domingo, 28 de fevereiro de 2010

A CRIANÇA



"Educa a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele" (Prov.22:6)


Cuidar dos filhos nas normas da educação, disciplinando-os sem a violência dos brutos, é dever dos pais,
para que no amanhã a melhora do mundo tenha a sua participação.
*
O melhor modo de ensinar aos filhos é o exemplo de vida reta; só depois deve vir a palavra, força
poderosa quando parte de boca que fala e faz o que diz.
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A criança é flor de alta sensibilidade, que registra tudo que vê, sente e ouve, principalmente no que
tange aos acontecimentos no lar.
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Quem não teve a oportunidade de construir um conjunto familiar, sempre encontra crianças em seu
caminho; faze algo por elas, e se nada podes dar de teu, pelo menos um sorriso, que nada te custa, ou um
carinho, que podes ter com abundância.
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Pensa nisso, a criança é o homem do porvir; a semente que colocaste em seu coração, certamente
nascerá e se for boa, terás a felicidade de colher os frutos.
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Muitos fatos que acontecem na vida dos homens foram sementes que receberam dos pais.
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Todo ancião nobre, alguma coisa herdou dos pais, a quem certamente deverá agradecer pela convivência
em família, e quem educou-o receberá a glória do que fez.
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A caridade é sempre a salvadora da alma e ela se manifesta em toda parte.
( João Nunes Maia por Carlos. in : Gotas de Alegria)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A IMPORTANCIA DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL




















– Por que aos domingos?
“Temos ouvido alguns confrades afirmarem: Eu não forço os meus filhos para a evangelização espírita porque sou muito liberal. Ao que poderia acrescentar: “ Porque não tenho força moral”. Se o filho está doente, ele o força a tomar remédios, se o filho não quer ir à escola, ele o força. Isto porque acredita no remédio e na educação. Mas não crê na religião que abraçou, quando afirma: “Vou deixa-lo crescer e depois ele escolherá”.
“Para mim” – acrescentou Divaldo – “ representa o mesmo que o deixar contaminar-se pelo tétano ou outra enfermidade, para depois aplicar o remédio”, e elucidou: “Você viu que não deve pisar em prego enferrujado. Agora irei medicá-lo”. E, também, deu outro exemplo, isto é, quando frente a um tuberculoso, falar-lhe:” você deve cuidar da higiene, de sua alimentação e de sua saúde. Isto é, no nosso entender, quis Divaldo mostrar: Fechar a porta depois dela ser arrombada.
Prosseguindo, o grande tribuno espírita quis mostrar, resumindo, que os pais dão a melhor alimentação, o melhor vestuário, o melhor colégio dentro de suas possibilidades, mas na hora de dar a melhor religião, eles se acomodam, amedrontam-se. Aos pais é incumbido o dever de oferecer aos filhos o que há de melhor, cabendo aos filhos, ao se tornarem adultos, fazerem, aí sim, as suas opções de ordem religiosa. Necessário é motivar os filhos, enquanto crianças, através dos exemplos em casa, que o Espiritismo é, sem dúvida, a melhor de todas as religiões, imprimindo em si mesmos todo o comportamento espírita. Uns obrigam os filhos a irem à evangelização; todavia, em casa, não mantêm uma atitude espírita. O exemplo dos pais espíritas em casa tem efeito altamente convincente.
Há pais que reclamam do horário, muito embora Divaldo tenha perguntado qual a melhor hora para a evangelização sem ser domingo de manhã. Divaldo interroga um desses pais que não têm hora para levar os filhos à evangelização: “Que hora é melhor?”
Outra hora – respondeu. Divaldo insiste: “Mas qual?” Volveram a perguntar: O que é que você acha? Divaldo retrucou: “ Eu não acho nada, porque não tenho filho, você é que o tem”. Mas não poderia ser em outra hora – voltou o pai à carga: Contesta Divaldo: “Depende de você achar a hora, porque durante os dias da semana as crianças não podem porque estão estudando; no sábado, à tarde, o evangelizador tem que arrumar a casa, cuidar das compras, etc. Domingo, tarde, os pais não podem porque as crianças têm as festinhas de aniversário, as matinezinhas, isso e aquilo; de noite não convém, porque criança não pode dormir tarde. Domingo de manhã – continua o pai desavisado - , nem sonhar, porque a Bahia foi feita por Deus com tantas praias e mulheres bonitas para serem desfrutadas. Para que praia e mulheres bonitas para serem desfrutadas. Para que praia, então, se o baiano não pode ir? Domingo queremos ir à praia, Sr. Divaldo?. Em vista desses argumentos, Divaldo responde que a evangelização não era, absolutamente, o problema, muito pelo contrário, era a solução para todos os problemas do ser humano. E aditou que as pessoas que pensavam assim não eram espíritas, que elas não querem é perder a praia, alegando que os filhos precisam tomar sol e banho de mar. Por fim, Divaldo acrescentou: “Percam umas praiazinhas mas salvem os seus filhos. Hoje vocês levam eles à praia, mas depois, invariavelmente, ficarão chorando e perguntando a Deus por que o filho cometeu tamanho deslize?
O remorso pode bater no interior desses pais e naturalmente, frente às suas próprias negligências, haverão de perguntar sem obter resposta como gostariam. “Por que Senhor, o meu filho cometeu tal delito? Eu o fiz nascer com as feições do menino Jesus e agora o vejo com o rosto de Judas de Kerioth”.
Que seja, pois uma preocupação permanente nas mentes paternais e maternais espíritas, principalmente a evangelização de seus filhos, evitando mais tarde que eles descabem para toda sorte de vícios e paixões próprias do momento que nossas crianças atravessam e cujas conseqüências são terrivelmente dolorosas.

