar o seu corpo.



Prece final

sábado, 28 de agosto de 2010

OBRIGADO DR. BEZERRA PELA SUA PROTEÇÃO

OBJETIVO: Apresentar as diversas etapas da nossa vida, e que é importante que saibamos aproveitar bem cada uma delas, procurando realizar bem as nossas tarefas.
- mostrar as figuras pessoas em várias etapas do crescimento), o evangelizador deverá perguntar para as crianças:
 Com qual das figuras você mais se parece?
 Antes de ser assim, com qual das figuras você mais se parecia?
 O que você fazia quando era assim?
 E agora faz as mesmas coisas?
 E daqui a alguns anos, com qual figura você se parecerá?
 O que você estará fazendo nesta ocasião?
- A cada fase da vida da criança, relacionar as responsabilidades de cada fase da vida.
- Deixar que falem a vontade sobre o que imaginam sobre o seu futuro. Por exemplo, na fase jovem, deixar falarem sobre ir ao shopping com os colegas, etc. Na fase adulta deixar falarem sobre formar família, terem as profissões que gostariam, etc.
- Dizer que vai contar a história de um médico que sempre fez as coisas certas em todas as fases de sua vida (BEZERRA DE MENEZES).




BEZERRA DE MENEZES

Um bebê sadio e de lindos olhos azuis nasceu numa cidadezinha do Ceará, trazendo grande alegria para sua mamãe e seu papai. Recebeu o nome de Adolfo.
Adolfo cresceu, brincando e estudando, como devem fazer todos os bons meninos. Era muito querido por ser obediente, gentil e bondoso. Adolfo era um rapazinho quando resolveu ser médico. Mas seus pais não teriam como pagar seus estudos. Mesmo sabendo que passaria por algumas dificuldades, Adolfo não desistiu de estudar.
Ele não podia compra livros caros, mas estudava na biblioteca pública, onde todos podem ler os livros. Assim, tornou-se um grande médico: o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes.
Dr. Bezerra, como era chamado, cuidava com muito carinho e atenção de todos os seus clientes. Gostava de tratar das crianças, mesmo que seus pais não pudessem pagar a consulta. E muitas vezes, ainda dava os remédios, comprando-os com seu próprio dinheiro.
Dr. Bezerra sabia também consolar as pessoas tristes e falava do amor de Jesus por todos nós. Dr. Bezerra foi um perfeito homem de bem! Como toda gente, um dia Dr. Bezerra morreu, ou melhor, deixou o corpo.
Agora ele vive em espírito continua a ouvir nossos pedidos. Continua a ajudar- nos quando estamos doentes ou aflitos. Cuida, principalmente, das criancinhas, a quem muito ama. Dr. Bezerra é um grande amigo de todos as pessoas.
Falar que sempre poderão contar com a ajuda do Bezerra de Menezes, que trabalha na equipe de Jesus.
- Dinâmica: Fazer relaxamento, se imaginando crescendo, se tornando um adolescente, adulto e idoso, em todas as fases esta sempre sorrindo, feliz por viver no bem!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

AMIZADE





GRUPO ESPIRITA FRANCISCO DE ASSIS


PLANO DE AULA

Material: Folhas em branco para escreverem, lápis canetas e borrachas e cópia do texto e da música para cada um. Se possível CD e aparelho para tocar a musica.

Motivação Inicial: Entregar para eles lápis e papel e pedir que escrevam sobre os melhores momentos que aconteceram na vida deles, desde quando podem se lembrar. (tempo estimado: no máximo, 10 minutos). Em seguida, pedir que os que desejarem leia o que escreveram, mas sinalizando que seria muito interessante que todos lessem. Roteiro para orientar o que vão escrever: Quando? Onde? Com quem? O que?
*ouvir leituras*.
Ao terminar, perguntar se eles perceberam alguma semelhança entre os "melhores momentos" de todos. Provavelmente, eles não perceberão de imediato, mas o fato é que, na maior parte dos acontecimentos que mais nos marcaram, existe a presença, direta ou indireta, de um amigo.
Caso eles não tenham percebido, induzi-los a perceber e, em seguida, falar que este é o tema da aula e começar a conversar sobre o assunto.
Afinal, o que é amizade? Qual a importância dos amigos na nossa vida? Paralelo a isso, o que é "ser amigo"? Estimular respostas para cada uma destas perguntas.

