sexta-feira, 19 de março de 2010

PRECE













Base doutrinária para o evangelizador: Livro dos Espíritos: 479, 658. 666; Evangelho Segundo o Espiritismo: cap. 18,item 6. Cap. 27 e 28 todo; Jesus no lar, Caps 28 e 50

Objetivo: Levar as crianças a entenderem que: A prece é uma forma de comunicação com Deus.É através da prece que nos ligamos ao mundo espiritual, e que a espiritualidade maior vem em nosso auxílio toda vez que nossa prece é proferida com fé, sentimento e respeito.

Atividades iniciais: Canto Prece inicial.

Introdução ao tema: Introduzirei o tema com “a palavra confusa” :escrever no quadro a palavra PRECE com asletras fora de ordem e pedir que as crianças adivinhem qual é a palavra. (R C E P E)Depois da palavra adivinhada, fazer perguntas como: Devemos ter um horário certo para fazermos nossaspreces? Devemos fazer uso da Prece somente para pedirmos algo? Deus atende todos os nossos pedidos? Por que? Desenvolvimento do assunto:O assunto será desenvolvido com o enfoque sobre o telefonePara que serve ?
Há necessidade de estar usando-o toda hora?Quando devemos usá- lo de maneira correta?Você gostaria que alguém ligasse para você toda hora, não observando horários e pedindo para você fazer coisas absurdas?Pois é, o telefone serve de instrumento para conversarmos com as pessoas quando estamos distantes delas. Devemos observar alguns critérios, quando vamos usar essa maneira de comunicar. Falar claramente observar o horário, para não incomodarmos, pois a pessoa pode estar dormindo, trabalhando, fazendo suas refeições. E quando queremos falar com Deus, como fazemos? ( esperar que as crianças digam (que é através da Prece )E quando queremos falar com Deus, como fazemos? ( esperar que as crianças digam que é através da Prece )A Prece serve como um telefone para a gente poder falar com Deus.
Ensinar a música "telefoninho" para as crianças. Cantar com elas.
O telefoninho Letra: autor desconhecido Melodia: Sérgio Santos.

É um telefoninho que vem do coraçãoE forma rapidinho a comunicação ( bis )A gente aqui na terra, tão pequenininho.
Lá do outro lado, Jesus está na linha.Por isto amiguinho, vê se não se esqueceDo telefoninho, que se chama PreceÉ um telefoninho que vem do coraçãoE forma rapidinho a comunicação ( bis )

Depois que elas aprenderem a letra, destacar a Prece como um telefone e que Deus sempre nos ouve, se a nossa ligação for clara, franca e respeitosa.( Deus, ao contrário das pessoas, nos atende a qualquer minuto, mas devemos saber pedir.Devemos falar francamente, com fé e humildade.Não devemos pedir coisas que só satisfazem nossa vaidade.Devemos adquirir o hábito de fazer Prece, mas não podemos nos esquecer que acima da nossa vontade, prevalecea vontade de Deus, pois só Ele sabe o que é bom para nós.Devemos Fazer uma Prece de agradecimento a Deus, quando formos atendido.Todas as preces são boas, desde que feitas com o coração. )

5. Atividade final:Fazer com as crianças um cartaz bem bonito, com o tema que foi trabalhado na aula.

6. Prece final

quarta-feira, 17 de março de 2010

DIFERENÇAS FISICAS - O SAPO QUA QUA






















































A CURIOSIDADE DE DÁRIO


DIFERENÇAS FISICAS

Dário é um menino muito curioso e gosta muito de perguntar.
Numa tarde de domingo, Dário e sua mamãe passeavam no parque.
Dário admirava a natureza e as pessoas que estavam a sua volta.
Quando estava brincando no parquinho, reparou as crianças que estavam e perguntou a mamãe:
- Por que aquela menina, no balanço, tem o cabelo tão amarelinho? E aquele menino no escorregador, tem a pele tão branquinha!
- Observe bem as outras crianças, Dário! Veja como são também diferentes!
Dário exclamou surpreso:
- É verdade, mamãe! Todas são diferentes! Umas, têm cabelos enrolados e pretos, outras, tem cabelos amarelos e lisos; olhos azuis e olhos verdes, umas são mais altas que as outras, umas mais magras, outras mais gordinhas. Mamãe, por que somos todos diferentes? Quem nos fez assim, tão diferente?
- Foi nosso Papai do Céu quem nos fez assim!...
- Papai do Céu!
- Sim, filhinho. Deus, nosso Pai do Céu, nos criou assim, dando a cada um de nós um corpo diferente. Com esse corpo podemos fazer muitas coisas: andar, sentar, deitar, pular e, para isto, devemos cuidar dele com carinho.
- Como Deus é bom! – exclamou Dário, que continuou a brincar e a observar as crianças admirando-as e agradecendo a deus pela sua criação.

AULA - PÁSCOA

















A LICÃO DA FLORESTA




A Floresta Azul é um lugar muito bonito. Há muitas árvores, grandes e pequenas, flores coloridas por todos os lugares. Lá moram muitos animais mas, ultimamente, quase não se vê ninguém brincando na Floresta ou passeando no lago.

O Leão, Rei da Floresta, um dia saiu para visitar alguns amigos. Logo ele percebeu que seu reino estava triste e que todos pareciam muito ocupados. Chamou sua Ministra Coruja e perguntou o que estava acontecendo.

- Estão todos ocupados, preparando chocolates e ovos para a Páscoa.

O Rei não entendeu, afinal, para ele a Páscoa não era feita apenas de chocolate, mas de união e alegria.

Ele resolveu, fazer uma reunião e chamou todos os animais da Floresta. Vieram todos, incluindo a Dona Onça, Seu Jacaré e a Preguiça, que chegou atrasada, mas veio.

- Meus caros amigos, disse o Rei, acho que estamos esquecendo do verdadeiro significado da Páscoa. Alguém sabe o que comemoramos nesta data?

- Comemoramos o coelhinho com chocolates, disse o Macaco rindo. Mas logo parou, porque Dona Elefanta olhou séria para ele.

- Lembramos o aparecimento de Jesus, em espírito, provando que o espírito continua vivo após a morte do corpo físico, ensinou a Girafa.

- É verdade disse o Rei Leão. Podemos até trocar presentes, mas isso não deve ser o mais importante.