Trecho de artigo da RIE(Revista Internacional de Espiritismo - Out/01, que comenta trecho do Livro Diálogo, pág. 68 Divaldo Pereira Franco (Divaldo, dentre outras atividades é médium, conferencista baiano)

ANJO DA GUARDA













OBJETIVO: mostrar ao grupo que estamos sempre acompanhados de Benfeitores Espirituais, de Protetores e Guias, bem como de nossos Espíritos Familiares. Explique ao grupo quem são e porque eles cuidam de nós.

MATERIAL: retângulos de papel e lápis, uma caixa ou sacola para colocar os papéis para sorteio.
COMO APLICAR: Escreva o nome de cada aluno no papel e dobre, colocando-os na caixa. Toda a turma irá retirar um nome da caixa, como um amigo secreto, sendo que ninguém deve retirar seu próprio nome. Cada aluno irá ser o Anjo daquele que sorteou e, dessa forma, também terá seu Anjo, pois seu nome será retirado por um colega. Se a sua turma for grande, você pode formar famílias de dois ou três componentes, ou seja, um Anjo estará protegendo um grupo. Estabeleça uma série de tarefas em que cada Anjo irá aconselhar, intuir, ajudar ou interferir. As tarefas devem variar de simples, em que se precisa de pouca ou nenhuma ajuda, a tarefas mais complexas, onde a ajuda e os conselhos são necessários.
Exemplo:

- mudar de bairro

- interromper os estudos

- irmãos com dificuldade de relacionamento

- pais ausentes

- saber do roubo de uma prova na escola

- mentir por alguém

- espalhar algo que lhe foi confidenciado

- receber um troco errado

- falta de respeito as pessoas

- maltratar bichos
- cuidar da natureza

- desperdício de comida

- palavrões e brigas

- não adquirir vícios

Ao final, conversar com a turma sobre como foram dados os conselhos, que atitudes foram seguidas, que atitudes foram repensadas, se prestamos atenção aos conselhos, se o conselho ou ajuda teve papel preponderante, o que isto acrescentou no meu modo de viver.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A PRECE DA ROSEIRA

















O homem que deixara a construção do bem, por sentir imperfeito, voltou ao trabalho, quando ouviu a prece da roseira:

-Agradeço-te, oh” meu Deus, porque apesar dos espinhos que carrego, deste-me a força precisa para oferecer-te a alegria e o perfume das rosas.