Desenvolvimento:
De onde surge a amizade? Após ouvir as respostas, comentar que, muitas vezes, aproximamo-nos de uma pessoa com quem já temos laços de outras existências. O sentimento profundo de carinho vai se desenvolvendo com o tempo. A afinidade de gostos também dá origem a muitas amizades promissoras, mas só ela não garante a manutenção da união entre os amigos.
As pessoas muito amigas normalmente são parecidas? Provavelmente, a resposta será positiva. Perguntar se eles tem algum exemplo de semelhanças entre eles e seus mais chegados amigos. Certamente haverá exemplos. Em seguida, perguntar: mas vocês são iguais em tudo aos seus amigos? Ouvir e comentar respostas.
Levá-los a concluir que, embora deva existir um certo nível de afinidade para que a amizade floresça e se intensifique, não é necessário, nem saudável, que as pessoas sejam iguais ou que se tornem iguais, por serem amigas. Cada um precisa ter a oportunidade de ter suas próprias características, inclusive as negativas, e não ser "modelado a força" por causa do amigo.
Claro que, ao longo da vida, nós mudamos, também com influência das nossas amizades; entretanto, isso não quer dizer que devamos impor aos outros, direta ou indiretamente, que sejam iguaizinhos a nós, para partilharem de nossa amizade.
Querer forçar os outros a serem como desejamos não é ser amigo: é ser tirano e egoísta. Procurar moldar sua conduta de acordo com o que o amigo quer, sem refletir sobre o que verdadeiramente nós queremos, leva-nos a uma postura de "maria-vai-com-as-outras", que é extremamente danosa, porque nos atrapalha na busca do auto-conhecimento, faz com que nos anulemos e nos tornemos um joguete nas nãos de pessoas que, na verdade, tudo o que querem é dominar.
Lembremos do ensinamento do Cristo: "Seja o seu falar sim sim e não não". Algo não é bom só porque um amigo diz que é. Precisamos ter nossos próprios pensamentos, nossas próprias atitudes e a coragem de assumi-los. Situações e pessoas não devem mexer com nossas convicções mais importantes.
Perguntar, simplesmente: mas, afinal, qual é o "melhor tipo de amigo"? É aquele que tenta fazer a gente igualzinho a ele? Por exemplo, a pessoa que gosta de estudar e que impõe que todos os seus amigos sejam exatamente como ela nesse quesito? *ouvir respostas*
Ou seria, por acaso, aquele amigo que não tenta impor isso, mas que, na verdade, só se aproxima de pessoas o mais parecidas possível com ele?
*Ouvir respostas*. Provavelmente, haverá quem ache que esse não é o melhor "tipo de amizade". Poder-se-á argumentar, a título de reflexão, que, quanto mais igual, menos se briga. (Em seguida, claro, mostrar porque não é verdade).
Ao sabor das interações, colocar para eles que quem apenas estima isso ou aquilo nos amigos não estima a pessoa, mas os detalhes. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, a gente espera que a pessoa seja o mais parecida conosco possível, para que dela sejamos amigos. Claro que procurar semelhanças e desejar encontrar pessoas com afinidades conosco é um impulso normal; entretanto, embora às vezes pareça, isto não é o mais importante... Porque uma pessoa não é apenas um gosto, uma preferência, uma idéia sobre um tema... É um todo. Uma série de fatores parecidos ou discrepantes daquilo que nós próprios temos... E isso, na verdade, é bom.
O que é preciso para ser amigo? Não é preciso ser igual para ser amigo; é preciso, isso sim, respeitar e ser companheiro; ter sinceridade e desejar fazer todo o bem possível àquela pessoa; querer estar junto, inclusive nas dificuldades mais sérias, da mesma forma que desejamos estar próximos nos momentos muito alegres. Não precisamos procurar no outro uma réplica de nós ou desejar fazer dele uma réplica do que achamos que somos, mas aprender a perceber que a individualidade é tão preciosa quanto o sentimento de amizade em si mesmo e que sentir afeto é dar ao outro o direito de ser o que é (amor ao próximo), sem impor a nós sermos o que o outro é (amor a si mesmo).
Para concluir, vamos conversar um pouco sobre o que esperar de uma amizade.
OUvir-lhes os comentários.
Devemos esperar que uma amizade seja produtiva. Isto não quer dizer que o certo é que procuremos obter lucros materiais com ela; significa que amigos devem se ajudar na busca de serem pessoas melhores. Uma amizade que não ensina nada e não eleva moralmente a criatura não é positiva. É justo que esperemos de um amigo respeito e fidelidade, sentimentos que não podem faltar em qualquer relacionamento humano. Não
devemos buscar nem aceitar na amizade a dominação ou o afrouxamento de convicções morais. Isto q uer dizer que não devemos aceitar algo que não queremos ou que achamos negativo, só porque um amigo quer que aceitemos. Para sermos amigos, não precisamos compactuar com o que não achamos correto.
Espera-se de uma amizade sincera os testemunhos. O afeto se prova nos momentos de dificuldade. Amigos de ocasião, na verdade, não são amigos, mas simplesmente colegas.

Atividade de Fixação I: Usar um rolo de barbante. A dinâmica funcionaria da seguinte maneira:
- Um aluno joga o barbante para outro e segura a ponta (ou dobra, dependendo da posição). Ao jogar o barbante, eles dizem traços da personalidade deles... no caso do enfoque da aula, o ideal seria que dissessem o maior defeito e maior qualidade que ajudam ou atrapalham em uma amizade.
- Depois disso, a pessoa que recebeu o rolo joga-o para outro aluno e segura uma dobra, perguntando-o qual seu maior defeito e qualidade em uma amizade. Assim, sucessivamente... Desta forma, ao final, eles formarão uma rede (isso é pra mostrar que eles estão interligados a partir daquele momento).

Atividade de Fixação II: Entregar cópias do texto “Uma História Sobre a Amizade” ” para ler e discutir em grupo. Podem ser elaborados cartazes a respeito do tema.

Atividade de Fixação III: A TROCA DE UM SEGREDO
Idade Sugerida: Acima de 10/11 anos
Material: pedaços de papel e lápis.
Objetivos: Proporcionar um momento de exposição de problemas e compartilhar idéias para possíveis soluções.
Temas que podem ser abordados: Resolução de problemas e criar laços de amizade.
Desenvolvimento: Os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente;
A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo.
Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa "eu" e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado. Compartilhar a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo.