- O que realmente importa é ter atitudes de amor, amizade e paz para com todos - completou a Ministra Coruja.

Todos entenderam que estavam preocupados demais com a festa, com os chocolates e que acabaram esquecendo de conviver com os outros animais e praticar as boas atitudes ensinadas por Jesus.

Naquele ano, a Páscoa na Floresta Azul foi um momento muito especial, sem presentes, mas com muita alegria e amor entre os animais. Jesus, no plano espiritual, que tudo observava, ficou contente porque eles entenderam o significado da Páscoa.

BIS nº 29 - abril de 2001

AULA - PÁSCOA





Faixa etária: 07/08 anos

Base doutrinária para o Evangelizador: Livro dos Espíritos, Livro dos Médiuns, Evangelho Segundo o Espiritismo.

Objetivo:

Levar a criança a conhecer e compreender o aspecto histórico; e qual a visão que se deva ter em verdade do que as religiões cristãs chamam de Páscoa.

Atividades iniciais: Canto. Prece inicial.

Incentivação Inicial:

Ir puxando questionamentos acerca de:

Vocês ganham ovos de chocolate?
Quando?
Vocês sabem o que é Páscoa? 
O que significa a Páscoa?

Bom, hoje vamos tentar entender o sentido da Páscoa.

Vou contar para vocês a história do Carlinhos, que era um menino muito legal, mas vivia pensando só em ganhar ovos de chocolates.

História de Páscoa 

Carlinhos chegou à escola todo feliz:-Oba! Na próxima semana é o Domingo de Páscoa: Que bom, vou ganhar muitos ovos de chocolate !- Você sabe o que é Páscoa, Carlinhos? - perguntou- lhe a professora.- Bem - disse ele - acho que é o dia em que nós ganhamos ovos de chocolate do coelhinho da Páscoa, não é?- Não, Carlinhos, não é isso não. Vamos ver se nós aprendemos hoje o que é a Páscoa."Há muito tempo, quando só se conheciam as civilizações antigas, os judeus comemoravam a entrada da primavera,pois era uma época em que os campos se enchiam de flores, o pasto ficava verdinho, anunciando que em breve se poderia fazer a colheita dos frutos, cereais, que iriam garantir o alimento para toda população. Nessa época também os rebanhos aumentavam. Nasciam muitos carneiros, ovelhas e outros animais; por isso os pastores comemoravam com muito amor a chegada da primavera e eles davam a esta festa o nome de Páscoa.Muito mais tarde, na época de Jesus, ela teve outro significado para o mundo cristão.Nós sabemos que Cristo, que veio pregar o amor entre as pessoas, não foi compreendido pela maior parte da população e pelos reis da época, motivo pelo qual foi crucificado.Ora,essa crucificação aconteceu na época da Páscoa. Depois de ficar crucificado por três dias, quando foi retirado da cruz, Jesus foi enterrado em um local bem seguro, com uma pedra fechando a entrada deste local, para que o corpo não fosse retirado de lá, durante à noite,por seus amigos. Guardas tomavam conta do lugar, viram à noite que a terra estremeceu e de dentro do lugar onde estava a pedra, Jesus apareceu, conforme havia prometido, que ressurgiria dos mortos, ao 3º dia, provando assim que a vida que Deus nos dá é eterna.Quando souberam, todos os seus amigos ficaram muito felizes, e como era época das festas de Páscoa (ou festa da primavera) deram a esse fato o nome de Páscoa da Ressurreição, que é comemorada todos os anos pelos cristãos por algumas religiões.

Tudo bem professora. Mas o que o coelho e os ovos têm a ver com tudo isso?

Vou tentar explicar, Carlinhos. Como você sabe, o ovo é o símbolo da vida. É através dele que todos os animais nascem e se reproduzem. Você já viu quando a galinha choca como nascem os pintinhos que mais tarde serão galos e galinhas também. Com este símbolo temos a representação da Vida Eterna, que foi como Jesus sempre pregou.- Mas estes ovos que a senhora falou não são de chocolate.- Certo! Você tem toda razão. Acontece que antigamente para comemorar a Páscoa, as pessoas presenteavam ovos verdadeiros de aves cuja casca era pintada com muito carinho para servir de enfeite e lembrança para a pessoa a quem eram ofertados; porém, esses ovos tinham a desvantagem de se quebrarem e se estragarem com facilidade.Com a vinda da era moderna, os homens resolveram comercializar a ideia e assim produziram ovos de Páscoa de chocolate, de açúcar, porcelana, alumínio e outros materiais que serviram para conservar a ideia do ovo, com facilidade e vantagem para comemorar a Páscoa da Ressurreição.

- E o coelho?- Bem, o coelho é o animal que representa o símbolo da fertilidade e que passou a ser o divulgador da notícia da ressurreição do Cristo por ser um animal esperto, rápido e que nos traz sempre a ideia de alegria e felicidade. Assim sendo, juntaram-se as duas figura Coelho + Ovo de chocolate e crianças ficaram felizes no dia da Páscoa, muitas vezes sem saber o significado desse dia.

Tem razão professora - disse Carlinhos - eu mesmo não sabia nada disso e achava que o Domingo de Páscoa era o dia em que o coelhinho vinha trazer ovos para a gente. Agora sei da história, já não vou me importar, se não receber nenhum ovo. Chocolate posso comer qualquer dia, mas a lição da Ressurreição de Jesus é um motivo que devo guardar em meu coração e ficar muito feliz por ter acontecido. Espero que no próximo Domingo de Páscoa eu possa comemorar o amor que Jesus nos ensinou com todas as pessoas que conheço.

Muito bem Carlinhos, porém lembre-se que essa lição é para todos os dias de nossas vidas. Nós devemos amar sempre aos nossos semelhantes. Nos dias de festa, nos dias comuns, nos dias alegres e até nos dias tristes, porque quando respeitamos e amamos as pessoas, nós somos felizes e isso é o que Jesus deseja para todos:

"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo" .