Médium: Francisco Cândido Xavier - Livro: “Deus Sempre” -Emmanuel

MINHA MALA


















Todos em circulo. Um começa: Eu levo na minha viagem uma mala.
O seguinte: Eu levo na minha viagem uma mala e um paletó.
O terceiro diz "eu levo na minha viagem uma mala, um paletó e um guarda chuva.
Se acontecer de alguém esquecer a seqüência deverá dizer: "dorminhoco"
e a brincadeira prossegue e termina quando a motivação acabar.
Obs.: A mesma brincadeira poderá realizar-se
nomeando animais, frutas, etc ...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CORAGEM NOS MOMENTOS DIFÍCEIS - DEUS

OBJETIVOS:

Falar de Deus como Pai Maior que nos ampara em todos os momentos
A Fé e a Força que nos dá coragem para superar as dificuldades
A prece é a forma de nos ligarmos a Deus e buscarmos calma e força

1. SUBSÍDIOS: Deus, Prece e Fé

Todos nós já ouvimos falar de Deus e mais de uma vez nos perguntamos quem é Ele.

Deus é o criador do Universo e Pai de todos. Todos somos irmãos pois fomos criados do mesmo Pai.

Deus se revela através de suas obras (incluindo a nós) e se somos feitos por Deus temos uma centelha Dele em nós.
Deus governa o universo por meio se suas sábias e imutáveis Leis.
Deus é eterno: não teve princípio e não terá fim.
Deus é único: há um só Deus.
Deus é bom: ama a todas as criaturas com o mesmo amor
Deus é justo: todos somos iguais diante de Deus. Ele dá a cada um de nós
exatamente o que merecemos. A cada um segundo suas obras.

Podemos adorar a Deus pelas boas ações que praticamos e pelo pensamento (prece).

Orar é o ato de nos dirigirmos a Deus para adorá-lo, agradecer-lhe e pedir o que necessitamos..
A oração deve ser feita com palavras simples e sinceridade. Deus somente atende aos que oram com sinceridade e confiança.

Em nossas orações devemos pedir a Deus que nos auxilie na vida, desvie-nos do mal, torne-nos humildes e bondosos e nos conceda coisas úteis ao nosso progresso.

A prece sempre nos beneficia: fortifica o nosso espírito, dá-nos resignação
e paciência; conforta-nos nas horas de sofrimento; livra-nos do desanimo.
Deus atende os nossos pedidos de esses forem justo para o nosso progresso ou
para aliviar a dor dos que sofrem. Temos que Ter fé em Deus.
A fé é a confiança que depositamos na realização de determinada coisa, ou a
certeza de atingir um objetivo.
A fé sincera e verdadeira é sempre calma. Dá paciência ao que sabe esperar.
A calma na luta é sempre sinal de força e confiança, enquanto a violência,
ao contrário, é prova de fraqueza e falta de confiança em si mesmo.
Não devemos confundir fé com presunção, pois a verdadeira é sempre humilde,
pois sabe que Deus somente atende as nossas necessidades de acordo com o
nosso merecimento. A presunção é mais ligada ao orgulho do que a fé.

2. DESENVOLVIMENTO

Abordar o tema utilizando os fatos da vida cotidiana. Usar exemplos dos alunos, promover troca de experiências.

Sugestões:

- usar exemplos de jornais e revistas.
- fazer grupos, para que em conjunto reflitam sobre o assunto
- utilizar músicas: ex. Pensamento Positivo (Coral Sábado de Sol ou Cidade
Negra)


Lembrar que sempre temos que pensar positivo, tendo fé em Deus e usando a prece para nos ligar a Ele.
Pode-se usar exemplo do esporte, onde o resultado do atleta é o resultado do
esforço, preparo físico, espírito de equipe e determinação.