“UMA HISTÓRIA SOBRE A AMIZADE”
Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.
A caminhada era muito longa, morro acima; o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água.
Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
--Bom dia, ele disse.
* Bom dia, respondeu o homem.
--Que lugar e este, tão lindo? Ele perguntou.
* Isto aqui e o céu, foi a resposta.
--Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse.
* O senhor pode entrar e beber água a vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
--Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
* Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com arvores dos dois lados que lhe faziam sombra. A sombra de uma das arvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
--Bom dia, disse o caminhante.
* Bom dia, disse o homem.
--Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
* Ha. uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram ate a fonte e mataram a sede.
--Muito obrigado, ele disse ao sair.
* Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
--A propósito, disse o caminhante, qual e o nome deste lugar?
* Céu, respondeu o homem.
--Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
* Aquilo não e o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo. --Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
* De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...

DINÂMICA - MENTOR ESPIRITUAL

Relaxamento e visualização criativa


Colocar uma música suave de fundo e se puder, baixar um pouco a luz e explicar que será feito um relaxamento e uma visualização, que ambos ajudam a tranqüilizar a mente e o corpo e com isso a pessoa tem mais saúde e se fortalece (diminui o stress). Além disso, a visualização é muito importante, pois tudo que existe foi construído primeiro na imaginação. Peça que sentem com braços e pernas descruzados, coluna ereta, respiração normal e suave, as mãos descansadas nas pernas.

Vamos fazer um passeio mental pelo nosso corpo, começando pelos nossos pés, vamos sentindo que eles estão bem firmes no chão e vamos soltando, liberando as tensões de cada parte de nosso corpo: pés, pernas, coxas, quadril, abdômen, órgãos internos, caixa torácica, ombros, braços, mãos, pescoço, mandíbula, a testa, o couro cabeludo.

Agora, imagine uma tela branca na sua frente, como a tela de um cinema. Na tela, há uma porta, nós entramos por ela e saímos em uma estrada de terra.

É uma estrada bonita, há pedras, mas elas não machucam os nossos pés. Nos lados da estrada, há árvores verdes, frondosas, bonitas. Podemos sentir o perfume que delas emana, podemos ouvir o barulho do vento soprando as folhas, podemos ouvir o chilreio dos pássaros.

O céu está profundamente azul e o sol brilha e nos aquece sem nos queimar. Sentimos um calor no corpo, principalmente em nosso peito que está profundamente relaxado e nosso coração bate tranqüilo e feliz.

Continuamos caminhando e chegamos a um campo verde, com um gramado verde escuro. Nós pisamos neste gramado e sentimos a grama fria e macia debaixo de nossos pés. Nós nos sentamos, estamos descansados e em paz.

Vemos que alguém se aproxima de nós e ficamos imensamente felizes de vê-lo, nos sentimos contentes, satisfeitos e profundamente calmos. Ele se aproxima de nós. Ele nos abraça com muito carinho e se senta perto de nós. Nós nos sentimos muito bem. Sentimos que nossas feridas se curam, que perdoamos a todos que precisam ser perdoados, inclusive a nós mesmos.

O tempo passa e já é hora de nos despedirmos. Se há algo que você gostaria de agradecer, de desabafar ou de pedir, aproveite este momento e converse com ele, pergunte-lhe o nome e o que mais desejar. Ele está falando com você, preste atenção ao que ele lhe diz. Enquanto isso, vamos ficar em silêncio por alguns segundos.

Agora, agradeça a ele e se despeça.

E assim, profundamente gratos a Deus, nós retornamos pela estrada de terra, passamos pela porta da tela e nos encontramos aqui novamente.

Vamos prestando atenção em nossa respiração, voltando nossa atenção para nossas pálpebras e abrindo os olhos lentamente.


Perguntar se estão todos bem e pedir para cada um descrever o passeio mental e como se sentiu. Se houver tempo, cada um desenha a sua visualização, pois isso ajuda a fixar o passeio e o sentimento, e depois todos comentam o desenho.

A técnica do relaxamento pode ser usada:
para abrir um encontro
para encerrar um encontro
para tranqüilizar e ou sensibilizar a turma
para fixar um tema
para preparar para uma viagem ou passeio
na educação mediúnica.

Obs.: Com a vivência continuada de relaxamento o corpo torna-se sensível, aberto às percepções mais sutis ampliando assim seu nível de consciência e atingindo gradativamente o equilíbrio fisiopsíquico.

domingo, 22 de agosto de 2010

DINÂMICA - A CARRUAGEM


Resultado de imagem para dinamica - a carruagem

Objetivo: Chamar a atenção para o trabalho em grupo e para a busca da Causa, e evitar o individualismo.

Duração: Aproximadamente 10 minutos

Material: Folha com a descrição do jogo e papéis com personagens para distribuir para o grupo. Cada participante deve receber um personagem que pode se repetir, conforme a necessidade.

Procedimento: Personagens: Cocheiro

Roda

Passageiro Magro

Passageira

Menininho Chorão

Banco

Porta

Molas

Cavalo

Carruagem (todos)

Facilitador: “Vou contar uma história. Quando eu citar o seu personagem, você deve levantar-se e bater uma palma e logo se sentar. Quando eu disser CARRUAGEM, todos devem levantar e bater 2 palmas e logo sentar.”
Em seguida narrar a história abaixo. Repetir 2 ou 3 vezes caso seja necessário, até que o grupo consiga desempenhar a tarefa.