 Atividade Final: 

Desenhar em uma folha, a metade de um ovo, a parte de baixo. Em outra folha, a outra metade, a de cima, pedir às crianças para colorir bem bonito. Depois pedir que pensem na vida delas. O que precisam fazer renascer dentro delas e no seu di-a-dia (carinho, compreensão, estudo, disciplina, humildade, caridade, etc ) e pedir para escreverem acima da metade de baixo do ovo colorida.A parte de cima do ovo, na outra folha, será recortada e "colada" somente na ponta de cima, em cima da parte debaixo do ovo, ou seja, onde elas escreveram, de forma que possam "abrir" o ovo e ler o que tem dentro.

Obs: Levar fig. sobre o tema, para colorir caso ocorra de alguma criança que não saiba escrever estiver presente.Se as outra quiserem, também receberão.

Prece Final

OBS: A história foi retirada do site da CVDEE (chegou-nos sem menção de autoria ou fonte. Se souber qual seja, por favor, nos informe, a fim de darmos os devidos créditos)

sábado, 13 de março de 2010

EGOISMO

A questão do egoísmo é muito bem trabalhada neste livro que conta com uma ótima apresentação: em formato grande, colorido e com belas gravuras. Recomendamos que essa história seja dada junto com A Lição do Jabuti, conto do livro O Besouro Casca Dura.

O Jacarezinho egoísta
Era ma vez... Uma lagoa muito bonita. Com bastante água límpida. Ali morava um jacarezinho valente e muito orgulhoso. Vivia muito feliz, nadava naquelas águas claras passando horas refrescando-se. Só que ele era muito egoísta Quando estava na lagoa, ninguém mais lá podia ir, pois o valentão tomava conta de tudo. E assim foi até certo dia, quando não havia água lá na casa de dona Pata. Dona Pata estava triste, pois os três patinhos mais bonitos da cidade não podiam tomar banho e o pior é que eles tinham que ir a festa dos pintinhos amarelos. A mamãe mandou os patinhos à lagoa para se banharem.
Lá se foram eles com seus passos miúdos cantando contentes. Mas, oh! Tristeza.. Lá na lagoa estava o jacarezinho todo valente gritando:
- Que vieram fazer aqui seus malandros?
- Viemos tomar banho, responderam delicadamente os patinhos.
E nesta bonita lagoa é que vocês querem tomar banho? Aqui não é lugar para banhos, seus atrevidos! Disse irritado o jacarezinho. Continuem sujos. Para que Patos querem ficar limpos
- Mas nós vamos à festa dos Pintinhos, e sujos não podemos dançar e nem brincar, insistiram os Patinhos. Não e não, esta lagoa é minha e ninguém pode aqui entrar.
Os Patinhos assustados correram logo para casa. Dona Pata, diante disso, ficou indignada, enchendo-se de coragem foi ver se com boas maneiras, conseguiria convencer o jacarezinho a deixar os seus filhinhos, tomarem banho na lagoa. Por favor, senhor jacaré, meus filhos precisam tomar banho.
- Eles que tomem banho em casa. Ora essa. Por acaso, aqui é banheiro? Retrucou ele com maus modos.
- Meu amigo, escute, por favor: Lá em casa não há água. E os Patinhos precisam ficar bem limpos hoje. Por quê? Para que Pato precisa ficar limpo? Rosnou o valentão. Dona Pata já estava perdendo a paciência, mas continuou bem educada e disse: Os Patinhos trarão doces para o senhor. Qual é o doce que prefere? Continuou dona Pata ainda com paciência.
- Eu não gosto de doce nenhum! Eu não quero nada. Só quero sossego. Não preciso de doces de ninguém. Está ouvindo? Já disse e repito, esta lagoa é só minha e quero que todo mundo saiba disso, ouviu dona Pata? Dona Pata perdeu então a paciência e até se esqueceu de que era bem educada e boazinha. Muito zangada, disse ao jacarezinho egoísta:
- Deixe estar, esta lagoa um dia vai secar, escute bem, esta lagoa um dia vai secar... E foi-se embora muito triste por precisar falar estas coisas tão ruins ao Jacarezinho. Este se acomodou na lagoa e lá ficou para tirar uma soneca. O sol estava quente
O calor dava moleza, mas a água estava gostosa.
Acontece, porém, que lá no alto, lá no céu, mais alto do que voam os passarinhos e passam os aviões barulhentos, está o Papai do Céu. Ele viu e ouviu tudo. Ficou com muita pena dos Patinhos e muito triste com o jacarezinho. Onde já se viu? A lagoa é de todo mundo. O jacarezinho precisava saber disso. Não é bonito ser assim egoísta. Ele devia ser bom e gostar de todo mundo. Então o Pai do Céu, conversou com o Sol, que já vinha de muito tempo, aborrecido com o danado jacaré. Este aqueceu tanto a água da lagoa que ela se foi evaporando, evaporando... e a lagoa, ficou sem uma gota de água, seca, seca...
Quando o jacarezinho viu, estava todo cheio de barro. Será que estou sonhando? Disse desapontado. Ah! Já sei. Dona Pata, disse que a lagoa iria secar.
E secou mesmo. Que infelicidade, meu Deus! Também fui muito egoísta. Perdão, perdão, Papai do Céu, dizia tão aflito que fazia dó. Ele chorou tanto e ficou tão arrependido que o Papai do Céu ficou com pena dele.
Agora eu sei o quanto é ruim a gente ficar sujo e não ter água para o banho. Perdão, perdão Papai do Céu.
Logo depois começou a chover forte e bastante. Choveu tanto que a lagoa ficou novamente cheia de água límpida e gostosa. O jacarezinho todo feliz porque afinal o Papai do Céu o havia perdoado, foi correndo buscar os Patinhos para nadarem. E ainda deu tempo para tomarem bons banhos. E os três Patinhos, muito bonzinhos, trouxeram uma porção de doces gostosos para o jacarezinho que não era mais egoísta.
E nunca mais a lagoa secou, e o jacarezinho continuou sempre bom.

