quinta-feira, 20 de agosto de 2009

LAÇOS ESPIRITUAIS DA FAMILIA

APRESENTAR A FIGURA 1 E PERGUNTAR:



O que vocês estão observando nesta gravura?

ATIVIDADE REFLEXIVA:

Ouvir as crianças e conduzir a seguinte reflexão:

Um passarinho pode voar? E um cãozinho pode voar?

O cãozinho pode, então, pertence à família do passarinho? Por quê?

Narrar: O Cãozinho Bilu

Avaliar a compreensão através de perguntas tais como:

Qual era a maior vontade de Bilu?

Qual foi o conselho que o jabuti deu a ele?

Porque a mãe de Bilu falou que a família das pessoas era mais especial?

Depois da conversa com a mãe Bilu ainda queria ser da família dos passarinhos?

ATIVIDADE CRIATIVA:

Distribuir papel e lápis de cor aos participantes, Solicitar que as crianças desenhem sua família

Organizar um mural com os desenhos.Criar com o grupo uma frase bonita para o mural.

O CÃOZINHO BILU

Bilu é o nome de um dos cães de Paulinho. Ele era o menorzinho dos irmãos.

Toda tarde ele gostava de brincar no jardim.



Fig.1- Um dia ele viu um lindo pássaro que voava fazendo piruetas no ar!
Bilu pensou: "Eu quero ser como um passarinho para poder voar...voa.. .bem alto!"
E movimentou as patinhas como se fossem as asas de um passarinho e... não aconteceu nada!



Fig.2- O jabuti que estava ali bem perto, vendo isso, falou bem man-sa-men-te:
Você não pode ser passarinho. Você não tem asas para voar, não tem bico, nem pena!
Não sabe nem fazer piu...piu... Você nasceu na família dos cachorrinhos e não na família dos passarinhos.
Mas Bilu não desistiu! Começou a catar gravetinhos e folhas secas para construir um ninho igual ao dos pássaroa."Quem sabe a mamãe-pássaro me confunde com um dos seus filhos e me ensina a voar?"- pensou Bilu.



Fig.3- A mãe do Bilu, avisada pelo jabuti da idéia do filho, foi ao seu encontro.
Meu filho, você não pode fazer parte da família dos passarinhos! Você não seria feliz!...
Bilu quando o filhotinho quebra o ovo e nasce é muito fraquinho e precisa do calor da mãezinha e do ninho. A mamãe pássaro conhece as necessidades do seu filho, protege-o e cuida da sua alimentação dando para ele...
Leite!- interrompeu Bilu lambendo os beiços.
Não! Ele come bichinhos e minhoquinhas! - concluiu a mãe de Bilu
Minhoquinhas! Argh! - disse Bilu, fazendo uma cara de nojo.
Mas para o passarinho esta é uma refeição deliciosa! Você está vendo, meu filho? Todos nós somos colocados nas famílias de que necessitamos.
Isso acontece em todas as famílias, mamãe?- perguntou Bilu.
Sim. Mas a família das pessoas é ainda mais especial.
Especial, por quê?
Porque as pessoas devem se amar e ajudar umas as outras por toda a vida! Esse amor continua mesmo depois que os filhos crescem. Os filhos são presentes de Deus aos pais, que devem fazer com que eles sejam bons meninos e meninas.



Fig.4- Bilu e sua mãe ouviram uma bonita música que vinha do jardim. Foram até lá.
Era Paulinho e seu pai que cantavam.(CD/ LFC"Histórias Cantadas" de Sonia de Palma)



DUETO

Filho - Minha jóia preciosa

Pai - Meu tesouro neste mundo

Filho - És pra mim o mais formoso

Pai - É s meu amor mais profundo.

Filho - Meu anjo de Deus na Terra

Pai - Meu presentinho de Deus

Filho- Meu paizinho tão querido

Pai - Meu filho que Deus me deu

Pai e Filho - A vida é bonita
Porque comigo estas
o amor que nos une
Se eternizará.

Bilu, você ainda, quer fazer parte da família dos passarinhos? - perguntou a mamãe.
Não mamãe! Agora eu sei que todo mundo está na família certa- disse Bilu.

Fig,5- E saiu alegre para brincar com seus irmãozinhos.



FONTE - LFC

AMOR A FAMÍLIA -PAI E MÃE SÃO AQUELES QUE NOS AMAM

Um lar é feito de amor, indiferente de ser uma mansão ou um barraco.
· Todos devemos colaborar em nosso lar: ajudando os pais e os irmãos, mantendo o ambiente feliz e saudável e aceitando a maneira de ser de cada um.
· Lar é formado pelo amor que une os integrantes e não pelos laços de sangue.