A viagem estava atrasada porque o cocheiro estava consertando a roda dianteira da carruagem. O atraso o deixava cada vez mais irritado, e o passageiro magro andava de um lado para o outro enquanto a passageira acalmava o menininho chorão.

Quando a carruagem ficou pronta, o velho cocheiro apressou-se em fechar a porta e tirar o capim do cavalo, para iniciar a viagem da carruagem.

O passageiro magro acalmou-se e até sorriu para o menininho chorão que, agora todo feliz, fazia ranger com seus pulos as molas do banco da carruagem.

A carruagem iniciou a viagem puxada pelo cavalo enquanto a passageira sorria para o passageiro magro. Mas, de repente, o cavalo tropeçou, o banco inclinou, a porta se abriu e o cavalo se assustou, obrigando a carruagem a parar para consertar a mola do assento e a roda que havia se soltado novamente da carruagem.

Desfecho: Questionar o grupo se a tarefa foi fácil ou difícil. Em seguida pedir que narrem a história completa. Provavelmente eles não saberão narrar a história com todos os detalhes. Abrir uma discussão no sentido de mostrar que enquanto cada um estiver prestando atenção somente em suas próprias atribuições o trabalho com um todo está passando despercebido.

- Envolver assuntos do tipo trabalho em grupo, o trabalho pela causa o comprometimento, a ajuda mutua, etc.



- Concluir por fim que a “Evangelização é para todos”, mas também é de “Responsabilidade de Todos” – O ANDAR DA CARRUAGEM DEPENDE DE TODOS NÓS

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

REFORMA ÍNTIMA

REFORMA ÍNTIMA EM SEIS PERGUNTAS.

1 - O que é a Reforma íntima?

A Reforma íntima é um processo contínuo de autoconhecimento da nossa intimidade espiritual, modelando-nos progressivamente na vivência evangélica, em todos os sentidos da nossa existência. É a transformação do homem velho, carregados de tendências e erros seculares, no homem novo, atuante na implantação dos ensinamentos do Divino Mestre, dentro e fora de si.

2 - Por que a Reforma Íntima?


Porque é o meio de nos libertarmos das imperfeições e de fazermos objetivamente o trabalho do burilamento dentro de nós, conduzindo-nos compativelmente com as aspirações que nos levam ao aprimoramento do nosso espírito.

3 - Para que a Reforma Íntima?


Para transformar o homem e a partir dele, toda a humanidade, ainda tão distante das vivências evangélicas. Urge enfileiremo-nos ao lado dos batalhadores das últimas horas, pelos nossos testemunhos, respondendo aos apelos do Plano Espiritual e integrando-nos na preparação cíclica do Terceiro Milênio.

4 - Onde Fazer a Reforma Íntima?


Primeiramente dentro nós mesmos, cujas transformações se refletirão depois em todos os campos de nossa existência, no nosso relacionamento com familiares, colegas de trabalho, amigos e inimigos e, ainda, os meios em que colaboramos desinteressadamente com serviços ao próximo.


5 - Quando fazer a Reforma Íntima?


O momento é agora e já; não há mais o que esperar. O tempo passa e todos os minutos são preciosos para as conquistas que precisamos fazer no nosso íntimo.

6 - Como fazer a Reforma Íntima?


Ao decidirmos iniciar o trabalho de melhorar a nós mesmos, um dos meios mais efetivos é o ingresso numa Escola de Aprendizes do Evangelho, cujo objetivo central é exatamente esse. Com a orientação dos dirigentes, num regime disciplinar, apoiados pelo próprio grupo e pela cobertura do Plano Espiritual, conseguimos vencer as naturais dificuldades de tão nobre empreendimento, e transpomos as nossas barreiras. Daí em diante o trabalho continua de modo progressivo, porém com mais entusiasmo e maior disposição. Mas, também, até sozinhos podemos fazer a nossa Reforma Íntima, desde que nos empenhemos com afinco e denodo, vivendo coerentemente com os ensinamentos de Jesus.

(Do Livro "Manual Prático do Espírita" - Ney Prieto Peres).

terça-feira, 17 de agosto de 2010

EVANGELIZAÇÃO E EDUCAÇÃO




A EVANGELIZAÇÃO INFANTIL é um campo bastante propício ao emprego da simplicidade utilizada por Jesus para semear as verdades celestes.

Com efeito, a criança, na sua pureza e espontaneidade, reclama de nós, adultos, métodos e recursos simples para aprendizagem da Doutrina Espírita.

Espíritos muitas vezes mais inteligentes do que nós, os incumbidos de os evangelizar, as crianças exigem respeito, sinceridade e, acima de tido, amor, para que, através do nosso exemplo, continuem o seu percurso em busca da luz.

Assim é que a primeira regra para bem evangelizar consiste em não tratar a criança corno criança - isto é, como alguém incapaz ainda de apreender o sentido da Doutrina - e sim como Espírita eterno em evolução, com experiências próprias, adquiridas em muitos séculos de aperfeiçoamento. Dessa regra segue uma conseqüência inevitável: não se poderá impor à criança o nosso conhecimento doutrinário, pois isso seria uma violação do seu livre arbítrio, sendo tarefa do evangelizador apenas despertá-la para o interesse das coisas superiores.

0 nosso trabalho, portanto, não será, propriamente, o de transmitir-lhe conteúdos doutrinários e sim o de conduzi-la a buscá-los por si mesma, sem qualquer constrangimento, em consonância com sua maior ou menor predisposição para apreendê-los. Nossa função será a de indicadores do caminho, fazendo-a compreender que lhe compete, exclusivamente, a responsabilidade de palmilhá-lo.