AMOR A FAMILIA


















Objetivos:. Destacar a importância da família na vida de cada um e também o respeito a todos de nossa família.
Material Necessário: cartolina de cor clara, canetinha, lápis de cor, filme ‘os incríveis”, notebook para passar o filme.
Desenvolvimento:
* Prece Inicial
Introdução ao tema: Hoje vamos falar sobre nossa família e vamos algumas cenas de um filme sobre família ( exibição do filme “ Os incríveis”)- selecionar algumas cenas: sugestão – cena do jantar (briga dos irmãos, desrespeito, etc), cena da mãe pilotando o avião indo resgatar o pai e recebendo ajuda dos filhos, cena dos filhos na caverna (os 2 se ajudaram para sobreviver, união dos irmãos), cena irmãos fugindo dos agressores (novamente a união e amizade entre irmãos), cena da família toda junta unindo os poderes para se salvar (a união e a importância de cada 1)
Abordar que em nossa casa todos temos alguns poderes “ser amigo”, “ouvir”, “ajudar”, etc
Questionamento oral sobre o filme e as questões por ele abordadas:
- Relacionamento pais e filhos;
- Frustrações - como supera-las.
* Atividade de fixação: agora vamos fazer um cartaz bem bonito com os desenhos da nossa família e se quisermos podemos escrever algo sobre o que nossa família significa para gente!!!

PERDÃO















Objetivo: despertar nas crianças a necessidade do perdão para o nosso próprio bem e para uma vida mais harmoniosa
Material: história sobre o perdão, 02 batatas: 01 boa e 1 quase podre, 1 mochila e desenho sobre o perdão
Desenvolvimento:
Prece Inicial
Introdução ao tema: Hoje vamos falar sobre o perdão, sobre aceitar as desculpas e também sobre a importancia de se pedir desculpas. Para entendermos melhor vou contar uma história para vocês. (contar a história “A batata’’. Para tornar mais interessante a narrativa levar uma batata boa e uma batata podre, bem como uma mochila - para colocar a batata enquanto conta a história - Interessante, também, que o evangelizador desenhe uma carinha nas batatas, para despertar maior interesse)
Segundo momento: conversar sobe a mensagem da história.

Como agimos? Guardamos mágoa? Sabemos que muitas vezes não é fácil perdoar, mas através da prática cada vez se torna mais fácil.
O que é perdoar de verdade? Esquecer (com o coração) o que aconteceu, compreender a outra pessoa, não guardar mágoas, não desejar mal ao outro.
Perdoar faz bem? Perdoar faz bem para quem perdoa. Não perdoar é guardar lixo no coração. Guardar mágoa é como deixar que um “veneninho” circule no nosso sangue, fazendo mal ao nosso corpo e podendo causar doenças.
Devemos nos vingar? Não devemos querer vingança. Lembrar da lei de causa e efeito, que dá a cada um conforme seus atos.
Perdoar para ser perdoado, conforme diz o Pai Nosso: perdoe as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido.
Importante se colocar no lugar do ofensor. Ele pode estar passando por um momento difícil, com problemas. Quem agride, ofende, machuca, ainda não aprendeu sobre o amor.
Devemos fazer aos outros o que desejamos para nós. Devemos perdoar sempre, que foi o que Jesus quis dizer quando falou que devemos “Perdoar setenta vezes sete vezes”.
Quem perdoa se sente melhor, mais leve, mais tranqüilo, dorme melhor. Perdoar é uma atitude inteligente.

Sugestão de texto para pedir para as cças lerem:
Perdoar: uma atitude inteligente
Perdoar faz bem para quem perdoa, pois quando perdoamos nos sentimos bem e tranqüilos. Quando não perdoamos, ou ficamos magoados, guardamos lixo no coração.

O perdão verdadeiro é o que vem do coração e inclui esquecer a mágoa e não desejar mal ao ofensor. Conforme ensinou Jesus, devemos perdoar setenta vezes sete vezes, ou seja, devemos perdoar sempre e a todas as pessoas.

HISTÓRIA: A batata
Augusta estava muito chateada porque Lívia havia perdido um DVD que levou emprestado. Embora a menina já tivesse pedido desculpas, Augusta não queria brincar com ela. E, para completar, disse que não perdoava e que não queria mais falar no assunto.

A mãe de Augusta, Dona Luísa, não entendia como uma amizade tão antiga e tão bonita poderia acabar, de repente e por um motivo qualquer. Sugeriu então:

- Vamos fazer o seguinte: enquanto você estiver magoada com sua amiga, você vai carregar esta batata pra todo lado. Ela será sua nova amiga.

Augusta concordou, contando que não precisasse desculpar Lívia, pois achava que assim daria uma boa lição na garota. Passou então a carregar a batata pela casa. Quando foi tomar banho, lavou a batata, colocou perfume e até desenhou uma carinha na nova amiga.

No outro dia, antes de ir para a Escola, a mãe perguntou:

- Vai falar hoje com sua amiga Lívia?

- Nem pensar... – respondeu Augusta.

- Então leve a batata para a Escola. – disse firmemente a mãe.

Augusta achou estranho, mas no meio da mochila, ninguém ia perceber. Durante o intervalo, lembrou que Lívia era uma amiga muito legal. Teve vontade de desculpá-la, mas era orgulhosa: achava que estava certa e que a amiga devia sofrer.

No dia seguinte a mãe argumentou que alimentar sentimentos ruins prejudicava somente a quem sentia. Mas nada fazia Augusta mudar de idéia. E, conforme o combinado, enquanto não perdoasse a amiga, carregaria a batatinha.

- Por mim tudo bem – resmungou a menina cheia de mágoa.

Porém, no terceiro dia, a batatinha começou a ter um cheiro esquisito. Perguntaram o que havia na mochila. Augusta desconversou.

- Não dá mais! A batata está cheirando mal! – disse aflita ao chegar em casa.

- Mas foi você quem escolheu carregar mágoa – disse Dona Luísa.

- E o que isso tem a ver com a batata? – quis logo saber.

Então, calmamente, a mãe explicou que a batatinha simbolizava a mágoa que ela sentia pela amiga. E que os sentimentos ruins não faziam mal à Lívia, mas sim à filha, que estava emitindo energias negativas, semelhante à batatinha que cheirava mal.

- Quando apenas dizemos que perdoamos, mas não esquecemos o que nos magoou, é como guardar a batatinha no guarda-roupa... Ficamos guardamos algo que só nos fará mal. Já pensou depois de um mês?

- Nem quero imaginar. Augusta finalmente compreendeu que ódio e mágoa são sentimentos que prejudicam somente a quem os sente.

Depois dessa conversa, Augusta perdoou Lívia e esqueceu completamente o que aconteceu.