HISTÓRIA – “DONA PATA CHOCA E A GALINHA CARIJÓ”

Dona Pata Choca e Dona Galinha Carijó estavam chocando seus ovos, muito felizes, porque em breve seriam mamães.
Um dia foram fazer um passeio e deixaram o ninho sozinho. Aconteceu que o Raposo “Engana a Todos” decidiu fazer uma brincadeira com elas. Sabe o que foi? Trocou os ovos.
Quando nasceram os filhos da Dona Galinha Carijó, ela ficou muito contente e logo foi contar a Dona Pata Choca:
- Sabe vizinha, meus pintinhos já nasceram. E são sete.
- Parabéns, disse Dona Pata Choca. – Em breve eu também terei novidades.
E o tempo foi passando.
Um dia Dona Galinha Carijó arrumou seus filhos para fazerem um passeio um piquenique no lago.
Quando eles passaram pela casa de Dona Pata Choca, viram que ela estava na porta com sua ninhada. Mal avistou a vizinha e foi logo dizendo:
- Olhe Dona Galinha Carijó, meus pintinhos já nasceram.
- Parabéns. Respondeu Dona Galinha. E virando-se para os seus filhos, ensinou:
- Cumprimentem pintinhos, digam piu-piu.
Mas em vez de dizer piu-piu, eles disseram quá-quá.
Dona Galinha Carijó ficou muito admirada dos seus filhotes falarem outra fala e pensou: “Parece mentira, mas não entendo a fala dessas crianças!”
Dona Pata Choca olhou para os filhos de Dona Galinha Carijó e achou que eles eram muito mais bonitinhos que seus filhotes. Depois pensou: “Embora os filhos de Dona Galinha Carijó sejam lindos, com suas patinhas curtas e seus biquinhos arredondados, os meus também são lindos. O que acho estranho é o pezinho.”
E Dona Pata Choca foi logo aprontando os seus filhos:
- Bem filhos, aprontem-se para ir ao lago. Vocês vão ver que maravilha é nadar ou ficar boiando na água.
- Vamos, vamos – responderam todos. Mas em vez de dizerem o alegre quá-quá, adivinhem, disseram piu-piu.
- Vejam, pensou Dona Pata Choca – essas crianças de hoje. Vivem imitando os outros!
E seguiram para o lago. Os patinhos, desde cedo devem ser marinheiros.
E quando iam chegando ao lago, Dona Pata Choca ouviu os gritos:
- Socorro, socorro. Dona Pata Choca ouviu a voz de Dona Galinha Carijó e saiu correndo para ajudar. Dona Galinha estava fora da água assustada, enquanto seus filhos nadavam e brincavam tranqüilamente no lago, fazendo uma festa enorme.
Dona Pata logo viu que não havia perigo. Entrou no lado e trouxe as sete bolinhas amarelas para a margem dizendo:
- Que feio! Vocês não estão ouvindo sua mamãe chamar assustada?
E para acalmar a vizinha disse-lhe:
- Não se assuste, Dona Galinha Carijó, as crianças estavam apenas brincando. Parece até a minha ninhada. Era bem assim. E suspirou com saudade dos filhos que já haviam ido embora.
- Agora você vai ver os meus filhos como sabem nadar.
- Vamos, criançada, vamos todos nadar.
Mas seus filhos não tinham coragem de entrar na água e ficaram chorando na margem: piu-piu, piu.
Dona Pata Choca estava envergonhada e ia empurrando os seus filhos para o lago, quando ouviu os gritos do Raposo Engana a Todos que chegava correndo:
- Espere, espere… gritava. Não obrigue as crianças a nadar. Não são seus filhos… São da Dona Galinha Carijó. Eu troquei os ovos por brincadeira, estou arrependido.
- Dona Pata Choca olhou espantada àqueles que julgava serem seus filhos. Por isso que tinham medo de água, que faziam piu-piu em vez de quá-quá.
- Dona Galinha Carijó olhou chorosa para as sete bolinhas que a acompanhavam:
- Ah, era por isso que não tiveram medo da água.
- Que brincadeira de mau gosto!
O Raposo Engana a Todos estava mesmo arrependido.
- Sim… disse o raposo. Foi uma brincadeira perigosa. Eu não sabia o que estava fazendo. Nunca mais vou brincar assim. E agora, o que vou fazer?
- Mas Dona Galinha queria muito bem as sete bolinhas amarelas e Dona Pata Choca também gostava muito dos filhos que faziam piu-piu. Então resolveram não se separar deles.
- Então combinaram morar numa mesma casa e ficaram muito contentes, e as crianças aprenderam a amar as duas mães, que gostavam muito deles.


REFLEXÃO :

· O que as mães devem fazer?

· Devem trocar os filhos ou não?

· Devem perdoar a raposa?

· O que seria honrar a vosso pai e a vossa mãe ?

· O que seria piedade filial ?

· Cabe aos pais velhos e fracos serem os servidores de filhos jovens e fortes ?

· Quando os pais estiverem velhos, como devemos agir ?

· Quando éramos pequeninos como fomos tratados? E agora como retribuímos aos nossos pais ?

· Existem pais que não cumprem seus deveres, quem deve puni-los ?


Honrar a vosso pai e a vossa mãe é uma conseqüência da lei geral de caridade e de amor ao próximo, porque não se pode amar o próximo sem amar pai e mãe; mas a palavra honrai encerra um dever a mais a seu respeito: da piedade filial. Deus quis mostrar com isso que, ao amor, é preciso acrescentar o respeito, as atenções, a submissão e a “ ceder” o que implica a obrigação de cumprir para com eles, de um modo mais rigoroso ainda, tudo o que a caridade manda para com o próximo. Este dever se estende dever se estende naturalmente às pessoas que estão no lugar de pai e de mãe, e que tem tanto mais mérito quanto seu devotamento é menos obrigatório. Deus pune sempre, de maneira rigorosa, toda violação a esse mandamento.
Respeitar vosso pai e vossa mãe é assisti-los na necessidade, proporcionar-lhes o repouso na velhice, cercá-los de solicitude como fizeram por nós em nossa infância.


O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec
Capítulo XIV – Honra teu Pai e tua Mãe

NEFA 2004 - EVANGELIZAÇÃO

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