Nessa linha de raciocínio, passamos a compreender a evangelização em sua feição educativa. Em verdade, ao evangelizarmos não nos devemos deter na instrução, naquilo que queremos informar, mas sim na educação, em como despertar a infância para o Cristo, para Deus. Nosso objetivo, portanto, deverá ser a formação do evangelizando, a aquisição de virtudes, por sua parte, e este objetivo não será alcançado se agirmos, em evangelização, como agem os professores nas escolas, porque nestas, não obstante o ideal de alguns, por enquanto se instrui, mas não se educa.

Se almejamos, realmente, evangelizar, temos de trabalhar com o material interno que a criança nos oferece, individualmente. Partiremos dos seus interesses, para que, estimulada por estes, possa descobrir, dentro de si mesma, o ideal eterno e com ele construir o seu destino. Por isso, o evangelizador precisa conhecer o evangelizando, as suas aspirações, o clima emocional em que vive. É preciso que aprenda a ouvi-lo para sentir-lhe a alma, a fim de procurar trazê-lo para 'Deus, na razão direta do seu interesse, sem violentar-lhe o livre arbítrio.

Esse procedimento não é fácil embora possa parecê-lo à primeira vista. Conscientes da verdade que a Doutrina Espírita encerra, nosso primeiro impulso é tentar dirigir o raciocínio infantil com a nossa lógica, a fim de que ele não tenha outra alternativa senão aceitar como certo aquilo que estamos afirmando. Agindo dessa forma, entretanto, praticamos duplo erro: apresentamo-nos à criança como donos da verdade, aproveitando a ascendência natural que possuímos sobre ela e impedimo-la de tirar as suas próprias conclusões, tolhendo-lhe a liberdade de exame.

Se desejamos, sinceramente, evangelizar, despertar para Deus o espírito infantil, é preciso aprender a dialogar sem impor, conversar conduzindo a criança não para os nossos pontos de vista, mas para o amor do Cristo, a fim de que ela possa concluir livremente, ao sabor das suas reais necessidades e da parcela da verdade que, como Espírito em evolução, possa, no momento, comportar.

Apresentemo-nos às crianças não como professores de Evangelho ou de Espiritismo, que, evidentemente, não somos, mas como irmãos que desejam trocar experiências com elas para aprender também. Mostremos-lhes que as suas opiniões valem tanto quanto as nossas e que só a Doutrina Espírita contém a verdade, assimilável pelo Espírito de acordo com o seu grau evolutivo.

Sejamos espíritas não só pelas palavras, mas, principalmente pelos nossos exemplos, façamo-las sentir que realmente as amamos e, assim, por certo, não estaremos simplesmente doutrinando, mas, em verdade, evangelizando.

Reformador – Fevereiro de 1975

domingo, 15 de agosto de 2010

DEUS NUNCA ERRA!




Um rei que não acreditava na bondade de DEUS. Tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!

Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.

Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.

O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; e ele sabe o porquê de todas as coisas.

O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.

Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?

Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito.

Ele nunca erra! Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus.

Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois DEUS NUNCA ERRA!!! (A.D.)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

PARABOLAS DE JESUS -TRABALHADORES DA ULTIMA HORA

ALIANÇA MUNICIPAL ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA (AME- J F ) AULA Nº 08

Departamento de Evangelização da Criança (DEC ) III CICLO “A”
IDADES: 11/12

PLANO DE AULA\

1. TEMA: Parábola - Os Trabalhadores da Última Hora

2. OBJETIVO: A criança deverá identificar nessa parábola um importante chamamento de Jesus para que a criatura aproveite melhor o tempo, buscando o auto- aprimoramento espiritual.

3. BIBLIOGRAFIA:
M t, 20: 1 a 16
E SE, cap. 20
Parábolas Evangélicas à Luz do Espiritismo (Rodolfo Calligaris ),

4. AULA:
a) Incentivação inicial: Diálogo.
O Evangelizador deverá iniciar a aula dizendo às crianças que hoje vai ser estudada mais uma parábola das que Jesus contou. Depois deverá perguntar se alguém se lembra do que significa parábola. A seguir, perguntará se alguém já ouviu falar da Parábola dos Trabalhadores da Última Hora.

b) Desenvolvimento: Narração.
O Evangelizador distribuirá o texto, ou narrará, a Parábola dos Trabalhadores da Última Hora, já transcrita em palavras mais acessíveis às crianças.
Depois de lida ou narrada a parábola, perguntar às crianças por que Jesus a teria contado. Sabendo que um Espírito como Jesus não viria à Terra para contar estórias com o fim de distrair as pessoas, devemos procurar os ensinamentos que certamente estão contidos nela.
À primeira vista, parece que os operários que se queixaram tinham razão de reclamar contra a decisão do senhor da vinha em pagar-lhes o mesmo salário, pelo fato de terem trabalhado mais tempo que os outros, que só tiveram uma hora de serviço. Esse é o raciocínio humano, é a idéia da justiça do mundo, que só considera o lado exterior das coisas. No caso da parábola, os operários não tinham razão de reclamar, porque estavam recebendo exatamente o salário que haviam combinado na praça com o seu patrão. Era o salário comum naquela época, para o trabalho de um dia, uma jornada, ou um jornal, como diziam. O dono da vinha havia combinado pagar um denário e cumpriu a sua palavra.
Depois desses comentários, distribuir as palavras recortadas (ou escrevê-las no quadro- de- giz, ou num cartaz) pedindo-lhes encontrar no texto alguma ligação com elas, mais ou menos de acordo com as interpretações que se seguem:

- Fé: O primeiro ensinamento é o da fé. Aqueles homens que foram contratados por último tiveram fé. O seu pensamento forte, além de ir a Deus, deve ter alcançado o dono da vinha, que, por certo, foi tocado pela vibração desejosa de trabalho que eles mantinham e, por isso, os contratou, embora já fosse tarde.