Ainda hoje, quando pensa em não perdoar ou guardar mágoa de alguém, lembra logo do cheiro ruim da batata que carregou, e trata logo de perdoar a pessoa e esquecer o fato.

FÉ RACIOCINADA

Objetivos: conscientizar as crianças sobre a fé que todos nós temos e sua importância em nossa vida principalmente nos momentos difíceis.

Atividades iniciais:

- Prece inicial
- Introdução ao tema:
Perguntar:
a) O que você quer ser quando crescer? Você acha que vai chegar lá? Por quê?
Escutar respostas e comentar.
b) O que é fé? (escrever Fé no quadro)
Fé: certeza, crença em algo (dar exemplos: quando torcemos por um time em um jogo, acreditamos que ele vai ganhar; quando acreditamos em Deus e em seus ensinamentos, acreditamos que são o melhor caminho a ser seguido)
c) O que mais conhecemos e falamos: certeza da existência de Deus.

O mais importante da fé é a gente acreditar naquilo que faz sentido por exemplo:

Não dá para acreditar, ter fé, se eu chegar aqui e falar que o Sol é verde.... vcs vão ter fé? Não

Por isso não devemos acreditar em tudo o que ouvimos, temos que procurar saber se é verdade se tem sentido.

No espiritismo falos de fé com raciocínio, pensada por isso. E é para isso que estamos aqui todos os sábados; não é somente para ouvirmos e acreditarmos. Devemos tirar nossas dúvidas, entender tudo o que ouvimos, para depois podermos explicar a quem nos perguntar.

Dinâmica da Vela:
Cada criança irá receber uma folha de sulfite e fazer um leque De dobradura.
Explicar que nossa fé é uma chama, que não podemos deixar apagar assim vamos fazer de conta que esta vela é a nossa fé (Acender uma velinha)
Perguntar: -Como apagamos uma chama? Vento. Então vamos testar essa chama, vamos avaliar a nossa fé? Todos sentados em círculo em volta da vela. Explicar que existem muitas circunstâncias no mundo testando a nossa fé. As dificuldades, as tristezas... assim como agora a vela está com muitos leques a sua volta.
Contar a história e pedir para que nos momentos ruins (nos quais eles sentirem que o personagem sentiu) tristeza, raiva, desespero, angústia, eles abanem, tentando apagar a vela. Quando forem momentos bons, de alegria, amor, paz, eles parem.( Se a vela apagar, o evangelizador acende novamente.)

Ao fim da história, dizer que a chama é como nossa fé. Ela é bonita e brilha dentro de nosso peito. Mas, com as dificuldades da vida, muitas vezes ela quase apaga. Se a tristeza nos domina, esquecemos dela. Por isso devemos estar sempre exercitando-a, estudando o evangelho, pra que não deixemos que ela se apague.
Perguntar se eles perceberam que as vezes que ela apagava, alguém acendia. Explicar que é o papel de nosso mentor: sempre nos amparando quando estamos em dificuldade. Devemos ter fé, porque não estamos sozinhos, Deus nos ampara.

Atividade final:
Fazer uma gincana. Dividir a sala em dois grupos. Fazer perguntas sobre a estória e sobre o tema da fé em papeizinhos. Cada vez um sorteia uma pergunta e responde. Se não souber, o grupo pode ajudar. Fazer um número de perguntas até que todos ganhem em número igual.


Encerramento

História:

“A lição do jabuti” - retirada do livro “O Besouro Casca Dura”
A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama. “Onde estará a mãe deles?” – pensou ela. E, como não vise Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.
_Pare de chorar, disse a agia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
_Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.
Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram-se, perguntando o que houve.
_A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem-me! Por favor, ajudem-me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
Os animais entreolharam-se
_Eu gostaria de ajudá-la, disse o tamanduá. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito
alta!
_ E o senhor Quati?
_Eu?
_ Sim, pode me ajudar?
O Quati sacudiu a cabeça, negativamente.
_Ah, não posso...tenho medo de dona Águia!
Nesse momento, aproximou-se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de “Capacete”, devido à sua casca. E foi logo dizendo:
_Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la.
Os animais deram uma gargalhada.
_Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o tamanduá rindo.
_Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou o quati, achando, também graça.
O jabuti, muito sério, respondeu:
_Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
E começou lentamente a subir a montanha. Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.
_Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
_Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando com dificuldade. Eu é que não estou...deixe-me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
_Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará...ela vai voltar de um momento para o outro!
_Tenha fé em Deus e encontraremos uma solução.
_Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela
chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
_Orar meu amiguinho. A prece remove montanhas! E nós estamos em uma montanha...oremos já!
E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
_Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá-los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis. Vocês devem mergulhar nele.
_Eu sei nadar muito bem. Foi o senhor que me ensinou! Respondeu o jabuti.
_Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho...coragem!
O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
_Segure com mais força .Assim!
E ambos se atiraram no lago... tibum! Exatamente quando a águia pousava no ninho.
Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.
O jabuti, humilde, olhava os dois.
_Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muito animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?
_Com a minha fé! Respondeu o jabuti.
E, lentamente, afastou-se, enquanto pensava:
_Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?



Sugestões de perguntas:
- O que é fé?
- O que faz a nossa fé quase se apagar?
- Como ter fé raciocinada?
- O que é fé?
- O que devemos fazer para que a nossa fé não se apague?
- Qual a diferença entre fé cega e fé raciocinada?
- Qual era o apelido do jabuti? Por que?
- Para onde a águia levou o porquinho?
- Por que os animais não queriam ajudar a dona porca a salvar o seu filhinho?
- Quem ajudou a dona porca a resgatar o seu porquinho?
- Por que os animais riram e acharam que o jabuti não ia conseguir salvar o porquinho?
- O que deu coragem ao jabuti para salvar o porquinho?O que o porquinho e o jabuti lembraram depois de
orar o Pai Nosso?
- O que o porquinho e o Jabuti fizeram quando viram a águia voltando?
- Como o porquinho e o jabuti fugiram da águia?
- A águia queria fazer mal ao porquinho?