SEARA BENDITA INSTITUIÇÃO ESPÍRITA
GRUPO AUGUSTO CEZAR NETTO

3. TEXTO DE APOIO

- Livro Amizade - Meimei, Francisco Cândido Xavier

O PLANO DE AULA

O plano de aula deve conter:


TEMA:


OBJETIVO: Ter sempre o objetivo bem definido. Se a aula não puder ser exatamente como foi planeja, não se deve perder o objetivo de vista.

Características dos objetivos da Evangelização:

Formativo: formar sentimentos

Centrado na criança e NÃO no Evangelizador

Simples

Compatível com o desenvolvimento físico e psicológico da criança

Possa ser avaliado

É IMPORTANTE NÃO DESVIAR DO OBJETIVO



BIBLIOGRAFIA: Procurar ler, antes mesmo de ler a aula ou de escrever a aula, alguns dos textos tidos como referência

AULA:

Incentivação Inicial: É utilizada para motivar a criança para o tema da aula, e deve ter a duração de 5 a 15 min, quanto menor a criança, menor deve ser o tempo da incentivação inicial.

Desenvolvimento: Narração do texto, duração de 15 até o máximo de 40 min.

As aulas já prontas devem ser utilizadas como sugestão e orientação para os Evangelizadores devendo ser implementadas e adaptadas sempre que a situação assim o exigir.

Deve-se sempre tentar variar a apresentação das aulas, variando o amterial didático: fantoches, cartazes, tabuleiro de areia, dramatização, slides, etc..

Fixação: Deve-se utilizar várias técnicas, como desenho, modelagem, pintura, colagem, etc., porém, tentar encaixar o tema da aula às atividades para fixá-lo.

Material Didático: A aula não deve ser preparada em cima da hora. Fora o tempo que deve ter para estudar o tema, o Evangelizador deve preparar com muita calma e carinho o material que vai apresentar para o Evangelizando. Este material deve ser bem preparado, claro, de fácil entendimento, e de visual agradável. Se possível tentar variar, com frequência, o tipo de apresentação.



** Evangelizador não deve avaliar se o objetivo de sua aula foi alcançado pelas atitudes imediatas das crianças. Deve ter sempre em mente que está plantando a semente e que seus frutos deverão vir com o tempo.

ORAÇÃO DA CRIANÇA

















Amigo:

Ajuda-me agora, para que eu te auxilie depois.
Não me relegues ao esquecimento, nem me condenes à ignorância ou à crueldade.
Venho ao encontro de tua aspiração, do teu convívio, de tua obra...
Em tua companhia estou na condição da argila nas mãos do oleiro.
Hoje, sou sementeira, fragilidade, promessa...
Amanhã, porém, serei tua própria realização.
Corrige-me, com amor, quando a sombra do erro envolve-me o caminho, para que a confiança não me abandone.
Protege-me contra o mal.
Ensina-me a descobrir o bem, onde estiver.
Não me afastes de Deus e ajude-me a conservar o amor e o respeito que devo às pessoas, aos animais e às coisas que me cercam.
Não me negues tua boa vontade, teu carinho e tua paciência.
Tenho tanta necessidade do teu coração, quanto a plantinha tenra precisa de água para prosperar e viver.
Dá-me tua bondade e dar-te-ei cooperação.
De ti depende que eu seja pior ou melhor amanhã.
Emmanuel

Do livro Antologia da Criança. Psicografia de Francisco Cândido Xavier

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

QUE BOM IRMÃO
















MATERIAL NECESSÁRIO : Xerox dos desenhos para cada criança, lápis de cor, lápis preto, borracha, tesoura.

MOTIVAÇÃO INICIAL: Quem tem irmão ou irmã? Vocês são amigos ou vivem brigando? Quem é mais velho?