- Persistência: Uma demonstração viva da fé é a persistência com que ficaram, até quase o fim do dia, buscando quem os empregasse. Não adiantaria nada apenas ter fé, pedirem a Deus, e irem- se embora, com preguiça. Eles permaneceram até quase o fim do dia no local onde habitualmente os trabalhadores eram contratados, esperando ser chamados ao trabalho. Ficando ali até a tarde, puderam conseguir um meio de ganhar seu pão honestamente.

- Confiança: Os trabalhadores que foram contratados à última hora não ficaram discutindo o quanto ganhariam. Aceitaram o trabalho, sem saber o quanto receberiam. Aproveitaram imediatamente a oportunidade de trabalho que lhes foi oferecida. Confiaram no dono da vinha. Confiaram no valor do seu trabalho. Sabiam que do trabalho viria algum resultado bom.

- Decisão: os trabalhadores que foram contratados por último decidiram imediatamente aceitar o trabalho que lhes era oferecido. Essa atitude mostra que eles sabiam o que queriam, e logo que a oportunidade surgiu, a pegaram. Se tivessem ficado indecisos, o resto do tempo do dia teria passado e eles não teriam oportunidade de trabalhar.

- Dedicação: Aqueles homens que foram contratados por último devem ter-se entregue ao trabalho com muita coragem e dedicação, valorizando a oportunidade que lhes era dada. Esse esforço, essa dedicação, por certo, foram notados pelo dono da vinha, que se decidiu pelo pagamento igual.

- Inveja: podemos tirar valioso ensinamento quanto à inveja. Só poderia ser considerada uma reação invejosa aquela dos homens que haviam trabalhado desde a manhã, pois o dono da vinha estava pagando exatamente conforme havia combinado. Não devemos nos preocupar com o que os outros fazem com aquilo que lhes pertence. O dono da vinha pagou o quanto ele achou que era justo. É muito importante nos preocuparmos com a nossa vida,
com aquilo que é da nossa responsabilidade. Só devemos nos preocupar com a vida dos outros quando notamos que precisam de nós. Aí, sim, devemos observar as ações do nosso próximo, não para questioná-las, mas para vermos em que podemos ajudar.

- Justiça: Nem sempre um controle numérico, matemático nos permite fazer justiça. Se o dono da vinha fosse pagar apenas com base no número de horas, os valores seriam diferentes. Entretanto, ele levou em conta outros fatores que não podem ser medidos matematicamente. Esses valores nem sempre aparecem aos olhos das criaturas que não estão firmemente empenhadas em fazer justiça. Só aqueles realmente desejosos de acertar é que desenvolvem a sensibilidade capaz de fazê-los ver além dos números. O dono da vinha era dotado dessa sensibilidade.

- Escolha: Ao dizer que “muitos são os chamados e poucos os escolhidos”, Jesus não quis dizer que há alguma preferência especial por esta ou aquela pessoa, que não seja baseada no mérito. O Mestre chama a atenção para o fato de que entre os chamados há aqueles que são os escolhidos, porque fazem por merecer, como os trabalhadores da última hora.


c) Fixação e/ou avaliação: Feitas no decorrer da própria aula.

PARÁBOLA - Os Trabalhadores da Última Hora


O Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que saiu de madrugada, procurando trabalhadores para a sua plantação de uvas. Combinou, com os que encontrou, que pagaria um denário a cada um, por dia, e eles foram ao trabalho na vinha.
O dono da vinha saiu de novo, no início da manhã, e encontrou numa praça algumas pessoas desocupadas, e, convidando-as para trabalhar, disse-lhes que pagaria o que fosse justo. E elas foram para a vinha.
Saiu novamente no final da manhã e no meio da tarde e fez o mesmo; depois, no final da tarde,
encontrando pessoas desocupadas, perguntou-lhes: “Por que estão sem trabalhar o dia inteiro?” E eles
responderam: “porque ninguém nos contratou.” Então o dono da vinha convidou-os também a trabalhar, dizendo que lhes pagaria o que fosse justo.
Ao cair da tarde, o dono da vinha chamou um empregado que cuidava dos seus negócios e disse-lhe:
“Chama os trabalhadores que estão no campo e paga-lhes o que é de direito, começando pelos últimos e indo até os primeiros.”
Então vieram os que começaram a trabalhar por último, no final da tarde, e foi-lhes pago um dinheiro a
cada um. Depois chegaram aqueles que haviam sido contratados primeiramente, e pensaram que fossem receber mais; entretanto, cada um recebeu apenas um denário. Ficaram descontentes, e foram reclamar com o dono da vinha: “Os que chegaram por último trabalharam apenas uma hora e receberam o mesmo que nós, que trabalhamos durante todo o dia, suportando o calor.”
Então disse o senhor a um deles: “Meu amigo, não o estou prejudicando. Não combinamos que você receberia um denário por dia? Toma o que lhe pertence e vai embora; eu quero dar ao que chegou por último o mesmo que dei a você. Ou não me é permitido fazer o que quero com aquilo que é meu? Ou o seu olho é mau porque sou bom?
Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos, porque muitos são os chamados e
poucos os escolhidos.