A GAIVOTA QUE NÃO PODIA VER













Uma gaivota teve uma ninhada de filhotes lindos que saíram dos ovinhos num dia de sol.
Logo mamãe gaivota notou que havia algo diferente com um dos filhotes. Vivi era uma gaivota muito tímida.Enquanto todos os outros filhotes já estavam ensaiando passos fora do ninho, Vivi nem sequer se mexia do lugar.
A gaivotinha tinha dificuldades na hora de pegar o alimento trazido pela mãe e parecia estar sempre olhando para o infinito como se visse algo diferente no ar.
Logo a mãe de Vivi compreendeu.A gaivotinha não podia ver.Por isso , mamãe gaivota precisava dar atenção redobrada para ela. Ela ajudava em todas as tarefas e dava muito carinho. Vivi jamais poderia ver a cor do céu,das árvores do mar...
Quando Vivi começou a sair do ninho,ajudada pela mãe gaivota, virou motivo de piada dos outros irmãos. Por não enxergar batia nas árvores, tropeçava em galinhos e caía no chão
- Ah, AH, AH! Olha só esta gaivota atrapalhada! Saiu de um circo menina?
Assim gritavam as gaivotas do grupo que riam de Vivi.. Enquanto todas já voavam pelos céus, Vivi conseguia caminhar sozinha pelo chão
Quando ficava sozinha Vivi chorava baixinho.
- Por que todos podem ver e eu não? Por que Deus do céu me fez nascer assim?
-Quando Deus nos faz diferentes por algum motivo , nos dá em dobro capacidades que os outros não têm. Você pode ver com o coração e um dia vai descobrir um dom maravilhoso!
Vivi aprendeu, aos poucos a conhecer o lugar onde morava. Voando ao lado da mãe gaivota ela ficou sabendo onde estava cada árvore,cada rochedo, onde estava a praia e onde chegavam as ondas do mar.
Vivi aprendeu a pescar, mergulhando nas ondas para pegar peixes e quando voava sentindo o vento nas asas, sentia-se uma gaivota muito especial.
Aos poucos a gaivota que não podia ver aceitou o fato de ter nascido diferente das outras.E as brincadeiras já não a faziam chorar. Assim, começou
a treinar vôos diferentes alguns mais altos, outros mais baixos que as gaivotas comuns não conseguiam fazer. Até mesmo voltas no ar faziam parte do vôo de Vivi. As outras gaivotas reunidas em grupos como é o costume delas, continuavam a rir de Vivi.
- Vejam ela só quer se mostrar! Acha que pode voar como um avião!
- Mas no meio delas , uma pequena gaivota passou a admirar Vivi e resolveu se aproximar.No inicio, muito cautelosa,apenas observava Vivi de longe. Depois, escondida atrás das pedras, seguia de pertinho cada passo de Vivi.
- Venha cá disse um dia Vivi sentindo que a gaivotinha a estava espiando.
- Desculpe, pensei que você não pudesse ver?.
Vivi então explicou que seus olhos não enxergavam, mas seu coração era capaz de sentir tudo o que ocorria ao seu redor.
- Posso aprender a voar como você? Perguntou a gaivotinha.
- É claro, disse Vivi abraçando a nova amiga com suas longas asas.
Ainda hoje, quando vamos à praia, podemos ver Vivi, voando como ninguém pelos céus, pescando seus peixes e sentindo o sabor do vento nas asas longas e aí sabemos que Vivi, mesmo sem poder ver, é uma gaivota muito, muito especial.

LIVRO HISTÓRIAS QUE VOVÓ CONTAVA






quarta-feira, 10 de março de 2010

DEUS















Num dia de muita chuva, Paulinho voltava depressa para casa todo ensopado, pensando alegre: - Como a chuva é friazinha! ... e parou um instante para sentir os pingos leves a lhe baterem no rosto.
Chegando em casa, o menino foi logo gritando para a mamãe: - Mãe estou todo molhado. Ontem o dia estava tão bonito e hoje tem essa chuva toda. Para que serve a chuva? Molha a gente ... molha tudo!
A mamãe tirando depressa o capote molhado e os sapatos de Paulinho sorriu e respondeu: - A chuva serve para tanta coisa querido. Ela ajuda as plantas a crescerem, refresca o ar quando faz calor, aumenta a água dos riachos onde vivem os peixinhos, onde os animais bebem ... a chuva faz tanta coisa boa.
No outro dia já não chovia e o sol surgiu quente e brilhante: Que manhã maravilhosa! À tarde, Paulinho foi passear com sua irmã Lúcia num morro perto de casa. Como estava lindo o lugar. Todo verdinho, coberto de flores... e os passarinhos? Passeavam voando, felizes e com gritinhos, pareciam conversando. Paulinho corria de um lado para outro e, em certo momento levantando a cabeça, disse: - Lucinha, olhe quanto passarinho! Porque eles voam e nós não voamos?
- Ora Paulinho, disse a menina. Porque eles tem asas e nós não. – Pois eu queria voar, disse o menino. E continuou a brincar.
- Lucinha, olha que bichinho preto que pula! o menino tentou pega –lo, mas o grilo pulava cada vez mais, como se tivesse mola nas pernas. E Paulinho corria, corria. Parou encantado junto a uma árvore mais baixa onde havia um ninho de passarinhos. Dois filhotinhos!
Os dois irmãos brincavam bastante. Quanta coisa, ainda Paulinho viu! Um coelhinho assustado correndo, nuvens que formavam desenhos no céu com navios, castelos que logo o vento desmanchava.
Quando Lúcia cansada sentou – se no chão, Paulinho apanhou muitas flores e jogou – as no colo da irmã, dizendo: São para a mamãe!
A tarde já acabava, quando os dois meninos voltavam para casa, conversando. Paulinho vendo uma vaca com seu bezerrinho, perguntou a irmã: - Lucinha porque o bezerrinho não come capim?
- Porque ele é pequenino, é filhote ainda. Só toma leite da vaquinha. Paulinho continuou a andar caladinho... de repente, voltou – se para a irmã, perguntando: - Lucinha, porque existem a vaca e o bezerrinho? Quem fez eles? – mamãe disse que foi DEUS. Disse Lúcia.
Quando Paulinho chegou em casa, correu alegre para a mamãe. Mãezinha eu vi tanta coisa hoje! Flores, passarinhos, a vaquinha...Lucinha disse que foi Deus quem fez a vaquinha... a mãe o abraçou e respondeu:
- Foi ele sim, meu filho. Foi ele quem fez todas as coisas boas e belas que você viu hoje. Ele fez os animais, as frutas gostosas, o sol, o mar, as árvores, e nós também. Por isso é chamado de pai! Nosso pai!
Depois do café, Paulinho de vez em quando recordava o que a mãe tinha dito. E a noite, antes de dormir, ele foi ao quarto de Lucinha, parar dar –lhe boa noite. A irmãzinha estava sentada na cama olhando o céu pela janela. Que noite linda! Estrelas, uma lua cheia, tudo muito claro. O menino parou também, para olhar e, de repente, voltou – se para a irmã. – Lucinha foi deus quem fez também o céu, a lua e as estrelas? – sim ela respondeu. Deus fez tudo. E Paulinho voltando a janela muito feliz, exclamou: - Obrigado Deus porque você fez tanta coisa boa e bonita. Muito obrigado, DEUS.