CONTEÚDO/TEMA: AMOR AOS IRMÃOS.
Levar as crianças a perceber como é bom ter irmãos e respeitá- los.
E ver os seus amiguinhos também como irmãos. – Caso tenha tempo, as crianças poderão também fazer a atividade e trocar entre elas.
Reforçando ainda mais os ensinamentos de Jesus: “todos somos irmãos”

FIXAÇÃO: Entregar as folhas de desenho para cada criança pintarem com lápis de cor e escreverem uma mensagem para seu irmão(a)

OBS: As crianças que tiverem mais de um irmão se quiserem poderão fazer dois
ou mais desenhos. (Se caso não ter tempo pedir para fazerem em casa).

As crianças que não tiverem irmão pedir para elas entregarem para algum
amiguinho/primo que elas gostem muito. Se ela quiser pode ser da própria sala
de aula.

TEXTO : QUE BOM IRMÃO
Havia muita amizade e cooperação entre Henrique e Carolina, filhos do Sr Gilberto e da Sra Maria.
A Sra Maria trabalha fora, ajudando o Sr Gilberto nas despesas domesticas e distribuía as tarefas caseiras entre Henrique que era mais velho e Carolina.
Os dois auxiliavam-se mutuamente, dividindo as tarefas entre eles, e quando um terminava primeiro corria em auxilio ao outro.
Henrique sempre ajudava Carolina nos seus deveres de escola, já Carolina sempre se prontificava ajudando procurar nos livros as dificuldades de Henrique.

Henrique dispensava cuidados à sua irmã, alertando-a sobre o perigo que corria ao lavar tigelas, que pareciam maiores que ela.

E, um dia, quando Carolina lavava a louça, quebrou uma peça de vidro, cortando nela sua mão.
O irmão, aflito, socorre a irmã imediatamente. Fez-lhe um curativo, cercando-a de carinho até sua mãe chegar.
Preocupado, o menino pede ajuda à mãe. Esta constata não se tratar de nada grave, e, verificando a perfeição do curativo, tranquiliza o filho dizendo:

- Calma, meu filho! Está tudo bem.
Henrique se desdobrou nos cuidados com a irmã, até que o ferimento cicatrizou.
Certo dia, Henrique quis esconder-se da irmã e correu para trás de um móvel na sala. Foi, porém, tão infeliz, que ao abaixar-se perdeu o equilibrio e caiu.
O vaso de flores também caiu e quebrou- se.
Quando sua mãe chega, os dois juntos vão contar o que tinha acontecido.
- Ah como vocês são atrapalhados e descuidados, como quebraram esta jarra tão linda e de tanto valor?
- Não foi o Henrique, gritou vivamente Carolina. Fui eu mesma, quando quis agarrá- la.
- Não! Tornou Henrique. Fui eu mesmo, mamãe. A culpa é toda minha.
A mãe vendo tanta amizade, tanta dedicação entre os dois irmãos, abraça-os e lhe diz:
- Não foi Carolina e não foi Henrique, foi simplesmente o acaso, entendo que foi sem querer. Vão brincar outra vez.
Assim a grande amizade e o amor entre os dois irmãos venceram a zanga da mãe.
A Sra Maria agradeceu a Deus por ter filhos tão compreensivos e principalmente por serem amigos.


(texto recebido sem menção de autoria ou fonte)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