d ) Material didático: folhas com texto e tiras de papel, ou quadro-de-giz.

domingo, 8 de agosto de 2010

A CARIDADE PERFEITA

Quem é esta mulher de ar distinto, de traje tão simples, embora bem cuidado, e que traz em sua companhia uma mocinha tão modestamente vestida? Entra numa casa de sórdida aparência, onde sem dúvida é conhecida, pois que à entrada a saúdam respeitosamente. Aonde vai ela? Sobe até a mansarda, onde jaz uma mãe de família cercada de crianças. À sua chegada, refulge a alegria naqueles rostos emagrecidos. E que ela vai acalmar ali todas as dores. Traz o de que necessitam, condimentado de meigas e consoladoras palavras, que fazem que os seus protegidos, que não são profissionais da mendicância, aceitem o benefício, sem corar. O pai está no hospital e, enquanto lá permanece, a mãe não consegue com o seu trabalho prover às necessidades da família. Graças à boa senhora, aquelas pobres crianças não mais sentirão frio, nem fome; irão à escola agasalhadas e, para as menorzinhas, o leite não secará no seio que as amamenta. Se entre elas alguma adoece, não lhe repugnarão a ela, à boa dama, os cuidados materiais de que essa necessite. Dali vai ao hospital levar ao pai algum reconforto e tranqüilizá-lo sobre a sorte da família. No canto da rua, uma carruagem a espera, verdadeiro armazém de tudo o que destina aos seus protegidos, que todos lhe recebem sucessivamente a visita. Não lhes pergunta qual a crença que professam, nem quais suas opiniões, pois considera como seus irmãos e filhos de Deus todos os homens. Terminado o seu giro, diz de si para consigo: Comecei bem o meu dia. Qual o seu nome? Onde mora? Ninguém o sabe. Para os infelizes, é um nome que nada indica; mas é o anjo da consolação. A noite, um concerto de benções se eleva em seu favor ao Pai celestial: católicos, judeus, protestantes, todos a bendizem.
Por que tão singelo traje? Para não insultar a miséria com o seu luxo. Por que se faz acompanhar da filha? Para que aprenda como se deve praticar a beneficência. A mocinha também quer fazer a caridade. A mãe, porém, lhe diz: "Que podes dar, minha filha, quando nada tens de teu? Se eu te passar às mãos alguma coisa para que dês a outrem, qual será o teu mérito? Nesse caso, em realidade, serei eu quem faz a caridade; que merecimento terias nisso? Não é justo. Quando visitamos os doentes, tu me ajudas a tratá-los. Ora, dispensar cuidados é dar alguma coisa.
Não te parece bastante isso? Nada mais simples. Aprende a fazer obras úteis e confeccionarás roupas para essas criancinhas. “Desse modo, darás alguma coisa que vem de ti.” É assim que aquela mãe verdadeiramente cristã prepara a filha para a prática das virtudes que o Cristo ensinou. E espírita ela? Que importa!
Em casa, é a mulher do mundo, porque a sua posição o exige. Ignoram, porém, o que faz, porque ela não deseja outra aprovação, além da de Deus e da sua consciência. Certo dia, no entanto, imprevista circunstância leva-lhe a casa uma de suas protegidas, que andava a vender trabalhos executados por suas mãos. Esta última, ao vê-la, reconheceu nela a sua benfeitora. "Silêncio! ordena-lhe a senhora. Não o digas a ninguém." Falava assim Jesus.

(O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 13 item 4)












quinta-feira, 5 de agosto de 2010

BERLINDA ESPIRITUAL

Quadrinhas de Sebastião Lasneau

1-Nosso “Livro dos Espíritos”,
sendo um, vale por mil.
Foi publicado em Paris,
Dia...............................
(18 de abril)

2-De Allan Kardec, o prenome
é Hipolite Leon.
Kardec nasceu na França,
Na cidade de..........................
(Lyon)

3-Allan Kardec não foi
da Doutrina o criador.
Ele foi como se sabe,
O seu...........................
(codificador)

4- A Doutrina dos Espíritos
é simples, clara e pacífica;
e tem no “Livro dos Médiuns”
sua parte...............................
(científica)

5- Há no “Evangelho Segundo o Espiritismo”
só isto: o mais belo ensinamento da moral de
..................................................(Jesus Cristo)
6- “A Gênese” de Kardec,
que muita verdade encerra,
nos dá notícia completa
de como se fez.................
(a Terra)

7-O maior ensinamento
que nos fala ao coração
é: “Fora da Caridade não existe
...............................................
(salvação)

domingo, 1 de agosto de 2010

DINÂMICAS




CONSTRUINDO COM RETALHOS – TRABALHO EM EQUIPE

Coloque sobre uma superfície, muitos retalhos coloridos, de todos os tamanhos; algumas poucas agulhas, linha, pincéis atômicos, borrachinhas de prender dinheiro...
Informe ao grupo que devem construir algo com todos este material. O trabalho é feito por uma única equipe e todos devem procurar participar de alguma forma. Não poderá sobrar nenhum pedaço de pano sem utilidade.