Perguntas
1. O que a mamãe falou com Paulinho sobre a chuva?
2. O que Paulinho levou do passeio para mamãe?
3. O que Paulinho perguntou a mãe quando chegou do passeio?
4. O que Paulinho disse quando foi dormir?

Em seguida passar a música DEUS

DEUS

a) Incentivação Inicial: Várias figuras deverão ser colocadas dentro de uma caixa de sapato encapada com um papel colorido bem bonito.
Figuras como: Um sol, lua e estrelas, filhotes no ninho e a mamãe passarinha os alimentando, árvores, um rio ou uma lagoa, flores de várias espécies, animais (cachorrinho, coelhinho, vaquinha, sapinho) e insetos(abelhinha e borboletas coloridas), crianças e adultos em alguma atividade útil e se divertindo também...
Se pergunta às crianças..."O que será que temos aqui dentro dessa caixa?"
Deixe que eles respondam e vá passando a caixa de um em um...para que cada aluno pegue uma figura e comente um pouco sobre cada uma delas, falando de sua beleza e utilidade, logo em seguida, fixe-a em um Mural ou mesmo na parede( usando uma cartolina ou papel pardo se preferirem...)
Depois de coladas as gravuras...pergunte para os pequenos...Quem Criou Todas Essas Coisas...Todas essas Maravilhas?!
Com certeza, responderam em coro: DEUS!!!
Sim...foi Deus, Nosso Pai que criou todas essas Maravilhas para nós!!
Criou o sol para nos aquecer e a chuva p/ nos refrescar e matar a sede das árvores, plantas e animalzinhos. Criou a Lua e as estrelas para nos iluminar na noite escura....As árvores nos dão seus frutos e as flores o seu perfume.
O Rio também nos refresca e em muitas florestas nos dá sua água fresquinha para beber.
Os animais, Deus nos deu para que cuidássemos deles com muito carinho e amor...Alguns, nos servem de alimentos, outros, como o cãozinho, o gatinho...são nossos amiguinhos, e muitas vezes nos salvam do perigo!
Existem muitos bichinhos que Deus criou para embelezar a terra e servir de alimento para outros animais....o coelhinho por exemplo e os passarinhos por exemplo!
As borboletas, as abelhinhas também foram um lindo presente do Papai do Céu...As borboletas além de serem lindas de se ver...ajudam a preservar as flores e as abelhinhas que além de fazer quase o mesmo trabalho da borboletinha, também nos dá seu gostoso mel para saborearmos.
Enfim, Deus fez todas essas Maravilhas e nos fez também para que unidos como irmãos, ajudando-nos uns aos outros, pudéssemos cuidar com Amor de todas as coisas belas que ele criou!!!