AMOR AS PLANTAS

Amor às plantas


Prece inicial


Primeiro momento: distribuir entre as crianças: frutas, legumes, aveia, chás variados, flores, pão, remédios naturais, suco, cereais e outros itens, que tenham origem nas plantas. Fazer três perguntas:
Para que serve?
De onde vem?
Quem criou?
Cada criança devera responder de acordo com o que recebeu.
Exemplo: Alan recebeu chá de camomila. Serve para o estômago, vem da camomila (natureza) e foi criado por Deus.
Lembrar que as plantas são obras de Deus e que o ser humano, com a inteligência que Deus lhe deu transforma as plantas em alimento, remédio e utilidades variadas.
Devemos cuidar da natureza, respeitar e proteger, não poluindo os rios e os mares, cuidando das plantas e não poluindo o ar.
Salientar a importância do ar. Sem ele não existe vida. Perguntar as crianças se a família recebe uma "conta de ar" para pagar todo o mês, assim como recebemos de luz, água, telefone. Salientar a bondade de Deus, que nos deu a natureza como um "presente especial" para que possamos evoluir.
Segundo momento (atividade): montar com as crianças uma grande árvore com flores, frutos e folhas.
Cada evangelizando ficará encarregado de pintar e recortar uma parte, para juntos formarem a árvore (cartaz) que poderá ser utilizado para embelezar o Grupo Espírita.

Modelos de caule; copa da árvore; flor, folha e fruta.

Prece de encerramento

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O VALOR DO TRABALHO

A CONTA DA VIDA


Quando André completou 21 anos, sua mãe lhe preparou uma festa. Ele recebeu os amigos e festejou a data com alegria.Quem estava entristecida era sua mãe. Apesar de estar completando a maioridade, André não aceitava qualquer disciplina.Com muito esforço, sua mãe conseguira que ele aprendesse as primeiras letras. Depois, não quis mais estudar e trabalhar muito menos. Ao deitar- se naquela noite, o jovem foi arrebatado pelas asas do sono. Sonhou que era procurado por um mensageiro espiritual que trazia na mão um documento. E ante a curiosidade de André, lhe disse que aquela era a conta dos seres sacrificados até aquele momento, em seu proveito. Até hoje, falou o mensageiro, para te sustentar a existência morreram aproximadamente 2000 aves, 10 bovinos, 50 suínos, 20 carneiros e 3000 peixes diversos. Nada menos de 60.000 vidas do reino vegetal foram consumidas pela tua, incluindo- se as do arroz, milho, feijão, trigo, das várias raízes e legumes. Em média, bebeste 3000 litros de leite, gastaste 7.000 ovos e comeste 10.000 frutas.Tens explorado fartamente as famílias do ar, das águas, do solo. O preço dos teus dias nas hortas e pomares vale por uma devastação. E nem relacionamos aqui os sacrifícios maternos, os recursos de teu pai, os obséquios dos amigos e as atenções dos Benfeitores que te rodeiam.Em troca, o Senhor da vida manda te perguntar o que é que fizeste de útil? Nada deste de retorno à natureza. Lembra-te de que a própria erva se encontra em serviço divino. Tudo é mensagem de serviço, de trabalho na natureza.Olha para tua mãe. Os anos já lhe pesam e ela prossegue em intensa atividade por ti e por teus irmãos,encontrando ainda tempo para se dedicar aos filhos de ninguém.Observa teu pai que atravessa os anos em labor digno, dando-te o exemplo de disciplina e vontade.Teus próprios amigos se encontram empenhados no estudo e na dedicação profissional.Não fiques ocioso. Produze algo de bom, marcando a tua passagem pela Terra.O moço espantado passou a ver o desfile dos animais que havia devorado e acordou assustado.Amanhecia. O sol de ouro cantava em toda parte um hino ao trabalho pacífico.André pulou da cama, foi até sua mãe e exclamou:- Mãe, desejo retornar aos estudos ainda hoje.- - -Para nos assegurar a vida, Deus nos faculta o ar, o sol, a chuva, os ventos...Para nos sustentar o corpo, recebemos o leite materno e na seqüência, seres vegetais e animais são sacrificados todos os dias.Com tanta preocupação de Deus pela nossa própria vida, é de indagarmos o que a nossa vida tão preciosa está oferecendo ao mundo em troca.

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A VIDA DO CODIFICADOR -ALLAN KARDEC


MOTIVAÇÃO INICIAL:Vocês sabem o que é religião? Quais vocês conhecem? Espiritismo é religião? Você é espírita? Vamos conhecer hoje o Codificador do Espiritismo.
O que é Codificação? OBS: Nas aulas biográficas deverá haver muita participação das crianças, para que a aula não se transforme em informações de nomes, datas, fatos, correndo-se o risco da classe perder o interesse.