Análise da dinâmica:
- o que decidiram construir? (boneco, colcha, árvore, corda...)
- que idéias surgiram anteriores a opção escolhida para construir?
- porque escolheram está criação?
- como sentiram-se com tão pouco material para tantas pessoas construírem? Alguém sentiu-se isolado do grupo, acomodado ou mandão demais?

UM OBJETO, SEU SIGNIFICADO PARA MIM-EXPRESSAR IDÉIAS E SENTIMENTOS

Distribua sobre uma superfície muitos objetos, das mais variadas utilidades, tamanhos e que despertem interesses dos mais diversos.
Cada indivíduo deve escolher um objeto para si e depois explicar ao grupo o que o levou a fazer tal escolha. Que sentimentos estavam guardados dentro de si que este objeto despertou?

MINHA CARACTERÍSTICA NUM BALÃO – QUEBRA-GELO, INTEGRAÇÃO, AMIZADE

Distribuir pincel atômico, balões coloridos.
Cada um deverá encher seu balão, escrever características que gosta em si mesmo e fazer um desenho que lhe caracterize.
Misturar os balões, fazer com que cada um pegue aleatoriamente um balão (que não o seu).
De costas p/ o grupo, um a um deverá descrever o que está escrito no balão que pegou e tentar adivinhar de quem são tais características.
Dizer porque achou que era está pessoa;
Pedir a quem escreveu porque se julga assim;
Se quem pegou o balão errou o nome do dono, pedir que o grupo indique de quem acham que é e porque.

O QUE PRECISO DE AJUDA PARA MELHORAR EM MIM – SOLIDARIEDADE ENTRE COLEGAS

Escrever em um bilhetinho uma característica que não gosta em si mesmo. Colocar o bilhete em um saco fechado. Misturar. Pedir que cada um pegue um papel, tendo o cuidado para não pegar seu próprio papel.
Alertar o grupo de que não deve criticar o colega, já que este está expondo uma dificuldade sua e não está ali para ser apontado, mas para se abrir e talvez ser ajudado.
Estipular um prazo para quem pegou o bilhete agir como um amigo secreto. Que observa o colega, envia mensagens, recados ocultos tentando auxilia-lo e vencer tais dificuldades com conselhos amigos.
CORRIDA DO SACO COM DOMINÓ DAS VIRTUDES

Construir 2 a 3 kits de dominós em papelão com número grande de peças e de preferência que em uma extremidade da peça de dominó esteja escrito uma virtude e na outra figura que ilustre virtude diferente. (Ex: se na primeira extremidade estiver escrito amor, a figura pode ilustrar o que está escrito em outra peça, como tolerância, por exemplo)
Divide-se a turma em grupos de mesmo número e dar para cada grupo um saco gigante. Em cada equipe deve ter alguém em um lado entregando as peças do jogo; no lado oposto alguém montando e correndo dentro do saco uma dupla ou trio para levar as peças que serão montadas de um lado para o outro. A intenção é trabalhar em equipe pois quem monta deve ser rápido e pedir a peça certa. Quem leva as peças de um lado para outro não pode jogar de longe, nem gritar a peça que quer de longe, deve esperar para fazer isso somente quando chegar diante do colega que tem esta tarefa, devem jogar sem cair ou se machucar, pulando de um lado ao outro da sala para montar seu dominó corretamente. Vencerá o grupo que montar corretamente em menor tempo.
ABRINDO JANELAS – RAPIDEZ DE RACIOCÍNIO, SABER SE EXPOR

ENTREGUE UMA FOLHA XEROCADA DESTE TEXTO PARA CADA ALUNO. CADA ALUNO DEVE (UM POR VEZ) ESCOLHER UMA FRASE ALEATÓRIAMENTE E LER EM VOZ ALTA . APÓS ISSO, RAPIDAMENTE OLHA PARA UM COLEGA QUE DEVERÁ RESPONDER A PRIMEIRA COISA QUE DER NA CABEÇA

quando penso no futuro, eu me vejo...
quando estou num grupo novo, eu me sinto...
quando entro numa sala cheia de pessoas estranhas, eu...
quando estou preocupado, numa situação nova, geralmente, eu...
quais normas sociais me fazem sentir...
sinto- me mais feliz quando...
neste momento estou sentido que...
o que mais me inibe em situações em reuniões é...
eu me sinto integrado num grupo quando...
quando alguém atrapalha a realização de um plano meu, eu...
no dia do meu aniversário eu...
fico muito alegre quando...
tenho uma enorme vergonha de...
o que mais me entristece é...
minha maior esperança é, um dia...
às vezes eu me sinto como se...
sinto-me mais próximo de alguém quando...
para mim, receber ordens de outra pessoa me causa...
a emoção que mais dificuldade sinto de controlar...
quando os outros, num grupo permanecem em silêncio, eu ...
não ser compreendido por outras pessoas me causa...
quando, num grupo, alguém fala o tempo todo, eu...
tenho muito medo de...
meu ponto forte é...
o que mais me irrita é...
adoro...
detesto...
meu ponto fraco mesmo é...
produzo muito mais quando...
agora, estou querendo muito...
quando penso na morte, eu...
fora do ambiente de trabalho eu...
quando sou repreendido injustamente, eu...
quando tenho uma grande dificuldade, eu...
num grupo estranho, sinto medo de ...
tenho vontade de retirar-me de um grupo, quando...
a coisa mais importante do mundo pra mim. É...
se não me falha a memória a última vez que eu chorei foi...
ao receber uma tarefa de muita responsabilidade, eu...
uma pessoa, para ser minha amiga, tem que...