A Atividade de Fixação poderá ser um desenho previamente feito e xerocado para que os pequenos possam colorir. Nesse desenho...o sol, as flores e borboletas...e uma árvore um pouco maior que as outras figuras para que possa ser contornada com bolinhas de papel crepom...verde e vermelho, representando assim...as bolinhas vermelhas, os frutos da árvore.
Existe também, a idéia de desfiar um copinho de café...e colando-o(aberto) no papel sulfite como se fosse uma flor...Faça o miolinho, os caules ,as folhas e o gramado de papel laminado( amarelo e verde, respectivamente)
É uma atividade simples, mas que fica muito bonitinha!!!:o)
E vocês podem também fazer florzinhas de cartolina para entregar no final da aula (com ou sem uma balinha), com os seguintes dizeres: DEUS ESTÁ EM TODAS AS COISAS QUE ELE CRIOU...ESTÁ EM MIM...E ESTÁ EM VOCÊ CRIANÇA!!! BEIJINHOS...TIA...
Observações :
A observação vem desta idéia "Deus fez" (Deus - deu as condições necessárias para tais acontecimentos, o "empurrãosinho") para que as crianças não entendam Deus como uma pessoa e assimilem este pensamento, me sugeriram falar o que Deus nos deu de presente (com o que eles nos presenteou) para que em estudos posteriores não haja contradições.
Nesta aula, 02 à 04 anos, usamos uma caixa de sapato enfeitada como se fosse o presente, nela havia um buraco (discreto, como se fosse colocar um cartão) no lado, para que as figuras que separamos pudessem serem colocadas uma de cada vez.
Iniciamos a aula com a caixa vazia, as crianças em roda e falamos dos presentes que Deus nos deu (Pai bondoso com os seus filhos). Pedimos para as crianças fecharem os olhos para pensar "O que será que Deus nos deu de presente?" enquanto colocávamos a primeira figura e assim sucessivamente, usamos este recurso para chamar a atenção das crianças que pareciam estar vendo mágica, com fotos aparecendo estando a caixa fechada, pois quando fechávamos os olhos todos deixavam suas mãos em cima da tampa da caixa enquanto a foto era introduzida.
As fotos: Natureza (água, sol...), Animais, Vida (nossa e de familiares), Terra (Moradia) a medida que víamos as fotos uma de cada vez falávamos ou as crianças falavam de suas devidas importância ( em tom de conversa) pode também pedir fotos das famílias das crianças ou delas, as crianças não ficaram cansadas apesar de parecer longa a atividade pela curiosidade de saber o que será que vai aparecer agora.
Colamos as fotos em um painel (cartolina) em formato de presente (um desenho de uma grande caixa de presente, mas só o contorno), as fotos estavam dentro. No final agradecemos ao nosso Pai a todos os presentes.
Fazemos sempre uma rodinha antes de começar a aula para que elas se acostumem com cada momento da aula (disciplina) saber a hora de brincar de aprender, na rodinha falamos as novidades e ficamos sabendo às vezes algo de alegre ou triste que esteja acontecendo para poder ser trabalhado, depois passamos o conteúdo, pois as crianças já estão preparadas (estão saindo da roda sem muita agitação e euforia já que estão sentadas em rodas, para depois brincarmos e ao final realizarmos a prece. Isso faz com que se acostumem com uma semi-rotina.
O Peixinho Azul
Era uma vez um lindo peixinho azul que morava num grande lago de águas azuladas. Ele tinha companheiros: o Peixinho Vermelho, o Pintadinho, o Escamas Prateadas, Barrigudinho e vários outros, também bonitos e interessantes.
Quando o Peixinho Azul e seus amiguinhos saíam a passear, os velhos moradores do lago azul ficavam contentes e tudo parecia estar em festa. É que os peixinhos eram muito divertidos! Nadavam de um lado para o outro iam e vinham agitando as barbatanas ruidosas e esquisitas, davam cambalhotas, saltos enormes e corriam um atrás do outro num engraçado brinquedo de pega-pega. E o fundo do lago tornava-se movimentado e colorido, cheio de cores vivas e brilhantes.
Certa vez, porém, um grande silêncio se fez no fundo do grande lago. As lindas águas azuladas estavam tranqüilas, tão tranqüilas que pareciam paradas. É que os moradores do lago tinham ido descansar, dormir um pouco. O silêncio permaneceu por algum tempo. Nisto, as águas começaram a movimentar-se e apareceu o Peixinho Azul... Era mesmo de esperar que fosse ele, pois gostava de nadar. E lá estava no meio do lago, nadando para cá e para lá, com suas bonitas barbatanas de cor azulada. De repente, o Peixinho Azul ficou curioso.
"Que haverá lá em cima?" pensou. "Será tão bonito como aqui?... Vou subir um pouco para dar uma espiadinha". E, assim pensando, começou a elevar-se nas mansas e azuladas águas. A princípio meio assustado, depois mais corajoso, peixinho foi subindo, até que pôs a cabeça fora d’água.
“Ui! Que susto!“- gritou todo trêmulo e mergulhando de novo. “Que terrível clarão!... Quase fico cego!“
Mas peixinho não desistiu de ver o que havia fora d’água. Várias vezes voltou à tona, até que seus olhos se acostumaram com a forte luz que se derramava sobre as águas. Olhou, então, atentamente, para tudo o que cercava o grande lago. “- Que maravilha! exclamou entusiasmado. Nunca vi coisa igual! “
É que o Peixinho Azul via o lindo Céu azul onde o Sol, como uma grande bola de fogo, esparramava seus raios por toda parte, iluminando e aquecendo tudo. O Peixinho Azul olhou depois para a praia. Viu a copa das árvores agasalhando passarinhos de penas coloridas e vistosas que saltavam de galho em galho em alegres gorjeios; viu engraçados macaquinhos fazerem as mais incríveis proezas; viu madurinhos frutos e lindas e variadas flores; viu crianças brincarem com pequeninos barcos à beira do lago; e viu um assustado coelhinho perseguido por lanudo cão, enquanto belas borboletas, voando de flor em flor, cortavam os ares com suas cores brilhantes e vivas.
“- Que lindeza! Que pena meus amiguinhos não estarem aqui!”, exclamou, de repente. E assim dizendo, agitou com rapidez as bonitas barbatanas azuladas e nadou para o fundo em busca dos amiguinhos. Os peixinhos ficaram encantados e faziam perguntas e mais perguntas, tudo querendo saber. O Peixinho Azul respondia sempre, todo importante, achando-se mesmo muito instruído.
Foi então que Barrigudinho indagou, intrigado: “- Mas afinal, quem fez tanta beleza? “
O Peixinho Azul encabulou-se. Na realidade, não sabia. Porém, como tinha o bom hábito de dizer a verdade, respondeu logo: “- Não sei... Também gostaria de saber quem fez aquelas maravilhas. “
“E por que não perguntamos ao nosso rei?”, falou Peixinho Vermelho. “Ele sabe tanto! “
“É mesmo!”, gritaram os outros. “Vamos procurá-lo”.
E os peixinhos, curiosos e barulhentos, dirigiram-se ao palácio real, uma linda gruta cheias de conchinhas de todos os tipos. O rei dos peixes apareceu logo e ouviu tudo com muita atenção. Depois falou muito sério: “- Em minhas viagens a outras águas, tenho visto e aprendido muito. Hoje sei que há seres diferentes de nós e ouvi os homens dizerem que tudo o que existe é obra de Deus, o único Criador de todas as coisas. “
“- Deus?!” exclamaram os peixinhos a uma só voz.
“- Sim, Deus!”, tornou a falar o sábio rei. “Deus é que fez as belezas que o Peixinho Azul viu, isto é, o Céu, as árvores, as flores, os frutos, os animais, as pessoas...”
“E Deus fez o nosso lago!”, exclamou o barrigudinho, todo exibido.
“Ora esta! Então Deus nos fez também!” - descobriu o Peixinho Vermelho.
“Bravos! Bravos!”, gritaram os peixinhos, entusiasmados e encantados com a nova descoberta.
E o Peixinho Azul, adiantando-se, muito compenetrado, agradeceu ao rei, em nome de todos, os bonitos ensinamentos recebidos. Depois, em graciosos movimentos, os peixinhos desfilaram ante a gruta de conchinhas e voltaram a brincar nas águas azuladas do grande lago.

terça-feira, 2 de março de 2010

DINÂMICA

Sugestão de dinâmica :

Levar uma Caixa de chocolate ou balas e um Evangelho 2º. O Espiritismo embrulhado em papel de presentes iguais. Esconde na sala de evangelização ou em outras partes da Casa Espírita. Dizer pra eles procurarem dois Tesouros que estão escondidos. Depois de encontrados os tesouros, conversar sobre os mesmos questionando. ..

1. Qual dos dois tesouros vocês mais gostaram? E por quê?

2º. Passo: Mostrar a diferença entre os dois tesouros?

Depois distribuir entre eles as balas e chocolates