 CONTEÚDO/TEMA:A vida do Codificador – Biografia.

VERIFICAÇÃO/FIXAÇÃO:Escrever ALLAN KARDEC em posição vertical na lousa, ou em uma folha de cartolina. Pedir para as crianças, irem dizendo as coisas boas e interessantes que a vida dele nos deixou com cada letra do seu nome. Exemplos: A = alegria, amor. L= luz, livros, lição, lembranças. A= auxilio, acreditar N= novidades, notícias K= kilometros (de suas viagens) A= amizade, amigos R= reencarnação, renovação D= divulgação, Deus. E= espíritos, esperança C= Codificador, Consolador Texto
1: Fazer um resumo do livro Gotas do Tempo (Série I)– Roque Jacinto – FEB FAIXA ETÁRIA – 7/10 anos.
Texto 2:Adaptar o texto abaixo com sua biografia, informações sobre seu trabalho, importância para o espiritismo, seus livros e etc.

 Há muitos anos, em 1804, no dia 3 de outubro, num país muito longe daqui, na França, na cidade de Lion, nasceu um menino que recebeu o nome de Hypolité Léon Denizard Rivail. Léon foi um menino inteligente e bom. Estudava com prazer e completou seus estudos muito cedo. Quando ficou moço, tornou-se um grande professor e, bondosamente, ensinava de graça, em sua casa, a muitos alunos que não podiam pagar para aprender. Certa vez, seu amigo o convidou para ir a uma reunião onde se davam coisas extraordinárias: as mesas se moviam sozinhas e respondiam às perguntas que lhes fossem feitas. Léon viu, então, com espanto, que uma pesada mesa levantou-se sozinha, sem que ninguém lhe tocasse com um dedo sequer. Daí a pouco, vasos de flores, casacos e chapéus movimentavam-se no ar, sem nenhum apoio. Os assistentes estavam admiradíssimos! Quando terminou a reunião, todos comentavam o que haviam visto. Dizia uma senhora idosa: - Isto é obra de fantasmas. Não pode ser outra coisa! São eles que movimentam esses objetos e, por isso, ninguém os vê. Léon era um homem muito inteligente. Não acreditava em fantasmas, e por essa razão, ficou meditando sobre o assunto. Na semana seguinte voltou à mesma casa, disposto a descobrir aquele mistério. Foi então informado de que faziam perguntas à mesa e que esta respondia através de pancadas. Quando dava uma batida, queria dizer “não”. Uma batidinha leve significa a letra “a”; duas, a letra “b”, e assim por diante. Podia-se, conversar com a mesa por meio daqueles sinais. Léon, ao ter essa notícia, pediu licença para fazer algumas perguntas. A primeira pergunta daquele homem inteligente foi: - Quem movimenta esta mesa e estes objetos? - São os espíritos. – foi a resposta. - Que espíritos são esses? Perguntou ele. A mesa tornou a bater: -“Espíritos”, dizia ela, são criaturas como vocês, mas que deixaram o corpo e vivem no espaço. Não são fantasmas, não! São homens e mulheres como todos os que estão nesta mesa...Apenas deixaram o corpo, isto é, morreram, como diz vulgarmente. Léon começou a pensar muito naquilo que ouvia, indagando: - Então, a pessoa não se acaba quando o corpo morre? -Não! Continua-se vivendo da mesma forma apenas sem o corpo. Por isso, não somos vistos pelos que ficam na Terra, responderam os espíritos através das pancadas da mesa. O grande professor cada vez mais curioso, perguntou: - E quem é você, que responde a todas essas perguntas? - Eu sou um homem que viveu na Terra há muitos anos. Fui seu amigo numa outra existência em que você não se chamava Léon, e sim Allan Kardec. E assim Léon adotou o pseudônimo de Allan Kardec.