quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O VALOR DA ORAÇÃO






INTRODUÇÃO:

Providenciar uma foto de Chico Xavier e apresenta-la ao grupo, dizendo que ele é um médium que nos trouxe, um número muito grande de livros sobre o Espiritismo.

Indagar: Vocês sabem o que é um médium?

Ouvir, esclarecendo que, no sentido exato da palavra, médium quer dizer intermediário, agente, instrumento. Assim Chico Xavier é um intermediário dos espíritos junto a nós. Exemplificar, dizendo que aqui na Terra somos incapazes de nos entender com outros povos, cujos idiomas ignoramos, sem o auxilio de um interprete, ou seja, de alguém que aja como se fora um médium. Se não houvesse interpretes, que seria das relações entre países, cujos habitantes não se entendessem? Da mesma forma, se não houvesse médium, como nos comunicaríamos com os espíritos?

Comentar que Chico Xavier teve uma infância muito sofrida, passando, algumas vezes, até fome. Sua vida é repleta de fatos extraordinários.

DESENVOLVIMENTO:

1- Narrar o caso: “O Valor da Oração”

2- Perguntar se todos nós seríamos capazes de agir do mesmo modo que Chico Xavier.

3- Deixar que troquem idéias sobre o caso, acrescentando, após:
a) o que torna os homens diferentes dos animais é justamente o pensamento, o qual deve estar sempre voltado para as coisas boas e puras.
b) Chico era um menino simples e cheio de fé em Deus, por isso aceitou o que lhe disse o espírito de sua mãe: ”continue na oração e espere um pouco”.
c) ao elevarmos o pensamento a Deus, em uma prece, estaremos em comunicação com os espíritos amigos – os mensageiros de Deus – que nos ajudarão, na medida do nosso merecimento ou necessidade evolutiva.

4- Distribua as atividades anexas

LIVRO- O MELHOR É VIVER EM FAMÍLIA 04

O VALOR DA ORAÇÃO

A madrinha do Chico, por vezes, passava tempos entregue a obsessão.
Assim é que, nessas fases, e exasperação dela era mais forte.
Em algumas ocasiões, por isso, condenava o menino a vários dias de fome.
Certa feita, já fazia três dias que a criança permanecia em completo jejum.
À tarde, na hora da prece, encontrou a mãezinha desencarnada que lhe perguntou o motivo da tristeza com a qual se apresentava.
- Então, a senhora não sabe, - explicou o Chico - tenho passado muita fome...
- Ora, você está reclamando muito, meu filho! - disse Dona Maria João de Deus - menino guloso tem sempre indigestão.
- Mas hoje bem que eu queria comer alguma coisa...
A mãezinha abraçou-o e recomendou:
- Continue na oração e espere um pouco.
O menino ficou repetindo as palavras do Pai Nosso e daí a instantes um grande cão da rua penetrou o quintal.
Aproximou-se dele e deixou cair da bocarra um objeto escuro.
Era um jatobá saboroso...
Chico recolheu alegre, o pesado fruto, ao mesmo tempo em que reviu a mãezinha no seu lado, acrescentando.
- Misture o jatobá com água e você terá um bom alimento.
E, despedindo-se da criança, acentuou:
- Como você observa meu fiiho, quando oramos com fé viva até um cão pode nos ajudar, em nome do Jesus.

O ANJO BOM

Dois anos de surras incessantes.
Dois anos vivera o Chico junto da madrinha.
Numa tarde muito fria, quando entrou em colóquio com Dona Maria João de Deus, Chico implorou:
- Mamãe, se a senhora vem nos ver, porque não me retira daqui?
O Espírito carinhoso afagou-o e perguntou:
Por que está você tão aflito? Tudo, no mundo, obedece à vontade de Deus...
- Mas a senhora sabe que nos faz muita falta...
A Mãezinha consolou-o e explicou:
- Não perca a paciência. Pedi a Jesus para enviar um anjo bom que tome conta de vocês todos.
E sempre que revia a progenitora, o menino indagava:
- Mamãe, quando é que a anjo chegará?
- Espere meu filho! - era a resposta de sempre.
Decorridos dois meses, a Sr. João Cândido Xavier resolveu casar-se em segundas núpcias.
E Dona Cidália Batista, a segunda esposa, reclamou os filhos de Dona Maria João de Deus, que se achavam espalhados em casas diversas.
Foi assim que a nobre senhora mandou buscar também o Chico.
Quando a criança voltou ao antigo lar contemplou a madrasta que lhe estendia as mãos...
Dona Cidália abraçou-o e beijou-o com ternura a perguntou:
- Meu Deus, onde estava este menino com a barriga deste jeito?
Chico, encorajado com o carinho dela, abraçou-a também, como o pássaro que sentia saudades do ninho perdido.
A madrasta bondosa fitou-o bem nos olhos e indagou:
- Você sabe quem sou meu filho?
- Sei sim. A senhora é o anjo bom de que minha mãe já falou...
E, desde então, entre os dois, brilhou a amor puro com que o Chico seguiu a segunda mãe, até a morte.

Gama, Ramiro. Da obra: Lindos Casos de Chico Xavier. Lake.


















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